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Instagram cria ferramenta para combater assédio online

Os comentários das pessoas considerados indesejáveis só serão visíveis para quem postou não para a vítima

ubiie Redação

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O Instagram revelou que criou uma nova funcionalidade para a sua rede social que está sendo vista como uma potencial solução para casos de assédio e ‘bullying’ no espaço digital. Basicamente, a nova opção permitirá ao dono de uma conta ‘banir’ pessoas sem que elas saibam.

Se tiver uma pessoa adicionada que por algum motivo ela tenha se tornado indesejável, o Instagram dará a opção de restringir esta conta. Apesar de ainda conseguir fazer comentários, apenas quem postou será capaz de os ver o que eliminará a toxicidade das publicações.

Esta capacidade de restringir contas também as impedirá de ver quando estiver online ou quando tiver lido algumas das suas mensagens.

Segundo o The Verge, esta funcionalidade está ainda em fase de testes mas já é vista como uma potencial solução para minimizar os casos de assédio na plataforma.

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Instagram nega ouvir conversas e vigiar mensagens

O CEO da rede social negou vários rumores que a rede social tem sido alvo

ubiie Redação

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Alguma vez já falou sobre algum produto para, pouco tempo depois, este aparecer em um anúncio do Instagram? Se suspeitava que a rede social estava ouvindo as suas conversas, o CEO do Instagram, Adam Mosseri, garantiu que não.

O executivo afirmou em entrevista com a CBS que a app da rede social não ouve as conversas dos utilizadores e indicou que os anúncios surgem na rede social por “pura sorte”. “Pode estar falando sobre alguma coisa porque tem interagido com esse tipo de conteúdo mais recentemente e aparece. Talvez seja inconsciente e depois surge mais tarde. Penso que isto acontece frequentemente de uma forma que é muito sutil”, apontou Mosseri.

O executivo do Instagram aproveitou também para negar outros rumores que a rede social tem sido alvo. “Não vemos as tuas mensagens, não ouvimos através do microfone, fazê-lo seria super problemático por vários motivos diferentes. Mas reconheço que você não vai acreditar realmente em mim”, disparou.

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Rede social

Fake news geram mais engajamento no Facebook que mídia tradicional

O estudo faz parte de um relatório do Instituto de Internet da Universidade de Oxford

ubiie Redação

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Informações falsas e com conteúdo extremo geram maior engajamento no Facebook do que notícias da mídia tradicional. A conclusão foi de um estudo do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, um dos mais renomados do mundo. A investigação analisou a circulação de conteúdos em redes sociais relacionados às eleições do Parlamento Europeu, que tiveram início na quinta-feira (23) e ocorrem até este domingo (26).

A pesquisa avalia o que chama de junk news, que classifica como conteúdos “ideologicamente extremos, enganosas e informações com fatos incorretos”. A disseminação desse tipo de mensagem vem ocorrendo em larga escala em processos políticos na região e preocupado autoridades dentro da União Europeia.

“As junk news em nossa base tenderam a envolver temas populistas como anti-imigração, fobia contra grupos islâmicos, com poucos mencionando líderes ou partidos europeus”, afirmaram os autores. Os pesquisadores também verificaram o compartilhamento de mensagens de fontes russas, dialogando com a preocupação de interferência externa no pleito.

Sites populares de junk news na maioria dos idiomas obtiveram um engajamento de 1,2 a 4 vezes maior do que as notícias de meios jornalísticos tradicionais. Engajamento é o termo usado para interações com as publicações, como curtidas, compartilhamentos e comentários realizados.

Os idiomas com maior índice de engajamento envolvendo as junk news foram inglês (3,2 mil por publicação), alemão (1,9 mil), sueco (1,76 mil) e francês (1,7 mil). Nas páginas de Facebook de sites em italiano e polonês a situação se inverte, com os veículos jornalísticos obtendo maior engajamento do que as fontes de junk news.

Já no Twitter, a presença de conteúdos enganosos foi menor. Menos de 4% das fontes, entre as mensagens analisadas, tinham como foco a difusão de junk news ou de sites russos. A exceção foi a Polônia, onde esse tipo de publicação representou 21% dos conteúdos analisados. Os veículos tradicionais de mídia tiveram desempenho melhor, com 34% das informações compartilhadas.

Os autores analisaram publicações em sete idiomas que circularam em redes sociais em países da região. Foram analisados mais de 580 mil mensagens no caso do Twitter e as principais fontes de junk news e de notícias de veículos profissionais no Facebook.

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Rede social Pinterest estreia na bolsa com alta de 28%

Cotados no começo do dia a US$ 19, os papeis da startup encerraram o pregão vendidos a US$ 24,40

ubiie Redação

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As ações da rede social de compartilhamento de fotos Pinterest subiram 28,5% ontem, na estreia da empresa na bolsa de valores de Nova York. Cotados no começo do dia a US$ 19, os papeis da startup encerraram o pregão vendidos a US$ 24,40 – a valorização fez a empresa ser avaliada em US$ 16 bilhões. Além disso, o serviço de chamadas de vídeo Zoom também abriu seu capital, em valorização de 72%.

Os bons números das duas ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) mostram o apetite de Wall Street por aberturas de capital de tecnologia em 2019. “Quando se vê uma alta expressiva assim, há um indicador claro que a empresa gera interesse no mercado logo no início”, disse Chris Larkin, vice-presidente da consultoria E*Trade Financial Corp, à agência de notícias Reuters.

No caso do Pinterest, a expectativa é de que a empresa – a primeira rede social a abrir capital desde o Snapchat, em 2017 – seja capaz de ter uma investida a longo prazo no mercado, dada sua capacidade de crescer em receita e em número de usuários. “Há muitas empresas que se atrapalham ao focar no curto prazo e nas notícias que saem na imprensa, mas estamos focados em construir a melhor versão possível do Pinterest nos próximos anos”, disse Todd Morgenfield, diretor financeiro da empresa, em nota.

No final de março, o Pinterest tinha 291 milhões de contas ativas – alta de 22% contra o mesmo período do ano anterior. Fundada em 2010 por Ben Sillberman, Evan Sharp e Paul Sciarra, a empresa permite que usuários procurem por imagens de tópicos como decoração, moda ou viagens – com os resultados, chamados de pins (alfinetes) é possível criar “paineis de inspiração”. Para faturar, o Pinterest permite que anunciantes sugiram “alfinetes” para os usuários com seus produtos.

Além de Pinterest e Zoom, o maior rival do Uber nos EUA, o Lyft, também entrou na bolsa em 2019, embora tenha apresentado resultados decepcionantes até aqui, com as ações operando 20% abaixo do preço do IPO. Até o final do ano, ainda há a expectativa da chegada do Uber, do aplicativo de comunicação corporativa Slack e também do Airbnb, outro representante da economia compartilhada.

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