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Fotos mostram misteriosos ‘pilares luminosos’ no céu das Filipinas

Moradores compartilharam fotos incríveis de um fenômeno natural enigmático. Uma espécie de pilares luminosos surgiram pela segunda vez no sudeste das Filipinas, segundo a mídia.

ubiie Redação

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Os moradores apelidaram o fenômeno de “velas”. Segundo as crenças locais, estes pilares de luz podem anunciar um evento sinistro ou, pelo contrário, trazer boa sorte àqueles que conseguem avistá-lo.

​Algo muito legal aconteceu nas Filipinas. Quero mostrá-lo aqui mesmo. Um fenômeno ótico foi visto em Sulu na semana passada. Colunas verticais de luz surgiram durante a noite no céu e incendiaram algumas mentes curiosas. O que diabo seria isso? Será que o extraterrestre finalmente ligou para casa?

Segundo informa a agência de notícias GMA, a explicação científica indica que esses pilares de luz não são um evento atmosférico raro, já que o fenômeno geralmente acontece quando partículas de gelo em alta altitude estão presentes na atmosfera terrestre.

Estes pequenos cristais de gelo refletem a luz do Sol ou da Lua, tomando a aparência de estreitas colunas que, por vezes, se estendem verticalmente acima ou abaixo da fonte de luz.

O último “show celestial” foi reportado em 30 de junho de 2019, quando a GMA informou que os moradores da região haviam avistado diversas luzes misteriosas.

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Manuscrito cristão mais antigo do mundo é descoberto na Suíça (FOTO)

A carta P.Bas. 2.43, escrita por um membro da elite provincial romana, é 40-50 anos mais antiga que os outros textos cristãos conhecidos.

ubiie Redação

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Um dos papiros da coleção da Universidade de Basileia (Suíça) é o manuscrito cristão mais antigo que se conhece, afirmou essa entidade em um comunicado com referência a uma monografia escrita este mês pela professora de História Antiga Sabine Huebner.

Trata-se de um papiro que provém do povoado de Theadephia, localizado no centro de Egito. Ele contém uma carta escrita por Arrianus, membro da elite provincial romana, ao seu irmão Paulus na qual ele conta como vão as coisas na sua família e pede para lhe enviar um bom molho de peixe.

O que chamou a atenção dos investigadores é a forma de expressão que aparece na última linha do texto: “Rezo ao Senhor para que tudo esteja bem contigo.”

“O uso desta abreviatura, conhecida neste contexto como “nomen sacrum”, não deixa lugar para dúvidas sobre as crenças cristãs do remetente. É uma forma exclusivamente cristã que se conhece dos manuscritos do Novo Testamento”, explicou Huebner.

Para além disso, a professora pensa que o nome do destinatário é “extremamente raro” para aquela época, indicando que os pais de Arrianus e Paulus, fazendeiros e funcionários públicos, também seriam cristãos.

De acordo com o comunicado, o manuscrito contraria o conceito de acordo com o qual os primeiros cristãos “eram retratados como excêntricos que se refugiavam do mundo e eram ameaçados por perseguição”. Pelo contrário, mostra que algumas famílias cristãs ocupavam cargos importantes na província romana de Egito já no início do século III d.C.

Uma análise meticulosa do documento permitiu a Huebner afirmar o texto teria sido elaborado na década de 230, se tornando assim no manuscrito conhecido mais antigo escrito por um cristão. De fato, o papiro é 40 a 50 anos mais antigo que o resto das cartas cristãs conhecidas, indica o mesmo comunicado.

O P.Bas. 2.43 é guardado na Universidade de Basileia junto com outros 64 papiros egípcios. Ele faz parte do chamado ‘arquivo Heroninos’, um dos maiores desta época, que contém cerca de 1.000 papiros.

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Misterioso crânio encontrado na Grécia pode dar reviravolta à história da humanidade (FOTOS)

Um misterioso fragmento de crânio encontrado na Grécia levantou a hipótese sobre quando a nossa espécie surgiu na Europa.

ubiie Redação

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Segundo pesquisadores, o crânio fossilizado, encontrado no final dos anos 1970 em uma caverna localizada no sudeste da Grécia e armazenado em um museu, pertencia a uma pessoa com características anatomicamente modernas, que viveu aproximadamente há 210.000 anos.

Caso seja confirmado, esse seria o primeiro exemplar de Homo sapiens descoberto fora do continente africano.

A data também precede 160.000 anos de idade de qualquer fóssil de Homo sapiens encontrado anteriormente na Europa, informa o jornal The Washington Post.


Crânios misteriosos encontrados na Grécia

No entanto, a informação publicada pela revista Nature foi recebida com cautela por alguns paleoantropólogos, já que as hipóteses sobre a pré-história humana podem emergir de um maxilar ou até mesmo de um dedo, porém, os fósseis são raros e difíceis de datar, além de na maioria das vezes serem fragmentados.

No momento, o novo estudo está concentrado nos restos danificados de dois crânios, o Apidima 1 e o Apidima 2, encontrados próximos um do outro em uma fenda.

Para realizar os estudos, pesquisadores utilizaram técnicas de laboratório que analisaram a desintegração radioativa dos vestígios de urânio nos espécimes, concluindo, assim, que os indivíduos surgiram de épocas diferentes.

Os humanos podem ter chegado à Europa há 210.000 anos. Vista da parte de trás do crânio Apidima 1 (à esquerda), parte superior (centro) e inferior (à direita). Representados em uma escala de 5 cm.

Os testes indicaram que o Apidima 1 possui aproximadamente 210.000 anos, enquanto que o Apidima 2 possui aproximadamente 170.000 anos.

Após a surpreendente descoberta, os pesquisadores utilizaram diversos métodos para descobrir como teriam sido os crânios antes de serem quebrados e distorcidos através dos séculos.

Feitas as análises, os pesquisadores descobriram que o APidima 2 se parece com um neandertal, que foram os primeiros humanos dominantes na Europa nesse período da pré-história. Já o Apidima 1, assemelha-se com um Homo sapiens primitivo e aparentemente não pertence aos neandertais, cita o portal Science Alert.

A descoberta sugere que os primeiros humanos modernos tiveram contato com os neandertais, que foram extintos há aproximadamente 40.000 anos, logo depois que um grupo de humanos modernos (chamados de Cro-Magnons) chegou à Eurásia ocidental.

Apesar de a descoberta gerar discordâncias no meio científico, inclusive dividindo as opiniões sobre os crânios e suas origens, o coautor da revista Nature, Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres, reconheceu que este é uma “nova descoberta desafiadora”.

“Não temos o osso frontal, testa, rosto, dentes ou queixo, quaisquer das partes que poderiam ter sido menos ‘modernas’ em sua forma”, disse Chris Stringer.

Entretanto, ele aproveitou para ressaltar que a equipe tentou reconstruir de diversas maneiras os crânios, e que os fósseis certamente apresentam características do Homo sapiens.

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Por que milhares de animais abandonam o supervulcão ativo de Yellowstone?

Milhares de espécies nativas de Yellowstone estão migrando para longe do supervulcão, segundo uma descoberta surpreendente de cientistas.

ubiie Redação

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Os alces deixam aos milhares a zona próxima do Parque Nacional de Yellowstone todos os anos, deslocando-se para as terras altas. A migração em massa que ocorre anualmente dá aos habitantes silvestres do Parque uma oportunidade de desfrutar de pastagens verdes, no entanto, os cientistas descobriram que estes padrões de migração, formados há centenas de anos, estão mudando em resposta por razões ambientais.

De acordo com os investigadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, dezenas de milhares de animais usam caminhos diferentes nas suas rotas migratórias para sair da região de Yellowstone em resposta as mudanças climáticas.

“Nós descobrimos que o ambiente circundante pode ser um indicador bastante eficaz das alturas em que ocorre a migração”, disse Gregory Rickbeil, investigador da Universidade de Berkeley.
Este estudo combina dados de GPS com imagens de satélite para rastrear mais de 400 animais de nove manadas presentes no Parque de Yellowstone.

No início da primavera, os alces sobem para terras mais altas e voltam aos vales e planícies de Yellowstone nos princípios de outono.

Mas o recuo das linhas de neve e as pastagens verdes obrigam os animais a migrar mais tarde do que nos anos anteriores.

Em 2015, por exemplo, foi descoberto que os alces de Yellowstone migraram até às suas pastagens de inverno em média 50 dias mais tarde do que em 2001.

Os resultados da incrível investigação da vida selvagem de Yellowstone foram publicados na revista Science Daily.

“As decisões que os animais tomam sobre a questão de quando migrar dependem das mudanças da paisagem, mudanças que são controladas pelo clima”, disse o professor Arthur Middleton.

“E no futuro, com as mudanças climáticas, devemos esperar que a altura destas migrações seja alterada, o que irá afetar outros animais selvagens e as pessoas que dependem deles, incluindo predadores, necrófagos e caçadores em todo o ecossistema”, acrescentou.

Os alces estão entre as espécies mais populosas do Parque Nacional de Yellowstone, com aproximadamente 20 mil cabeças.

Estes ruminantes são responsáveis pelo consumo de uma grande parte de vegetação, sendo também uma fonte de alimento para os predadores locais.

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