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PSG quer 300 milhões de euros para liberar Neymar ao Barcelona

O clube francês quer receber 300 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) pela transferência

ubiie Redação

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O Paris Saint-Germain definiu o preço para liberar o atacante Neymar para voltar ao Barcelona. Segundo o jornal francês Le Parisien, o clube francês quer receber 300 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) pela transferência.

O brasileiro foi contratado pelo PSG por 222 milhões de euros (R$ 819 milhões), valor de sua multa rescisória à época, há dois anos. O time francês promete fazer jogo duro para liberá-lo.

A informação do “Le Parisien” foi publicada poucas horas depois de o jornal Mundo Deportivo revelar que o jogador pediu ao presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, para ser negociado. Segundo o periódico catalão, Neymar enviou uma mensagem para o mandatário com o seguinte teor: “Não quero jogar mais aqui. Quero voltar à minha casa de onde nunca devia ter saído”.

O pedido teria sido feito antes de Nasser Al-Khelaifi conceder entrevista à revista “France Football”, quando citou nominalmente o atacante, dizendo que ele “não foi obrigado a assinar contrato com o PSG” e que não “queria mais nenhum comportamento de celebridade” no clube.

O Barcelona estuda uma maneira de viabilizar o negócio sem ter de arcar com o valor exigido pelo PSG. O presidente Josep Maria Bartolomeu gostaria de envolver alguns jogadores como Umtiti, Dembélé e Rakitic, além de uma quantia considerável em dinheiro. Apenas os três jogadores valeriam cerca de R$ 1 bilhão.

Até Lionel Messi entrou na negociação, segundo o jornal El Mundo. O argentino teria pedido ao presidente do Barcelona para esquecer o atacante francês Antoine Griezmann, que já teria um acordo com o time catalão e anunciou sua saída do Atlético de Madrid, e se esforçar para contratar o amigo Neymar.

Com uma lesão no tornozelo direito e sob os holofotes por causa das acusações de agressão e estupro pela modelo Najila Trindade, Neymar deve viver dias agitados até que o seu futuro dentro de campo seja definido.

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Tite terá que ajustar seleção e ganhará novo chefe para 2022

O técnico terá que formar uma nova comissão Técnica para até a Copa de 2022

ubiie Redação

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Em festa pelo título da Copa América, Tite terá ajustes a fazer na estrutura da seleção brasileira na sequência do ciclo até a Copa do Mundo de 2022, que será disputada no Qatar.

Sua comissão técnica, que já ficou desfalcada com a saída de Sylvinho antes mesmo da disputa da competição continental, terá mais uma baixa. As mudanças não ocorrerão apenas nos postos inferiores ao do treinador, ao menos do ponto de vista hierárquico.

Edu Gaspar, coordenador de seleções escolhido pelo próprio Tite para chefiá-lo no momento em que foi contratado, está de saída para o Arsenal.

Ex-jogador do clube inglês, o dirigente assumirá um cargo de gerência em sua velha casa, algo que já está acertado há alguns meses. Ele decidiu ficar até o término do torneio sul-americano, porém a CBF já vinha se movimentando para substituí-lo.

O nome que desponta para a vaga aberta é o do ex-jogador Juninho Paulista, campeão do mundo como camisa 19 do Brasil em 2002.

Ele ostenta o cargo de diretor de desenvolvimento na confederação desde abril e tem bom trânsito com a cúpula da entidade, tendo frequentado o ambiente do grupo verde-amarelo já na preparação para a Copa América. Juninho preenche os requisitos que têm sido usados como base para o cargo, ocupado por Gilmar Rinaldi antes de Edu Gaspar: ter jogado bola e ter experiência em cargo de gerência.

O ex-meia, hoje com 46 anos, trabalhou por dez na gestão do Ituano, o clube que o revelou, e se entendeu bem nas conversas com o presidente da CBF, Rogério Caboclo. “Ele representa o que queremos para o futebol brasileiro. É um vencedor dentro e fora de campo, um exemplo de seriedade e profissionalismo. É pentacampeão do mundo com a seleção brasileira, é ídolo dos clubes em que atuou e tem sólida carreira como dirigente.” declarou Caboclo, há três meses, quando contratou o ex-atleta.

Será surpresa se Juninho não for o escolhido, mas há ainda outros postos a serem preenchidos na CBF.A saída de Sylvinho, ex-jogador que exercia o papel de auxiliar e assumiu o comando do Lyon, da França, acarretará no adeus de outro profissional: Fernando Lázaro, filho do ex-lateral direito do Corinthians Zé Maria. Ele vai fazer parte da equipe de Sylvinho à frente do clube francês.

Lázaro permaneceu na comissão até a conquista deste domingo (7). Ele era responsável pela análise em vídeo dos jogadores da seleção e também dos adversários, mas tinha ganhado importância também nos próprios treinamentos da equipe, conduzidos por Tite e por seu auxiliar principal de longa data Cleber Xavier.

Quem vai ficar, apesar dos questionamentos, é Matheus Bachi, filho do treinador. Com o adeus de Sylvinho, o jovem de 30 anos assumiu o terceiro posto na hierarquia da comissão técnica, atrás apenas de seu pai e de Cleber. Seu currículo é inexpressivo, porém sua capacidade é sempre defendida pelo técnico da seleção.

Com o título da Copa América, Tite ganhou fôlego para bancar Matheus e fazer escolhas. De qualquer maneira, o desenho da comissão técnica e da estrutura do departamento de futebol da CBF serão diferentes do imaginado inicialmente para o ciclo que tem como objetivo buscar o hexacampeonato no Mundial de 2022.

Enquanto aguarda para ver qual será a nova configuração do comando da seleção, Tite segue bem quisto entre os jogadores.

Eleito o craque da Copa América e capitão da seleção brasileira, o lateral direito Daniel Alves, 36, rasgou elogios ao comandante após a vitória por 3 a 1 sobre o Peru neste domingo na final do torneio, momentos antes de levantar a taça.

“Falei antes que o capitão do nosso barco é o Tite. Não sou eu e não é nenhum outro jogador. Simplesmente eu represento todos os jogadores [por ser capitão]. Vou ter a honra de levantar a taça em homenagem aos nossos atletas, que lutaram bastante par estar aqui e conseguir o objetivo”, disse à rádio Globo.

Na entrevista, o capitão de Tite também elogiou a comissão técnica como um todo e a postura da torcida brasileira durante a final deste domingo.

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CBF receberá R$ 43,9 milhões se seleção faturar a Copa América

A CBF poderá embolsar US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 28,9 milhões) do prêmio total para o vencedor da Copa América

ubiie Redação

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Se o Brasil superar o Peru e conquistar o título da Copa América, a CBF vai embolsar US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 28,9 milhões). Esse é o valor que a Conmebol pagará ao campeão do torneio. Caso a seleção seja derrotada domingo no Maracanã, o prêmio será de US$ 5 milhões (R$ 19,2 milhões). Ao montante ainda somam-se mais US$ 4 milhões (R$ 15,4 milhões), pagos independentemente do desempenho da seleção brasileira na competição, totalizando US$ 11,5 milhões (R$ 43,9 milhões) para os cofres da entidade.

Os US$ 4 milhões são divididos em três faixas: US$ 2 milhões (R$ 7,7 milhões) por participação, mais US$ 1 milhão (R$ 3,8 milhões) para preparação e US$ 1 milhão para logística.

Apenas as seleções da América do Sul têm direito a esses US$ 4 milhões. Japão e Catar, que disputaram o torneio como convidados, receberam cada um US$ 1,25 milhão (R$ 4,8 milhões). Bolívia e Equador, eliminados na primeira fase, ganharam apenas o dinheiro por participação, logística e preparação, sem qualquer tipo de premiação por desempenho.

A Conmebol dividirá US$ 70 milhões (R$ 268,7 milhões) entre as 12 seleções participantes da Copa América. O valor é recorde na história da competição. Na Copa América de 2016, disputada nos Estados Unidos, foram distribuídos US$ 21 milhões (R$ 80,6 milhões pelo câmbio atual).

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Uso do spray no futebol causa ação na Justiça contra a Fifa

O spray está sendo usado em todos os 26 duelos da Copa América

ubiie Redação

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O torcedor brasileiro se desacostumou a ver os árbitros utilizando spray para marcar barreiras durante as partidas de futebol no País. Desde o fim de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) proibiu o uso do produto em todas os jogos organizados pela Fifa, mas a entidade máxima do futebol ignora a medida. O mesmo acontece com a Conmebol. Com isso, o spray está sendo usado em todos os 26 duelos da Copa América.

A polêmica teve início depois da Copa do Mundo de 2014, também realizada no Brasil. Os criadores do spray, o mineiro Heine Allemagne e o argentino Pablo Silva, dizem que tinham um acordo com a Fifa pelo reconhecimento da tecnologia. No entanto, a entidade voltou atrás e passou a utilizar produtos de outros fornecedores.

“A Fifa ficou completamente hostil e não cumpriu as promessas feitas. Ela fez um programa convocando todos os ‘piratas’ do mundo e começou a usar o spray de outras empresas”, lamenta Heine. “É triste e revoltante. Me dediquei nisso durante 15 anos, seria natural uma premiação, algum retorno. A hora que a Fifa roubou a ideia, fiquei sem chão”, acrescenta.

A expectativa de Heine e Pablo era receber US$ 40 milhões (R$ 156 milhões) da Fifa. A empresa deles, a Spuni Comércio de Produtos Esportivos e Marketing Ltda, é dona da patente registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Ao todo, tem patentes registradas em 44 países.

Sem acordo com a Fifa, eles decidiram entrar com um processo no TJ-RJ exigindo uma indenização de US$ 100 milhões (R$ 390 milhões). A decisão do juiz Ricardo Lafayette Campos no fim de 2017 determinou uma multa de US$ 15 mil (R$ 58 mil) por cada evento que o spray for utilizado.

“Não há qualquer questão a ser dirimida a sua propriedade e, portanto, o spray é exclusivo do mesmo, sendo vedado a qualquer outro o fabrico do mesmo. Mas não é só. Há vasta comprovação de que após o invento, o réu violou a boa-fé objetiva contratual ao induzir o autor a não buscar empresas para tornar o invento, um item com produção em escala mundial, afirmando que o mesmo compraria a patente quando, na verdade, estava apenas, ao menos em sede de cognição sumária, ganhando tempo para negociar com terceiros spray semelhante ou simplesmente violar a patente do autor, ou não lhe dando a autoria correta (…) A violação do “fair play”, inclusive um lema de propaganda da Fifa, resta evidenciado, o que o Poder Judiciário não tolera”, alegou o juiz.

Procurada, a Fifa se limitou a dizer que continua utilizando o spray em suas competições e que não tem responsabilidade sobre torneios organizados por outras entidades, como a Conmebol com a Copa América.

O processo ainda está em primeira instância, e os advogados da Spuni acreditam que será longo. De acordo com eles, a multa ultrapassa os R$ 50 milhões por conta do uso do spray nas partidas desde o ano passado até agora. A Fifa já tentou reverter a decisão do juiz, mas sem sucesso.

SÓ CBF OBEDECE – Enquanto o spray é usado mundo afora, os árbitros dos campeonatos nacionais e regionais não utilizam o produto. A CBF esbarra no preço de sprays produzidos por empresas estrangeiras, além de impostos e taxas de importação. A entidade não chegou a um acordo com Heine e Pablo por divergências nas condições de comercialização.

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