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Diabo joga ‘trilhas químicas’ para nos afastar de deus? Conspiracionista lança teoria

Uma teoria de conspiração sugere que grandes potências estejam criando trilhas químicas para controlar o clima e a população, mas agora um “profeta” trouxe um detalhe a mais para a teoria.

ubiie Redação

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O autodenominado “profeta bombeiro” dos EUA, Mark Taylor, afirma que os rastos deixados por alguns aviões são na verdade agentes químicos ou biólogos que são pulverizados conscientemente de uma grande altitude, com propósitos desconhecidos.

No entanto, desta vez, o “profeta” dos EUA alega que as pessoas são “antenas ambulantes” que clamam a deus, mas o diabo tenta incansavelmente atrapalhar a comunicação, pulverizando até mesmo metais sobre as nossas cabeças.

Mark Taylor, bombeiro que foi forçado a se aposentar por apresentar transtorno de estresse pós-traumático, afirma ter recebido em 2011 a primeira mensagem de deus, quando estava ouvindo Donald Trump nas notícias. De acordo com ele, uma voz divina disse que Trump iria ser o próximo presidente dos EUA, e, assim que a vitória de Trump veio à tona, Taylor teve certeza que foi o escolhido.

No canal do YouTube chamado Blessed to Teach (Abençoado para Ensinar, em tradução livre), Taylor afirma que “tudo na vida emite uma frequência”, de seres humanos a coisas insensíveis tais como árvores, pedras, e até mesmo roupa, e que todos esses objetos veneram deus pela mesma frequência.

No outro lado da moeda se encontra o diabo, que faz de tudo para impedir a frequência entre deus e humanos, afirma o “profeta”.

“Chegamos tão longe com as gerações, temos tantas coisas acontecendo, quer seja a comida que comemos, as trilhas químicas, toda a pulverização é para nos distrair de ouvir a frequência de deus”, disse Taylor.

O americano acredita que nos rastos deixados por alguns aviões são despejados elementos químicos tais como bário — Ba — e alumínio — Al. Quando juntamos fica “Baal”, deus pagão associado frequentemente com o diabo.

Se você acredita que tudo isso não passa de coincidência, o “profeta” acha que tudo está interligado.

“Nós somos literalmente antenas ambulantes porque nós respiramos o alumínio como também o bário, somos literalmente antenas gigantes”, acrescentou Taylor.

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Jovem faz carinho em cão-lobo gigante (VÍDEO)

Embora um cão-lobo de grande porte possa parecer ameaçador, do tipo que poderia atacar alguém a qualquer momento, alguns podem demonstrar grande carinho e afeto por seus amigos humanos.

ubiie Redação

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O animal do vídeo abaixo pode se assemelhar a um lobo gigante de “Game of Thrones”, mas não passa de um canino dócil resgatado há dez anos pelo Santuário Shy Wolf, em Naples, na Flórida, onde é mantido até hoje.

Brittany Allen, a jovem que aparece ao lado da fera, é membro do grupo de resgate que ajudou o cão gigante a encontrar um novo lar. Ela explicou que esse seu amigo, de nome Yuki, tem cerca de 87,5% de lobo cinzento, pouco mais de 8% de husky siberiano e um pouco de pastor alemão.

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Cientista brasileira cria ‘caneta’ que detecta câncer durante cirurgia

Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

ubiie Redação

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Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas. A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.

A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados de sua pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.

Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como “bolsa dos gênios” e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de U$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.

Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo, a pesquisadora explicou que a caneta, batizada de MacSpec Pen, tem como principal objetivo certificar, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente. Isso porque nem sempre é possível visualizar a olho nu o limite entre a lesão cancerosa e o tecido saudável. “Muitas vezes o tecido é retirado e analisado por um patologista ainda durante a cirurgia para confirmar se todo o tumor está sendo retirado, mas esse processo leva de 30 a 40 minutos e, enquanto isso, o paciente fica lá, exposto à anestesia e a outros riscos cirúrgicos”, explica Livia.

A caneta desenvolvida por ela e sua equipe de pesquisadores usa uma técnica de análise química para dar essa mesma resposta que um patologista daria. “A caneta tem um reservatório preenchido com água. Quando a ponta dela toca o tecido, capta moléculas que se dissolvem em água e são transportadas para um espectrômetro de massa, equipamento que caracteriza a amostra como cancerosa ou não”, explica a cientista.

Essa caracterização da amostra em maligna ou não pode ser feita porque a tecnologia usa, além dos equipamentos de análise química, técnicas de inteligência artificial para que a máquina “responda” se as células são tumorais.

Para isso, foram usadas, na criação do modelo, centenas de amostras de tecidos cancerosos que, por meio de suas características, “ensinam” a máquina a identificar tecido tumoral.

“Na primeira fase da pesquisa analisamos mais de 200 amostras de tecido humano e verificamos uma precisão de identificação do câncer de 97%”, conta Livia.

Próximos passos

O resultado dessa etapa do estudo foi publicado na prestigiosa revista científica Science Translational Medicine em 2017. Depois, o grupo de pesquisa da brasileira nos EUA ampliou a investigação para 800 amostras de tecido e, mais recentemente, obteve autorização de comitês de ética de instituições americanas para testar a técnica em humanos, durante cirurgias reais.

“Apesar dos bons resultados em amostras de tecido, o modelo ainda precisa ser validado em testes clínicos. Se os resultados forem confirmados, ainda deve demorar de dois a três anos para a caneta ser lançada como produto”, opina Livia. O dispositivo já foi testado para câncer de cérebro, ovário, tireoide, mama e pulmão, e está começando a ser usado também nas pesquisas de tumor de pele.

Caso a técnica se mostre eficaz também para esse tipo de câncer, ela poderia ser usada para identificar se pintas ou outras lesões de pele são malignas sem a necessidade de remoção de uma parte do tecido, o que pode trazer danos estéticos.

Para Fabiana Baroni Makdissi, cirurgiã oncológica e diretora do Centro de Referência da Mama do A. C. Camargo Cancer Center, caso confirmada a eficácia do método em todas as fases da pesquisa, ele trará ganhos nos tratamentos contra o câncer por permitir maior precisão na retirada dos tumores. “Uma das coisas mais importantes quando a gente fala de tratamento cirúrgico é que o cirurgião consiga retirar completamente o tumor. As taxas de cura vão estar relacionadas a isso, mas temos limitações em garantir que toda a circunferência do tecido retirado esteja livre de células tumorais. Então, uma tecnologia como essa, se validada, tem muito a agregar.”

Ela explica que a técnica seria importante porque nem todos os hospitais contam com um patologista na equipe cirúrgica para analisar o tecido removido ainda durante a operação. “Nesses casos em que não há essa análise das margens durante a cirurgia, a taxa de reoperação é maior”, diz.

Fabiana destaca ainda que a rapidez do novo método pode ter outras vantagens para o paciente. “A redução do tempo cirúrgico seria um benefício agregado da técnica, principalmente em pacientes mais idosos, com doenças crônicas, que têm maiores riscos durante um procedimento cirúrgico”, diz a especialista.

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FOTO de Jesus Cristo brilhando nas nuvens viraliza na web

Na Argentina, uma foto tirada do Sol brilhando através de algumas nuvens, tornou-se viral nas redes sociais após mostrar uma silhueta que representaria a imagem de Jesus Cristo.

ubiie Redação

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A moradora da cidade argentina de San Salvador de Jejuy, Mónica Aramayo, registrou o momento com seu celular e compartilhou a imagem para “abençoar” outros internautas, informa Fox News.

“O Senhor virá em breve para todos nós e devemos estar prontos”, comentou uma internauta.
Imediatamente vários usuários das redes sociais compararam a foto com a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, que fica a uns 4.800 km de distância do local onde a imagem foi tirada.

Outras pessoas ainda ressaltaram que a figura iluminada mostra Messias usando uma coroa e com os braços estendidos, semelhante a outras representações de Cristo.

Foto tirada do sol que brilhava através das nuvens na Argentina tornou-se viral por parecer ser uma imagem de Jesus Cristo

Há quem seja contrário, duvidando da originalidade da imagem e afirmando que a figura iluminada seja apenas o Sol brilhando.

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