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Lar no Planeta Vermelho? NASA mostra ‘casa’ impressa em 3D para viver em Marte (FOTOS)

A NASA revelou um projeto de uma cápsula impressa em 3D que poderia fornecer habitação para os primeiros humanos que venham a pousar no Planeta Vermelho, escreve o Mirror.

ubiie Redação

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Ao contrário dos outros modelos anteriormente apresentados, a chamada cápsula MARSHA é um tipo de container vertical impresso em 3D, o que torna sua instalação muito mais fácil, pois não há a necessidade de um rover se movendo em terreno desconhecido para construir a estrutura.

A cápsula é fabricada junto com um braço telescópico vertical ligado a um rover estacionário e possui um design de “casco” duplo, para proteger os espaços habitáveis da expansão e contração naturais causadas pelas oscilações extremas de temperatura em Marte.

Segundo o tablóide britânico, as áreas funcionais de residência estão distribuídas por quatro andares, todos com janelas com uma visão panorâmica de 360 graus e uma escadaria interior em caracol que permite que os habitantes se movimentem livremente.

O primeiro andar é onde fica a área de preparação para os astronautas que entram e saem da cápsula. No segundo andar estão um laboratório e uma cozinha, enquanto no terceiro há a área do banheiro e jardim. O último andar alberga o local destinado para exercícios e recreação.

Esta foto, da AI Space Factory, a impressão de teste em uma escala de 1/3 do design vencedor do Desafio de Habitat Impresso em 3D de Marte, da NASA, é excelente

“A arquitetura na Terra desempenha um papel fundamental na forma como vivemos […] Em Marte, este papel atinge um nível mais elevado de importância, uma vez que as arquiteturas são máquinas que nos mantêm vivos”, disse a AI SpaceFactory, equipe sediada em Nova York que está por trás do projeto, complementando que “o resultado é um habitat credível e evocativo com uma beleza alienígena, mas familiar”.

Aqui está o vencedor do Desafio de Habitat Impresso em 3D de Marte da NASA

AI SpaceFactory foi escolhida como vencedora do Desafio de Habitat Impresso em 3D da NASA – um concurso que desafiou os concorrentes a criar casas a partir de materiais recicláveis que poderiam ser encontrados nos destinos no espaço sideral, como a Lua e Marte, com a mínima intervenção humana.

Além disso, a equipe apresentou seu inovador material biodegradável e reciclável derivado de materiais naturais encontrados em Marte, chamado basalto biopolímero, que resistiu aos testes de pressão e impacto da NASA. Isso ajudaria a agência espacial americana a desenvolver as tecnologias necessárias para estabelecer uma presença humana em Marte.

Anteriormente, a NASA disse que planeja enviar humanos para Marte até meados de 2030.

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Terra 2.0: descoberto novo planeta semelhante ao nosso

Astrônomos encontraram mais de 4.000 planetas em diferentes sistemas estelares, contudo, quase todos esses exoplanetas são massivos em comparação com a Terra.

ubiie Redação

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Ou seja, 96% deles são maiores do que a Terra, sendo mais parecidos com o gigante gasoso Netuno ou Júpiter. São muito poucos os planetas pequenos encontrados pelos especialistas.

Nesta semana, foi anunciada por astrônomos a descoberta de 18 exoplanetas que se enquadram na categoria daqueles que possuem o mesmo tamanho da Terra. Mas a grande novidade é que um desses planetas é um pouco menor do que o nosso, que cria uma expectativa maior sobre a Terra 2.0.

O planeta recém-descoberto é o EPIC 201497682.03, que se encontra nas proximidades da estrela anã vermelha chamada EPIC 201497682, que está a 831 anos-luz do nosso Sistema Solar, entre as constelações de Leão e Virgem, segundo a Forbes.

O EPIC estava na lista de alvos a serem observados pela missão K2, do telescópio espacial Kepler da NASA. Entretanto, o EPIC 201497682 também é conhecido como UCAC4 453-051784, 2MASS J11154478+0029171 e Gaia DR2 3810098271767907840.

“Quando observamos a estrela, agora vemos a luz que emergiu desse sistema a uns 300 anos antes de Cristóvão Colombo chegar às Américas”, afirmou o Dr. Rene Heller.

Planetas pequenos são mais difíceis de rastrear do que os grandes, por isso, os especialistas encontram os exoplanetas através da queda de brilho à medida que um planeta transita em frente à estrela hospedeira.

Nesse ponto, a grande diferença é que os grandes planetas sofrem uma queda repentina no brilho, o que facilita sua detecção, enquanto que os pequenos planetas sofrem uma queda muito pequena, dificultando a detecção.

Com relação à possibilidade desses exoplanetas serem ou não habitáveis, deve-se destacar que a maioria deles é excessivamente quente. Sendo que apenas um deles reside na “zona habitável”, o planeta chamado EPIC 201238110.02.

Uma missão espacial chamada PLATO (Trânsito Planetário e Oscilação de Estrelas) deve ser lançada em 2026 e reunirá o primeiro catálogo de planetas confirmados, bem como planetas na zona habitável de suas estrelas hospedeiras.

Com isso, centenas de planetas rochosos, gelados e grandes serão estudados, além de terem seus raios, massas e idades precisamente medidos. Com isso, os especialistas obterão uma melhor compreensão sobre a formação de planetas e evolução dos sistemas planetários.

“Com nosso satélite PLATO, estamos nos focando em planetas semelhantes à Terra orbitando para a zona habitável em torno de outras estrelas semelhantes ao Sol. Esse será um grande passo para encontrar outra Terra”, afirmou Johann-Dietrich Worner, diretor da ESA.

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Físico afirma que Marte é ‘único planeta’ para onde humanos podem fugir

ubiie Redação

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Segundo o físico Brian Cox, o Planeta Vermelho pode ser a única opção de viagem espacial para as pessoas destinadas a se tornar marcianas por não poderem “ficar aqui para sempre”.

O professor e apresentador Brian Cox indicou um futuro sombrio para os humanos que desejam viajar pelo Universo e pisar em outros planetas. O tabloide britânico Daily Star relata que o estudioso teorizou, traçando a exploração da humanidade do nosso Sistema Solar, que o vizinho mais próximo do nosso planeta, Marte, incrustado por gelo, é “na verdade o único lugar” onde a humanidade pode ir além da Terra.

“Em qualquer cenário plausível, não há outro lugar para onde os humanos possam ir para começar a sair do planeta, a não ser Marte. Se pensarmos em outros planetas, não há nenhum outro em que possamos pousar”, afirmou, conforme citado pelo tabloide.

O físico não tem dúvidas de que os humanos deixarão o planeta um dia por “não podermos ficar aqui para sempre”. “Pode ou não haver marcianos e precisamos descobrir. Mas haverá marcianos se quisermos ter um futuro. Em algum momento seremos marcianos”, observou.
Não muito tempo atrás, Brian Cox destacou que o destino da humanidade poderia corresponder, não só a Marte, mas também a Vênus e Mercúrio, que poderiam ter tido oceanos e rios na superfície.

Cox e o coautor da próxima edição do livro Planetas, Andrew Cohen, definiram Marte como o local mais provável para a evolução da vida. “Era uma vez um Planeta Vermelho que brilhava uma luz azul. Os riachos corriam pelas encostas e os rios corriam pelos vales”, observaram.

Um dos mais persistentes entusiastas das viagens a Marte, fundador multimilionário da SpaceX e Tesla, Elon Musk, revelou anteriormente que a colonização do Planeta Vermelho poderia assegurar uma fuga para a raça humana no caso de um cenário apocalíptico iminente.

Em uma sessão de perguntas e respostas no ano passado, ele apontou “alguma probabilidade” de uma nova Era das Trevas, “especialmente se houver uma terceira guerra mundial”.

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Oceano líquido debaixo de Plutão tornaria ‘existência de vida extraterrestre mais plausível’

Haveria um oceano no subsolo de Plutão, em estado líquido devido a uma “camada de isolamento gasoso”, o que abriria a porta para existência de mais oceanos em outros mundos gelados, informou a revista Nature Geoscience.

ubiie Redação

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Pesquisadores concluíram haver um oceano em estado líquido no subsolo do planeta anão Plutão e tudo isso graças a uma camada fina de metano gelado, que separa a água em estado líquido da camada de gelo, de acordo com estudo publicado na revista científica Nature Geoscience.

“Isso pode significar que há mais oceanos no universo do que se pensava anteriormente, tornando a existência de vida extraterrestre mais plausível”, declarou Shunichi Kamata, cientista da Universidade de Hokkaido, no Japão, e principal autor do estudo em questão.
Os primeiros dados recolhidos pela sonda New Horizons enquanto sobrevoava Plutão em 2015 indicam que o planeta anão, provavelmente, possui um gigantesco oceano debaixo da camada de gelo. Além disso, a forma extraordinária e profundidade do “coração de Plutão” prova que o oceano desempenhou um papel no nascimento dele.

Os primeiros modelos do oceano, baseando-se em dados da New Horizons, indicaram que ele pode estar em estado líquido até hoje e ter uma composição parecida com o mar Morto, que possui uma grande quantidade de sal e outras substâncias que não permitem que a água congele.

Nesse caso, Kamata sublinha que há uma contraversão, pois, se o oceano de Plutão tiver muitas substâncias anticongelantes, a densidade dele seria baixa, o que não bate com as medições da New Horizons e anomalias gravitacionais, sendo assim, o gelo, ao invés de ficar flutuando na superfície da água, afundaria.

Analisando eventual composição do reservatório, pesquisadores apontaram metano e outros hidrocarbonetos, o que trouxe à mente um processo que acontece nos pontos mais frios dos oceanos terrestres.

Alta pressão e temperaturas baixas causam o congelamento de metano e outras substâncias orgânicas e formação de misturas especiais com a água conhecidas como clatratos, fazendo com que uma camada surja entre o gelo e a água em estado líquido, e impedindo que a água congele.

Pesquisadores japoneses realizaram simulações de computador para testar a ideia. Nas simulações sem os hidratos de gás, o oceano no subsolo de Plutão congelou há centenas de milhões de anos. Mas ao adicionar a camada isolante, o oceano persiste até hoje. Apesar de o estudo fazer sentido e ser embasado em simulações de computador, ainda não se tem a confirmação de que tal camada de gases realmente existe ali, e mais estudos e observações precisam ser feitos para que essa ideia seja comprovada ou descartada.

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