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Após agressão, Neymar diz que ninguém tem sangue de barata

“Tô errado? Tô. Mas ninguém tem sangue de barata”, escreveu Neymar após agredir um torcedor do PSG

ubiie Redação

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Neymar comentou nas redes sociais o soco que deu em um torcedor durante a premiação da Copa da França, em que o Rennes derrotou o Paris Saint-Germain nos pênaltis. Em resposta a uma publicação no Instagram de seu assessor pessoal de marketing, Alex Bernardo, o jogador reconheceu que errou, mas justificou sua atitude.

“Tô errado? Tô. Mas ninguém tem sangue de barata”, escreveu Neymar. Na publicação, Bernardo defendeu seu cliente, dizendo que o empurrão foi “merecido”, porque o torcedor estava ofendendo vários jogadores do PSG.

Na decisão da Copa da França, o PSG abriu 2 a 0 com gols de Daniel Alves e do próprio Neymar, mas cedeu o empate com gol contra de Kimpembe e outro de Mexer. O jogo continuou empatado na prorrogação e foi decidido nos pênaltis. As equipes acertaram todos os cinco primeiro chutes, mas, na sexta batida, Sarr acertou e Nkunku isolou a bola, dando o título para o Rennes.

Para o jornal francês L’Équipe, o homem agredido revelou que não torce para o Rennes, mas sim para o Nantes. Ele alegou que não insultou os jogadores, apenas dizendo que eles “tinham sido nulos” e que “já eram”. Também afirmou que cogitou ir a uma delegacia prestar queixa contra Neymar, porque seu nariz estava sangrando, mas desistiu porque deveria voltar para Nantes.

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Esportes

Youtuber, nadador de 18 anos será titular no 4 x 100 m do Brasil

André Calvelo disputará Mundial na vaga de Gabriel Santos, suspenso por doping

ubiie Redação

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Reserva na equipe 4 x 100 m do Brasil no Mundial de Esportes Aquáticos, André Calvelo, 18 anos, estreará no torneio internacional neste sábado (20). Com o titular da equipe suspenso por doping, o novato, nascido em Santos (SP), ganhará uma chance na equipe.

“Essa chance caiu do céu. Sabemos que foi uma vaga adquirida por uma coisa que não queríamos que acontecesse com nenhum atleta do Brasil, mas essa porta se abriu pra ele e eu tenho certeza que ele vai agarrar “, afirma Marcio Latuf, supervisor técnico da natação da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e integrante da comissão técnica da seleção neste mundial.

A primeira competição competição oficial de Calvelo como atleta da seleção principal foi nos Jogos Sul-Americanos de 2018, realizados em Cochabamba, na Bolívia, de onde voltou com três medalhas: ouro no revezamento 4 x 200m livre, prata no revezamento 4 x 100m livre e bronze nos 50m livre. Antes disso, em competições de base, levou a prata no revezamento 4 x 100m nos Jogos Olímpicos da Juventude também em 2018.

“Ele é um atleta que, no começo, não gostava muito de treinar. Mas começou a aparecer a partir do juvenil, que foi quando começou a tomar gosto pela natação”, conta Latuf, que treinou Calvelo na Unisanta.

Em março deste ano, Calvelo foi incorporado ao exército brasileiro por meio do Programa de Atletas de Alto Rendimento (PAAR) por seu desempenho na modalidade dos 100m livre –sua especialidade, juntamente dos 50m livre. Cumpriu um estágio de 15 dias com atividades similares aos demais oficiais e recebeu a patente de 3º sargento. Recebe R$ 3.825,00 no cargo e mais R$ 925,00 da bolsa atleta.

“Eu voltei outra pessoa do exército. Ajudou muito. Meus pais me viram como um cara mais responsável, mais sério”, diz Calvelo.

Evangélico, ele diz ser muito regrado. “Meus pais me ensinaram o caminho que devo andar. Então sou muito regrado: dificilmente saio, não bebo e nunca bebi, não faço zoação… isso me ajuda a ser focado.”

“São poucos os atletas que têm essa conduta de não sair, de não beber, não zoar”, afirma o jovem. “Acredito que se todos fossem menos baladeiros, o esporte –e a natação– poderia ser muito melhor. Tem que ser mais humilde em relação aos mais novos, ter um comportamento exemplar fora das piscinas.”

Em 2018, Calvelo costumava expressar simpatia a Jair Bolsonaro, então apenas candidato à presidência. Em 17 de setembro, compartilhou um vídeo publicado por Carlos Bolsonaro, filho do político do PSL, que mostra o pai se levantando para caminhar após a facada que sofreu durante a campanha eleitoral. Dois dias depois, compartilhou uma imagem que mostra fotos de Ciro Gomes, Lula e Fernando Haddad acompanhada da legenda “Eles não”.

Questionado, não quis comentar sobre política. Disse que sua condição de militar o proíbe e que poderia ser punido caso se manifestasse.

Fora das piscinas, Calvelo é conectado a seu tempo. Tem um canal no Youtube chamado Calvelo Crazy. É seguido por pouco mais de 1200 pessoas e soma cerca de 38 mil visualizações entre os 55 vídeos que tem na plataforma.

“Isso [canal] começou antes dos Jogos Escolares da Juventude. Um amigo me viu nadando, pegou o celular e gravou. ‘Demorou’, eu falei, ‘vai gravando aí, vamos jogar no YouTube’. Ele começou a me gravar, eu também me gravava e aí o pessoal gostou. Achei que iam me zoar, mas foi o contrário, pediram mais”, conta.

Entre as publicações, há vídeos de partidas do jogo de videogame Rainbow Six Siege, memes e vídeos de viagens e da rotina de nadador. Ele também é bastante ativo no Instagram, através do qual registra seu dia a dia.

“Não consigo postar muito, ainda não me adaptei. Mas com o canal eu alcanço uma galera que meu Instagram não alcança. Faço isso mais pelos outros, não por mim”.

Alguns espectadores lhe escrevem dizendo que Calvelo os motiva. Mas ele também recebe críticas.”No começo, pessoal falava que eu não era humilde, que tava querendo me mostrar. Não é isso. Mas não incomoda”, afirma.

Estudante de educação física, ele pensa em ser treinador no futuro. E não necessariamente na natação.”Daqui dois anos, vou estar formado e penso até em trabalhar com futebol, que eu gosto muito.”

Antes de começar a competir, Calvelo passou por diversos esportes, assim como seu irmão, que hoje é zagueiro das categorias de base do Santos.

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Esportes

Ex-capitão da seleção, Cafu enfrenta dívidas milionárias

O ex-jogador teve vários imóveis e bens penhorado pela Justiça

ubiie Redação

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O ex-jogador Cafu, 49, enfrenta dívidas de várias espécies e perdeu, no Tribunal de Justiça, cinco imóveis em pagamentos para cobrir empréstimos milionários. Além desses bens, outros 15 imóveis no nome dele e no nome de sua esposa, Regina, estão penhorados por dívidas da Capi-Penta International Player, empresa, constituída em 2004 para gerenciar carreira de atletas, pertence ao casal.

A companhia é cobrada por empréstimos que vão de R$ 1,1 milhão a R$ 6 milhões. “É um problema particular meu. Posso dar meus imóveis, meu carro, minha casa, posso dar o que quiser como pagamento de dívida”, afirmou Cafu à Folha de S.Paulo.

Todos os bens foram adquiridos enquanto Cafu jogava futebol. Há pelo menos 32 imóveis. São apartamentos de 55 a 293 metros quadrados em São Paulo e Alphaville, em Barueri, uma casa, com mais de 2.000 metros quadrados, outra no litoral paulista, de 1.080 metros quadrados, e terrenos no interior. Um deles, em Mairinque, tem 38 mil metros quadrados.

Cafu fez seu último jogo como atleta profissional em 2008, no Milan. Ele estreou no futebol no São Paulo de Telê Santana, depois de ter sido reprovado em nove peneiras. Bicampeão mundial no clube paulista, vestiu ainda as camisas do Juventude, Palmeiras e Roma. Ele é o atleta que mais jogou na seleção brasileira, com 149 partidas, e esteve em três finais seguidas da Copa–1994, 1998 e 2002.

A Capi Penta é réu em um processo movido pela Vob Cred, uma securitizadora que cobra R$ 5,275 milhões da empresa desde 2018. A Vob baseia a cobrança numa escritura pública de confissão de dívida, com garantia hipotecária do terreno de 38 mil metros quadrados na cidade de Mairinque, adquirido por Cafu em 2005 por R$ 380 mil (R$ 793 mil atuais). Procurada, a empresa não respondeu à reportagem.

Em fevereiro deste ano, o juiz Bruno Paes Straforini, da 1ª Vara Cível de Barueri, determinou o bloqueio do imóvel deste terreno e de mais 14 imóveis no nome de Cafu e Regina. Os bloqueios também são frutos de cobranças em ações movidas por Valentim Osmar Barbizan, diretor-administrativo da Vob Cred, no valor de R$ 2,691 milhões, e pelo banco ABC Brasil, no valor de R$ 1 milhão. Nessa última, a instituição financeira alerta a Justiça das dívidas fiscais de Cafu que, segundo consta no processo, no final de 2017 já atingiam R$ 407 mil.

O ABC Brasil não foi o único que acusou Cafu de inadimplência. O Banco Industrial foi à Justiça por empréstimo de R$ 3,5 milhões. Como o ex-atleta não quitou a quantia até a data prometida, em julho de 2017, quatro meses após retirar o dinheiro, o ex-capitão da seleção passou a ser cobrado em R$ 6 milhões, com os juros contratuais e honorários.

Além dos imóveis penhorados e bloqueados, outros estão alienados em empréstimo feito por Cafu. A matrícula de dois imóveis, com área total de 1.080 metros próximos do mar em Peruíbe, estão alienados como garantia de uma dívida de R$ 1 milhão com o banco Santander. O ex-jogador terá que quitar esse valor com 96 parcelas mensais (até outubro de 2023) de R$ 23,1 mil cada. Cafu adquiriu os imóveis, em Peruíbe, em agosto de 2008 por R$ 1,4 milhão (R$ 2,9 milhões atuais).

A Fundação Cafu, no jardim Irene, em São Paulo, está inscrita na Dívida Ativa da União com R$ 857 mil. A Capi Penta está inscrita em R$ 598 mil e o próprio Cafu (pessoa física) está sendo cobrado em R$ 235 mil na dívida ativa.

Cafu atendeu a reportagem e disse que não iria falar sobre a sua situação financeira e nem sobre a Capi Penta, principal responsável pelas dívidas que penhoraram os imóveis.

O ex-capitão da seleção disse que falaria apenas sobre a Fundação Cafu. A instituição está com atividades suspensas enquanto, de acordo com Cafu, passa por um processo de “reformulação geral, em termos de projetos e de estatuto”.

“Está fechada por um planejamento, é óbvio que estamos com problemas financeiros [na Fundação]”, afirmou Cafu. “A Fundação custa R$ 150 mil por mês, e eu que tenho que mantê-la. Se você pesquisar nos últimos anos, as empresas deixaram de investir no terceiro setor. Estou batalhando para deixar nossa fundação em pé, mas isso requer alguns sacrifícios.”

Segundo o ex-atleta, a fundação oferece atividades como dança, balé, coral, bateria e informática. Os problemas na instituição se tornaram públicos em 2018, quando funcionários fizeram greve.

O ex-jogador rechaçou a palavra endividamento. “[Financeiramente] estou tranquilo, não posso deixar minhas 950 crianças na rua, porque se eu parar tudo o que estou fazendo hoje, levo minha vida tranquilo. Mas não quero isso”, disse o ex-jogador.

Sem jogar, Cafu segue envolvido com o futebol. Ele foi um dos membros do Comitê Organizador Local da Copa América. Em junho, foi anunciado pelo Comitê Organizador da Copa de 2022, no Qatar, como o embaixador no Brasil.

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Futebol

Tite terá que ajustar seleção e ganhará novo chefe para 2022

O técnico terá que formar uma nova comissão Técnica para até a Copa de 2022

ubiie Redação

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Em festa pelo título da Copa América, Tite terá ajustes a fazer na estrutura da seleção brasileira na sequência do ciclo até a Copa do Mundo de 2022, que será disputada no Qatar.

Sua comissão técnica, que já ficou desfalcada com a saída de Sylvinho antes mesmo da disputa da competição continental, terá mais uma baixa. As mudanças não ocorrerão apenas nos postos inferiores ao do treinador, ao menos do ponto de vista hierárquico.

Edu Gaspar, coordenador de seleções escolhido pelo próprio Tite para chefiá-lo no momento em que foi contratado, está de saída para o Arsenal.

Ex-jogador do clube inglês, o dirigente assumirá um cargo de gerência em sua velha casa, algo que já está acertado há alguns meses. Ele decidiu ficar até o término do torneio sul-americano, porém a CBF já vinha se movimentando para substituí-lo.

O nome que desponta para a vaga aberta é o do ex-jogador Juninho Paulista, campeão do mundo como camisa 19 do Brasil em 2002.

Ele ostenta o cargo de diretor de desenvolvimento na confederação desde abril e tem bom trânsito com a cúpula da entidade, tendo frequentado o ambiente do grupo verde-amarelo já na preparação para a Copa América. Juninho preenche os requisitos que têm sido usados como base para o cargo, ocupado por Gilmar Rinaldi antes de Edu Gaspar: ter jogado bola e ter experiência em cargo de gerência.

O ex-meia, hoje com 46 anos, trabalhou por dez na gestão do Ituano, o clube que o revelou, e se entendeu bem nas conversas com o presidente da CBF, Rogério Caboclo. “Ele representa o que queremos para o futebol brasileiro. É um vencedor dentro e fora de campo, um exemplo de seriedade e profissionalismo. É pentacampeão do mundo com a seleção brasileira, é ídolo dos clubes em que atuou e tem sólida carreira como dirigente.” declarou Caboclo, há três meses, quando contratou o ex-atleta.

Será surpresa se Juninho não for o escolhido, mas há ainda outros postos a serem preenchidos na CBF.A saída de Sylvinho, ex-jogador que exercia o papel de auxiliar e assumiu o comando do Lyon, da França, acarretará no adeus de outro profissional: Fernando Lázaro, filho do ex-lateral direito do Corinthians Zé Maria. Ele vai fazer parte da equipe de Sylvinho à frente do clube francês.

Lázaro permaneceu na comissão até a conquista deste domingo (7). Ele era responsável pela análise em vídeo dos jogadores da seleção e também dos adversários, mas tinha ganhado importância também nos próprios treinamentos da equipe, conduzidos por Tite e por seu auxiliar principal de longa data Cleber Xavier.

Quem vai ficar, apesar dos questionamentos, é Matheus Bachi, filho do treinador. Com o adeus de Sylvinho, o jovem de 30 anos assumiu o terceiro posto na hierarquia da comissão técnica, atrás apenas de seu pai e de Cleber. Seu currículo é inexpressivo, porém sua capacidade é sempre defendida pelo técnico da seleção.

Com o título da Copa América, Tite ganhou fôlego para bancar Matheus e fazer escolhas. De qualquer maneira, o desenho da comissão técnica e da estrutura do departamento de futebol da CBF serão diferentes do imaginado inicialmente para o ciclo que tem como objetivo buscar o hexacampeonato no Mundial de 2022.

Enquanto aguarda para ver qual será a nova configuração do comando da seleção, Tite segue bem quisto entre os jogadores.

Eleito o craque da Copa América e capitão da seleção brasileira, o lateral direito Daniel Alves, 36, rasgou elogios ao comandante após a vitória por 3 a 1 sobre o Peru neste domingo na final do torneio, momentos antes de levantar a taça.

“Falei antes que o capitão do nosso barco é o Tite. Não sou eu e não é nenhum outro jogador. Simplesmente eu represento todos os jogadores [por ser capitão]. Vou ter a honra de levantar a taça em homenagem aos nossos atletas, que lutaram bastante par estar aqui e conseguir o objetivo”, disse à rádio Globo.

Na entrevista, o capitão de Tite também elogiou a comissão técnica como um todo e a postura da torcida brasileira durante a final deste domingo.

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