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Médicos criam spray nasal contra gripe, meningite e pneumonia

Os pesquisadores estão já realizando testes num grupo de voluntários humanos

ubiie Redação

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O professor Robert Read da Universidade Hospital Southampton, no Reino Unido, afirma “que as novas gotas podem ser uma forma tremendamente eficaz de proteger o organismo contra várias doenças contraídas através das vias nasais”.

Uma equipe de médicos britânicos desenvolveu em laboratório um tipo único e revolucionário de gotas para o nariz capazes de protegerem contra a gripe.

Apenas algumas gotas em cada narina têm o potencial de prevenir a infecção por doenças como a meningite, pneumonia e otite.

Neste momento os pesquisadores estão já realizando testes num grupo de voluntários humanos, e espera-se a realização de experiências posteriores ainda neste ano de 2019 e no próximo.

Até ao momento foi validade a capacidade do spray nasal de prevenir todas as patologias citadas. O professor Robert Read alterou geneticamente um tipo de bactéria ‘amigável’ de forma a ser ingerida pelo nariz e pela garganta. Modificando as bactérias de várias formas altera por sua vez o tipo de infecções que conseguem combater.

Revolução

O novo tratamento tem como objetivo prevenir que a bactéria consiga entrar na corrente sanguínea. As vacinas atuais contra a gripe não são sempre eficazes já que a estirpe do vírus pode não ser idêntico ao que foi incluído na vacina original.

Já o novo spray nasal promete proteger contra todas as estirpes possíveis desse vírus. Os cientistas estimam que as gotas terão que ser administradas sempre entre seis a 18 meses de modo a garantir que as bactérias continuem a proteger o organismo.

O professor Read afirma: “Estas gotas podem realmente ser uma forma eficaz de proteger contra inúmeras doenças que podem ser contraídas através da respiração”.

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Estudo associa enfarte à falta de perdão

“O mundo ocidental se refere ao coração como o centro das emoções”, afirma a psicanalista Suzana Avezum

ubiie Redação

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É comum ouvirmos que o perdão evita o aparecimento de doenças. Mas será que a crença tem respaldo científico? Pesquisa brasileira apresentada na semana passada no 40.º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) apontou uma relação entre dificuldade de perdoar e a ocorrência de enfarte agudo do miocárdio.

“O mundo ocidental se refere ao coração como o centro das emoções”, afirma a psicanalista Suzana Avezum, que tem 36 anos de carreira.

Depois de ter visto na prática os benefícios do perdão para a saúde emocional, Suzana partiu para a pesquisa. De 2016 a 2018, se debruçou no tema, em um mestrado na Universidade Santo Amaro, e focou no risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

No estudo, 130 pacientes responderam a dois questionários elaborados pela psicanalista – um para avaliar a disposição para o perdão e outro sobre espiritualidade e religiosidade – algo que, segundo Suzana, interfere na disposição para perdoar. “Encontrei mais ocorrência de enfarte entre aqueles que têm dificuldade do perdão”, afirma a pesquisadora.

A pesquisa também avaliou os efeitos da espiritualidade. “Não foi avaliada nenhuma religião específica, pois, o que seria dos ateus? Tem pessoas que não acreditam em religião alguma e são mais espiritualizadas do que as que têm uma religiosidade rígida”, diz.

O estudo mostrou que, entre quem enfartou, 31% afirmaram ter tido perda significativa da fé. Entre quem não teve, o índice foi de 9%.

O empresário Adailton José Gedra, de 59 anos, sofreu um enfarte e um AVC nos últimos 15 anos. Além do estresse do trabalho e de hábitos que favorecem o aparecimento de doenças cardiovasculares, como fumar, ele associa os eventos a mágoas que carregou ao longo dos anos. “A fábrica quebrou quatro vezes e isso causou um grande estresse. Depois, ajudei algumas pessoas que, quando menos esperava, me apunhalaram pelas costas. Fiquei aborrecido e magoado. Mas, hoje, de coração, penso na minha saúde.”

Há um ano e meio, a professora Luciana Saad, de 42 anos, chegou a apresentar taquicardia e descobriu no perdão e na espiritualidade uma forma de melhorar. “Fiz um tratamento espiritual e passei a me policiar mais e a não guardar mágoa. Vi que só fazia mal para mim mesma.”

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Pele ressecada: descubra as principais causas e como tratar

Podendo ser causado por fatores que vão desde hábitos diários até doenças, ressecamento da pele pode afetar até mesmo pessoas com a pele oleosa

ubiie Redação

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A pele oleosa é o tipo de pele mais comum entre a população brasileira. Porém, isso não quer dizer que o ressecamento da pele não seja um problema por aqui. Na verdade, é algo muito rotineiro e que afeta boa parte das pessoas, até mesmo aquelas que possuem a pele oleosa.

“Caracterizada por um desequilíbrio na quantidade de água presente na epiderme, a camada mais superficial do tecido cutâneo, o ressecamento da pele pode ser causado por uma série de fatores relacionados ao lugar em que a pessoa vive e a sua rotina, podendo então afetar homens e mulheres igualmente, mas tendo uma tendência maior a atingir idosos devido a diminuição da produção de óleos que ocorre com o avanço da idade”, afirma o dermatologista Dr. Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Afetando principalmente regiões como rosto, mãos, braços e a parte inferior das pernas, uma das principais causas da pele ressecada, por exemplo, é o hábito de tomar banhos prolongados com água muito quente. Isso por que a água quente facilita a remoção da camada de gordura que protege a pele e é responsável por manter a água no tecido. O problema ainda piora quando associado ao uso de certos tipos de sabonete, já que estes agem desengordurando a pele, favorecendo então a remoção da camada protetora do tecido.

“O clima frio também é um fator que contribui para o ressecamento da pele, pois a umidade do ar também cai junto com as temperaturas, o que faz com que a pele perca mais água para o ambiente. E mesmo durante os dias quentes precisamos tomar cuidado, já que a exposição constante ao ar condicionado também pode ressecar a pele”, alerta o dermatologista. “Em alguns casos, a pele ressecada também pode ser sinal de que algo está errado com seu organismo, já que algumas doenças, como dermatite atópica, psoríase, diabetes e hipertireoidismo, podem prejudicar a saúde de sua pele, causando ressecamento e descamação.”

Mas então o que deve ser feito para resolver o problema? Segundo o Dr. Jardis, o primeiro passo é descobrir o que está causando o ressecamento da pele. Se banhos quentes forem a causa, o ideal é passar a tomar banhos mais curtos e com a temperatura da água mais próxima da temperatura da nossa pele, ou seja, entre 35 e 36 graus. Já com relação ao uso dos sabonetes, o ideal para quem já possui a pele muito seca é usar o produto apenas nas axilas, nádegas e área genital. Mas para aqueles que não abrem mão do produto a opção é utilizar um sabonete líquido, que tende a ser mais delicado, ou sabonetes que contenham ativos hidratantes em sua formulação e que possuam uma concentração menor de detergentes.

“Em ambos os casos, e também quando o ressecamento é causado por fatores climáticos, é fundamental o uso de um bom hidratante, que deve ser escolhido de acordo com o seu tipo de pele e contar com ativos que promovam alta hidratação do tecido, como Hyaxel, ácido lático e ureia. O ideal é aplicar o produto logo após o banho, com a pele ainda úmida, para que seja melhor absorvido pelo tecido”, recomenda. “Por fim, em situações em que o ressecamento da pele é causado por doenças mais sérias o mais importante é que você consulte um dermatologista. Apenas ele poderá realizar uma avaliação de sua pele e indicar o que está causando o problema, recomendando então o melhor tratamento para cada caso.”

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Conheça nove mitos e verdades sobre a saúde bucal

Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) propõe alerta sobre crenças populares no cuidado com a boca

ubiie Redação

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Para manter um sorriso saudável e bonito, muitas pessoas optam por seguir dicas que encontram na internet ou indicações de amigos próximos. Mas nem sempre essas informações estão corretas e ainda podem levar ao agravamento da saúde bucal e consequentemente da saúde geral, pois algumas doenças que afetam o organismo têm origem pela boca.

Para não arriscar e manter a saúde em dia, o primeiro passo a seguir é o acompanhamento do(a) cirurgião(ã)-dentista que será responsável por indicar medidas preventivas e realizar tratamentos necessários. Para esclarecer o tema, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) listou alguns mitos e verdades sobre a saúde bucal. Confira a seguir:

Devo usar muito creme dental para escovar os dentes?

MITO. A impressão de que muito creme dental ajuda na limpeza dos dentes é um engano. Uma pequena quantidade é suficiente para uma ótima limpeza nos dentes, pois o recomendado é colocar o creme apenas dentro das cerdas da escova dental.

Segundo Luciana Scaff Vianna, da Câmara Técnica de Periodontia do CROSP, a limpeza mecânica (escova e fio dental) é a grande responsável pela higienização completa. Importante destacar que o creme dental precisa conter flúor em sua fórmula, pois o elemento é comprovadamente eficaz na prevenção da cárie.

Posso comer uma maçã e não escovar os dentes?

PARCIALMENTE MITO. Não é totalmente mito, pois comer uma maçã ajuda a limpar a superfície vestibular (frontal) dos dentes. Mas não é tão eficaz como realizar uma higiene bucal completa com o uso de escova, fio e creme dental. Ao passar o fio, possivelmente haverá restos do alimento entre os vãos do dente. A periodontista Luciana Scaff Viana reforça que “comer maçã é muito melhor que comer chocolate ou doces, mas nunca devemos substituí-la por uma escovação completa, pois sempre precisamos remover os resíduos dos alimentos”.

Mascar chiclete acaba com o mau hálito?

MITO. Apesar de mascarar o odor ruim, o chiclete não acaba com o problema. E nos casos em que o cheiro é muito forte, o sabor do chiclete pode se misturar ao cheiro e ser ineficiente. Rosileine Uliana, membro da Comissão de Halitogia do CROSP, destaca que existem mais de 40 causas para o mau hálito e para dar um basta no problema, é necessário o diagnóstico do(a) cirurgião(ã)-dentista. O profissional será o responsável pela identificação e realização do tratamento mais apropriado.

Creme dental com efeito branqueador clareia os dentes?

MITO. Somente o(a) cirurgião(ã)-dentista está apto para indicar um tratamento clareador. O mais recomendado é realizar o procedimento em consultório e seguir todas as instruções do profissional. O creme dental branqueador é indicado para a manutenção do clareamento. Alguns são muito abrasivos e removem apenas as manchas externas, assim dão a sensação de dentes mais brancos, mas, na verdade, riscam o esmalte dentário e muitas vezes deixam os dentes mais opacos (sem brilho).

Devo manter uma boa saúde bucal para não influenciar a minha saúde geral?

VERDADE. Assim como muitos sintomas de doenças sistêmicas se manifestam na boca, ela também é porta de entrada para essas doenças. Por isso, para manter uma boa saúde, é indispensável fazer uma higienização bucal de forma adequada com o uso de produtos indicados pelo(a) cirurgião(ã)-dentista. As consultas odontológicas também devem ser regulares, pois são nessas visitas que o profissional pode detectar problemas e indicar tratamentos.

Mulheres grávidas precisam dar mais atenção a saúde bucal?

VERDADE. Durante a gestação, a mulher se torna mais vulnerável a doenças bucais, como a cárie e a doença periodontal. Um dos motivos é o conjunto de alterações hormonais que modificam a saliva e o pH da boca. No pré-natal odontológico, o(a) cirurgião(ã)-dentista irá prevenir e tratar doenças orais, além de orientar as futuras mamães sobre aleitamento materno, hábitos saudáveis e higiene oral. Segundo a conselheira do CROSP Sofia Uemura, doenças na cavidade oral colaboram para desfechos negativos na gestação, como mortalidade perinatal e prematuridade, por isso, a saúde bucal da mãe interfere diretamente na saúde do bebê.

Antibióticos mancham os dentes?

PARCIALMENTE VERDADE. A tetraciclina é o único tipo de antibiótico com efeitos colaterais que podem comprometer os dentes. Ela costuma danificar o esmalte dos dentes e manchá-los – em alguns casos, alterando a cor para um tom acinzentado. Mas, esse efeito colateral representa perigo apenas para os dentes que estão em formação, isto é, entre o quarto mês de vida intrauterina e até aproximadamente os setes anos de idade.

Bicarbonato de sódio pode clarear os dentes?

MITO. Muito comum em receitas caseiras para clarear os dentes, o bicarbonato de sódio não é a melhor maneira de clarear os dentes. O produto é um abrasivo forte que atua como esfoliante, polindo a superfície externa e podendo causar desgaste aos dentes. Lembrando que o recomendado é fazer um tratamento clareador diretamente com o(a) cirurgião(ã)-dentista) e seguir todas as instruções do profissional.

O chá das folhas de batata doce pode curar a dor de dente?

MITO. Apesar da crença popular de que o chá tem ação anti-inflamatória, não há nenhuma evidência científica da sua eficácia. Para tratar a dor, é sempre recomendado que faça uma consulta com o(a) cirurgião(ã)-dentista. O profissional fará o diagnóstico da origem do problema e assim, tratá-la da forma mais adequada.

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