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Modelo de avião que caiu na Etiópia é espinha dorsal de expansão da Gol

Companhia é a única brasileira a operar o Boeing 737 MAX, que sofreu segundo acidente em cinco meses

ubiie Redação

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GUILHERME MAGALHÃES – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Versão atualizada do avião comercial mais vendido da história, o Boeing 737 MAX é também a espinha dorsal da recente expansão internacional da Gol.

O modelo sofreu neste domingo (10) seu segundo acidente em cinco meses. Um 737 MAX 8 operado pela Ethiopian Airlines caiu minutos após a decolagem na Etiópia. Todos os 157 ocupantes morreram. Não estão claras as causas do acidente.

A queda de um modelo semelhante operado pela indonésia Lion Air, em outubro, deixou 189 mortos -o avião caiu no mar 13 minutos após decolar. As investigações preliminares apontam para um erro do sistema anti-stall (antiparada), que foi alimentado com dados incorretos e forçou o nariz do avião para baixo mesmo após tentativas dos pilotos de retomar o controle da aeronave.

Com 135 encomendas -dos modelos MAX 8 e 10-, a companhia é a única brasileira a operar essa nova versão, cuja primeira unidade foi recebida pela Gol em junho de 2018.

Atualmente, sete já estão em operação. A Gol espera concluir até 2028 a renovação de toda sua frota dos atuais 737, fabricados nos anos 1990 e 2000.

Procurada, a companhia afirmou que tem a segurança em primeiro lugar, disse que acompanha a investigação do acidente na Etiópia e ressaltou que cada companhia aérea tem uma operação diferente.

Mais eficiente que seu antecessor, o 737 MAX 8 foi a aposta da Gol para retomar os voos para os Estados Unidos, suspensos em 2016 em meio à recessão.

A aeronave é usada desde novembro nas rotas que ligam Brasília e Fortaleza a Miami e Orlando, na Flórida. Em dezembro, o novo Boeing passou a voar entre São Paulo e Quito, e Cancún (México) deve ganhar um voo saindo de Brasília a partir de junho deste ano, também com um MAX 8.

Desde o lançamento do 737 MAX, em 2017, a fabricante americana já entregou 350 unidades da família, que inclui uma versão menor, MAX 7, e duas maiores, MAX 9 e 10. Ainda há 4.661 aviões a serem entregues para mais de cem clientes.

Após a queda do Lion Air, a Boeing desenvolveu uma atualização de software para permitir que um cenário como o enfrentado no acidente na Indonésia pudesse ser superado.

A FAA (autoridade de aviação dos EUA, na sigla em inglês) emitira na época uma diretiva de emergência sobre o novo sensor de ângulo de ataque, que não funcionou corretamente no Lion Air.

No Brasil, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) confirmou a exigência de treinamento específico sobre esse novo sistema para pilotos do 737 MAX.

A Boeing afirmou neste domingo que sua equipe técnica “está preparada para oferecer assistência a pedido e sob direção do Conselho de Segurança de Transportes dos EUA”. O órgão irá participar da investigação na Etiópia porque o avião foi fabricado nos Estados Unidos.

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Casal decide reformar casa e descobre escrituras cravadas nas paredes

Mel e Rob agora estão indecisos se devem ou não reformar a casa

ubiie Redação

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Um casal que decidiu redecorar a sua casa, fez uma descoberta inesperada, quando decidiu arrancar o papel de parede.

Mel Davies e Rob Jones mudaram-se para uma casa que compraram recentemente em Sweken, País de Gales. Descontentes com a decoração da mesma, decidiram retirar o papel que estava nas paredes.

Por baixo, descobriram inscrições que acreditam terem sido escritos na época da II Guerra Mundial .

“Este pais está pronto para qualquer invasão. Estamos passando tempos muito difíceis. Mas iremos vencer”, diz uma das inscrições, enquanto outra surge uma assinatura datada de 1940.

O casal relembra que o anterior dono era uma pessoa já de alguma idade e que sempre soube que iriam querer reformar a casa. Contudo, após a descoberta, se dizem indecisos. Amigos e familiares aconselharam eles a preservar as escrituras, que podem ter um grande valor histórico.

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Publicado VÍDEO de bombardeiro americano B-2 lançando 2 bombas gigantes

Força Aérea dos EUA publica vídeo do exercício de um bombardeiro estratégico B-2 Spirit, realizado no início de maio, que lança duas bombas GBU-57 com peso de 13 toneladas cada uma, informa o portal Russkoe Oruzhie.

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Segundo a publicação, a GBU-57, também conhecida como Massive Ordnance Penetrator, é a bomba antibunker mais poderosa do mundo e pode penetrar 61 metros no solo e perfurar até 19 metros de concreto armado reforçado, antes de explodir.

Como indica o portal, a apavorante bomba americana foi desenvolvida em 2007 para destruir usinas subterrâneas de enriquecimento de urânio no Irã e as instalações militares escondidas nas rochas maciças das montanhas da Coreia do Norte.

Em 2011, a Força Aérea dos EUA encomendou o primeiro lote de 20 destas bombas. A agência The Drive escreve que, além do Irã e da Coreia do Norte, a China, que construiu uma base submarina no meio de uma montanha, também pode ser um alvo potencial da GBU-57.

Combinando a bomba poderosa com a capacidade do B-2 de penetrar sem ser notado em território inimigo, os EUA têm a possibilidade de alcançar até mesmo os objetivos mais remotos e bem protegidos sem recorrer a um ataque nuclear.

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Escola de operações especiais dos EUA divulga ‘guia’ para derrubar governos estrangeiros

A Universidade de Operações Especiais Conjuntas dos EUA (Joint Special Operations University, em inglês) publicou um relatório descrevendo sete décadas de interferência estrangeira em diferentes países apoiados pelo Pentágono.

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O documento apresenta uma visão abrangente de como Washington tem apoiado os esforços para pressionar, minar e derrubar governos estrangeiros.

“O trabalho servirá de referência nos movimentos de resistência, em benefício da comunidade de operações especiais e de sua liderança civil”, aponta o relatório.

O “guia” abrange 47 casos no período entre 1941 a 2003, incluindo a assistência aos guerrilheiros durante a Segunda Guerra Mundial, apoio a forças anticomunistas durante a Guerra Fria e as operações no Afeganistão e no Iraque após os atentados de 11 de setembro.
Porém, numerosos golpes orquestrados por Washington nos últimos 70 anos “não foram incluídos neste estudo, já que não envolveram movimentos de resistência legítimos”, aponta o documento.

Os casos mencionados foram divididos em três categorias principais de suporte à resistência (STR): desestabilização, coerção e mudança de regime. O relatório indica que “de 1940 até o presente, quase 70 por cento das operações do STR foram realizadas a fim de desestabilização”, tendo os outros casos sido “divididos de maneira igual entre coerção e derrubada”.

O estudo analisou 47 casos. Dentre eles, 23 foram considerados “bem sucedidos”, 20 foram designados como “falhados”, 2 como “parcialmente bem sucedidos” e outros 2 que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, foram classificados de “inconclusivos”, já que o conflito mais amplo levou à vitória dos aliados.

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