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Conheça o LoveSync, aparelho que avisa quando você quer fazer sexo

Fabricante afirma que o aparelho deve aumentar a atividade sexual

ubiie Redação

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O LoveSync é o pavão das tecnologias. O dispositivo veio com objetivo de facilitar o convite e deixar bem claro ao parceiro ou parceira que você está a fim de sexo. O fabricante afirma que o aparelho deve aumentar a atividade sexual, pois evita que alguém tente se aproximar com intenções libidinosas com quem não está disponível.

Segundo o site TechTudo, o aparelho tem dois botões – sendo um deles exclusivo a uma das pessoas. Quem está disposto a fazer sexo aperta um botão e a ideia é esperar que a outra pessoa também aperte em um certo período. A quantidade de vezes que o usuário aperta seu botão indicam o tempo que ele está disponível: uma vez indica 15 minutos, duas vezes indica uma hora; três significa duas horas e meia de disponibilidade e quatro indicam oito horas de disponibilidade. Já dar cinco toques mostra que a disposição é para qualquer hora do dia. Para desativar a disponibilidade, basta pressionar o botão alguns segundos.

O gadget está disponível por US$ 50 (cerca de R$ 186 em conversão sem impostos) e será enviado para o Brasil gratuitamente.

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Arqueólogo põe um ponto final nos rumores sobre toque extraterrestre na Terra

Pirâmides egípcias foram construídas por ETs? Provavelmente, você em algum momento da vida ouviu história parecida ou conheceu alguém que acredita nisso. Um arqueólogo norte-americano explicou por que ideia de participação alienígena no nosso mundo não tem fundamento algum.

ubiie Redação

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O arqueólogo Matthew Peeples da Universidade do Arizona esclareceu as principais teorias da conspiração relacionadas à sua profissão. Ele acredita que a cultura popular é responsável pelo surgimento da Teoria dos Astronautas Antigos sobre criaturas extraterrestres terem visitado nosso planeta milênios atrás e contribuído para construção de edifícios antigos.

Segundo arqueólogo, a Teoria dos Astronautas Antigos foi amplamente difundida na literatura do início do século XX, mas ganhou popularidade através de programas de televisão e de livros de ficção científica.

“Essas ideias não são baseadas em evidências científicas, mas se tornaram tão prevalentes ao ponto de muitas pessoas darem credibilidade. Usando as Grandes Pirâmides no Egito como exemplo, arqueólogos têm mostrado claramente como essas estruturas se encaixam em uma tradição mais ampla de estruturas de pedra menores e de tentativas anteriores de construção de pirâmides. A tecnologia de construção é impressionante, mas não precisamos invocar alienígenas para explicá-la”, destacou Matthew Peeples no site da universidade onde trabalha.

Para Peeples, as pessoas que acreditam em extraterrestres não perdem uma oportunidade de dizer que arqueólogos escondem a verdade. No entanto, segundo ele, a ciência, incluindo a arqueologia, baseia-se em testes contínuos e discussões entre pesquisadores, que realizam descobertas e trazem mais detalhes.

“Arqueologia é tudo sobre o estudo sistemático e científico das sociedades com base em coisas deixadas para trás. Muitas ideias pseudocientíficas tentam vestir ornamentos científicos usando jargão, mas ignoram completamente o processo científico de observação e avaliação formal”, adicionou.

De acordo com o arqueólogo, cientistas não estão conspirando nem escondendo verdade alguma, e ele adicionou ainda que ideias pseudocientíficas vendem rápido, e a rapidez pode ser sentida em programas de TV e livros de ficção científica que não param de surgir.

“Desconfie se alguém estiver conspirando que a falta de aceitação de ideias por cientistas seja uma supressão da verdade. Confiar em fontes de alta qualidade e revisadas também assegurará que pessoas com experiência relevante tenham feito seu trabalho”, aconselha.

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Na Colômbia nasce uma bebê ‘grávida’ de irmão gêmeo, causando espanto no mundo científico

A colombiana Mónica Vega deu à luz um bebê com um embrião dentro dele, informa o jornal La Nación.

ubiie Redação

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O incidente ocorreu na cidade de Barranquilla. Durante uma ecografia, os médicos descobriram nas imagens que dentro do ventre do bebê, que estava no sétimo mês de gestação, havia um outro feto mais pequeno com seu próprio cordão umbilical rodeado de líquido amniótico.

O fenômeno é conhecido na ciência como “gêmeo parasita”, também é chamado de “fetus in fetu”. É um caso muito raro, no qual um feto malformado é englobado no seu gêmeo com desenvolvimento normal. Acredita-se que ocorre um caso em cada milhão de nascimentos, existem menos de 100 casos mencionados na literatura em todo o mundo.

Os médicos decidiram fazer uma cesariana a Mónica na 37ª semana de gestação. Após a cesariana, os médicos fizeram uma cirurgia à bebê para extrair o gêmeo parasita.
De acordo com o cirurgião Miguel Parra, não se podia esperar mais porque ela corria perigo de vida. O embrião não tinha coração nem cérebro e não poderia sobreviver autonomamente.

Segundo a edição La Nación, este caso é muito raro e desperta curiosidade porque foi descoberto ainda durante a gravidez, normalmente os fetus in fetu são descobertos depois do nascimento.

A cirurgia de extração correu bem à pequena, ela sem o saber se tornou um caso único no mundo.

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Maioria dos atiradores de crimes em escolas não é psicopata, diz estudo

Classificá-los sempre como psicopatas é simplista e incorreto, afirma professor

ubiie Redação

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Planejar por meses ou anos um ato cruel, ter o sangue frio de atirar contra crianças e adolescentes indefesos de forma aleatória, e terminar o crime com suicídio. Para a maioria das pessoas que assistem a um massacre em escolas ou ouvem relatos de casos do tipo, como o ocorrido em Suzano na semana passada, é difícil não associar o atirador a um psicopata, de perfil cruel, frio e sádico.

Estudos científicos internacionais feitos com base na análise do perfil de dezenas de atiradores no mundo, no entanto, trazem conclusões intrigantes: na maioria dos casos, não havia sinal de psicopatia nos atiradores, o que leva os pesquisadores a acreditarem que experiências de vida, como traumas, abusos ou outros fatores sociais, possam desenvolver um comportamento agressivo em uma pessoa sem sinais de doença mental.

“O que sabemos é que mesmo pessoas biologicamente saudáveis podem desenvolver problemas assim quando submetidas a condições adoecedoras, ou quando inseridas numa cultura doente, pelo fato de que nossas crenças, nosso modo de interpretar e compreender a realidade não é algo imutável, fixo, rígido”, explica o doutor em Psicologia e professor do Instituto Federal de Goiás Timoteo Madaleno Vieira, autor de um artigo em que revisou dezenas de estudos internacionais sobre o perfil dos atiradores e concluiu que classificá-los sempre como psicopatas é simplista e incorreto.

“No senso comum, a ideia de um monstro, um psicopata tresloucado, é muito usada para dar a resposta que procuramos (para esses atos). Isso simplifica as coisas. Explicações assim falsificam a realidade e nos ajudam a evitar a percepção de que podemos ter responsabilidade na expansão desse fenômeno”, diz.

Características comuns

Se os atiradores têm perfis psicológicos diferentes entre si e motivações diversas, eles reúnem, por outro lado, algumas características em comum: a grande maioria é homem, branca e obteve a arma usada no ataque em casa, utilizando armamento de posse dos próprios pais, segundo estudos do FBI e do psicólogo americano Peter Langman, um dos maiores estudiosos do assunto no mundo, que levantou dados sobre 150 ataques em escolas em dez países, incluindo o Brasil.

Análise feita pelo Estado na base de dados do pesquisador, disponível no site schoolshooters.info, mostra que, dos 150 atiradores analisados, 94% era do sexo masculino, 63%, branco, 42% não sobreviveram ao ataque – a maioria porque cometeu suicídio -, e 38% era menor de idade ao cometer o ataque homicida.

O psicólogo criou ainda uma tipologia para o perfil psicológico dos atiradores, os dividindo em três grupos: traumatizados, psicóticos e psicopatas (em tradução livre).

Os traumatizados tinham histórico de abuso por parentes ou famílias desestruturadas, com casos de violência ou dependência química. Os psicóticos apresentavam sinais de esquizofrenia ou algum transtorno de personalidade. Entre os sinais estavam alucinações, delírios ou paranoias. Por fim, os psicopatas tinham os sintomas clássicos do quadro, como narcisismo, ausência de empatia e sadismo.

Na análise dos 150 atiradores, o pesquisador conseguiu informação suficiente de 81 deles para traçar o perfil e chegou a conclusão de que 49% eram psicóticos, 32% eram psicopatas e 19% eram traumatizados.

Dificuldade

Segundo o estudioso, nem sempre é fácil para as famílias identificar esses perfis previamente. “Entre os atiradores traumatizados, os pais são os principais problemas na vida dos filhos. Para os outros perfis, não é que os pais estejam falhando. Muitas vezes eles escondem deliberadamente os seus pensamentos e sentimentos dos pais. Mesmo quando os atiradores estiveram em psicoterapia, ocultaram suas intenções violentas”, disse ao Estado.

Há sinais, no entanto, demonstrados previamente pelos atiradores que podem servir de alerta para pais e docentes, como obsessão por armas ou mídias violentas, postagens sobre ataques, comportamento agressivo ou depressivo, entre outros.

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