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Espada medieval do século XIV é achada em escavação urbana na Dinamarca (VÍDEO, FOTOS)

Uma antiga espada, que remota ao século XIV, foi descoberta casualmente por funcionários que realizavam trabalhos de escavação na rede de esgotos em uma rua central da cidade dinamarquesa de Aalborg.

ubiie Redação

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Os trabalhadores que acharam a peça, Jannic Vestergaard e Henning Nohr, contataram um arqueólogo do Museu Histórico da Jutlândia do Norte, que confirmou que a descoberta é de origem medieval, informou o site do museu.

Apesar do tempo que permaneceu debaixo da terra, a lâmina da espada de 93 centímetros de comprimento permaneceu afiada. O sabre inteiro mede 112 centímetros e pesa mais que um quilo.
Por volta do século XIV, somente membros de uma elite de guerreiros podiam pagar por uma arma como essa, o que sugere que a peça pertencia a um nobre.

Tradicionalmente, as espadas eram colocadas nos túmulos ao lado de seus donos, o que não é o caso dessa descoberta.

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* * Sensationelt fund * * Rørlægger Jannic Vestergaard og maskinfører Henning Nøhr fra entreprenørfirmaet Gunnar Nielsen A/S troede nærmest ikke deres egne øjne, da de tirsdag 5. februar pludselig så en skarp klinge rage op af jorden i Algade midt i Aalborg. De fik hurtigt tilkaldt en arkæolog fra Nordjyllands Historiske Museum, og han kunne straks fortælle dem, at der her var tale om en regulær sensation. De havde fundet et helt intakt og velbevaret sværd fra middelalderen – nærmere bestemt 13-tallet. Klingen, der stadig er skarp, er dobbeltægget og har en længde på 93 cm, mens hele sværdet er 112 cm langt. Man kan kun gisne om, hvordan det er havnet i jorden lige der, men det kan for eksempel være sket under et militært angreb på Aalborg eller ved en træfning uden for byens vestlige vold engang i 1300-årene. Mere sikkert er det, at våbnet har tilhørt en adelsmand, for det at anskaffe sig et sværd i middelalderen var en yderst bekostelig affære, og kun krigereliten – som dengang bestod af adlen – har haft råd til at bære et sådant våben. #sværd #finefund #arkæologi #aalborg #middelalder #Nordjyllandshistoriskemuseum #9000

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O arqueólogo Kenneth Nielsen, que examinou o objeto, argumenta que o local onde a arma foi encontrada indica que seu dono poderia ter sido morto em uma batalha e sua espada acabou perdida na lama.

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Mulig inskription fundet på sværd. Nu har konservatorerne fra Bevaringscenter Nord haft mulighed for at se nærmere på det fantastiske sværd fra 1300-tallet, som i tirsdags blev fundet i forbindelse med nedlægning af nye kloakrør i Algade i Aalborg. Og de kunne ved den første afrensning af klingen konstatere, at der faktisk ser ud til at være spor efter en indskrift i sværdets blodrille. Vi kender til flere eksempler på indlagte bogstaver og tegn på sværdklinger fundet rundt omkring i Europa, men også fra danske fund kender vi til denne detalje. Der er i mange tilfælde tale om mestermærker, dvs. navnet eller logoet fra de våbensmedjer, som i sin tid producerede klingerne. I 800-1000 produceres der f.eks. talrige klinger med inskriptionen +VLFBERHT+ , som har fungeret som et slags varemærke eller typebetegnelse for disse klinger. I højmiddelalderen skifter tendensen dog mere til at der nu bliver indlagt religiøse sætninger som f.eks. ”in nomine domini” eller længere vilkårlige forløb af bogstaver, som ikke giver nogen umiddelbar mening. På vores sværd kan vi se, at der har været indlagt en indskrift på adskillige centimeters længde, og på enkelte af tegnene er der oven i købet rester af et gyldent metal. Guld er der nok ikke tale om, men nok nærmere en kobberlegering. Det bliver utroligt spændende at se, hvad der kommer til at stå, når hele klingen er renset. Når sværdet er renset og konserveret, vil det blive udstillet på Aalborg Historiske Museum. #aalborg #9000 #arkæologi #historie #middelalder #sværd

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A espada ficará preservada no Museu Histórico da Jutlândia do Norte, localizado em Aalborg.

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Ruído ‘apocalíptico’ retumbante na Eslováquia gera pensamentos conspiratórios (VÍDEO)

A origem deste fenômeno sonoro até o momento é incerta, algumas pessoas sugerem que isto pode ser consequência de experimentos de controle climático atribuídos ao famoso programa HAARP ou uma brincadeira muito sofisticada.

ubiie Redação

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Um fenômeno muito estranho consistindo de um barulho retumbante acompanhado por formações de nuvens peculiares foi recentemente observado e gravado na Eslováquia.

Martin Mikaus, que publicou o vídeo no YouTube, afirma que “este som misterioso pode ser ouvido antes ou depois do maior terremoto do mundo”.

“Talvez isso tenha a ver com o movimento das placas tectônicas”, disse ele, adicionando que algo muito estranho está passando nos últimos anos na atmosfera do planeta.

Algumas pessoas sugeriram que a causa deste barulho misterioso pode estar relacionada com o Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP, na sigla em inglês), uma investigação financiada pela Força Aérea e Marinha dos EUA, junto com a Universidade do Alasca, com o propósito de entender os processos ionosféricos.

Segundo o Daily Star, muitos adeptos das teorias da conspiração “acreditam que o governo dos EUA já está usando o HAARP para controlar ocorrências meteorológicas com o uso de chemtrails.

Um usuário comentou por baixo do vídeo que este fenômeno misterioso é apenas uma brincadeira e o este efeito sonoro foi adicionado ao vídeo com a ajuda do software Audacity.

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Linha quase perfeita: construção da Grande Pirâmide do Egito é exposta como nunca antes

Usando parte do relógio solar que possibilita a projeção da sombra, os egípcios teriam seguido o caminho do Sol ao longo do dia para projetar linhas perfeitas de leste a oeste.

ubiie Redação

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Construtores do Antigo Egito poderiam ter usado sombras projetadas durante o equinócio para alinhar a Grande Pirâmide de Gizé, de 4.500 anos, com os pontos cardeais, norte-sudeste-oeste, explicou o arqueólogo Glen Dash ao portal Live Life.

A nova teoria poderia revelar, finalmente, como os egípcios alinharam as paredes das pirâmides com tanta precisão.

Segundo o estudo, os antigos egípcios criaram pontos de referência a partir da posição do Sol durante o equinócio de outono, dia entre os solstícios de verão e de inverno, quando o dia e a noite duram o mesmo.

Usando parte do relógio solar que possibilita a projeção da sombra conhecida como gnômon, os egípcios teriam seguido o caminho do Sol ao longo do dia para projetar linhas perfeitas de leste a oeste, de acordo com Dash, pesquisador que usou o mesmo método.
“Os construtores da Grande Pirâmide de Quéops [também conhecida como a Grande Pirâmide de Gizé] alinharam o grande monumento com os pontos cardeais a uma precisão de mais de quatro minutos de arco ou a um quinto do grau”, disse o arqueólogo.

Usando Sol para contornar precisamente

Segundo revela o arqueólogo, outras pirâmides do Egito, incluindo a de Quéfren e a Vermelha, compartilham o mesmo grau de precisão em seu alinhamento com os pontos cardeais:

“As três pirâmides têm o mesmo tipo de erro, voltam-se ligeiramente para a esquerda a partir dos pontos cardeais.”

Esta técnica só funciona no equinócio de outono, devido à inclinação específica da Terra naquele dia. Os egípcios poderiam ter calculado o dia do equinócio de outono contando 91 dias após o solstício de verão.

Segundo o pesquisador, tudo o que os engenheiros das pirâmides precisariam era “um dia claro e ensolarado, como a maioria dos dias em Gizé”, para traçar as paredes do monumento.
No entanto, o arqueólogo admitiu que os egípcios poderiam ter usado outros métodos relacionados à posição do Sol ou das estrelas para alinhar as pirâmides, uma vez que até agora não foram encontrados documentos que confirmem uso de qualquer método específico.

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Asteroide ou vulcões? Paleontólogos expõem quem foi o ‘assassino’ dos dinossauros

Erupções vulcânicas do planalto de Decã, na Índia, presumivelmente relacionadas com a extinção dos dinossauros, começaram quase simultaneamente com a queda do asteroide na península de Iucatã (México), o que explicaria mais uma vez sua “culpa” no desaparecimento da fauna no período Mesozóico, segundo cientistas.

ubiie Redação

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“Agora podemos dizer com grande certeza que as erupções vulcânicas ocorreram cerca de 30-50 mil anos antes da queda do asteroide, ou logo após este cataclismo”, disse Paul Renne, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), em um artigo publicado na revista Science.

“Em outras palavras, isso aconteceu quase simultaneamente. Esta descoberta confirma que o “acidente espacial” prolongou e aumentou o derramamento de magma”, continuou.

Queda do asteroide

A maioria dos paleontologistas e geólogos acredita que a última extinção em massa de animais na Terra, que ocorreu há 65,5 milhões de anos, foi causada pela queda de um asteroide que formou a gigante cratera de Chicxulub, com cerca de 300 quilômetros, no fundo do mar ao largo da costa do sul do México.

A queda do asteroide é inegável, mas seu papel na extinção dos dinossauros e répteis marinhos continua sendo objeto de debate.

Em 1989, o renomado paleontólogo Mark Richards sugeriu que a razão para o seu desaparecimento foi o derrame maciço de magma no local do atual planalto indiano de Decã, que ocorreu mais ou menos na mesma época.

Recentemente, os cientistas encontraram indícios de que as ondas sísmicas que surgiram após a colisão entre o asteroide e a Terra “acordaram” os vulcões. Suas emissões, segundo alguns geólogos, ampliaram as consequências do impacto do asteroide e mataram grande parte da fauna marinha.
Duas equipas de geólogos e geoquímicos tentaram resolver este problema calculando a idade dos depósitos vulcânicos em diferentes pontos do planalto, utilizando dois métodos de datação diferentes que detectam a presença de urânio e outros isótopos instáveis de vários elementos nas rochas. Esse método torna possível determinar o tempo de erupções vulcânicas com precisão.

Rastro do assassino

Os cientistas analisaram os minerais expelidos pelos vulcões através de medições e obtiveram resultados que indicaram que as erupções vulcânicas no planalto Deccan realmente começaram aproximadamente ao mesmo tempo que a queda do asteroide. Por outro lado, o seu papel na extinção tornou-se agora ainda mais obscuro devido ao período de tempo em que as suas erupções atingiram o pico, bem como às diferenças nas medições dos cientistas.

Descobriu-se também que a maioria dos fluxos de magma ocorreu após a queda do asteroide, representando cerca de 70% do volume total de todas as rochas, segundo os cálculos de Renne e sua equipe.

Essa descoberta põe em dúvida a teoria de Richards e sugere que os vulcões não foram os principais “assassinos” dos dinossauros, mas estiveram ativamente envolvidos na destruição da flora e fauna do período Mesozoico.

As análises de datação também sugerem que os vulcões no planalto de Decã irromperam de forma episódica. No total, os cientistas contaram quatro grandes “surtos” de vulcanismo, um dos quais ocorreu cerca de algumas dezenas de milhares de anos antes da queda do asteroide.
Naquela época, o nível geral de atividade vulcânica dobrou, o que deveria ter tido um impacto extremamente negativo sobre o clima do planeta, elevando a possibilidade de extinção em massa dos habitantes da Terra, escrevem os pesquisadores. Dessa forma, os vulcões teriam sido tão responsáveis pelo cataclismo quanto o asteroide.

Futuras escavações na Índia mostrarão qual dessas teorias está mais próxima da verdade e revelarão quem foi o verdadeiro assassino dos dinossauros, répteis marinhos e outros seres vivos da era mesozoica.

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