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Facebook informará quem coleta dados para segmentação publicitária

Botão “Por que estou vendo isso?” mostrará mais informações do que as disponíveis hoje

ubiie Redação

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A partir de 27 de fevereiro, o Facebook permitirá que usuários saibam quem coletou informações pessoais como email e número de celular para segmentar publicidade. Hoje, usuários têm acesso apenas à empresa que direcionou o anúncio, mas não ao agente que as coletou -que pode ser um desenvolvedor ou uma agência de marketing.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo site de tecnologia TechCrunch, que havia antecipado a mudança.

Diante de episódios relacionados à falta de transparência no último ano, o botão “Por que estou vendo isso?” ganhará uma nova camada de informações.

Se uma pessoa recebe uma peça publicitária no feed de notícias, pode entender que o direcionamento ocorreu devido à sua faixa etária e à localização geográfica, e foi feita por uma marca específica.

Com a mudança, saberá quem de fato coletou os dados e se teve o email e o número de telefone utilizados para a segmentação, visto que esse processo só pode ser feito mediante consentimento. A ferramenta existe desde junho, mas não havia um processo de verificação.

“A explicação ‘Por que estou vendo isso?’ exibirá o nome da empresa que carregou as informações do usuário no Facebook e destacará qualquer compartilhamento que possa ter ocorrido. Isso pode incluir o envolvimento de agências, desenvolvedores ou outros parceiros”, diz a empresa em uma publicação na página Facebook Advertisers Hub, dedicada a anunciantes.

A ferramenta integra a estratégia de proteção de dados do Facebook, que tenta modificar alguns de seus processos após os casos de violação de privacidade de 2018. Com esse tipo de dispositivo, usuários podem rastrear de onde recebem propaganda.

O Facebook ainda não confirmou se a medida valerá para o Brasil também.

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Uma das maiores queixas do WhatsApp vai acabar

O serviço de mensagens está trabalhando numa das funcionalidades mais pedidas pelos usuários

ubiie Redação

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Quem está no WhatsApp sabe que uma das maiores frustrações do aplicativo é ser adicionado a um grupo de conversa no qual não quer participar. Quantas vezes foi adicionado a um grupos sem que tenham pedido sua permissão? Ainda pode sair dele mas tal ação pode criar um certo constrangimento com as outras pessoas do grupo.

Pois bem, diz o WABetaInfo que este tipo de situação e está prestes a acabar. Segundo a publicação será enviado um pedido de permissão aos usuários antes de serem adicionados aos grupos.

Entre a seleção é possível continuar deixando que qualquer pessoa o adicione ou determinar que só os seus contatos o façam. Em último caso, poderá também definir que fica proibido lhe adicionar em grupos sem sua permissão.

Caso decida aplicar estas restrições, passará a receber um convite sempre que for adicionado a um grupo, o qual poderá ‘aceitar’ ou ‘rejeitar’ no espaço de 72 horas, sendo que posteriormente o convite é eliminado por inteiro.

Esta funcionalidade está atualmente em desenvolvimento e ainda não tem qualquer data de lançamento. Ainda assim, é mais que provável que o WhatsApp venha a lançá-la dada a frequência com que é pedida pelos usuários do app.

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Desafio dos 10 anos no Facebook pode ser risco à privacidade; entenda

Especialista alerta que o reconhecimento facial está sendo usado para vários fins e que os usuários têm que estar cientes das consequências do que compartilham

ubiie Redação

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O desafio dos dez anos invadiu o Facebook nos últimos dias. A brincadeira é compartilhar duas fotografias lado a lado, uma de 2009 e outra de 2019, para comparação. Apesar de ser divertido, especialistas alertam que este conteúdo pode estar sendo usado para alimentar algoritmos de inteligência artificial que usam reconhecimento facial para verificar padrões de envelhecimento.

“Ao participar da brincadeira, os usuários estão, de certa forma, preenchendo formulários, facilitando o processo de mineração de dados. Estão dizendo como eram há dez anos e como são hoje, fornecendo informações de como aconteceu o envelhecimento”, alertou o especialista em Direito digital e pesquisador do Núcleo de Estudos em Web Semântica e Dados Abertos da USP José Antônio Milagre, ao ‘Globo’. Os arquivos também possuem informações sobre como onde e quando os conteúdos foram produzidos, os chamados de metadados.

A publicação explica que com a hashtag #10yearchallenge os dados são centralizados para quem quiser utilizar. Não se sabe se a brincadeira foi criada com esse fim, mas é uma possibilidade.

“Traçar o reconhecimento facial e os padrões de envelhecimento não é essencialmente ruim. Pode ajudar na identificação de pessoas desaparecidas, por exemplo, mas nunca se sabe para quais fins a tecnologia será aplicada”, diz Milagre. Ele cita que os dados podem ser usados, por exemplo, por empresas como seguradoras, que se baseiam no envelhecimento do cliente para dar preço ao serviço. E a pessoa nunca saberá que pode estar sendo prejudicada por uma informação compartilhada durante uma brincadeira.

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Facebook anuncia vazamento de fotos de até 6,8 milhões de usuários

Usuários potencialmente afetados por esse vazamento deverão receber um alerta na rede social nos próximos dias

ubiie Redação

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O Facebook anunciou nesta sexta-feira (14) um vazamento de fotos que pode ter afetado até 6,8 milhões de usuários.

Em comunicado, Tomer Bar, diretor de engenharia do Facebook afirma que o problema esteve no ar entre 13 e 25 de setembro deste ano.

A falha foi corrigida, segundo a empresa. No entanto, nesse intervalo de 12 dias, aplicativos de terceiros que funcionam no site tiveram acesso “mais amplo que o normal” às fotos, ainda segundo o Facebook.

Via de regra, os desenvolvedores desses apps que se comunicam com a rede social têm acesso apenas a fotos postadas como públicas nos perfis.

Com a falha, no entanto, o Facebook diz ter concedido acesso também a fotos publicadas no sistema de stories (aquelas que se apagam após 24h) e, inclusive, a imagens que nem chegaram a circular na rede –por exemplo, quando um usuário prepara o conteúdo, mas desiste antes de apertar o botão de compartilhar.

“Acreditamos que isso pode ter afetado 6,8 milhões de usuários e até 1.500 aplicativos de 876 desenvolvedores diferentes”, afirmou a rede social. Segundo relatórios da empresa, o Facebook possui mais de 2 bilhões de usuários ativos por mês, 127 milhões deles no Brasil.

A plataforma lamentou o ocorrido e afirmou que no começo da próxima semana irá disponibilizar uma ferramenta para que os desenvolvedores possam analisar quem foi afetado pelo problema e que irá trabalhar para que as fotos sejam deletadas.

Os usuários potencialmente afetados por esse vazamento deverão receber um alerta na rede social nos próximos dias.

PROBLEMA RECENTE

Em setembro, o Facebook anunciou que invasores roubaram os chamados “tokens de acesso” de 50 milhões de contas. Como medida de segurança, na época, 90 milhões de contas foram deslogadas -ou seja, pessoas que entravam no site de modo automático (sem incluir a senha), foi desconectado.

Com esses tokens de acesso, informações que ficam armazenadas no computador e permitem esse acesso sem digitar as credenciais, hackers têm total controle sobre as contas -podem ver mensagens e álbuns privados, por exemplo.

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