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Comer ovo faz bem para os olhos; entenda

Alimento é rico em luteína e zeaxantina, que previnem a degeneração macular

ubiie Redação

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Você sabia que o consumo de ovos tem um papel de destaque na saúde dos olhos, que tem importância fundamental para o bem-estar e a manutenção da qualidade de vida das pessoas? É isso mesmo! Alguns estudos realizados mostram que o consumo de cerca de 1 ovo por dia aumenta a densidade ótica e, portanto, possui uma ação protetora dos olhos, evitando doenças oculares, como a degeneração macular relacionada à idade e a catarata.

Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil, conta que o ovo, com sua gema amarela, é rico em luteína e zeaxantina. Estes mesmos carotenoides estão presentes na pigmentação amarelada da mácula (parte do olho que ajuda a focalizar a luz) e são responsáveis por proteger os olhos dos danos causados pela luz solar.

A profissional ressalta também que o avançar dos anos pode reduzir os níveis de luteína e zeaxantina nos tecidos oculares, o que torna primordial o consumo de alimentos, como o ovo, ao longo da vida. Além disso, outros fatores como exposição solar, fumo, ingestão de alguns medicamentos de uso contínuo e alimentação irregular são relevantes para a redução e perda da visão.

Estudo que comprovou o efeito do consumo de um ovo por dia, avaliou um grupo de 33 pessoas com idade média de 79 anos durante cinco semanas. Foram analisados colesterol e carotenoides antes e depois do estudo. Os pesquisadores então demonstraram que este consumo aumentou a concentração de luteína e zeaxantina sérica, sem elevar o colesterol.

O ovo de tamanho médio (50g) possui cerca de 4g de gordura por unidade, distribuídas em ácidos graxos monoinsaturados (1,82g), poliinsaturados (0,96g) e ácidos graxos saturados (1,56g). A presença destes lipídeos torna o carotenoide biodisponível, favorecendo a sua absorção.

O ovo é uma fonte de proteína importante, além de conter vitaminas e minerais, o que faz dele um alimento completo.

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Beleza e Saúde

Não fazer exercícios físicos faz tão mal quanto fumar

Estudo realizado com grupo de pacientes durante quatro anos fez descoberta preocupante

ubiie Redação

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Todos sabemos que a prática de atividades físicas regulares faz bem à saúde. Contudo, um novo estudo vai além e afirma que não fazer exercícios pode ser mais prejudicial do que fumar.

O estudo analisou a atividade física de 122 mil pessoas entre 1991 e 2014. Os resultados foram compartilhados nessa sexta-feira (19) pelo jornal JAMA Network Open.

“As atividades cardiorespiratórias estão associadas a uma esperança média de vida mais longa. A aeróbica de alta intensidade está associada aos melhores níveis de sobrevivência e traz benefícios aos pacientes mais velhos e com problemas de hipertensão”, concluiu o estudo.

O trabalho de investigação da Clínica de Cleveland conclui que não fazer exercício nenhum pode ser mais grave do que se imagina.

“Ser incapaz de correr numa esteira ou de fazer um exercício que exija esforço é o pior prognóstico que se pode ter, pior do que ser hipertenso, diabético ou fumante”, disse um dos autores do estudo, Wael Jaber, à ‘CNN’.

Fazer muito exercício físico não foi considerado prejudicial para a saúde, como alguns podem pensar. Aliás, pessoas mais ativas apresentam taxas de mortalidade mais baixas.

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Beleza e Saúde

Entenda o que ocorre com seu coração durante a prática de exercícios

Especialista conta como a atividade física diária influencia no fortalecimento, crescimento e ritmação do coração

ubiie Redação

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Sabe-se que a prática regular de exercícios físicos, numa média de 150 minutos/semana com intensidade moderada ou 75 minutos/semana com intensidade vigorosa, como o recomendado pela Organização Mundial da Saúde, está diretamente associada a uma boa saúde cardiovascular e também à redução de risco de doenças cardíacas. Mas o que, de fato, acontece com o coração durante alguns minutos de atividade física?

Segundo o cirurgião cardiovascular, Dr. Marcelo Sobral, exercícios como os aeróbicos – aqueles de menor impacto e que são feitos com “respiração normal”, ou seja, sem faltar o fôlego, como correr, caminhar e pedalar – são os mais benéficos à saúde, já que fortalecem os músculos do corpo todo, incluindo o coração, que também é um músculo.

“Durante o exercício, além de ficarem mais fortes, estes músculos crescem e para que haja essa hipertrofia, eles acabam exigindo mais sangue, estimulando a circulação sanguínea em todo o corpo. Neste processo as artérias coronárias ficam mais vigorosas e novos vasos sanguíneos podem ser criados, melhorando a função do coração”, afirma Sobral.

De acordo com o especialista, quando a prática de atividade física é diária e sem exageros, há mudança no padrão dos batimentos cardíacos, que passam a funcionar de forma mais controlada e ritmada. “Ao contrário do que muitos pensam, a aceleração dos batimentos durante o exercício não leva à arritmia cardíaca, mas é altamente benéfica para o organismo já que durante a pratica diversas reações químicas acontecem, como a liberação de hormônios, enzimas e proteínas, ajudando a equilibrar todo o metabolismo”, explica.

Sobral ressalta que antes de se aventurar pela prática de exercícios físicos rotineiros, é importante passar por uma avaliação médica e, no caso de pessoas que já apresentam complicações cardíacas, será indicado o tipo de exercício e sua intensidade ideal. “Além dos benefícios já citados, exercitar-se da forma correta ajudará, independente da idade ou do estado clínico, a tornar veias e artérias mais eficientes, a produzir mais do colesterol bom (HDL) e a melhorar, além da circulação de forma geral, também os níveis de açúcar no sangue e estresse”, conclui o cirurgião.

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Cientistas descobrem analgésico mais forte do que morfina

ubiie Redação

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Cientistas americanos desenvolveram um analgésico considerado mais forte que a morfina, o AT-121, que não causa dependência e efeitos colaterais perigosos, relata a publicação Science Alert.

Com essa nova descoberta, é esperado que o preparado ajude a diminuir o número de mortes causadas pela dependência de medicamentos para tirar a dor e suas sobredosagens.

Somente nos Estados Unidos, em 2012 mais de 16 mil pessoas morreram devido ao uso de paliativos opioides.

O novo composto atua nos receptores opioides, onde os analgésicos tradicionais atuam, e nos receptores da nociceptina, que são moléculas de proteínas nos neurônios do cérebro e que estão envolvidas no desenvolvimento de dependências e vícios.

Testes realizados com macacos em laboratórios mostraram que o AT-121 exercia um efeito analgésico semelhante à morfina em concentrações 100 vezes menores do que o habitual.

Além disso, a droga foi capaz de reduzir o nível de dependência dos animais da oxicodona — um opioide semissintético. Foi também comprovado que altas dosagens de AT-121 não causavam dificuldades respiratórias e distúrbios na atividade do sistema cardiovascular.

Através de futuros testes, que serão realizados em pessoas, os pesquisadores esperam que os resultados sejam confirmados.

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