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Japão quer tornar produção de hidrogênio mais barata que a de gás natural

O Japão planeja reduzir os custos da produção de hidrogênio em pelo menos 90% com o objetivo de torná-lo competitivo diante do gás natural e promover a energia limpa, disse, nesta quarta-feira (23) o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

ubiie Redação

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“Meu governo pretende reduzir o custo da produção de hidrogênio em pelo menos 90% até 2050 para torná-lo mais barato que o gás natural”, disse Abe.

Em outubro, ministros e oficiais de governo de cerca de 20 países se reuniram em Tóquio para discutir fontes alternativas de energia. Eles concordaram em aumentar o uso de hidrogênio através do compartilhamento de tecnologia.

O hidrogênio tem lentamente ganhado a atenção do público como uma fonte alternativa de energia — não produz gases estufa e pode ser gerado por biomassa, combustíveis fósseis ou através da eletrólise da água, através da eletricidade.

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Japão

Japão amplia setores em que graduados estrangeiros podem trabalhar

A medida entrou em vigor no dia 30 de maio

ubiie Redação

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O Ministério da Justiça do Japão vai permitir que estudantes estrangeiros que se formam em cursos de graduação e pós-graduação em universidades nipônicas ocupem empregos no setor de serviços do país, tal como em restaurantes. A medida entrou em vigor no dia 30 de maio.

Anteriormente, estudantes estrangeiros que buscavam trabalho no Japão só podiam se candidatar a empregos relacionados à área que estudaram.

Mas com a falta de trabalhadores em restaurantes e lojas devido ao crescente número de turistas estrangeiros, o ministério decidiu incluir a indústria de serviços na lista de vagas abertas a graduados estrangeiros.

Para se candidatarem, eles têm de obter o nível mais elevado no teste de proficiência em língua japonesa.

Aqueles que se qualificarem podem obter um visto para trabalhar no Japão por até cinco anos.

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Japão

Japão confirma e detalha projeto do caça de 6ª geração

Recentemente, um relatório divulgado pelo Japão revelou que o país decidiu desenvolver seu próprio caça furtivo de sexta geração, o Mitsubishi F-3.

ubiie Redação

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O desenvolvimento e a produção do novo caça furtivo F-3, que faz parte do Programa de Defesa de Médio Prazo (MTDP, na sigla em inglês) será liderado pela indústria aeronáutica do país com a possível colaboração de parceiros externos, incluindo a BAE Systems, Lockheed Martin, Boeing e Northrop Grumman.

Tanto é que a equipe liderada pela Mitsubishi Eletronics já realizou testes com seu radar de varredura eletrônica ativa (AESA) baseado no caça F-2 e que, segundo a mídia, deve ser similar ao NA/APG-81 fabricado nos EUA e utilizado pelo caça F-35 Lightning II.
Além dos testes de radar, a empresa também apresentou imagens do protótipo de teste de um motor turbofan de by-pass baixo, chamado de XF9-1, equipado com pós-combustores desenvolvidos pela IHI Corporation.

Com relação a uma possível colaboração, a Lockheed Martin recentemente apresentou uma proposta de projeto para um jato bimotor de superioridade aérea utilizando a estrutura do F-22 com a suíte eletrônica do F-35. Entretanto, a proposta foi descartada pelo Ministério das Finanças do Japão por ser muito cara, conforme cita a revista The National Interest.

O Ministério da Defesa do Japão pretende obter aproximadamente 100 novas aeronaves de superioridade aérea até o final da década de 2030, ressaltando que os japoneses também aprovaram a compra de 147 jatos furtivos F-35A Lightning II, com a possibilidade de incluir aeronaves da versão para pouso vertical, F-35B.

O programa F-3 custará aproximadamente R$ 174 bilhões, ou seja, mais de R$ 694 milhões por aeronave.

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Japão

Tribunal aprova prisão de Ghosn até 14 de abril

Executivo brasileiro é alvo de nova acusação no Japão

ubiie Redação

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Um tribunal do Japão aprovou nesta sexta-feira (5) o pedido de prisão preventiva do ex-presidente da Nissan, da Mitsubishi e da Renault Carlos Ghosn até 14 de abril.

O executivo brasileiro havia passado 108 dias na cadeia e sido libertado em 6 de março, mediante pagamento de fiança de 1 bilhão de ienes (equivalente a mais de R$ 33 milhões), mas acabou detido novamente nesta quinta (4), após mais uma acusação de má conduta financeira.

Segundo a nova denúncia, US$ 5 milhões enviados por uma subsidiária da Nissan para uma distribuidora de veículos em Omã foram desviados para uma companhia controlada por Ghosn. Antes disso, ele já era acusado de ter subnotificado rendimentos e de ter transferido recursos ilegalmente para a Arábia Saudita.

A Corte Distrital de Tóquio aprovou nesta sexta o pedido do Ministério Público para colocar o executivo em prisão preventiva por 10 dias, período que pode ser prorrogado por mais 10 antes da formalização da denúncia.

Ghosn, 65 anos, alega inocência e havia acabado de anunciar que faria uma coletiva de imprensa em 11 de abril para “contar toda a verdade sobre o que está acontecendo”. No pedido de prisão, o Ministério Público argumenta que o executivo poderia adulterar provas ou fugir.

Em função do escândalo, o brasileiro foi demitido da presidência da Nissan e da Mitsubishi e renunciou ao comando da Renault – as três montadoras formam uma aliança automotiva. Ele alega inocência e diz ser vítima de “complô” e “traição” por parte dos executivos da Nissan, que planejam mudar os termos da parceria com a Renault.

Atualmente, a montadora francesa tem 43% das ações do grupo japonês, com direito a voto, enquanto a Nissan, que é mais lucrativa, possui 15% da Renault, sem direito a voto.

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