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Parlamento britânico terá de aprovar divórcio litigioso da UE

Os legisladores aprovaram um instrumento para dificultar o que seria uma ruptura “a seco”, sem qualquer trato entre as partes

ubiie Redação

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Na véspera da retomada do debate no Parlamento britânico sobre o acordo entre Reino Unido e União Europeia (UE) para a saída britânica do bloco (o “brexit”), o governo de Theresa May sofreu sua primeira derrota de 2019 na Casa.

Os legisladores aprovaram um instrumento para dificultar o que seria uma ruptura “a seco”, sem qualquer trato entre as partes.

A primeira-ministra já disse que o país caminha para esse cenário caso os parlamentares não ratifiquem, em votação programada para 15 de janeiro, o texto acertado entre Londres e Bruxelas (sede da burocracia da UE).

O “brexit” prevê o desligamento do Reino Unido do mercado comum europeu no próximo dia 29 de março.

Nesta terça (8), ministros e porta-vozes do governo negaram que essa data pudesse ser adiada -mais cedo, o jornal inglês Daily Telegraph informara que diplomatas britânicos estavam sondando o terreno em Bruxelas para retardar a saída do país da UE.

A emenda aprovada pelo Parlamento determina que o Executivo só pode “retocar” a legislação tributária em preparação para um cenário pós-filiação à UE se antes tiver recebido o assentimento do Legislativo para um “divórcio litigioso”, sem acordo (“no deal”).

A medida não interrompe a contagem regressiva para o “brexit”, mas mostra a força da ala que se opõe a um desligamento abrupto.

O cabo de guerra no plenário londrino inclui também grupos favoráveis a esse adeus sem olhar para trás (os “hard brexiteers”), para quem os efeitos colaterais no curto prazo seriam compensados mais tarde pela “libertação” britânica do jugo de Bruxelas; e uma bancada favorável à realização de um novo plebiscito sobre a saída do Reino Unido, agora que as possíveis consequências do “brexit” são conhecidas com mais detalhes.

“Essa votação [de terça-feira] mostra que não há maioria no Parlamento, no gabinete da primeira-ministra ou no país para sair da União Europeia sem um acordo”, afirmou o líder da oposição, Jeremy Corbyn (Partido Trabalhista). “Theresa May deve agora descartar de uma vez por todas esse cenário.”

O debate sobre o “brexit” vai ser retomado quase um mês depois de May se ver forçada a adiar a votação do acordo diante da perspectiva de uma derrota fragorosa. Dois dias depois, em 12 de dezembro, ela ainda teria de passar por um voto de desconfiança de seus próprios correligionários -como sobreviveu à moção, agora não pode ter sua posição à frente dos conservadores contestada até o fim de 2019.

Pouca coisa mudou desde então. Boa parte dos parlamentes britânicos, inclusive nas fileiras conservadoras, segue torcendo o nariz para a cláusula que prevê a criação de uma união aduaneira temporária entre Reino Unido e UE, caso os dois lados não tenham definido, até o fim do período de transição pós-“brexit” (por ora previsto para dezembro de 2020), como será sua relação comercial futura.

A ideia da zona tarifária comum é evitar o restabelecimento de postos de controle na fronteira entre a Irlanda do Norte (província britânica) e a República da Irlanda (que integra o bloco europeu).

Críticos dizem que se trata de um expediente de Bruxelas para “prender” Londres indefinidamente a regras e normas europeias, o que fere o espírito do “brexit”.

May passou o último mês buscando mais garantias da UE de que não será preciso colocar em marcha a união aduaneira.

Líderes do continente sinalizaram disposição em ajudá-la a emplacar internamente o acordo, sublinhando que também é de interesse deles definir logo os contornos da nova relação comercial entre as partes. Mas foram categóricos: o texto ao qual a primeira-ministra custa a fazer aderir seus conterrâneos não será editado.

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Nasa detecta explosão de meteoro na atmosfera da Terra

É a segunda maior explosão deste tipo dos últimos 30 anos

ubiie Redação

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A Nasa detectou uma explosão de meteoro na atmosfera da Terra. Segundo a agência espacial norte-americana, a explosão aconteceu em uma área do mar de Bering, ao largo da península de Kamchatka, na Rússia. A potência, ainda de acordo com a Nasa, foi dez vezes superior ao da bomba atômica de Hiroshima, a ‘Little Boy’.

De acordo com a BBC, esta é a segunda maior explosão deste tipo dos últimos 30 anos. Lindsey Johnson, responsável de defesa planetária da agência espacial, afirmou que uma explosão com esta dimensão só acontece de duas a três vezes a cada cem anos.

A explosão teria acontecido no dia 18 de dezembro.

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NASA observa moléculas de água em movimento na Lua

Os cientistas conseguiram observar moléculas de água em movimento no lado visível da Lua, utilizando um instrumento a bordo do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), uma sonda espacial de observação lunar.

ubiie Redação

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Um estudo publicado na Geophysical Research Letters descreve como as medidas feitas pelo o instrumento que permitiu a descoberta, o Lyman Alpha Mapping Project (LAMP), da camada de moléculas coladas à superfície ajudaram a caracterizar as mudanças de hidratação lunar ao longo de um dia.

“Este estudo é um passo importante para avançar no estudo sobre a história da água na Lua e o resultado de anos de dados acumulados da missão do LRO”, disse John Keller, cientista da NASA e responsável pelo projeto.

Até à última década, os cientistas pensavam que a lua era árida e que a água que poderia existir se encontraria em bolsas de gelo localizadas em crateras na proximidade dos pólos.

Recentemente, os cientistas identificaram águas superficiais em aglomerados esparsos de moléculas no solo lunar. Contudo, a quantidade e locais variam consoante a hora do dia. A água lunar é mais comum em latitudes mais elevadas e tende a mover-se à medida que a superfície aquece.

Sobre a possível origem da água lunar, os cientistas põem a hipótese de que o íons de hidrogênio no vento solar podem ser a origem da maior parte. Como resultado, quando a lua rotaciona atrás da Terra é protegida do vento solar e a “torneira da água” se fecha.

Esta água lunar pode ser potencialmente usada por humanos para criar combustível, como escudo contra a radiação ou para gestão térmica. Se estes materiais não precisarem ser transportados da Terra, as futuras missões ficam mais acessíveis”, constatou Amanda Hendrix, investigadora do Instituto de Ciência Planetária, e principal autora do artigo.

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Cápsula da SpaceX chega à Estação Espacial Internacional

Crew Dragon foi lançada ontem(2) com o boneco Ripley a bordo

ubiie Redação

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A cápsula Crew Dragon, da empresa norte-americana aeroespacial SpaceX, conseguiu pousar com sucesso neste domingo (3) na Estação Espacial Internacional (ISS), informou a agência espacial americana (Nasa).

Durante uma transmissão ao vivo da operação, a Nasa e a SpaceX confirmaram que a acoplagem ocorreu às 7h51 (horário de Brasília), a mais de 400km acima da superfície da Terra. “Captura suave confirmada”, disse a agência espacial no Twitter.

A cápsula Crew Dragon é a primeira nave capaz de colocar astronautas em órbita em voos tripulados. A missão levou a bordo o boneco Ripley, batizado em homenagem à heroína dos filmes Alien. O contato ocorreu 27 horas após o lançamento da missão.

A missão é realizada oito anos depois da aposentadoria dos ônibus espaciais da Nasa. O sucesso total do primeiro teste não tripulado da missão, chamada Demo-1, faz parte do programa de voos comerciais da Nasa que poderá fazer a agência espacial americana retomar a capacidade de transportar homens ao espaço.

Após a partida do ônibus espacial, em julho de 2011, os astronautas americanos e europeus podem chegar à Estação Espacial somente a bordo dos ônibus russos da Soyuz. A China é o outro país atualmente capaz de lançar astronautas por seus meios.

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