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Professora agredida em SC faz carta à ministra Damares pedindo respeito

Marcia Friggi: ‘Desça dos seus delírios fakes, Senhora Ministra, pise no chão e encare a realidade’

ubiie Redação

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A professora de português Marcia Friggi, que foi violentamente agredida por um aluno em 2017 num colégio municipal de Indaial (SC), divulgou uma carta aberta a Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Nela, a professora diz que tem analisado os vídeos que circulam na internet com depoimentos da ministra sobre os professores brasileiros e pede respeito: “como professora, sinto-me profundamente ofendida e humilhada. Venho percebendo seu empenho em colocar a sociedade contra a educação brasileira e seu magistério”.

“A senhora, nos seus ataques, sempre focou a educação e o magistério brasileiro, esse foco não é inocente, é estratégico. Desmoralizar, humilhar, deslegitimar e demonizar os professores, colocar a sociedade contra nós e contra a educação, só nos enfraquece ainda mais. Como se já não bastassem nossos baixos salários, a falta de condições estruturais, a ausência e a falta de incentivo a bons cursos de formação continuada”, disse.

Marcia ainda afirmou: “Venho, também, oferecer-lhe um conselho: desça dos seus delírios fakes, Senhora Ministra, pise no chão e encare a realidade. Porte-se com a seriedade que a importância do seu cargo exige. Deixe assuntos fúteis como cor de roupa adequada para seus colóquios no púlpito da igreja”, referindo-se à declaração de Damares sobre menino ter que vestir azul e menina vestir rosa.

Leia abaixo a carta completa:

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Brasil

Falha em sistema da Caixa faz dinheiro de clientes ‘sumir’ da conta

Nas redes sociais, dezenas de correntistas relataram o problema

ubiie Redação

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Uma falha no sistema da Caixa Econômica Federal fez o dinheiro de clientes “desaparecer” da conta desde a manhã desta sexta-feira (18). Nas redes sociais, dezenas de correntistas relataram o problema. Por meio de nota, o banco afirmou que “alguns créditos em conta foram processados com atraso, e já estão sendo regularizados, sem prejuízos aos clientes”. As informações são do G1.

Em um dos relatos, um correntista disse que três transferências via TED da conta realizadas no dia anterior sumiram “como num passe de mágica”. Ao contatar o SAC, funcionários pediram prazo de 48 horas para que a situação fosse normalizada. Um correntista comentou no perfil da Caixa que um funcionário disse a ele que era “um problema do sistema”.

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Política

Em carta a Jean Wyllys, Lula pede ‘enfrentamento’ a Bolsonaro

O deputado conta que enviou o seu livro ‘Tempo bom, tempo ruim’, escrito por ele, ao ex-presidente e recebeu carta em resposta

ubiie Redação

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Da prisão em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua se mostrando um dos principais opositores ao presidente Jair Bolsonaro. Em carta divulgada nessa quinta-feira (17) pelo deputado Jean Wyllys, o petista pediu “forte enfrentamento político” ao novo governo.

Wyllys contou que enviou o seu livro “Tempo bom, tempo ruim”, escrito por ele, a Lula. Em resposta, ele recebeu uma carta feita à mão pelo ex-presidente, em que ele agradece o presente e a dedicação do deputado à política e pede oposição ao governo de Bolsonaro:

“Eu estou convencido que temos que consolidar um forte enfrentamento político com o governo, e ao mesmo tempo, tratar de organizar politicamente o nosso povo”, escreveu Lula.

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Brasil

Assassino de Marielle seria ex-policial do Bope

Segundo seis testemunhas, o assassino da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, é um ex-policial do Bope. A informação foi publicada pelo The Intercept Brasil nesta quinta-feira (17).

ubiie Redação

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De acordo com a publicação, o policial foi expulso da corporação por sua ligação com grupos criminosos. Desde então, ele trabalha como assassino de aluguel.

O The Intercept Brasil diz ter conseguido acesso ao inquérito que apura a morte da vereadora, o mesmo que a Justiça proibiu a Rede Globo de noticiar, e afirma ter optado em manter em sigilo o nome do suspeito para não atrapalhar as investigações.

O grupo do principal suspeito do crime conta com dois outros policiais do Bope, a tropa de elite da polícia carioca. Eles também teriam participação no assassinato de Marielle e podem estar ligados a outros homicídios de grande repercussão, como a morte do ex-presidente da escola de samba Portela, Marcos Vieira de Souza.

O inquérito aponta que o Cobalt prata utilizado na execução de Marielle foi flagrado em imagens de câmeras de segurança em Rio das Pedras, bairro na zona oeste do Rio de Janeiro, na véspera do crime.

A principal linha de investigação é de que o assassinato da vereadora tenha ligação com grupos milicianos cariocas.

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