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Divulgada 1ª FOTO captada no lado escuro da Lua

A sonda chinesa Chang’e-4 pousou no lado oculto da Lua pela primeira vez na história e enviou à Terra a primeira imagem da face lunar que o olhar humano não é capaz de ver.

ubiie Redação

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A imagem foi enviada através do satélite Queqiao, que opera na órbita do halo em torno do segundo ponto de Lagrange L2 do sistema Terra-Lua.

Na imagem que a Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China postou em sua conta do WeChat pode ser observada a superfície lunar artificialmente iluminada, sendo visível uma cratera, assim como um fragmento do rover.

Com o sucesso da alunagem, a China entra para a história como o primeiro país a fazer pousar uma sonda nesta zona lunar até então inexplorada.

Segundo a rede de televisão chinesa CCTV, o pouso, que aconteceu relativamente perto do local predeterminado, permitiu “abrir um novo capítulo” no estudo do satélite da Terra.

A sonda lunar Chang’e-4 foi lançada do centro espacial de Xichang, localizado na província chinesa de Sichuan, em 7 de dezembro de 2018.

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Eclipse total da Lua será visível do Brasil; saiba a melhor hora

Ao contrário da versão solar, não é necessário usar óculos de proteção para observar o fenômeno

ubiie Redação

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Oúltimo eclipse lunar total até 2021 poderá ser visto de todo o Brasil na madrugada desta segunda-feira (21). O fenômeno ocorre quando a Terra e a Lua se alinham e o nosso planeta faz sombra sobre o satélite.

O eclipse começa à 00h36 (de Brasília), mas a melhor hora para observá-lo será às 03h12. A visualização do fenômeno segue até às 5h48, segundo o ‘G1’.

Ao contrário do que acontece durante um eclipse solar total – quando o Sol se “esconde” –, não é necessário usar óculos de proteção para observar a versão lunar. Um binóculo ou uma luneta simples podem ajudar a enxergar melhor. Outra dica é se dirigir a regiões menos iluminadas e com o horizonte livre, como campos e praias.

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Missão espacial chinesa consegue fazer brotar semente de algodão na Lua

As primeiras plantas que germinaram no espaço foram flores zínias, na Estação Espacial Internacional, em 2016

ubiie Redação

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A missão espacial chinesa conseguiu fazer com que uma semente de algodão brotasse na lua, informou nesta terça-feira (15) a imprensa estatal, num feito inédito, alcançado pelo Chang’e 4, a primeira sonda a aterrissar do lado oculto da Lua.

Segundo uma equipe de cientistas da Universidade de Chongqing, sudoeste da China, trata-se da primeira “mini experiência” na biosfera realizada com sucesso por um satélite.

A sonda Chang’e 4, que é o nome da deusa chinesa da Lua, pousou na Lua, em 03 de janeiro, e levou sementes de algodão, batata, ovos de mosca da fruta e algumas leveduras, visando criar uma “mini biosfera simples”, segundo a agência oficial chinesa Xinhua.

As imagens enviadas pelo Chang’e 4 mostram uma semente de algodão brotando.

Não é um feito simples: as temperaturas na superfície lunar podem exceder os 100 graus Celsius, durante o dia, e 100 negativos, durante a noite, além de maior radiação solar e uma gravidade menor do que na Terra.

Citado pelo jornal South China Morning Post, o cientista chinês Xie Gengxin, encarregado pela experiência, afirmou que a sua equipe desenhou um recipiente capaz de manter a temperatura entre 1 e 30 graus, permitindo a entrada de luz natural, água e nutrientes.

A fabricação do referido dispositivo, um cilindro de alumínio com 18 cm de altura e 16 de diâmetro, e que pesa três quilos, custou mais de 10 milhões de yuan (mais de 5 milhões de reais).

As primeiras plantas que germinaram no espaço foram flores zínias, na Estação Espacial Internacional, em 2016.

A China anunciou na terça-feira a sua intenção de continuar expandindo o seu programa de exploração do espaço, com o objetivo de coletar amostras na Lua, durante este ano, e em Marte, em 2020.

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Mudanças no campo magnético da Terra intrigam cientistas

Especialistas trabalham na revisão do Modelo Magnético Mundial para que a geolocalização no nosso planeta não seja prejudicada

ubiie Redação

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O campo magnético da Terra está se deslocando de forma inesperada e intrigando cientistas, que já estudam redefinições de conceitos sobre o tema.

O nosso planeta funciona como um ímã gigante, com pólos positivo e negativo, por ter o núcleo composto por um metal líquido. O campo magnético é uma “camada” de força existente entre os dois pólos, chamada magnetosfera, que protege a superfície terrestre.

“É o campo magnético que nos protege das partículas que vêm de fora, especialmente do vento solar (que pode ser muito nocivo)”, explicou à ‘BBC News’ o geólogo e pesquisador do Instituto de Astronomia e Geofísica da Universidade de São Paulo (USP) Ricardo Ferreira Trindade.

Boa parte do campo magnético é gerada pela movimentação dos metais líquidos que compõem o centro do planeta. Sendo assim, com a variação do fluxo, o campo se modifica. Como explica Trindade, o que preocupa é que nos últimos dez anos ele tem “variado numa velocidade muito maior do que variava antigamente”.

O campo magnético do pólo norte muda constantemente de posição, mas dentro de um limite já conhecido. Embora a direção das mudanças seja imprevisível, a velocidade costumava ser constante. Contudo, ultimamente o norte magnético tem se movido numa velocidade muito maior do que a projetada pelos cientistas.

A mudança de comportamento do nosso planeta está fazendo com que os especialistas revejam o Modelo Magnético Mundial. Segundo Trindade, este mapeamento “é criado a partir de um conjunto de observações feitas no mundo inteiro ao longo de 5 anos, a partir dos quais se monta um modelo global que muda no tempo e no espaço, mostrando a variabilidade do campo”.

O modelo é usado em diversas tecnologias de navegação, como as que guiam navios e o Google Maps. “Ele é fundamental para geolocalização e até para o posicionamento de satélites”, disse o geólogo.

A última atualização do modelo é de 2015 e deveria ser válida até 2020. No entanto, a velocidade com o que a magnetosfera tem mudado está forçando os cientistas a atualizarem o modelo antes do tempo previsto.

De acordo com a revista científica ‘Nature’, pesquisadores do Noaa (centro de administração oceânica e atmosférica), nos EUA, e do Centro de Pesquisa Geológica Britânica perceberam que o modelo estava prestes a gerar possíveis erros de navegação e iniciaram a sua atualização, que deverá ficar pronta em 30 de janeiro de 2019.

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