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Para dar as boas-vindas a 2019 aprenda a usar a palavra ‘não’

O ano acabou de começar e já se sente exausto? Temos a solução: aprenda a dizer não com assertividade e confiança

ubiie Redação

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Se você passou o ano correndo de um lado para o outro, tentando cumprir as expectativas de amigos e familiares, e a tentar fazer com que todos se sintam bem e se divirtam, você precisa mudar alguns costumes.

Imagine simplesmente que você tinha dito que não a metade dos compromissos e eventos nos quais se viu obrigado a marcar presença. Sente-se desconfortável apenas ao pensar nessa possibilidade? Pois relaxe.

A verdade é que conseguir dizer que não é uma manifestação de poder e de amor próprio.

De acordo com os psicólogos, dizer que sim consecutivamente quando realmente não quer fazer algo pode levar a sentimentos de stress e de ressentimento.

Ao invés saber quando dizer que não – e ser capaz de o dizer – é capaz de libertá-lo daquela sensação de desconforto e de obrigação que provavelmente já lhe é tão familiar.

Diga não… com assertividade

Coloque a si próprio as seguintes questões: ‘tenho tempo?’; ‘quero fazer isto?’; ‘vai beneficiar-me?’; ‘quando a data chegar vou tentar dar uma desculpa para não ir?’ – responda a estas questões com sinceridade e deverá tornar-se claro aquilo que deve fazer.

Diga não… à família

Geralmente a família espera que esteja à disposição a qualquer momento ou quando é necessário dar algum tipo de ajuda. E melhor do que ninguém também sabem como fazê-lo sentir-se culpado…

Todavia, dizer sempre que sim pode ser exaustivo e é perfeitamente aceitável dizer que não algumas vezes. Deixe claro que não é uma ‘presa fácil’ e marque a sua posição. Seja firme.

Diga não… aos amigos

É fácil sentir culpa quando se recusa algo a um amigo.

Porém, se você fica correndo de compromisso para compromisso, dessa forma não terá tempo para cuidar de si próprio – e como pode ser um bom amigo para alguém, se nem se trata bem a você próprio.

O truque para dizer que não aos amigos é usar o velho clássico ‘não é tu, sou eu’. Seja conciso e honesto, mas não se sinta pressionado a dar uma explicação longa sobre o motivo da sua recusa.

‘Gostava de conseguir ir hoje, mas não dá’ – trata-se de uma frase fácil e curta que pode usar quando achar necessário.

Diga não… às redes sociais

É extremamente fácil ficar ‘colado’ ao smartphone e às redes sociais, e antes que você perceba, aquele tempo que tinha reservado para si, após se ter desmarcado de compromissos com família e amigos, é desperdiçado em frente ao celular.

Vários estudos já demonstraram que verificar constantemente as redes sociais aumenta a ansiedade, depressão e sentimentos de solidão.

Pesquisas adicionais estabelecem ainda uma possível associação entre incidência de obesidade, doenças cardíacas e cancro devido a horas passadas sedentariamente na Internet.

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Momento é de acolher e se afastar de redes sociais, diz especialista

Para especialistas, abrir espaços de acolhimento, empatia e diálogo sem tabu, longe da histeria das redes sociais, é fundamental nesse momento

ubiie Redação

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JAIRO MARQUES E MARIANA VERSOLATO (FOLHAPRESS) – Tragédias como a ocorrida em Suzano podem ter implicações na vida de famílias, de crianças e de adolescentes que estão bem distantes do fato em si, mas que ficaram abalados com o cenário de violência. Para piorar, notícias falsas circulando em redes sociais só agravam o estado emocional dos jovens.

Para especialistas, abrir espaços de acolhimento, empatia e diálogo sem tabu, longe da histeria das redes sociais, é fundamental nesse momento que pode ser intenso e ter desdobramentos futuros. “É momento de acolher, de deixar falar sobre o assunto, de chorar junto, de externar a tristeza. A criança precisa se sentir segura, e os pais podem dar essa sensação de volta a ela, usando o vocabulário e as informações propícias para cada idade”, afirma Elaine Di Sarno, psicóloga e neuropsicóloga pela USP.

A psicóloga Beatriz Moura, especialista em saúde mental pela UFRJ, faz um alerta sobre o efeito das “fake news”, que podem agravar um estado emocional frágil. “Não se pode tapar o sol com a peneira fingindo que nada aconteceu, mas também não é possível ficar chutando as causas da tragédias se baseando em coisas da internet, falando do que não se sabe ao certo, de maneira distorcida.”

Segundo o psiquiatra Ricardo Moreno, professor da Faculdade de Medicina da USP, a melhor forma de lidar com o assunto é falando sobre ele. “Os pais não podem se omitir por receio de não saber o que falar. Ninguém precisa ter resposta para tudo, mas é importante garantir o acolhimento, o afeto, a proteção.”

Para os especialistas, sinais de alerta na rotina dos jovens e adolescentes podem ajudar a identificar que algo não vai bem em suas vidas. “As alterações de comportamento podem ser sutis. Os adolescentes podem ficar fechados no quarto, intolerantes, brigar mais. Também é preciso observar o uso de drogas”, diz Di Sarno.

Falta de apetite, alteração no sono e agressividade também são fatores a serem observados. As psicólogas recomendam fortemente que os pais acompanhem a vida dos filhos nas redes sociais. De acordo com Moura, os filhos não podem encontrar suporte emocional no anonimato das redes e depender de aconselhamentos de quem eles nunca viram. “São os pais quem devem dar o suporte emocional a seus filhos.”

Para as vítimas mais próximas do massacre, como professores, alunos, familiares e vizinhos da Escola Estadual Raul Brasil, a recomendação é de intervenção profissional efetiva, já que estão expostos a complicações psicológicas mais complexas. Uma experiência tão brutal como assistir a um tiroteio pode ser um gatilho para a síndrome do estresse pós-traumático.

“Cada um responde de maneira diferente, mas os mais próximos precisam de uma rede de apoio para acompanhá-los em curto, médio e longo prazos. As turmas de alunos e profissionais vão precisar de apoio para retomarem suas vidas”, declara Moura. Segundo Di Sarno, é possível que pessoas da comunidade escolar tenham ansiedade, depressão e problemas de aprendizado, principalmente se não forem amparadas.

SINAIS DE ALERTA EM RELAÇÃO À SAÚDE MENTAL DE ADOLESCENTES

– Mudanças na personalidade ou nos hábitos

– Piora do desempenho na escola

– Afastamento da família e de amigos

– Perda de interesse em atividades de que gostava

– Descuido com a aparência

– Perda ou ganho inusitado de peso

– Comentários autodepreciativos persistentes

– Pessimismo em relação ao futuro

– Comentários sobre morte e interesse por essa temática

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Dormir mais durante o fim de semana faz mal, diz a ciência

ubiie Redação

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Não é só o efeito sanfona que é prejudicial para o organismo. O mesmo método quando aplicado aos padrões do sono pode afetar o relógio biológico interno e até o que come.

Os especialistas alertam que as horas extras de descanso não ajudam a revitalizar o corpo e a mente após uma semana de pouco descanso.

Não dormir horas suficientes tem consequências para a saúde, afirma o Sistema Nacional de Saúde Britânico (NHS), sendo oito horas de sono por noite o ideal.

Menos do que isso fragiliza o sistema imunológico, deixando as pessoas com risco maior de contraírem doenças, como gripes e resfriados, desenvolverem obesidade, diabetes tipo 2 e transtornos psicológicos, como depressão e ansiedade.

Sono ‘ioiô’ faz mal à saúde

Pode ser tentador dormir até mais tarde no final de semana, na esperança de compensar o tempo perdido. Porém, uma pesquisa recente da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, revela que a prática não funciona.

Kenneth Wright, diretor do laboratório do sono da instituição de ensino superior, avisa: “Os dados que apuramos sugerem que dormir mais ao fim de semana não é uma estratégia à qual o corpo responda positivamente, pelo contrário. Aliás mudar consecutivamente as nossas rotinas de descanso, horas para a frente e para trás – alterando o horário em que ingerimos as refeições e mudando o nosso relógio circadiano e depois voltando a dormir pouco durante a semana, é algo incrivelmente destrutivo para o organismo”.

Para efeitos daquela pesquisa, Wright e uma equipa de pesquisadores estudaram um grupo de voluntários adultos durante duas semanas.

Os cientistas apuraram que aqueles que não dormiram mais de cinco horas por cinco dias, seguidos de dois dias durante os quais descansaram pelo tempo que quiseram, não beneficiaram de quaisquer vantagens, comparativamente aqueles que seguiram um método de sono mais longo, constante e estruturado.

Os resultados, publicados no periódico científico Current Biology, indicam que as pessoas que dormem mais ao fim-de-semana até podem beneficiar de uma recuperação momentânea, mas que esses efeitos são imediatamente anulados assim que retornam à rotina de privação de sono semanal.

Os dados apurados revelaram igualmente que quem dormia menos horas tinha uma maior propensão para comer mais à noite, daí ganhando mais peso e reduzindo a sua sensibilidade à insulina.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em média nos países desenvolvidos uma em cada três pessoas apresentem algum tipo de distúrbio do sono.

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Alergia a alguns alimentos? Saiba o que fazer

Geralmente trata-se de uma resposta do sistema imunológico a uma comida que o corpo não tolera e que pode trazer deficiências nutricionais

ubiie Redação

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O processo para alcançar uma alimentação saudável esbarra em algumas dificuldades. A correria do dia a dia é uma delas e pode ser superada com organização. Existe um fator, porém, que tira a pessoa do controle em um primeiro momento: a alergia alimentar.

Geralmente é uma resposta do sistema imunológico a um alimento que o corpo não tolera e que pode trazer deficiências nutricionais. Segundo Priscila Farage, mestre em nutrição humana, a alergia ocorre quando o alimento provoca uma reação anormal. As informações são do portal Saúde Brasil.

“O organismo reage contra certas proteínas que estão presentes nos alimentos. Nesse tipo de reação, o organismo erroneamente identifica aquela proteína, que é um nutriente natural do alimento, como sendo prejudicial. Entre as alergias alimentares, as mais comuns são a leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas”, aponta a nutricionista.

A alergia pode se manifestar em qualquer fase da vida, porém ela é mais presente entre as crianças. “Existem algumas hipóteses para explicar a ocorrência das alergias, sendo a predisposição genética o fator mais associado ao seu desenvolvimento. Ou seja, filhos de pais alérgicos apresentam maior chance de desenvolver alergias”, explica Priscila.

“As manifestações da alergia alimentar são variadas. Existem sinais e sintomas digestivos, respiratórios, cutâneos e gerais que sugerem que o indivíduo possa ter alergia alimentar. Vômitos, refluxo, cólicas intensas, sensação de alimento parado na garganta, saciedade precoce, diarreia e constipação são algumas delas. Mas ainda temos coriza, obstrução nasal, chiado, dificuldade para respirar, tosse, urticária, dermatite atópica (ressecamento e descamação da pele), coceira, baixo ganho de peso (em crianças), anafilaxia. Os indícios são muitos e variados”, explica Priscila.

Esses sintomas podem aparecer tanto logo após a alimentação quanto horas depois. A recomendação é consultar um médico enquanto a reação alérgica estiver ocorrendo. Se não for possível, anote o que aconteceu e procure um clínico médico, um alergologista ou um gastroenterologista ou gastropediatra, no caso de crianças.

O único tratamento para alergia alimentar é a exclusão do alimento específico. “Existem alguns medicamentos que podem aliviar os sintomas no caso da ingestão acidental. Porém, os medicamentos não tratam a alergia e nem eliminam a necessidade de seguir a dieta isenta dos alimentos que causam a alergia no indivíduo. O nutricionista pode auxiliar no tratamento, por meio da prescrição da dieta e orientações relativas à substituição dos alimentos, prevenindo deficiências dos nutrientes. É muito importante que o paciente com alergia alimentar busque adequada orientação para se alimentar sem colocar em risco a saúde. Além disso, a leitura cuidadosa dos rótulos de alimentos é essencial para que não haja o consumo acidental de algum alimento alergênico”, ensina Priscila.

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