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Brasil fecha o ano na 3ª posição do ranking da Fifa; veja o top 10

O Brasil terminou o ano logo à frente da Croácia, vice-campeã do mundo

ubiie Redação

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O ranking da Fifa foi atualizado pela última vez neste ano, em listagem divulgada nesta quinta-feira pela entidade, e confirmou a manutenção da Bélgica como líder, mesmo posto que o país ocupava no mês passado. Com 1.727 pontos, os belgas estão um mísero ponto à frente da França, vice-líder, enquanto o Brasil continua na terceira posição, com 1.676.

A seleção belga fecha 2018 com este status no ranking depois de ter sido terceira colocada da Copa do Mundo da Rússia, na qual os franceses se sagraram bicampeões. A França, por sinal, foi destacada nesta quinta pela Fifa como o time nacional de “melhor trajetória do ano” e que subiu o maior número de pontos (165) desde dezembro de 2017.

A Bélgica, por sua vez, foi qualificada pela Fifa com a distinção de “seleção do ano” no que diz respeito ao seu ranking. O órgão lembrou que os belgas ganharam 13 dos 17 jogos que disputaram no ano e só foram derrotados uma vez, pela Suíça, em confronto válido pela recém-criada Liga das Nações da Uefa.

Eliminado nas quartas de final da Copa da Rússia justamente pela Bélgica, o Brasil terminou o ano logo à frente da Croácia, vice-campeã do mundo, quarta colocada do ranking, com 1.634 pontos. Batida pelos belgas na decisão do terceiro lugar do Mundial, a Inglaterra fecha o Top 5, com 1.631 pontos.

Portugal, Uruguai, Suíça, Espanha e Dinamarca encerram, nesta ordem, o grupo dos dez primeiros colocados da listagem, que não contou com alterações de posições em seu Top 100 nesta quinta-feira, tendo em vista o fato de que não houve confrontos relevantes entre seleções após a atualização anterior da listagem, ocorrida em 29 de novembro.

Grande vencedora do ano, a França ganhou 12 dos 18 jogos que disputou com a sua seleção principal, sendo o mais importante deles o triunfo obtido sobre a Croácia na decisão da Copa. E os franceses só foram derrotados por duas vezes em 2018, em partidas contra Colômbia e Holanda. A próxima atualização do ranking da Fifa ocorrerá em 7 de fevereiro de 2019.

Confira a lista dos 20 primeiros colocados do ranking da Fifa:

1º Bélgica, 1.727 pontos

2º França, 1.726

3º Brasil, 1.676

4º Croácia, 1.634

5º Inglaterra, 1.631

6º Portugal, 1.614

7º Uruguai, 1.609

8º Suíça, 1.599

9º Espanha, 1.591

10º Dinamarca, 1.589

11º Argentina, 1.582

12º Colômbia, 1.575

13º Chile, 1.565

14º Suécia, 1.560

14º Holanda, 1.560

16º Alemanha, 1.558

17º México, 1.540

18º Itália, 1.539

19º País de Gales, 1.525

20º Polônia, 1.518

20º Peru, 1.518

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Futebol

Uso do spray no futebol causa ação na Justiça contra a Fifa

O spray está sendo usado em todos os 26 duelos da Copa América

ubiie Redação

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O torcedor brasileiro se desacostumou a ver os árbitros utilizando spray para marcar barreiras durante as partidas de futebol no País. Desde o fim de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) proibiu o uso do produto em todas os jogos organizados pela Fifa, mas a entidade máxima do futebol ignora a medida. O mesmo acontece com a Conmebol. Com isso, o spray está sendo usado em todos os 26 duelos da Copa América.

A polêmica teve início depois da Copa do Mundo de 2014, também realizada no Brasil. Os criadores do spray, o mineiro Heine Allemagne e o argentino Pablo Silva, dizem que tinham um acordo com a Fifa pelo reconhecimento da tecnologia. No entanto, a entidade voltou atrás e passou a utilizar produtos de outros fornecedores.

“A Fifa ficou completamente hostil e não cumpriu as promessas feitas. Ela fez um programa convocando todos os ‘piratas’ do mundo e começou a usar o spray de outras empresas”, lamenta Heine. “É triste e revoltante. Me dediquei nisso durante 15 anos, seria natural uma premiação, algum retorno. A hora que a Fifa roubou a ideia, fiquei sem chão”, acrescenta.

A expectativa de Heine e Pablo era receber US$ 40 milhões (R$ 156 milhões) da Fifa. A empresa deles, a Spuni Comércio de Produtos Esportivos e Marketing Ltda, é dona da patente registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Ao todo, tem patentes registradas em 44 países.

Sem acordo com a Fifa, eles decidiram entrar com um processo no TJ-RJ exigindo uma indenização de US$ 100 milhões (R$ 390 milhões). A decisão do juiz Ricardo Lafayette Campos no fim de 2017 determinou uma multa de US$ 15 mil (R$ 58 mil) por cada evento que o spray for utilizado.

“Não há qualquer questão a ser dirimida a sua propriedade e, portanto, o spray é exclusivo do mesmo, sendo vedado a qualquer outro o fabrico do mesmo. Mas não é só. Há vasta comprovação de que após o invento, o réu violou a boa-fé objetiva contratual ao induzir o autor a não buscar empresas para tornar o invento, um item com produção em escala mundial, afirmando que o mesmo compraria a patente quando, na verdade, estava apenas, ao menos em sede de cognição sumária, ganhando tempo para negociar com terceiros spray semelhante ou simplesmente violar a patente do autor, ou não lhe dando a autoria correta (…) A violação do “fair play”, inclusive um lema de propaganda da Fifa, resta evidenciado, o que o Poder Judiciário não tolera”, alegou o juiz.

Procurada, a Fifa se limitou a dizer que continua utilizando o spray em suas competições e que não tem responsabilidade sobre torneios organizados por outras entidades, como a Conmebol com a Copa América.

O processo ainda está em primeira instância, e os advogados da Spuni acreditam que será longo. De acordo com eles, a multa ultrapassa os R$ 50 milhões por conta do uso do spray nas partidas desde o ano passado até agora. A Fifa já tentou reverter a decisão do juiz, mas sem sucesso.

SÓ CBF OBEDECE – Enquanto o spray é usado mundo afora, os árbitros dos campeonatos nacionais e regionais não utilizam o produto. A CBF esbarra no preço de sprays produzidos por empresas estrangeiras, além de impostos e taxas de importação. A entidade não chegou a um acordo com Heine e Pablo por divergências nas condições de comercialização.

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PSG quer 300 milhões de euros para liberar Neymar ao Barcelona

O clube francês quer receber 300 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) pela transferência

ubiie Redação

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O Paris Saint-Germain definiu o preço para liberar o atacante Neymar para voltar ao Barcelona. Segundo o jornal francês Le Parisien, o clube francês quer receber 300 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) pela transferência.

O brasileiro foi contratado pelo PSG por 222 milhões de euros (R$ 819 milhões), valor de sua multa rescisória à época, há dois anos. O time francês promete fazer jogo duro para liberá-lo.

A informação do “Le Parisien” foi publicada poucas horas depois de o jornal Mundo Deportivo revelar que o jogador pediu ao presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, para ser negociado. Segundo o periódico catalão, Neymar enviou uma mensagem para o mandatário com o seguinte teor: “Não quero jogar mais aqui. Quero voltar à minha casa de onde nunca devia ter saído”.

O pedido teria sido feito antes de Nasser Al-Khelaifi conceder entrevista à revista “France Football”, quando citou nominalmente o atacante, dizendo que ele “não foi obrigado a assinar contrato com o PSG” e que não “queria mais nenhum comportamento de celebridade” no clube.

O Barcelona estuda uma maneira de viabilizar o negócio sem ter de arcar com o valor exigido pelo PSG. O presidente Josep Maria Bartolomeu gostaria de envolver alguns jogadores como Umtiti, Dembélé e Rakitic, além de uma quantia considerável em dinheiro. Apenas os três jogadores valeriam cerca de R$ 1 bilhão.

Até Lionel Messi entrou na negociação, segundo o jornal El Mundo. O argentino teria pedido ao presidente do Barcelona para esquecer o atacante francês Antoine Griezmann, que já teria um acordo com o time catalão e anunciou sua saída do Atlético de Madrid, e se esforçar para contratar o amigo Neymar.

Com uma lesão no tornozelo direito e sob os holofotes por causa das acusações de agressão e estupro pela modelo Najila Trindade, Neymar deve viver dias agitados até que o seu futuro dentro de campo seja definido.

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Dono do New York Cosmos compra o Fiorentina por R$ 723 milhões

O milionário ítalo-americano Rocco Commisso comprou o clube por um valor de 165 milhões de euros (R$ 723 milhões)

ubiie Redação

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Depois de ter escapado do rebaixamento à Série B nas últimas rodadas do Campeonato Italiano e de ter enfrentado inúmeros protestos da torcida, a Fiorentina tem um novo proprietário. Nesta quinta-feira, os irmãos Diego e Andrea Della Valle, que ajudaram na reconstrução do tradicional time de Florença após a falência em 2002, chegaram a um acordo com o milionário ítalo-americano Rocco Commisso e anunciaram a venda do clube por um valor de 165 milhões de euros (R$ 723 milhões).

Rocco Commisso é um empresário de 69 anos, dono do New York Cosmos – clube onde Pelé encerrou a sua carreira nos anos 1970 e que já contou também com Carlos Alberto Torres e Beckenbauer – e proprietário da Mediacom, uma das maiores empresas de serviços de cabo nos Estados Unidos. Tem uma fortuna avaliada em 4 bilhões de euros (R$ 17,52 bilhões).

“Sempre fui fã do futebol italiano. Não tenho palavras para descrever como estou incrivelmente honrado por ter a oportunidade de contribuir para escrever o próximo capítulo da história de um clube lendário como a Fiorentina”, disse Commisso em declarações publicadas no site oficial do clube de Florença.

Antes da venda, Andrea Della Valle afirmou que a negociação marca “o fim de uma era”. “É uma era que termina após 17 anos. Os últimos meses foram muito dolorosos. Compramos a Fiorentina por paixão, mas quando os torcedores protestam, os sinais são claros. Isso significa que tudo o que se faz é lido de forma errada. O importante é encontrar o momento certo para sair”, revelou o dirigente italiano.

Tradicional clube da Itália, a Fiorentina já conquistou dois títulos do Campeonato Italiano (1955/1956 e 1968/1969), seis da Copa da Itália (1939/1940, 1960/1961, 1965/1966, 1974/1975, 1995/1996 e 2000/2001, um da Supercopa da Itália (1996) e um da Recopa Europeia (1960/1961). Em seu elenco já passaram diversos brasileiros como Julinho, Edmundo, Dunga e Sócrates. Seu maior artilheiro na história é o centroavante argentino Gabriel Batistuta, com 202 gols.

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