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Novíssimos sistemas de combate a laser Peresvet entram em serviço do exército russo

No início de dezembro, os sistemas de combate a laser russos Peresvet entraram em serviço operacional do exército russo, informou o jornal das Forças Armadas russas, Krasnaya Zvezda.

ubiie Redação

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“Em 1º de dezembro, os sistemas de combate a laser russos Peresvet, baseados em novos princípios físicos, entraram em serviço operacional em modo de teste”, revelou o jornal.

O vídeo da entrada em serviço operacional dos sistemas de combate a laser russos Peresvet foi publicado pelo canal russo Zvezda.

O sistema a laser Peresvet foi apresentado pela primeira vez pelo presidente russo, Vladimir Putin, em 1º de março de 2018 durante seu discurso anual perante as duas câmaras do Parlamento.

Em 19 de julho, o Ministério da Defesa da Rússia comunicou que os sistemas já tinham entrado em serviço do exército russo e sido instalados nos locais necessários.

Segundo o diretor do Centro da Análise do Comércio Internacional de Armas, Igor Korotchenko, as armas a laser russas como o sistema Peresvet são capazes de combater drones de produção industrial e caseira.

Ele revelou que, em condições atmosféricas favoráveis, quando não há nevoeiro, tempestade de areia e precipitações, ou seja, em condições ideais, os sistemas de combate a laser são bastante eficazes a eliminar drones.

“É uma de suas áreas de intervenção. Quer dizer, no futuro, qualquer base, qualquer estrutura que deva ser protegida deverá potencialmente ser equipada com armas a laser”, disse o especialista.

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Especialista da ONU: risco de conflito nuclear é o maior desde a 2ª Guerra Mundial

A diretora do Instituto das Nações Unidas para Pesquisa de Desarmamento (UNIDIR), Renata Dwan, disse que o mundo nunca esteve tão perto de cruzar o limiar nuclear desde o fim da 2ª Guerra Mundial.

ubiie Redação

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A especialista em segurança do UNIDIR, instituição autônoma criada pela Assembleia Geral da ONU em 1980, afirmou em entrevista à Reuters que os riscos de um ataque nuclear são maiores do que nunca desde o fim da última Grande Guerra, principalmente devido ao desgaste dos velhos mecanismos de controle de armas.

“Eu acho que é genuinamente uma chamada para reconhecer – e essas questões estão um pouco em falta na cobertura da mídia – que os riscos de guerra nuclear são especialmente altos agora, que os riscos do uso de armas nucleares são maiores agora do que em qualquer outro momento desde a Segunda Guerra Mundial”, declarou Dwan.

O primeiro acordo legalmente vinculante que proíbe todos os tipos de armas nucleares foi o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, que surgiu devido aos crescentes perigos de um ataque nuclear.
Em julho de 2017, o tratado foi aprovado pela Assembleia Geral da ONU por maioria de votos, mas ainda precisa ser ratificado por pelo menos 50 Estados-membros para entrar em vigor, tendo sido reconhecido, até o momento, por 23 dos 70 signatários.

Outro fator preocupante, citado por Dawn, é a corrida armamentista entre Pequim e Washington, além dos programas de modernização que estão sendo realizados por Estados com armas nucleares, o surgimento de novas tecnologias que podem ser usadas tanto para fins defensivos quanto ofensivos, bem como de novos armamentos de última geração.

Grupos militantes e milícias privadas que não cumprem a lei também fazem parte do grupo de risco crescente, devido ao sistema ultrapassado para conter a proliferação de armas.

Os EUA vêm acumulando armamento nuclear principalmente na Europa (Alemanha, Bélgica, Itália, Países Baixos e Turquia), onde armazenam suas bombas atômicas.

A presença de armas nucleares táticas americanas no continente europeu (incluindo as novas bases que estão sendo construídas na Romênia e Polônia) tem sido uma fonte de profunda preocupação para a Rússia, que considera que o treino com armamento atômico que Washington fornece aos seus aliados europeus é uma violação do tratado de não proliferação nuclear.

No início deste ano, os EUA retiraram-se do Tratado das Forças Nucleares de Alcance Intermédio (INF) – o que foi considerado como mais um golpe para a segurança global. O acordo de 1988 visava diminuir os riscos de um lançamento acidental de armas nucleares na Europa. Após a decisão de Washington, Moscou também suspendeu o cumprimento do tratado.

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UE aprova proibição de canudos e outros plásticos até 2021

A lei europeia relativa aos plásticos de utilização única é baseada na legislação da UE sobre resíduos atualmente em vigor

ubiie Redação

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A União Europeia (UE) aprovou hoje (21) formalmente a proibição, até 2021, do uso de determinados produtos de plástico de utilização única, como as canudos, varas de balões e os cotonetes.

De acordo com as novas regras aprovadas pelo Conselho da UE, entre os produtos estão também pratos e talheres.

A lei europeia relativa aos plásticos de utilização única é baseada na legislação da UE sobre resíduos atualmente em vigor. De acordo com comunicado do conselho, a legislação vai mais além, ao estabelecer normas mais rigorosas para os tipos de produtos e embalagens que se encontram entre os dez principais elementos poluentes encontrados nas praias europeias.

As novas regras proíbem a utilização de certos produtos descartáveis de plástico, para os quais existem alternativas, e introduzem medidas específicas para reduzir a utilização dos produtos descartados mais frequentemente.

Os produtos de utilização única são feitos total ou parcialmente de matéria plástica e destinam-se, em geral, a serem utilizados uma única vez ou durante um curto período de tempo antes de serem inutilizados. Os Estados-membros da UE firmaram acertaram alcançar, até 2029, o objetivo de recolhimento de 90% de garrafas de plástico, e estas terão de conter, pelo menos, 25% de material reciclado até 2025 e 30% até 2030.

A decisão de hoje do Conselho da UE é a última etapa do processo.

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Bombeiros são surpreendidos por cobras durante incêndio nos EUA (VÍDEO)

Bombeiros são chamados a apagar incêndio em casa e, ao chegarem ao local, se deparam com numerosas cobras e outros répteis.

ubiie Redação

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O comandante do Corpo de Bombeiros de Phoenix, Greg Hawk, afirmou que sua equipe ficou surpreendida ao se deparar com uma casa repleta de répteis.

“Honestamente, parecia um filme”, afirmou Hawk, ressaltando que “[…] eles estavam andando em torno de cobras, lagartos e tudo o mais”.

“Nós estávamos olhando um para o outro e dizendo: isso é uma loucura! Havia bombeiros combatendo o incêndio, lançando água contra o fogo”, enquanto outros retiravam as cobras, afirmou o comandante.

Os bombeiros tiveram que pegar as cobras e as colocar em baldes para tentar lavá-las para fora da casa, segundo o portal Az family.

Os bombeiros precisaram mudar a forma de combater o incêndio devido à presença de répteis no local. Ao invés de lutar contra o fogo do lado de fora da casa, eles combateram as chamas a partir de dentro para salvar o maior número de répteis possível.

O Corpo de Bombeiros, além de salvar as cobras, também resgatou diversos lagartos, tartarugas, cães e gatos.

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