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Cuidador morre após ser atacado por urso doméstico no Japão

No Japão, um urso-negro-asiático doméstico matou um cuidador, relata o jornal Bangkok Post.

ubiie Redação

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O incidente aconteceu em Tóquio no domingo (2). Vizinhos ouviram Soichiro Mori gritar e pedir ajuda. Ao entrarem na residência, eles viram um homem ferido na gaiola do urso e, em seguida, acionaram médicos e policiais.

O cuidador, de 56 anos, foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Posteriormente foi relatado que o urso, de 15 anos, que mede 1,3 metro e pesa 50 quilos, pertencia ao dono da casa que contratou Mori para cuidar do animal. Segundo a polícia, o homem tinha permissão para manter o urso em sua residência.

Os ursos-negros-asiáticos, que habitam por toda a Ásia, pesam de 40 a 200 quilos e crescem de 120 a 190 centímetros de comprimento. Na China, Vietnã e Mianmar os animais são criados em fazendas para a extração da bile para fins farmacêuticos.

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Japão

Japão construirá 1º porta-aviões desde Pearl Harbour: contra quem é dirigida a medida?

O Japão planeja construir o primeiro porta-aviões do país na história do pós-guerra. O navio será uma ampliação do maior porta-helicópteros da Marinha japonesa da classe Izumo. Será que estes planos correspondem à Constituição pacifista do país e contra quem poderão ser dirigidos? Analistas explicam.

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Segundo informou o canal japonês NHK, a construção do porta-aviões faz parte do programa de defesa do Japão de médio prazo, que deverá ser aprovado em dezembro.

O programa abrange o período até 2024 e se tornará o primeiro passo no afastamento da atual Constituição, que proíbe o país de ter um exército pleno, indica o especialista em assuntos japoneses do Instituto do Extremo Oriente da Academia de Ciência da Rússia, Valery Kistanov.

No âmbito do mesmo programa, o governo japonês decidiu comprar aos EUA 42 caças F-35B e está planejando adquirir mais 100 destes aviões por um valor de quase US$ 9 bilhões, segundo relatos da edição Nikkei Asian Review.

Neste contexto, já ficam mais compreensíveis os planos de Tóquio de construir um porta-aviões: ele deverá abrigar os caças furtivos americanos, sublinhou o analista no jornal russo Vzglyad. A construção do navio deverá se iniciar em 2020.

O porta-helicópteros que será transformado em porta-aviões é um navio bastante novo, tendo sido incorporado na Marinha em 2015. No momento, as forças japonesas têm dois navios da classe Izumo, os maiores da moderna frota do país. Porém, o porta-aviões a construir a partir do Izumo não será muito grande.

Apesar de, na mídia, o futuro porta-aviões ser chamado de primeiro navio deste tipo, o jornal russo lembra que, no início da Segunda Guerra Mundial, a frota japonesa contava com 10 porta-aviões, comparados com 7 dos EUA. Seis destes navios participaram do ataque japonês à base norte-americana de Pearl Harbor.
Um ano depois de Pearl Harbor, os Estados Unidos afundaram a maioria dos porta-aviões japoneses na batalha naval de Midway, recordou o ex-embaixador da Rússia no Japão, Aleksandr Panov, e desde então o país asiático não voltou a construí-los.

O artigo do Vzglyad frisa que a remilitarização do Japão não é dirigida contra os EUA nem a Rússia, mas se deve às crescentes atividades da Marinha chinesa na região, incluindo o programa de porta-aviões do país.

Para Kistanov, os japoneses previram a expansão militar chinesa e construíram seus porta-helicópteros, pensando na sua futura evolução.

“Pelas dimensões, estes navios eram comparáveis com os porta-aviões ligeiros dos países europeus, como Itália e Espanha […] Desde logo estava claro que a estrutura dos porta-helicópteros permitiria instalar no futuro aviões de decolagem e aterrissagem vertical e curta. […] Chegou a hora de transformá-los em porta-aviões porque acabou de aparecer um avião adequado, ou seja, o caça F-35 para o Corpo de Fuzileiros Navais”, explicou o analista russo Vasily Kashin.

Os planos de construir porta-aviões contradizem a Constituição japonesa, que proíbe o país de ter um exército pleno, incluindo armas ofensivas.

Porém, assinala Kashin, “as alterações na legislação introduzidas pelo governo de [Shinzo] Abe dão ao Japão o direito de autodefesa coletiva”.

Trata-se de ações militares de defesa e apoio aos aliados, isto é, aos EUA. Assim, se se desencadear um conflito em torno de Taiwan ou no mar do Sul da China, o Japão poderia tomar parte como aliado de Washington, acrescenta Kashin.

O analista acredita que Pequim não deixará sem atenção o aumento das capacidades militares pelo país vizinho: “Veremos uma reação negativa da China e o aumento de investimentos nas suas forças navais”, concluiu.

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Japão e EUA se preparam para proteger ilhas disputadas em caso de invasão chinesa

Em janeiro do ano corrente, o Japão e os EUA realizaram pela primeira vez na história exercícios teóricos “à mesa” sediados no Ministério da Defesa do Japão, em Tóquio, com a participação de três tipos de tropas, comunica a mídia japonesa.

ubiie Redação

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De acordo com a agência Kyodo, o tema do encontro foi “Defesa das Ilhas Senkaku”, o que significa que os dois países estão desenvolvendo um plano para proteger o respectivo território de uma possível invasão chinesa. Adianta-se que os exercícios contaram com a participação de funcionários da Marinha dos EUA nos oceanos Índico e Pacífico. Esta foi a primeira vez que o respectivo tema é discutido.

Segundo o cenário elaborado para os exercícios, os territórios disputados com a China são invadidos por barcos “de pesca” armados chineses. As forças policiais japonesas são insuficientes para expulsá-los e as Forças de Autodefesa do Japão entram em ação. A China reage imediatamente enviando suas tropas, isso provoca um confronto militar.

Este não é o primeiro evento visando o estreitamento dos laços militares entre os dois países — em 27 de setembro, o Japão e os EUA realizaram pela primeira vez exercícios conjuntos envolvendo um bombardeiro estratégico B-52 sobre o mar da China Oriental.

As Ilhas Senkaku são objeto de disputa entre a China e o Japão. Enquanto Tóquio afirma que tem ocupado o território desde 1895, Pequim faz lembrar que nos mapas japoneses datados de 1783 e 1785 as ilhas são marcadas como território chinês. Após a Segunda Guerra Mundial, as ilhas eram controladas por Washington e depois foram entregues ao Japão, em 1972.

Entretanto, Taiwan e a China continental consideram que ocupação japonesa das ilhas é ilegal, enquanto Tóquio considera que o governo chinês passou a se interessar por esses territórios apenas a partir da década de 70, quando se revelou que eles eram ricos em recursos minerais.

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Bilionário japonês será 1º turista espacial da empresa SpaceX

O colecionador de arte, ex-músico indie e empresário da moda de 42 anos foi anunciado nesta segunda-feira como o passageiro misterioso pelo fundador da SpaceX

ubiie Redação

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O japonês bilionário Yusaku Maezawa, famoso por desembolsar uma quantia recorde num quadro do artista Basquiat em 2017, pretende fazer história novamente ao virar o primeiro turista a orbitar a Lua.

O colecionador de arte, ex-músico indie e empresário da moda de 42 anos foi anunciado nesta segunda-feira como o passageiro misterioso pelo fundador da SpaceX, Elon Musk, na sede da empresa em Los Angeles.

Musk afirmou que a viagem será feita com o mega foguete da empresa, o Big Falcon Rocket (BFR), que ainda não está pronto.

A última vez que o homem orbitou, ou mesmo pisou na Lua, foi há 46 anos, na missão derradeira do programa Apollo da Nasa, em 1972. Apenas 24 astronautas, todos homens e americanos, já visitaram o satélite natural da Terra e apenas 12 desceram para uma caminhada lunar.

A primeira missão tripulada a orbitar a Lua aconteceu em 1968. Sete meses depois, em julho de 1969, Neil Armstrong (1930-2012) dava seu “pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade”, como declarou na época.

Maezawa tem uma fortuna avaliada em US$ 3 bilhões pela revista “Forbes”. Em 2017, apareceu na imprensa do mundo todo ao pagar US$ 110 milhões por uma pintura de Jean-Michel Basquiat (1960-1988), maior valor para uma obra de artista americano em leilão.

Além da extensa coleção de arte contemporânea, com a qual pretende abrir um museu no Japão, Maezawa é dono de um império de moda online no Japão. Sua empresa Start Today reúne uma série de lojas de roupas na internet, como a Zozotown, que declara ser a maior do país.

Recentemente, lançou um serviço digital para tirar medidas do corpo e personalizar ternos e calças.

Ele começou sua carreira como músico. Deixou de ir à faculdade para tocar com sua banda de indie rock na Califórnia e, ao voltar ao Japão em 1995, passou a vender catálogos de CDs e discos pelo correio. Excêntrico, chegou a fazer um anúncio de resultados da Start Today vestido de cogumelo, em 2010.

Na quinta-feira passada, Musk havia dado uma dica de que o passageiro misterioso poderia ser japonês. No Twitter, ele respondeu com um emoji da bandeira japonesa aos que perguntavam se seria ele próprio.Desde então o nome de Maezawa tomou conta dos rumores.

Apesar do bom momento da SpaceX, Musk passa por tempos conturbados na liderança de sua outra empresa, a Tesla. As ações da montadora de carros elétricos chegaram a cair 6 por cento no começo do mês, após Musk aparecer num programa de rádio e fumar maconha com o apresentador.

O presidente-executivo também chegou a falar numa mídia social que tinha financiamento garantido para fechar o capital da Tesla quando as ações chegassem a US$ 420 (R$ 1.741). A SEC (comissão de valores mobiliários e câmbio dos Estados Unidos) abriu um inquérito para investigar o caso.

QUER PAGAR QUANTO?

Ninguém sabe o preço do ingresso, mas há uma corrida intensa para se voltar à Lua.

A companhia de turismo americana Space Adventures, única que já levou turistas à Estação Espacial Internacional (ISS) com ajuda da agência espacial russa (oito no total), também quer embarcar seus clientes à Lua, em voos orbitais, sem pouso.

Não há previsão de quando. Uma assessora disse ao site The Verge que o preço poderia chegar a US$ 175 milhões.

O primeiro turista espacial foi o engenheiro americano Dennis Tito, 78. Ex-cientista da Nasa, teria pago a Space Adventures US$ 20 milhões para visitar à ISS, em 2001.

A Nasa paga US$ 80 milhões aos russos por cada assento na Soyuz quando precisa mandar seus astronautas à estação espacial, já que não tem nave própria desde 2011. Mas a agência espacial americana tem um projeto ambicioso, chamado Constellation, para voltar à Lua em 2020 e passar alguns meses.

Já o Brasil teria pago US$ 10 milhões para levar o astronauta Marcos Pontes à ISS, em 2006.

FOGUETE DE MUSK

No começo de 2017, Musk afirmou que a empresa levaria dois turistas pagantes ao redor da Lua até o final de 2018. Na época, comentou que usaria seu foguete reutilizável Falcon Heavy. Porém, como algumas de suas promessas, o plano não se concretizou.

Agora a ideia é utilizar outro foguete, o Big Falcon Rocket (BFR), que tem mais de duas vezes a capacidade de carga útil do Falcon Heavy (150 toneladas em uma órbita terrestre baixa), mas que ainda não está pronto.

O BFR é a menina dos olhos de Musk e sua aposta para conseguir chegar (e voltar) de Marte.

Antes disso, a SpaceX pretende usar o foguete para levar cargas e astronautas à Estação Espacial Internacional, lançar uma rede de satélites para internet de baixo custo em todos os cantos do planeta e realizar voos espaciais para destinos terrestres.

A SpaceX foi fundada há 15 anos na Califórnia. Apesar de alguns lançamentos terminarem em explosões no início, a empresa é hoje a única que consegue reutilizar seus foguetes fazendo-os retornar à Terra em pousos controlados.

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