Siga-nos

Japão

110

Tempo estimado para a leitura: 1minuto(s) e 18segundo(s).

Cuidador morre após ser atacado por urso doméstico no Japão

No Japão, um urso-negro-asiático doméstico matou um cuidador, relata o jornal Bangkok Post.

ubiie Redação

Publicado

em

O incidente aconteceu em Tóquio no domingo (2). Vizinhos ouviram Soichiro Mori gritar e pedir ajuda. Ao entrarem na residência, eles viram um homem ferido na gaiola do urso e, em seguida, acionaram médicos e policiais.

O cuidador, de 56 anos, foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Posteriormente foi relatado que o urso, de 15 anos, que mede 1,3 metro e pesa 50 quilos, pertencia ao dono da casa que contratou Mori para cuidar do animal. Segundo a polícia, o homem tinha permissão para manter o urso em sua residência.

Os ursos-negros-asiáticos, que habitam por toda a Ásia, pesam de 40 a 200 quilos e crescem de 120 a 190 centímetros de comprimento. Na China, Vietnã e Mianmar os animais são criados em fazendas para a extração da bile para fins farmacêuticos.

0
0
Clique para comentar
Publicidade

Japão

Criatura gigante encontrada no Japão pode ser prenúncio de desastres naturais (FOTOS)

Segundo crenças japonesas, o peixe-remo vem à superfície antes de acontecer um terremoto. Essa espécie marinha é mais conhecida no arquipélago nipônico como o “mensageiro do palácio do deus do mar”.

ubiie Redação

Publicado

em

Depois da descoberta de três peixes-remo nos últimos dez dias na baía de Toyama, os japoneses estão apreensivos quanto à iminência de um desastre natural, acreditando que os peixes, que vivem em águas profundas, são prenúncio de terremotos e tsunamis.

View this post on Instagram

#うおすいレア生物 #またまた❗️ #リュウグウノツカイ 昨日、魚津市経田の海岸でリュウグウノツカイが打ち上げられているのが発見されました❗️全長は323cm。 富山湾では今年度5例目です。 あいにく今回発見されたものは 鳥につつかれ損傷が激しかったので、解剖などを行い研究用にしました。 前回獲れたリュウグウノツカイは 2/2(土)と2/3(日)の2日間限定で展示しますよ⤴⤴ 全長394.8cm。 今回はタッチOK🙆‍♂️ 深海魚ファンは見逃せませんよね〜🙌🙌 #幻の魚 #oarfish #deepsea #nature #beautiful #魚 #珍魚 #さかな #魚津水族館公式 #魚津水族館 #水族館 #富山 #uozuaquarium #aquarium #uozuaquariumofficial #限定 #レア #魚津 #経田 #背ビレ腹ビレ美しい #花魁

A post shared by 魚津水族館 公式 (@uozuaquarium_official) on

Relata-se que dois peixes-remo apareceram na mesma costa, enquanto o terceiro, com aproximadamente quatro metros de comprimento, ficou preso em uma rede de pesca no porto de Imizu. A espécie, caracterizada por longos corpos prateados e barbatanas vermelhas, raramente é vista na superfície.

Não é a primeira vez que os peixes-remo aparecem nas costas japonesas. Antes do grande terremoto que abalou o nordeste do Japão em 2011, cerca de vinte desses peixes foram encontrados nas praias da região.

View this post on Instagram

#フィールド 昨日、新湊の定置網でリュウグウノツカイが捕獲されました‼️ サイズは394.8cmで、魚津水族館の記録では4番目の大きさです😁 綺麗な個体なので、 2/2(土)と2/3(日)の2日間限定で展示予定です! 展示中はリュウグウノツカイに触ることができるので、どんな触り心地か確かめてみよう✨ #うおすいレア生物 #リュウグウノツカイ #触ると指が銀色になる#タッチOK #幻の魚 #oarfish #deepsea #nature #beautiful #魚 #珍魚 #さかな #魚津水族館公式 #魚津水族館 #水族館 #富山 #uozuaquarium #aquarium #uozuaquariumofficial #限定 #レア #新湊#新湊漁協

A post shared by 魚津水族館 公式 (@uozuaquarium_official) on

A presença dos peixes-remo na costa japonesa divide as opiniões dos cientistas: uns alegam que não é comprovada a relação entre o avistamento desses peixes e terremotos, outros admitem que é possível que essas espécies pressintam desastres naturais.

0
0
Continuar lendo

Japão

A gigantesca ‘catedral’ subterrânea que protege Tóquio de inundações

Um sistema complexo de barragens, diques e túneis defende a capital do Japão do aumento do nível da agua. Mas será capaz de enfrentar as mudanças climáticas?

ubiie Redação

Publicado

em

Na cisterna do reservatório que mais parece um templo, pilastras de 500 toneladas sustentam o teto

Cecilia Tortajada se lembra de descer uma longa escadaria até se deparar com uma das maravilhas da engenharia do Japão, um enorme tanque de água que faz parte do sistema de defesa de Tóquio contra inundações.

Quando finalmente chegou ao fundo do reservatório, se viu entre dezenas de pilastras de 500 toneladas que sustentam o teto. Na cisterna que mais parece um templo, ela conta que se sentiu “insignificante”.

“Você se vê apenas como uma pequena parte diante desse sistema gigantesco”, recorda Tortajada, especialista em gerenciamento de água da Escola de Políticas Públicas Lee Kuan Yew, em Cingapura.

“E percebe o quão bem preparado Tóquio está.”

Se o Japão é um destino de peregrinação para especialistas em desastres e gestão de risco, como ela, este é um de seus principais templos.

A chamada “catedral”, escondida a 22 metros de profundidade, faz parte do Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana, um sistema de 6,3 quilômetros de túneis e câmaras cilíndricas imponentes que protegem o norte de Tóquio de inundações.

Nas últimas décadas, a capital japonesa aperfeiçoou a arte de lidar com tempestades, tufões e enchentes em rios de águas turbulentas, o que fez com que seu intrincado sistema de defesa contra inundações se transformasse numa maravilha global. Mas o futuro parece incerto diante das mudanças climáticas e da alteração nos padrões de chuva.

A luta de Tóquio contra enchentes remonta à sua história. A cidade está localizada em uma planície cortada por cinco sistemas fluviais turbulentos e dezenas de rios individuais que aumentam naturalmente de volume a cada ano.

A urbanização intensa, a rápida industrialização e extração de água imprudente, que levaram algumas regiões a afundar, acentuaram a vulnerabilidade da cidade.

“Eu não sei quem decidiu construir Tóquio naquele lugar”, brinca Tortajada, que trabalha na área de gestão hídrica há mais de duas décadas.

Mesmo que o Japão tenha lidado com enchentes durante séculos, o sistema anti-inundação atual de Tóquio começou realmente a ganhar forma no pós-guerra.


Os rios de Tóquio podem representar uma grave ameaça em temporada de chuvas fortes

O tufão Kathleen atingiu a capital japonesa em 1947, destruindo cerca de 31 mil casas e matando 1,1 mil pessoas; uma década depois, o tufão Kanogawa (também conhecido como Ida) devastou a cidade com 400mm de chuva em uma semana. Ruas, casas e empresas foram inundadas.

Em meio às consequências catastróficas, o governo japonês intensificou os investimentos nesta área.

“Mesmo nos anos 1950 e 1960, quando os japoneses estavam se recuperando da guerra, o governo estava investindo de 6% a 7% do orçamento nacional em desastres naturais e redução de riscos”, explica Miki Inaoka, especialista em desastres da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA, na sigla em inglês).

Os planejadores urbanos precisam estar atentos aos diferentes tipos de inundação em Tóquio. Se chover forte na nascente de um rio, talvez ele transborde e alague comunidades mais abaixo. Um temporal pode desafiar o sistema de drenagem da região. A maré alta ou um tsunami podem ameaçar o litoral. E se um terremoto destruir uma represa ou um dique?

Após décadas de planejamento para os cenários acima e obras ininterruptas, Tóquio possui hoje dezenas de barragens, reservatórios e diques. Se cortarmos a superfície da capital japonesa, como fazemos com um bolo de aniversário, você vai encontrar um labirinto subterrâneo de túneis junto a linhas de metrô e gasodutos que cruzam a cidade.

Avaliado em US$ 2 bilhões, o Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana, com sua “catedral”, é um dos feitos de engenharia mais impressionantes da capital. Concluído em 2006 após 13 anos de obras, é a maior instalação para controle de fluxo de água do mundo, resultado das ações contínuas para modernização de Tóquio.

“O Japão é um país que acredita no aprendizado”, diz Tortajada, que visitou o canal em 2017.

“Isso torna a cidade um caso muito interessante para estudo.”

O canal drena a água de rios de pequeno e médio porte no norte de Tóquio e bombeia para o Rio Edo, que aguenta o volume com mais facilidade.

Quando um desses rios transborda, a água vai para um dos cinco tanques cilíndricos de 70 metros de altura espalhados ao longo do canal.

Cada reservatório é grande o suficiente para abrigar um ônibus espacial ou até mesmo a Estátua da Liberdade. Eles estão interligados por meio de uma rede de 6,3 quilômetros de túneis subterrâneos.

À medida que a água se aproxima do Rio Edo, a “catedral” que Tortajada visitou reduz seu fluxo, para que o sistema possa bombeá-la para o rio.

Um exercício mental pode explicar a força do Canal Subterrâneo de Escoamento. Imagine uma piscina padrão de 25 metros, cheia até a borda, conectada às bombas de 13 mil cavalos de potência que liberam a água do canal. Se as bombas forem acionadas, seriam necessários apenas dois ou três segundos para esvaziar a piscina, já que elas são capazes de bombear 200 toneladas de água por segundo.

“É como um cenário de ficção científica”, diz Inaoka, da JICA, cujo trabalho envolve a colaboração de especialistas de países em desenvolvimento para compartilhar os conhecimentos do Japão.

Ela reconhece, no entanto, que as alterações nos padrões das chuvas vão desafiar a infraestrutura de Tóquio. A mudança climática torna muito difícil planejar com antecedência, diz ela.

Com base nos registros históricos de chuvas, as autoridades de planejamento urbano projetaram os sistemas de defesa de Tóquio para resistir a até 50 milímetros de chuva por hora, especialmente em áreas onde há concentração de moradores e propriedades. Mas o que era considerado normal há 50 anos, não é mais.


As bombas no Canal de Escoamento podem esvaziar uma piscina de 25 metros em menos de três segundos

Assim como em outras partes do mundo, o número de dias com forte precipitação aumentou nos últimos 30 anos, diz a Agência Meteorológica do Japão, um sinal de que os padrões estão mudando. Algumas estimativas sugerem que, no século 21, poderia haver um acréscimo de 10% na incidência de chuvas no país. No verão, esse número pode chegar a 19%.

O Departamento de Obras do Governo Metropolitano de Tóquio afirma estar ciente dessas mudanças e elevou os critérios de precipitação como resposta.

Em pelo menos três áreas, os projetos agora são desenvolvidos para suportar entre 65mm e 75mm de chuva por hora. Mas especialistas como Nobukuyi Tsuchiya, ex-chefe de engenharia civil da divisão de Edogawa, em Tóquio, afirmam que as autoridades estão demorando muito tempo discutindo o que fazer.

“Infelizmente, a ação de controle de enchentes tendo em vista a mudança climática ainda não foi implementada no Japão”, diz Tsuchiya, diretor do Centro de Pesquisas de Rios do Japão.

Em seu livro de 2014, Shuto Suibotsu (“Capital Submersa”, em tradução livre), Tsuchiya avisa que Tóquio não está preparada para lidar com os aguaceiros que poderiam chegar com o aquecimento global. Nas áreas baixas da cidade, cerca de 2,5 milhões de pessoas poderiam ser afetadas por inundações, no caso de um aumento recorde no nível da água, e o destino delas deveria ser uma grande prioridade em termos de planejamento, segundo o especialista japonês.

No início de 2018, as fortes chuvas mataram centenas de pessoas e causaram prejuízos econômicos da ordem de milhões no oeste do Japão, à medida que os rios transbordavam. Se isso acontecesse em Tóquio, diz Tsuchiya, a cidade seria devastada.

Esse risco não é exclusividade de Tóquio. Grandes cidades como Nova York, Xangai e Bangcoc se tornarão cada vez mais vulneráveis a inundações e tempestades como resultado da mudança climática e, assim como a capital do Japão, a maioria está avaliando diversas opções e trabalha lentamente para criar novos sistemas de defesa.

O plano de adaptação às mudanças climáticas de Londres, por exemplo, coloca as enchentes como sua principal ameaça, já que um quinto da cidade fica na região do Rio Tâmisa, sujeita a inundações. A área é bem protegida por diques e pela barragem do Tâmisa, no leste da cidade, mas os planejadores urbanos acreditam que pode chegar um momento em que esses mecanismos de segurança não sejam suficientes.

Em Cingapura, Cecilia Tortajada e outros especialistas estão trabalhando para proteger a cidade-Estado do aumento do nível da água nos próximos anos. O Departamento de Obras e Construção local encomendou recentemente um estudo para preparar uma estrutura nacional de proteção costeira e novas medidas a serem introduzidas anualmente.

Mas todo mundo está de olho em Tóquio, tentando avaliar quão bem os tufões e as chuvas de verão desafiam seus mecanismos de defesa.

“Se um país tão preparado quanto o Japão está sofrendo, e uma cidade como Tóquio sofre, todos nós deveríamos estar atentos”, afirma Tortajada.

0
0
Continuar lendo

Japão

Japão quer tornar produção de hidrogênio mais barata que a de gás natural

O Japão planeja reduzir os custos da produção de hidrogênio em pelo menos 90% com o objetivo de torná-lo competitivo diante do gás natural e promover a energia limpa, disse, nesta quarta-feira (23) o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

ubiie Redação

Publicado

em

“Meu governo pretende reduzir o custo da produção de hidrogênio em pelo menos 90% até 2050 para torná-lo mais barato que o gás natural”, disse Abe.

Em outubro, ministros e oficiais de governo de cerca de 20 países se reuniram em Tóquio para discutir fontes alternativas de energia. Eles concordaram em aumentar o uso de hidrogênio através do compartilhamento de tecnologia.

O hidrogênio tem lentamente ganhado a atenção do público como uma fonte alternativa de energia — não produz gases estufa e pode ser gerado por biomassa, combustíveis fósseis ou através da eletrólise da água, através da eletricidade.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
110,74
JPY +0,03%
3,77
BRL +0,01%
1EUR
Euro. European Union
=
125,65
JPY +0,08%
4,28
BRL +0,06%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
432.869,78
JPY –0,12%
14.729,95
BRL –0,14%

Tokyo
11°
Mostly Cloudy
FriSatSun
min 6°C
13/2°C
12/6°C

São Paulo
21°
Cloudy
FriSatSun
28/21°C
31/23°C
32/23°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana