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Filha de brasileiros, jovem e namorado são encontrados mortos nos EUA

Os dois jovens estavam gripados naquela semana e tomavam medicação com prescrição médica

ubiie Redação

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Os dois jovens estavam gripados naquela semana e tomavam medicação com prescrição médicaFilha de brasileiros, Michelle Avila de 23 anos, e Christian Kent, 20, foram encontrados mortos na residência dos pais, Paulo e Adriana Avila, na Califórnia.

O pai de Michelle, surfista brasileiro, relatou a um portal de notícias local que os dois jovens estavam gripados naquela semana e tomavam medicação com prescrição médica. Paulo Avila contou ainda ao ‘Coast Report Online’ que Michelle, antes de sair com o namorado naquela noite avisou que não tinha intenção de consumir bebida alcoólica naquela noite.

O casal saiu da casa dos pais por volta das 10h da noite e voltou em torno da meia noite e meia. Michelle foi ao quarto dos seus pais avisar que havia chegado e foi dormir.

No outro dia de manhã a mãe da jovem disse que viu a porta do quarto fechada quando saiu para trabalhar mas não estranhou. Quando ela voltou para casa as quatro da tarde encontrou os dois já sem vida.

“Dois jovens lindos. Os dois morreram abraçando um ao outro”, contou o pai. Michelle e Christian eram universitários e surfistas.

A polícia local disse que levará de três a quatro meses até que os exames toxicológicos do casal seja concluído.

O pai de Michelle acredita ter sido um acidente: “Ela era uma querida. Estava sempre ajudando os amigos. Isto não foi algo do qual eles estavam planejando, foi um acidente.”

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Crise obriga venezuelanos a enterrar parentes em casa

O relato comovido de Willy Olmedo, 25, do município de Sucre, na região metropolitana de Caracas, à Folha de S.Paulo, resume a crise humanitária no país

ubiie Redação

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Reflexos da crise humanitária em que está mergulhada a Venezuela são sentidos até na hora de os venezuelanos enterrarem os parentes.

“Levei cinco dias para juntar dinheiro para recolher o corpo do meu pai do necrotério, outros sete para achar um espaço no cemitério. Quando não tinha mais como pedir dinheiro a parentes e amigos para mais nada, decidi que faríamos, com meus irmãos, um caixão com cartolina. Mas foi tudo com muito amor e oração, sei que ele agora finalmente está em paz.”

O relato comovido de Willy Olmedo, 25, do município de Sucre, na região metropolitana de Caracas, à Folha de S.Paulo, resume alguns desses percalços.

“Aqui mesmo já vi alguns sendo enterrados em lençóis, coisa que só tinha escutado que estava acontecendo no interior, agora chegou aos subúrbios de Caracas”, diz.

Se entre os estratos mais pobres da população falta dinheiro para tirar o corpo de um necrotério público – trâmite antes gratuito, mas hoje sujeito à cobrança de subornos -, conseguir espaço num cemitério e até comprar um caixão simples, entre os de classe média ou mais endinheirados o problema passa também por outros procedimentos, como cremar ou embalsamar. Muito comum também se tornaram as profanações de sepulturas, atrás de objetos de valor, e o roubo das placas de ouro ou bronze.

“Tiraram as placas com o nome de todos os meus familiares. Tivemos de reunir os parentes aqui para fazer um mapa baseado em nossas lembranças para lembrar quem está onde. Foi muito doloroso, como reviver cada funeral”, diz Norma Herrera, 52, ao mostrar à reportagem o lote da família, com buracos nos locais das placas, no tradicional Cementerio del Este.

Se no começo as cremações passaram a ser comuns, por conta dos custos de um funeral tradicional, agora nem estas podem ser feitas em todos os estados do país. Em Zulia, por exemplo, como reportou a Reuters, Angelica Vera, 27, não pôde cremar o pai, por falta de gás no cemitério local.

“Essas coisas fazem que a tragédia da morte continue acentuando a tristeza da ausência de um parente”, conta Herrera, enquanto mostra, caminhando pelo cemitério caraquenho, algumas sepulturas com o cartaz: “Esta aqui já foi violada”.

“Quase coloquei um cartaz assim na nossa. Porque não basta recolocar as placas, reformar sepulturas, se você pode ter de enfrentar isso tudo de novo”, disse Herrera.

Com a inflação projetada pelo FMI em 1.000% para este ano e a crise gerada pela falta de papel-moeda no mercado, há uma busca extra por metais e pedras preciosas.

Além da migração para as regiões de mineração do país, outra fonte para obtê-los é por meio do roubo de joias, pedras preciosas, bancos que guardam ouro e, por que não, violação de sepulturas e roubos de placas em lápides.

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Brasileira é agredida por quatro portugueses em Lisboa: ‘Impunidade’

“Isso nunca tinha acontecido comigo, mas já presenciei agressões contra brasileiros” conta a jovem

ubiie Redação

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A estudante Sophia Velho, de 26 anos, relatou uma agressão que sofreu no último dia 28 de novembro em Lisboa, Portugal. A jovem contou ao O Globo que devido ao trauma sofrido, demorou uma semana para conseguir falar sobre o episódio.

Sophia levou uma amiga que viajava pela europa para um bar que já tinha frequentado algumas vezes ‘Loucos e Sonhadores’, na Rua da Rosa, no Bairro Alto. Ao chegar no local ela escutou uma portuguesa que criticava as brasileiras, dizendo vários xingamentos. Mesmo depois de reclamar das ofensas, a portuguesa teria continuado a falar mal das brasileiras, dizendo que são ‘vadias’ e que vão a Portugal para ‘roubar os homens’ das portuguesas. Segundo o relato alguns amigos que estavam com ela riam da situação.

“Numa hora minha amiga foi levantar e a menina começou a proferir várias ofensas. Eu então intervi: “Como é que é? Eu sou brasileira!”. Ela disse que não imaginou que eu fosse brasileira, pensou que fosse inglesa. Continuou rindo e falando mal dos brasileiros, fazendo piadas sobre como as brasileiras querem roubar os homens das portuguesas, coisas horríveis. Eu levantei e fui até funcionários avisar que ela me xingou, mas nada aconteceu. Peguei meu casaco e saí com minha amiga” disse a estudante ao O Globo.

Ela conta que em seguida a portuguesa que fazia os xingamentos foi atrás dela e lhe acertou um soco, fazendo com que caísse no chão.

“Outros garotos me seguraram, eram três ou quatro que estavam com ela. Eu disse: “Me larga!”, mas eles começaram a bater em mim e caí de novo. Depois vi que estavam levando minha amiga de volta pro bar. Entrei de novo no bar, mas um garçom me jogou para fora, bati com o rosto numa pedra de paralelepípedo e ficou roxo” continuou.

A polícia foi chamada ao local, mas Sophia Velho conta que não recebeu nenhuma assistência por parte deles. A estudante conta ainda ter recebido dois pontos no rosto feitos por uma amiga médica. Ela conta que não fez o boletim de ocorrência, já que os policiais nem a escutaram.

“Isso nunca tinha acontecido comigo, mas já presenciei agressões contra brasileiros e muitos angolanos e brasileiros vieram me contar outros casos. Quando contei para minha mãe, ela ficou desesperada, queria eu pegasse um voo para Porto Alegre logo no dia seguinte. Mas estou a um mês de terminar a graduação, então continuei. Acho que estar prestes a voltar para o Brasil me motivou a falar sobre o que aconteceu. Levei uma semana para falar, mas foi preciso. A sensação que passa de um episódio como esse é de impunidade total.”

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Itália: seis morrem e mais de 100 ficam feridos após confusão em boate

O incidente ocorreu em uma casa noturna, em Corinaldo, na costa central do Adriático, onde um rapper italiano se apresentava

ubiie Redação

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inco pessoas, que se acredita serem adolescentes, estão entre os seis mortos após um tumulto em uma boate italiana, na madrugada deste sábado (8), segundo a polícia. O incidente ocorreu em uma casa noturna, em Corinaldo, na costa central do Adriático, onde um rapper italiano se apresentava, disse o chefe de polícia Oreste Capocasa.

Autoridades disseram que as pessoas correram para as saídas depois que alguém borrifou uma substância nociva semelhante ao spray de pimenta à 1h, horário local (12h no horário de Brasília).

Três meninas, dois meninos e uma mãe, que acompanhava a filha, foram mortos em pânico, disse Capocasa. O jornal italiano La Repubblica diz que cerca de 120 pessoas ficaram feridas, incluindo 35 que foram levadas para o hospital com cerca de dez em uma condição com risco de morte.

As idades das vítimas ainda não foram reveladas. Relatórios locais sugerem que cerca de mil pessoas estavam na boate Lanterna Azzurra para uma apresentação da rapper italiana Sfera Ebbasta.

O serviço de bombeiros disse no Twitter: “A causa pode ter sido a dispersão de uma substância pungente, os jovens fugiram e pisotearam uns aos outros. “Infelizmente, seis pessoas morreram e dezenas ficaram feridas”.

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