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Descobertas ossadas de seres humanos antigos com anomalias misteriosas (FOTO)

Um antropólogo da Universidade de Washington revelou que entre as ossadas de pessoas do Plistoceno há muitos exemplares com “anomalias de desenvolvimento”, comunicou o portal Phys.org.

ubiie Redação

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Plistoceno abrange o período entre 2,588 milhões e 11,7 mil anos atrás. Segundo pesquisas prévias, trata-se do período em que seres humanos anatomicamente modernos surgiram na África e partiram do continente para dominar novos territórios.

De acordo com o pesquisador Erik Trinkaus, o Plistoceno se destaca também pelo aparecimento de uma ampla variedade de deformações físicas em espécies de Homo, dentre elas a nossa — Homo sapiens.


Ossadas de seres humanos da época de Plistoceno

O antropólogo examinou 66 fósseis de até 200 mil anos atrás, do Oriente Médio e da Eurásia, reparando em uma quantidade grande de alterações anatômicas, tais como distorções de braços e pernas e deformações de crânios e maxilares.

Foram reveladas 75 anomalias, podendo dois terços delas ser encontrados em um por cento dos humanos modernos, segundo Phys.org. O antropólogo Erik Trinkaus defende que as anormalidades surgiram devido a doenças, tais como distúrbios sanguíneos ou hidrocefalia, e sugeriu que o número de deformações seja extremamente alto em um grupo tão pequeno de fósseis.

Erik Trinkaus vê cruzamento consanguíneo ou acasalamento de indivíduos que são geneticamente próximos como propulsor das deformações, acrescentando que há grandes chances de pessoas deformadas terem recebido um cuidado especial na hora de ser enterradas, fazendo com que fósseis fossem preservados até hoje.

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Ilha de Páscoa: pesquisadores desvendam enigma de localização dos moais

Pesquisadores, liderados pelo professor Carl Lipo da Universidade de Binghamton de Nova York, afirmaram ter descoberto o segredo da localização dos moais na ilha de Páscoa, comunicou a revista PLOS ONE.

ubiie Redação

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Os moais, monumentos também conhecidos como Cabeças da Ilha de Páscoa, são as mais de 887 estátuas gigantescas de pedra na Ilha de Páscoa, no Chile, que foram construídas entre 1250 e 1500 pelo povo rapanui.

Segundo o jornal The Guardian, pesquisadores analisaram localizações de 93 plataformas megalíticas chamadas ahu, sobre as quais se situa a maioria das famosas estátuas.

A equipe se concentrou na zona leste da ilha, onde importantes e diversos recursos estavam bem mapeados: rochas, água doce, lugares de plantações e pesca. Afinal, chegaram à conclusão de que as estátuas se encontram perto da água doce e outros recursos vitais.

“Isso demostra que as localizações das estátuas não são um estranho lugar ritual — [os ahu e moais] representam um ritual simbólico, mas estão integrados na vida da comunidade”, comentou Carl Lipo.

O autor do estudo afirmou que a água potável é essencial para as comunidades, não sendo prático caminhar quilômetros para tomá-la. Além disso, a sua descoberta explica por que os moais se encontram tanto na costa, como no interior da ilha.

Estudos anteriores também sugeriam que a localização das estátuas da Ilha de Páscoa poderia ter sido escolhida por causa da proximidade de recursos-chave, porém a equipe científica de Carl Lipo declara que o seu trabalho é a primeira tentativa de analisar estas hipóteses.

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Cientistas finalmente revelam enigma do Ieti, o Abominável Homem das Neves

Durante décadas, entusiastas vêm tentando provar através de fotos, vídeos e evidências que o Abominável Homem das Neves existe. Entretanto, cientistas analisaram as amostras de evidências e descobriram o que elas realmente são.

ubiie Redação

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Em 2003, na ilha indonésia de Flores, descobriram os restos mortais de um homem antigo de uma espécie desconhecida — o Homo floresiensis. O crânio dos povos da ilha, que foram apelidados de hobbits, comparado com o de uma pessoa moderna, era três vezes menor e eles possuíam uma estatura média de um metro.

O editor-chefe da revista Nature, Henry Gee, chegou a escrever que a descoberta desse povo, que vivia ainda há 50 mil anos, pode apoiar a hipótese da existência do Homem das Neves.

O Ieti, ou Abominável Homem das Neves, é uma suposta espécie antiga de hominídeo que habitava (e talvez ainda habite) as montanhas da Ásia Central, a América do Norte e o Cáucaso. Acredita-se que seja semelhante ao gigantopithecus, o maior primata que viveu na Ásia há nove milhões de anos.

No início da década de 50, a lenda sobre o Ieti começou a se espalhar devido a testemunhas que alegaram ter visto a misteriosa criatura nas montanhas do Himalaia. Desde então, várias expedições científicas foram realizadas, mas nenhum cientista jamais viu o Homem das Neves, enquanto os restos de indivíduos fornecidos por entusiastas levantavam dúvidas.

Em 2014, uma equipe internacional de cientistas decidiu esclarecer a questão e realizou a análise de DNA de trinta diferentes amostras de pelos que supostamente pertenciam à criatura. Desvendou-se que, entre os animais identificados, havia cachorros, antílopes e ursos, de regiões distintas. Duas amostras recolhidas no Himalaia coincidiram geneticamente com o DNA extraído do osso de um fóssil de urso polar do arquipélago de Spitsbergen (região ao norte da Noruega). No entanto, as amostras estudadas indicavam, em todos os indícios, que a criatura morreu há menos de cinquenta anos.

O enigma foi explicado pelos pesquisadores da seguinte forma: os antigos ursos polares e seus parentes marrons podiam cruzar entre si, e alguns de seus descendentes que vivem hoje no Himalaia possuem um pedaço do genoma do seu ancestral polar.

Cientistas sugeriram que o DNA do pelo pode estar danificado, o que geralmente acontece com amostras antigas. Também não se exclui que a amostra possa pertencer a animais de quatro patas e não a um macaco humanoide.
Em 2017, um grupo de biólogos examinou novamente várias dezenas de amostras de pele, pelos, ossos e fezes, que supostamente pertenceram a um Homem das Neves, e compararam com amostras de ursos do Himalaia. Desta vez, foi realizada uma análise do DNA mitocondrial, que é transmitido para a prole ao longo da linha materna.

Comparando o DNA, os pesquisadores descobriram que, com exceção de um dos ossos que pertencia a um cachorro, todos os outros pertencem a ursos que vivem nas montanhas do Himalaia.

Dessa forma, o mistério do Abominável Homem das Neves foi finalmente revelado e, devido às análises, foi possível desvendar outra questão — o pedigree dos ursos pardos (Ursus arctos). Descobriu-se que a espécie tibetana (Ursus arctos pruinosus) se separou de seus parentes há cerca de 340 mil anos, enquanto a euroasiática e a americana — há 140 mil anos.

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‘Pirâmide’ descoberta na Indonésia pode ser a mais antiga do mundo

Uma pirâmide que pode ser a mais antiga encontrada até o momento no mundo foi descoberta no cume do monte Padang, em Java Ocidental, na Indonésia.

ubiie Redação

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Uma equipe de cientistas e geólogos indonésios apresentou no dia 12 de dezembro a descoberta de uma estrutura piramidal. A estrutura está localizada debaixo de um sítio arqueológico descoberto no início do século XIX, e abriga filas de pilares de pedra antigos.

Com o uso de radar de penetração no solo, tomografia de raios X, imagens 2D e 3D, perfurações e escavações, os pesquisadores descobriram várias camadas de uma estrutura que se estende por uma área de cerca de 150 mil metros quadrados. A pirâmide teria sido construída ao longo de milênios, as várias camadas representam diferentes períodos.

Na parte superior da pirâmide há pilares de basalto que emolduram terraços escalonados com arranjos de colunas rochosas “formando paredes, passagens e espaços”. Segundo os pesquisadores, essa camada remonta de 3.000 a 3.500 anos atrás.

Abaixo da superfície, a uma profundidade de cerca de 3 metros, há uma segunda camada de colunas rochosas semelhantes com idades entre 7.500 e 8.300 anos. Uma terceira camada, que se estende a 15 metros abaixo da superfície, tem mais de 9.000 anos, podendo mesmo ter até 28.000 anos, indica o estudo. Se esses dados forem confirmados, seria a mais antiga estrutura piramidal conhecida até hoje.

Embora a estrutura se assemelhe a uma pirâmide, ela é diferente das pirâmides construídas pelos maias, esclareceu ao Live Science Danny Hilman Natawidjaja, cientista do Instituto de Ciências da Indonésia.

“É um templo único”, disse Natawidjaja.

Atualmente as pessoas usam o topo do monte Padang como um lugar sagrado para oração e meditação.

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