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Descobertas ossadas de seres humanos antigos com anomalias misteriosas (FOTO)

Um antropólogo da Universidade de Washington revelou que entre as ossadas de pessoas do Plistoceno há muitos exemplares com “anomalias de desenvolvimento”, comunicou o portal Phys.org.

ubiie Redação

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Plistoceno abrange o período entre 2,588 milhões e 11,7 mil anos atrás. Segundo pesquisas prévias, trata-se do período em que seres humanos anatomicamente modernos surgiram na África e partiram do continente para dominar novos territórios.

De acordo com o pesquisador Erik Trinkaus, o Plistoceno se destaca também pelo aparecimento de uma ampla variedade de deformações físicas em espécies de Homo, dentre elas a nossa — Homo sapiens.


Ossadas de seres humanos da época de Plistoceno

O antropólogo examinou 66 fósseis de até 200 mil anos atrás, do Oriente Médio e da Eurásia, reparando em uma quantidade grande de alterações anatômicas, tais como distorções de braços e pernas e deformações de crânios e maxilares.

Foram reveladas 75 anomalias, podendo dois terços delas ser encontrados em um por cento dos humanos modernos, segundo Phys.org. O antropólogo Erik Trinkaus defende que as anormalidades surgiram devido a doenças, tais como distúrbios sanguíneos ou hidrocefalia, e sugeriu que o número de deformações seja extremamente alto em um grupo tão pequeno de fósseis.

Erik Trinkaus vê cruzamento consanguíneo ou acasalamento de indivíduos que são geneticamente próximos como propulsor das deformações, acrescentando que há grandes chances de pessoas deformadas terem recebido um cuidado especial na hora de ser enterradas, fazendo com que fósseis fossem preservados até hoje.

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Ruído ‘apocalíptico’ retumbante na Eslováquia gera pensamentos conspiratórios (VÍDEO)

A origem deste fenômeno sonoro até o momento é incerta, algumas pessoas sugerem que isto pode ser consequência de experimentos de controle climático atribuídos ao famoso programa HAARP ou uma brincadeira muito sofisticada.

ubiie Redação

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Um fenômeno muito estranho consistindo de um barulho retumbante acompanhado por formações de nuvens peculiares foi recentemente observado e gravado na Eslováquia.

Martin Mikaus, que publicou o vídeo no YouTube, afirma que “este som misterioso pode ser ouvido antes ou depois do maior terremoto do mundo”.

“Talvez isso tenha a ver com o movimento das placas tectônicas”, disse ele, adicionando que algo muito estranho está passando nos últimos anos na atmosfera do planeta.

Algumas pessoas sugeriram que a causa deste barulho misterioso pode estar relacionada com o Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP, na sigla em inglês), uma investigação financiada pela Força Aérea e Marinha dos EUA, junto com a Universidade do Alasca, com o propósito de entender os processos ionosféricos.

Segundo o Daily Star, muitos adeptos das teorias da conspiração “acreditam que o governo dos EUA já está usando o HAARP para controlar ocorrências meteorológicas com o uso de chemtrails.

Um usuário comentou por baixo do vídeo que este fenômeno misterioso é apenas uma brincadeira e o este efeito sonoro foi adicionado ao vídeo com a ajuda do software Audacity.

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Linha quase perfeita: construção da Grande Pirâmide do Egito é exposta como nunca antes

Usando parte do relógio solar que possibilita a projeção da sombra, os egípcios teriam seguido o caminho do Sol ao longo do dia para projetar linhas perfeitas de leste a oeste.

ubiie Redação

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Construtores do Antigo Egito poderiam ter usado sombras projetadas durante o equinócio para alinhar a Grande Pirâmide de Gizé, de 4.500 anos, com os pontos cardeais, norte-sudeste-oeste, explicou o arqueólogo Glen Dash ao portal Live Life.

A nova teoria poderia revelar, finalmente, como os egípcios alinharam as paredes das pirâmides com tanta precisão.

Segundo o estudo, os antigos egípcios criaram pontos de referência a partir da posição do Sol durante o equinócio de outono, dia entre os solstícios de verão e de inverno, quando o dia e a noite duram o mesmo.

Usando parte do relógio solar que possibilita a projeção da sombra conhecida como gnômon, os egípcios teriam seguido o caminho do Sol ao longo do dia para projetar linhas perfeitas de leste a oeste, de acordo com Dash, pesquisador que usou o mesmo método.
“Os construtores da Grande Pirâmide de Quéops [também conhecida como a Grande Pirâmide de Gizé] alinharam o grande monumento com os pontos cardeais a uma precisão de mais de quatro minutos de arco ou a um quinto do grau”, disse o arqueólogo.

Usando Sol para contornar precisamente

Segundo revela o arqueólogo, outras pirâmides do Egito, incluindo a de Quéfren e a Vermelha, compartilham o mesmo grau de precisão em seu alinhamento com os pontos cardeais:

“As três pirâmides têm o mesmo tipo de erro, voltam-se ligeiramente para a esquerda a partir dos pontos cardeais.”

Esta técnica só funciona no equinócio de outono, devido à inclinação específica da Terra naquele dia. Os egípcios poderiam ter calculado o dia do equinócio de outono contando 91 dias após o solstício de verão.

Segundo o pesquisador, tudo o que os engenheiros das pirâmides precisariam era “um dia claro e ensolarado, como a maioria dos dias em Gizé”, para traçar as paredes do monumento.
No entanto, o arqueólogo admitiu que os egípcios poderiam ter usado outros métodos relacionados à posição do Sol ou das estrelas para alinhar as pirâmides, uma vez que até agora não foram encontrados documentos que confirmem uso de qualquer método específico.

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Asteroide ou vulcões? Paleontólogos expõem quem foi o ‘assassino’ dos dinossauros

Erupções vulcânicas do planalto de Decã, na Índia, presumivelmente relacionadas com a extinção dos dinossauros, começaram quase simultaneamente com a queda do asteroide na península de Iucatã (México), o que explicaria mais uma vez sua “culpa” no desaparecimento da fauna no período Mesozóico, segundo cientistas.

ubiie Redação

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“Agora podemos dizer com grande certeza que as erupções vulcânicas ocorreram cerca de 30-50 mil anos antes da queda do asteroide, ou logo após este cataclismo”, disse Paul Renne, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), em um artigo publicado na revista Science.

“Em outras palavras, isso aconteceu quase simultaneamente. Esta descoberta confirma que o “acidente espacial” prolongou e aumentou o derramamento de magma”, continuou.

Queda do asteroide

A maioria dos paleontologistas e geólogos acredita que a última extinção em massa de animais na Terra, que ocorreu há 65,5 milhões de anos, foi causada pela queda de um asteroide que formou a gigante cratera de Chicxulub, com cerca de 300 quilômetros, no fundo do mar ao largo da costa do sul do México.

A queda do asteroide é inegável, mas seu papel na extinção dos dinossauros e répteis marinhos continua sendo objeto de debate.

Em 1989, o renomado paleontólogo Mark Richards sugeriu que a razão para o seu desaparecimento foi o derrame maciço de magma no local do atual planalto indiano de Decã, que ocorreu mais ou menos na mesma época.

Recentemente, os cientistas encontraram indícios de que as ondas sísmicas que surgiram após a colisão entre o asteroide e a Terra “acordaram” os vulcões. Suas emissões, segundo alguns geólogos, ampliaram as consequências do impacto do asteroide e mataram grande parte da fauna marinha.
Duas equipas de geólogos e geoquímicos tentaram resolver este problema calculando a idade dos depósitos vulcânicos em diferentes pontos do planalto, utilizando dois métodos de datação diferentes que detectam a presença de urânio e outros isótopos instáveis de vários elementos nas rochas. Esse método torna possível determinar o tempo de erupções vulcânicas com precisão.

Rastro do assassino

Os cientistas analisaram os minerais expelidos pelos vulcões através de medições e obtiveram resultados que indicaram que as erupções vulcânicas no planalto Deccan realmente começaram aproximadamente ao mesmo tempo que a queda do asteroide. Por outro lado, o seu papel na extinção tornou-se agora ainda mais obscuro devido ao período de tempo em que as suas erupções atingiram o pico, bem como às diferenças nas medições dos cientistas.

Descobriu-se também que a maioria dos fluxos de magma ocorreu após a queda do asteroide, representando cerca de 70% do volume total de todas as rochas, segundo os cálculos de Renne e sua equipe.

Essa descoberta põe em dúvida a teoria de Richards e sugere que os vulcões não foram os principais “assassinos” dos dinossauros, mas estiveram ativamente envolvidos na destruição da flora e fauna do período Mesozoico.

As análises de datação também sugerem que os vulcões no planalto de Decã irromperam de forma episódica. No total, os cientistas contaram quatro grandes “surtos” de vulcanismo, um dos quais ocorreu cerca de algumas dezenas de milhares de anos antes da queda do asteroide.
Naquela época, o nível geral de atividade vulcânica dobrou, o que deveria ter tido um impacto extremamente negativo sobre o clima do planeta, elevando a possibilidade de extinção em massa dos habitantes da Terra, escrevem os pesquisadores. Dessa forma, os vulcões teriam sido tão responsáveis pelo cataclismo quanto o asteroide.

Futuras escavações na Índia mostrarão qual dessas teorias está mais próxima da verdade e revelarão quem foi o verdadeiro assassino dos dinossauros, répteis marinhos e outros seres vivos da era mesozoica.

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