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Condenados à morte nos EUA pedem para serem executados por um pelotão de fuzilamento

Quatro homens no corredor da morte no Tennessee entraram com um processo que desafia a constitucionalidade de suas execuções iminentes e pedem uma alternativa à morte por eletrocussão no processo.

ubiie Redação

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Quatro homens no corredor da morte no Tennessee entraram com um processo que desafia a constitucionalidade de suas execuções iminentes e pedem uma alternativa à morte por eletrocussão no processo. No lugar de estar sentado na cadeira elétrica, eles pedem para serem mortos por um pelotão de fuzilamento.

O processo foi aberto na sexta-feira, depois que o estado executou Edmund Zagorski na noite anterior. Zagorski pedira a cadeira elétrica no lugar de uma injeção letal de produtos químicos. Muitas execuções conduzidas por injeção letal nos últimos anos foram arruinadas à medida que os Estados se esforçam para encontrar drogas que substituam as que os fabricantes retêm para uso nas punições capitais.

Os advogados de Zagorski argumentaram que a eletrocussão era mais humana do que o coquetel de três drogas usado no Tennessee, considerado por alguns especialista como uma forma de tortura segundo a NPR.

A Suprema Corte havia rejeitado o recurso de Zagorski, no qual ele pedia uma decisão sobre a constitucionalidade em ser forçado a escolher entre injeção letal e eletrocussão.

Os quatro presos chegaram até mesmo a definir o lugar onde gostariam de ser morto a tiros. “O processo diz que o Campo de Tiro Big Buck, em razão da Instituição de Segurança Máxima de Riverbend, pode acomodar facilmente o pequeno equipamento necessário para a execução por um pelotão de fuzilamento”, informou o Tennessean de Nashville.

Apenas Mississippi, Oklahoma e Utah permitem pelotões de fuzilamento, mas eles não são usados ​​normalmente.

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Número de mortos em incêndios na Califórnia chega a 63

Já chega a 63 o número de mortos nos incêndios que vêm devastando o estado norte-americano da Califórnia nos últimos dias, enquanto passam de 600 os desaparecidos, segundo informaram autoridades locais.

ubiie Redação

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O novo balanço de vítimas foi divulgado nesta quinta-feira, após mais sete pessoas serem encontradas mortas. Anteriormente, o xerife do condado de Butte, Kory Honea, havia divulgado que 56 pessoas tinham falecido e cerca de 130 estariam desaparecidas.

A Califórnia tem lutado com inúmeros incêndios de grandes proporções recentemente, que já destruíram milhares de estruturas e residências desde a semana passada. Um dos incêndios, o chamado Camp Fire, já está sendo considerado por muitos como o fogo mais destrutivo da história do estado.

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Menina de 11 anos se livra de sequestro por usar ‘palavra-chave’

O chefe de polícia local, Mark Lamb, também ressaltou a maturidade da garota

ubiie Redação

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O raciocínio rápido de uma menina de 11 anos evitou uma situação que poderia ter sido trágica. De acordo com informações da BBC, ela passeava com uma amiga num parque de San Tan Valley, ao sul da cidade de Phoenix, no Estado americano do Arizona, quando foi abordada por um homem que desceu de uma van branca. O desconhecido disse à garota que o irmão dela havia sofrido um acidente e ela precisava acompanhá-lo. Ao invés de entrar no carro, ela perguntou ao homem qual a palavra-chave usada pela família para situações daquele tipo. O homem não soube responder e saiu do local rapidamente.

Orgulhosa, a mãe da menina falou com a mídia local que esse gesto salvou a vida da sua filha. “Nunca pensei que esse código seria realmente usado e estou muito orgulhosa da minha filha por lembrar dele”, disse Brenda James.

O chefe de polícia local, Mark Lamb, também ressaltou a maturidade da garota. “A presença de espírito de perguntar a ‘senha’ ao homem mostra que ela é uma garota muito madura e bem preparada!”, disse ele à BBC News Mundo.

A menina ainda descreveu o homem à polícia, que iniciou uma investigação. Outras crianças falaram que já viram o carro do suspeito circulando muitas vezes pelas proximidades.

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Sistema chinês de defesa antiaérea seria derivado do S-300 russo, diz especialista

O sistema de defesa chinês HQ-9 seria semelhante ao sistema russo S-300 não só na aparência como também nas especificações.

ubiie Redação

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Especialista da revista The National Interest, Charlie Gao, analisou recentemente o sistema chinês na tentativa de entender se o equipamento seria mais uma cópia chinesa dos equipamentos russos.

Apesar de a China ser conhecida por copiar armamentos de outras nações, principalmente da Rússia, vale ressaltar que, desde 1956, a China não recebeu ajuda da União Soviética relacionada a sistemas antiaéreos. Desde então, os chineses desenvolveram apenas sistemas de curto e médio alcance, como o HQ-61 e HQ-6.

O sistema chinês HQ-9 surgiu na década de 80, quase no mesmo período em que os sistemas russos e americanos surgiram. Entretanto, o problema da China era a lentidão no desenvolvimento de seus armamentos.

Diante do problema enfrentado pelos chineses e da oportunidade de adquirir os sistemas russos S-300PMU1, o gigante asiático não pensou duas vezes e optou pela aquisição dos sistemas antiaéreos russos. Pouco depois da aquisição, surgiram os primeiros sistemas HQ-9 produzidos pela China, o que gerou desconfiança de que os chineses teriam utilizado os sistemas S-300 para desenvolver seus sistemas HQ-9, porém, a China nega qualquer relação entre os dois armamentos, afirma o especialista.
O fato de a China não confirmar a relação, não convence o Ocidente, que também acredita que os sistemas chineses não passam de uma duplicação dos sistemas russos. Outro fato que reforça essa ideia, é que pouco depois de a China adquirir a atualização dos S-300, conhecida como S-300PMU2, em 2004, surgiram os atualizados sistemas antiaéreos chineses HQ-9B, donos de um alcance entre 250 e 300 quilômetros.

O especialista ainda ressalta que a China recentemente comprou os sistemas russos S-400, o que levaria a crer que em breve a China possuirá equipamentos semelhantes aos russos — sendo um risco para o mercado de armamentos, já que os chineses poderiam vender seus equipamentos por um valor mais baixo que o dos S-400, por exemplo.

Entretanto, a Rússia não apresenta qualquer preocupação com a concorrência chinesa e a capacidade dos sistemas de defesa chineses, demonstrando confiança de que o gigante asiático não será capaz de competir com os novos sistemas russos, concluiu Charlie Gao.

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