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O que pode mudar com as eleições desta terça nos EUA?

Eleitores escolherão integrantes da Câmara, do Senado e de alguns governos estaduais

ubiie Redação

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Eleitores americanos vão às urnas nesta terça-feira (6) para escolher os futuros integrantes da Câmara, do Senado e de alguns governos estaduais. As eleições também são consideradas um teste de popularidade para o presidente Donald Trump, que assumiu o cargo há dois anos.

No pleito, serão selecionados 435 novos membros da Câmara dos Deputados, um terço do Senado e 36 dos 50 governos estaduais dos Estados Unidos.

As midterms, eleições realizadas na metade do mandato presidencial, mostrarão se os cidadãos estão satisfeitos com o governo.

Como explica o jornal ‘Folha de S. Paulo’, se os democratas retomarem o controle da Câmara e do Senado, podem barrar os projetos de Trump.

A favor do presidente estão índices positivos na economia, além da possível reação do eleitorado conservador à caravana de migrantes da América Central, que avança em direção à fronteira dos Estados Unidos.

Contra o presidente estariam os recentes ataques de extremistas de direita contra negros, judeus e personalidades do Partido Democrata, que podem vir a afetar os resultados.

Confira as principais mudanças esperadas com as eleições:

1. Perda da maioria republicana no Congresso

Nesta terça (6), são disputadas 35 das 100 vagas no Senado e todas as 435 cadeiras na Câmara. No momento, o Partido Republicano possui maioria nas duas casas: são 51 senadores e 240 deputados.

No Senado, os republicanos têm mais chance de permanecerem como maioria, pois grande parte das cadeiras disputadas pertencem à oposição. Como todos os Estados têm a mesma representação no Senado, e os republicanos são favoritos especialmente nos rurais, que têm pequena população.

O site FiveThirtyEight, que elabora estatísticas com base em pesquisas de intenção de voto, estima que os republicanos têm 83% de chance de manter o controle do Senado.

Já a Câmara deve ficar com os democratas, que precisam conquistar 23 novos assentos para obter a maioria. Como a votação neste caso é distrital, com representação relativamente proporcional ao tamanho da população, os democratas podem se beneficiar do descontentamento com Trump.

O FiveThirtyEight projeta que os democratas têm 87% de chance de ganhar a maioria da Câmara.

2. Futuro do governo Trump

Se Trump perder a maioria da Câmara, ele terá problemas para avançar com a sua agenda legislativa. O presidente vinha obtendo sucesso em votações, mas, mesmo com maioria nas casas, não teve apoio suficiente para cumprir grandes promessas, como a construção de um muro na fronteira com o México e a extinção do Obamacare.

Caso siga com maioria no Senado, o presidente poderá aprovar membros de seu gabinete e indicados para a Suprema Corte, além de se blindar de um eventual impeachment.

3. Mulheres no governo

Estas eleições têm número recorde de candidatas: 234 para a Câmara e 22 para o Senado, sendo que a maioria é filiada ao partido democrata. Mesmo com o crescimento considerável, as mulheres representam apenas 11,5% do total de candidatos democratas e republicanos ao Congresso.

4. Comparecimento acima da média

Como o voto é facultativo nos Estados Unidos, o comparecimento dos eleitores às urnas nas midterms costuma ser baixo. Contudo, altos índices de votação antecipada indicam que a participação poderá ser a maior em 50 anos.

Essa possibilidade agrada o Partido Democrata, que acredita que estas eleições podem funcionar como um referendo sobre Trump.

5. Plebiscitos e eleições para governador

Diversos Estados também realizarão consultas sobre temas como: legalização da maconha, aumento do salário mínimo, direito ao voto de pessoas com antecedentes criminais, legalização de cassinos e estímulo ao uso de energias renováveis. Ao todo, 155 propostas serão colocadas para consulta popular em 37 estados.

Em 26 Estados serão escolhidos os governadores e outros cargos locais. Atualmente, os republicanos controlam cerca de dois terços dos Estados americanos.

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Explosão no México deixa 21 mortos e 71 feridos (FOTOS, VÍDEO)

Uma explosão em um oleoduto na região do Central do México deixou ao menos 21 pessoas mortas e 71 feridas. A explosão ocorreu na cidade de Tlahuelilpan, próximo a uma refinaria ao norte da capital do país, a Cidade do México.

ubiie Redação

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A tragédia ocorreu em um momento em que cerca de 350 pessoas tentavam retirar combustível do oleoduto. Autoridades locais afirmaram que os representantes da companhia de Energia, Pemex, e os funcionários estavam a caminho do local da explosão.

O incidente ocorre em meio a uma crise de combustíveis que se espalhou pelo país após o início de uma campanha do governo mexicano contra o roubo de combustíveis.

Uma emissora mexicana transmitiu imagens do local do explosão. De acordo com a mídia local, a explosão do oleoduto, na sexta-feira (18), além de matar ao menos 21 pessoas, feriu outras dezenas que tentavam encher reservatórios com combustível nas proximidades do gasoduto.

Acerca disso, o presidente do México, López Obrador, disse que a segurança dos maiores oleodutos que correm pelo território mexicano, cerca de 1,6 mil quilômetros de oleodutos, deve ser aumentada.

Enquanto isso, escassez de combustível tem sido reportada em até 10 dos 31 estados mexicanos nos últimos dias, obrigando as autoridades locais a tomarem providências em algumas situações.

​A falta de demanda estaria sendo supostamente causada pelas medidas do governo contra os chamados huachicoleros, criminosos especializados em roubar combustível de oleodutos.

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Opositor venezuelano se encontra com Moro e pede sanções contra Maduro

Ministro não indicou se o governo brasileiro estuda adotar esse tipo de medida

ubiie Redação

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O presidente do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela no exílio, Miguel Ángel Martín, pediu nesta sexta-feira (18) ao ministro da Justiça, Sergio Moro, que o Brasil utilize uma convenção internacional para aplicar sanções contra agentes e bens ligados ao ditador Nicolás Maduro.

O encontro de Moro com Martín, que estava acompanhado do representante da Organização dos Estados Americanos (OEA) Gustavo Cinosi, é mais um capítulo na série de reuniões que líderes opositores venezuelanos tem mantido com autoridades brasileiras para solicitar que o governo brasileiro aumente a pressão internacional contra Maduro – os dois já tinham se encontrado com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) na quinta (17).

“A Convenção de Palermo estabelece que cada país signatário, através de medidas administrativas ou judiciais, tem o dever de deter pessoas, congelar bens e realizar todas as investigações dentro do país”, declarou Martín. O magistrado disse ainda que, a partir de recursos oriundos da corrupção e do narcotráfico, o regime de Maduro se converteu em um banco que financia organizações.

Moro ouviu as demandas dos venezuelanos, mas não esclareceu se o Ministério da Justiça pretende adotar esse tipo de ação. A convenção, adotada pela Organização das Nações Unidas em 2000, visa combater o crime organizado transnacional. O Brasil é signatário do texto.

A declaração de Martín vai na mesma linha de uma tese levantada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, que no fim do ano passado argumentou que a Convenção de Palermo poderia ser utilizada para realizar investigações e congelar ativos de agentes ligados às ditadura da Venezuela e de Cuba.

Na quinta-feira, além da audiência com Bolsonaro, o presidente da Suprema Corte venezuelana no exílio participou de uma reunião no Itamaraty com outros líderes da oposição a Maduro. Estiveram presentes, por exemplo, o ex-prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, o deputado Julio Borges e o dirigente do partido Vontade Popular Carlos Vecchio.

Eles atuam numa frente internacional que luta para conseguir o reconhecimento do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como chefe interino do Executivo da Venezuela. Em nota divulgada nesta quinta pelo ministério das Relações Exteriores, o Brasil sinalizou positivamente para a possibilidade de reconhecer Guaidó como o mandatário legítimo caso a Assembleia Nacional, de maioria opositora, assim o declare.

O comunicado do Itamaraty adotou uma linguagem dura pare se referir a Maduro. “O sistema chefiado por Nicolás Maduro constitui um mecanismo de crime organizado. Está baseado na corrupção generalizada, no narcotráfico, no tráfico de pessoas, na lavagem de dinheiro e no terrorismo”, diz a nota.

Apesar do tom, diplomatas brasileiros avaliam que há uma série de impedimentos para que o país adote sanções contra Maduro ou agentes do regime venezuelano.

A situação é complexa, dizem, uma vez que o Brasil partilha com a nação vizinha uma fronteira de mais de 2.000 quilômetros. Além do mais, há uma comunidade de brasileiros hoje vivendo na Venezuela e um dos estados do país, Roraima, depende de energia venezuelana.

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Indonésia taca fogo no marido que se recusou a dar senha do celular

Na regência indonésia de Lombok Oriental, uma mulher queimou o marido por ele ter recusado a dar a senha do celular, informa o Daily Mail.

ubiie Redação

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Dedi Purnama, de 26 anos de idade, estava trocando as telhas quebradas da casa, quando sua mulher, Ilham Cahyani de 25 anos, pediu a senha do celular dele.

O homem se recusou a dá-la, iniciando, assim, uma discussão que progrediu para agressão contra ela, que contra-atacou jogando gasolina no corpo do marido e tacando fogo nele.

O delegado da regência, Made Yogi, declarou que a discussão verbal entre o casal só piorou quando Purnama desceu do telhado e começou a maltratá-la fisicamente.

Cahyani teria usado um galão de gasolina e um isqueiro para incendiá-lo. Um vizinho correu para a casa do casal depois de ver as chamas e ajudou a apagá-las.

O homem foi levado às pressas para o Hospital de Keruak, onde passou dois dias internado, antes de morrer. Cahyani está presa e policiais continuam investigando o caso.

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