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Política

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Bolsonaro chega ao Congresso como presidente eleito: ‘Muito feliz’

Ele participa de evento em comemoração aos 30 anos da promulgação da Constituição

ubiie Redação

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), chegou há pouco no Congresso Nacional, onde participará de um evento em comemoração aos 30 anos da promulgação da Constituição.

“Estou muito feliz”, disse ele sobre voltar ao Congresso.

Bolsonaro chegou escoltado por agentes da Polícia Federal que cuidam de sua segurança. Ao menos dois da equipe já estavam no salão azul, no Senado, esperando sua entrada. Ele contou com um aparato da Polícia Legislativa, que o conduziu na entrada ao Senado.

Ao lado de Gustavo Bebianno e do general Augusto Heleno (futuro ministro da Defesa), ele foi direto ao gabinete da presidência do Senado, onde Eunício Oliveira (MDB-CE) o esperava.

Esta é a primeira vez que Bolsonaro vem a Brasília desde o fim da eleição. Deputado federal, a última vez que ele esteve no Congresso foi em 5 de setembro, véspera do atentado a facada em Juiz de Fora (MG), durante ato de campanha. Ele foi convidado para o evento como deputado federal.

O presidente eleito passará os próximos dois dias na capital federal, onde se reunirá com os chefes dos Três Poderes. Ele chegou hoje à capital em um voo com avião da FAB (Força Aérea Brasileira).

A previsão é de que ele vá ainda nesta terça (6) ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde funcionará o gabinete de transição.

Na quarta, Bolsonaro se reúne com o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, pela manhã e com o presidente Michel Temer à tarde. A expectativa é de que ele faça anúncios no fim do dia.

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Política

Ernesto Araújo será ministro das Relações Exteriores de Bolsonaro

Diplomata é diretor do departamento responsável por relações com os EUA no Itamaraty

ubiie Redação

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou que o embaixador Ernesto Araújo será seu ministro das Relações Exteriores.

“A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores”, escreveu Bolsonaro em uma rede social.

Araújo é diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos.

A escolha de um chanceler era vista como prioridade da semana para a equipe de transição.

Bolsonaro já coleciona algumas polêmicas em Relações Exteriores. A primeira delas se deu após ter anunciado que transferiria a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

A promessa de campanha acabou sendo revista pelo presidente eleito, que disse semana passada que isso ainda não está definido.

Porém, a intenção de fazer o mesmo que o governo dos EUA de Donald Trump já trouxe impacto negativo para o Brasil. A comunidade árabe, com quem o país tem estreita relação comercial, especialmente na exportação de carnes, mostrou preocupação.

A viagem de uma comitiva brasileira ao Egito foi cancelada de última hora. No meio diplomático, isso foi visto como retaliação às declarações de Bolsonaro.

O presidente eleito também teve de rever declarações que fez sobre a China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Ele vinha dizendo que os chineses queriam comprar todo o território brasileiro e ameaçou interromper os negócios com o país asiático.

Depois de encontro com embaixador chinês, ele deu entrevistas dizendo que manteria os negócios, mas sem viés ideológico.

Houve ainda um impasse com a Noruega depois que seu futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o país escandinavo tinha muito a aprender com o Brasil sobre preservação.

A Noruega é o principal financiador internacional para a preservação da floresta amazônica. As declarações do aliado de Bolsonaro levaram à reação do embaixador norueguês no Brasil que, pelo Twitter.

Nils Martin Gunneng disse ter orgulho da parceria com o Brasil, que dura dez anos.

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Política

Corte Especial do STJ deve julgar recurso de Lula no dia 5 de dezembro

No agravo, Lula contesta decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, que negou o envio de um recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal (STF)

ubiie Redação

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A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar no dia 5 de dezembro um agravo regimental (recurso) apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato.

No agravo, Lula contesta decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, vice-presidente do STJ, que negou o envio de um recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal (STF).

O julgamento da Corte Especial do STJ vai se concentrar em questões processuais e técnicas, ou seja, os ministros vão discutir se o recurso extraordinário de Lula deve ir ou não ao Supremo, sem avançar em questões de mérito.

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Política

Lula depõe nesta quarta-feira sobre sítio de Atibaia

O depoimento do ex-presidente está agendado para às 14h e será colhido pela juíza substituta da força-tarefa da Lava Jato, Gabriela Hardt; PT e movimentos sociais acompanharão depoimento

ubiie Redação

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Lideranças do PT e movimentos sociais vão acompanhar o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para às 14h desta quarta-feira (14), no prédio da Justiça Federal em Curitiba (PR). Será a primeira vez que o petista deixará a sede da Superintendência da Polícia Federal desde que foi preso, em 7 de abril último.

Lula irá depor à juíza substituta da Lava Jato, Gabriela Hardt, sobre o processo do sítio de Atibaia, em que é acusado de ter recebido propina de R$ 1,02 milhão, parte desse valor supostamente repassado pela Odebrecht e OAS por meio de obras de reforma e melhorias na propriedade rural.

Desta vez, o ex-presidente não ficará cara a cara com o juiz Sérgio Moro, responsável por sua condenação em primeira instância, já que o magistrado aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro e comandará o Ministério da Justiça. Moro deve pedir exoneração do cargo nos próximos dias, mas já está afastado das atividades.

Lula cumpre pena de 12 anos e um mês, em regime fechado, após ser condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex no Guarujá (SP).

O site do PT informou que o Comitê Nacional Lula Livre – formado também pelas frentes Brasil Popular, Povo sem Medo e outros movimentos – vai “acompanhar Lula em mais esse episódio de perseguição contra o ex-presidente e seu legado”.

A presidenta do partido, senadora Gleisi Hoffmann, o líder da bancada petista na Câmara, Paulo Pimenta, também estarão em Curitiba.

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