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Política

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Crivella diz que pretende disputar reeleição: ‘Acho que tenho tempo’

Prefeito ainda minimizou críticas feitas a ele pelo governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

ubiie Redação

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O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), disse em entrevista divulgada nesta segunda-feira (5) que pretende disputar a reeleição.

“Vou, sim, ser candidato à reeleição se ainda não tiver cumprido a minha missão. Pelo cenário, acho que ainda tenho um tempo. Só vou deixar a cidade do Rio, diferentemente do Dória (PSDB) em São Paulo, no dia em que eu puder entregá-la muito melhor do que a encontrei”, afirmou, em tom de crítica ao tucano, que se afastou da gestão da capital paulista para concorrer ao governo do estado.

Questionado pelo jornalista Paulo Cappelli, de O Dia, sobre seu alto índice de rejeição, já que apenas 16% dos cariocas disseram aprovar a gestão de Crivella, de acordo com pesquisa Datafolha, o prefeito optou por criticar o instituto de pesquisa.

Questionado pelo jornalista Paulo Cappelli, de O Dia, sobre seu alto índice de rejeição, já que apenas 16% dos cariocas disseram aprovar a gestão de Crivella, de acordo com pesquisa Datafolha, o prefeito optou por criticar o instituto de pesquisa.

+ Inteligência do governo confirma ameaças frenquentes a Bolsonaro

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“A minha avaliação na prefeitura pode não ser boa, mas é melhor do que as pesquisas do Datafolha mostram. O Datafolha disse que a eleição ao governo estava empatada. O Eduardo Paes (DEM) só cresceu de maneira fictícia no Datafolha. O povo chama de ‘Datafalha’. Aliás, os institutos de pesquisa foram os grandes derrotados desta eleição”, afirmou.

Ele também disse não ter encontrado com o governador eleito Wilson Witzel (PSC), mas relevou as declarações dadas pelo juiz, durante a campanha, de que faz um “péssimo governo”.

“Olha, na política a gente precisa superar essas coisas que são ditas na campanha, diante das câmeras, de um candidato que está começando agora e que conhece pouco da política. Queria deixar consignado que o governador eleito almoçou comigo, buscou o apoio do meu partido, esteve conosco. Não foi surpresa para nós, mas sim uma decepção”, destacou.

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Política

Ernesto Araújo será ministro das Relações Exteriores de Bolsonaro

Diplomata é diretor do departamento responsável por relações com os EUA no Itamaraty

ubiie Redação

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou que o embaixador Ernesto Araújo será seu ministro das Relações Exteriores.

“A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores”, escreveu Bolsonaro em uma rede social.

Araújo é diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos.

A escolha de um chanceler era vista como prioridade da semana para a equipe de transição.

Bolsonaro já coleciona algumas polêmicas em Relações Exteriores. A primeira delas se deu após ter anunciado que transferiria a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

A promessa de campanha acabou sendo revista pelo presidente eleito, que disse semana passada que isso ainda não está definido.

Porém, a intenção de fazer o mesmo que o governo dos EUA de Donald Trump já trouxe impacto negativo para o Brasil. A comunidade árabe, com quem o país tem estreita relação comercial, especialmente na exportação de carnes, mostrou preocupação.

A viagem de uma comitiva brasileira ao Egito foi cancelada de última hora. No meio diplomático, isso foi visto como retaliação às declarações de Bolsonaro.

O presidente eleito também teve de rever declarações que fez sobre a China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Ele vinha dizendo que os chineses queriam comprar todo o território brasileiro e ameaçou interromper os negócios com o país asiático.

Depois de encontro com embaixador chinês, ele deu entrevistas dizendo que manteria os negócios, mas sem viés ideológico.

Houve ainda um impasse com a Noruega depois que seu futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o país escandinavo tinha muito a aprender com o Brasil sobre preservação.

A Noruega é o principal financiador internacional para a preservação da floresta amazônica. As declarações do aliado de Bolsonaro levaram à reação do embaixador norueguês no Brasil que, pelo Twitter.

Nils Martin Gunneng disse ter orgulho da parceria com o Brasil, que dura dez anos.

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Política

Corte Especial do STJ deve julgar recurso de Lula no dia 5 de dezembro

No agravo, Lula contesta decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, que negou o envio de um recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal (STF)

ubiie Redação

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A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar no dia 5 de dezembro um agravo regimental (recurso) apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato.

No agravo, Lula contesta decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, vice-presidente do STJ, que negou o envio de um recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal (STF).

O julgamento da Corte Especial do STJ vai se concentrar em questões processuais e técnicas, ou seja, os ministros vão discutir se o recurso extraordinário de Lula deve ir ou não ao Supremo, sem avançar em questões de mérito.

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Política

Lula depõe nesta quarta-feira sobre sítio de Atibaia

O depoimento do ex-presidente está agendado para às 14h e será colhido pela juíza substituta da força-tarefa da Lava Jato, Gabriela Hardt; PT e movimentos sociais acompanharão depoimento

ubiie Redação

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Lideranças do PT e movimentos sociais vão acompanhar o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para às 14h desta quarta-feira (14), no prédio da Justiça Federal em Curitiba (PR). Será a primeira vez que o petista deixará a sede da Superintendência da Polícia Federal desde que foi preso, em 7 de abril último.

Lula irá depor à juíza substituta da Lava Jato, Gabriela Hardt, sobre o processo do sítio de Atibaia, em que é acusado de ter recebido propina de R$ 1,02 milhão, parte desse valor supostamente repassado pela Odebrecht e OAS por meio de obras de reforma e melhorias na propriedade rural.

Desta vez, o ex-presidente não ficará cara a cara com o juiz Sérgio Moro, responsável por sua condenação em primeira instância, já que o magistrado aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro e comandará o Ministério da Justiça. Moro deve pedir exoneração do cargo nos próximos dias, mas já está afastado das atividades.

Lula cumpre pena de 12 anos e um mês, em regime fechado, após ser condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex no Guarujá (SP).

O site do PT informou que o Comitê Nacional Lula Livre – formado também pelas frentes Brasil Popular, Povo sem Medo e outros movimentos – vai “acompanhar Lula em mais esse episódio de perseguição contra o ex-presidente e seu legado”.

A presidenta do partido, senadora Gleisi Hoffmann, o líder da bancada petista na Câmara, Paulo Pimenta, também estarão em Curitiba.

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