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Cientistas descobrem ‘parte’ do Grand Canyon na Austrália

Uma equipe de pesquisadores encontrou provas de que, no passado remoto, os territórios da Austrália e dos EUA teriam estado ligados entre si, fazendo parte de um único supercontinente.

ubiie Redação

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Uma investigação realizada por cientistas australianos confirmou que, apesar de que a ilha da Tasmânia (Austrália) e o Grand Canyon do Arizona (EUA) se situam à distância de milhares de quilômetros, existe uma conexão geológica entre essas duas regiões.

Como resume o portal Phys.org, isso aconteceu durante a existência do supercontinente Rodínia, há 1.1 bilhões de anos, cuja configuração tem sido objeto de debate no mundo científico há mais de duas décadas.
A equipe liderada pelo pesquisador Jacob Mulder encontrou uma estranha semelhança entre as rochas sedimentares do chamado Rocky Cape Group da Tasmânia e as do Unkar Group (localizado no Grand Canyon, no sudoeste dos EUA).

As rochas da Tasmânia confundiram os cientistas porque “não se assemelhavam” aos seus vizinhos australianos, pertencentes ao período Mesoproterozoico, disse Mulder. Portanto, a equipe decidiu analisar os grãos minerais de zircônio, que constituem uma pequena proporção delas, para descobrir sua origem.

Em resultado, os pesquisadores afirmaram que “as rochas do Grand Canyon não são apenas semelhantes às rochas da Tasmânia e têm a mesma idade”, como os “zircões detríticos nas rochas sedimentares do Grand Canyon também compartilham a mesma estrutura geoquímica que os zircões nas sequências mesoproterozóicas da Tasmânia”, disse o autor do estudo, publicado na revista Geology.
“Juntas, essas diferentes linhas de evidência apoiam a interpretação de que as rochas sedimentares tasmanianas faziam parte do mesmo sistema de bacias mesoproterozóicas que agora estão expostas no Grand Canyon”, confirmou Mulder.

“Concluímos que, embora agora esteja do lado oposto do planeta, a Tasmânia deve ter estado ligada ao oeste dos Estados Unidos no Mesoproterozóico”, acrescentou.

Segundo o cientista, o estudo sobre a configuração do supercontinente é importante para “entender os segredos da Rodínia, que tem permanecido um mistério por décadas”.

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Curiosidade

Revelada carta de Einstein que previu perigo da ascensão do nazismo na Alemanha

Depois do assassinato de seu amigo Walther Rathenau e de ser advertido pela polícia, pois sua vida também estaria em perigo, o físico passou a se preocupar e compartilhou seus sentimentos com sua irmã, escrevendo uma carta em 1922.

ubiie Redação

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A carta que não continha remetente foi revelada por um colecionador anônimo e seu conteúdo revelava que Einstein temia o futuro de seu país. O físico alemão previu tempos difíceis e obscuros com a ascensão de Adolf Hitler.

O físico resolveu alertar sua irmã, Maria, sobre os perigos do crescente nacionalismo alemão, assim como o antissemitismo. Einstein acreditava que estava sendo formado um período econômico e politicamente obscuro, segundo a agência de notícias AP.
Einstein teria escrito a carta enquanto estava na cidade portuária de Kiel, momentos antes de partir para conferências na Ásia.

Segundo o subdiretor do projeto Einstein Papers, Ze’ev Rosenkrantz, o físico sempre se mostrou preocupado com a situação do país, alertando para o perigo do antissemitismo. A carta mostra isso claramente, já que revela os pensamentos íntimos do físico, que tinha uma relação muito próxima com sua irmã.

“As relações entre Albert e Maria eram muito especiais e estreitas, dando outra dimensão à figura de Einstein e uma grande autenticidade à suas escritas”, afirmou um dos proprietários da casa de leilão Kedem de Jerusalém, Meron Eren. A carta, que foi adquirida por um comprador anônimo, teria sido arrematada por um valor de aproximadamente 12 mil dólares em leilão realizado em Israel.

A lei da relatividade, um dos trabalhos revolucionários de Einstein, foi recusada pelo partido nacional-socialista na época em que o partido chegou ao poder. O partido considerava o trabalho de Einstein “física judia”.

Entretanto, Einstein obteve o Prêmio Nobel de Física em 1922 e quando Hitler assumiu o poder da Alemanha em 1933, o físico renunciou a cidadania alemã, permanecendo nos EUA até sua morte em 1955.

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Cientistas encontram ‘continentes perdidos’ debaixo do gelo da Antártica (VÍDEO)

Cientistas descobriram vestígios de continentes perdidos sob a Antártica que estimulam a pesquisa sobre os mistérios desse mundo gelado.

ubiie Redação

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Dados compilados por um satélite revelaram processos que aconteceram sob o gelo da Antártica há muito tempo.

O satélite GOCE da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que reentrou na atmosfera terrestre em 2013 devido à falta de combustível, produziu resultados interessantes para a comunidade científica.
Ao orbitar o nosso planeta de 2009 a 2013, o GOCE mediu seu campo gravitacional em 3D, o que ajudou pesquisadores da Universidade de Kiel (Alemanha) e do Observatório Britânico da Antártica (BAS, na sigla em inglês) a compilar um mapa da gravidade global de alta fidelidade.

“Essas imagens gravitacionais estão revolucionando nossa capacidade de estudar o continente menos compreendido na Terra, a Antártica”, disse o coautor Fausto Ferraccioli em um comunicado no site da ESA.

A pesquisa, publicada na revista Scientific Reports, também fornece informações sobre o movimento das placas tectônicas na região da Antártica e como o continente foi formado. Em um vídeo de animação de 24 segundos, que retrata os últimos 200 milhões de anos, os cientistas mostraram como os antigos continentes, que antes constituíam o supercontinente Gondwana, estavam conectados no passado e como eles se separaram devido aos movimentos tectônicos.

Segundo os pesquisadores, além do evidente valor histórico, essas descobertas podem nos ajudar a aprender como a estrutura continental da Antártica “está influenciando o comportamento dos lençóis de gelo e a rapidez com que as regiões da Antártica se recuperarão em resposta ao derretimento do gelo”.

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Pescador russo volta a capturar FOTOS de criaturas marinhas ‘alienígenas’ das profundezas

O pescador russo Roman Fedortsov, que tem um grande número de seguidores graças a dezenas de fotos horripilantes de alguns dos mais estranhos peixes apanhados por sua rede, mostra novas capturas de criaturas bizarras das profundezas.

ubiie Redação

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Fedortsov, que trabalha em um barco de pesca em Murmansk, no noroeste da Rússia, acumulou centenas de milhares de seguidores nas redes sociais apresentando alguns dos seres mais peculiares do planeta.

Anteriormente, ele havia já havia fisgado um tubarão-cobra, um peixe-lua oceânico enorme, além de polvos gigantes.

Mais uma vez, as fotos têm chocado os espectadores, pois os peixes do “outro mundo” têm aparências completamente estranhas.

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