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Cientistas descobrem ‘parte’ do Grand Canyon na Austrália

Uma equipe de pesquisadores encontrou provas de que, no passado remoto, os territórios da Austrália e dos EUA teriam estado ligados entre si, fazendo parte de um único supercontinente.

ubiie Redação

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Uma investigação realizada por cientistas australianos confirmou que, apesar de que a ilha da Tasmânia (Austrália) e o Grand Canyon do Arizona (EUA) se situam à distância de milhares de quilômetros, existe uma conexão geológica entre essas duas regiões.

Como resume o portal Phys.org, isso aconteceu durante a existência do supercontinente Rodínia, há 1.1 bilhões de anos, cuja configuração tem sido objeto de debate no mundo científico há mais de duas décadas.
A equipe liderada pelo pesquisador Jacob Mulder encontrou uma estranha semelhança entre as rochas sedimentares do chamado Rocky Cape Group da Tasmânia e as do Unkar Group (localizado no Grand Canyon, no sudoeste dos EUA).

As rochas da Tasmânia confundiram os cientistas porque “não se assemelhavam” aos seus vizinhos australianos, pertencentes ao período Mesoproterozoico, disse Mulder. Portanto, a equipe decidiu analisar os grãos minerais de zircônio, que constituem uma pequena proporção delas, para descobrir sua origem.

Em resultado, os pesquisadores afirmaram que “as rochas do Grand Canyon não são apenas semelhantes às rochas da Tasmânia e têm a mesma idade”, como os “zircões detríticos nas rochas sedimentares do Grand Canyon também compartilham a mesma estrutura geoquímica que os zircões nas sequências mesoproterozóicas da Tasmânia”, disse o autor do estudo, publicado na revista Geology.
“Juntas, essas diferentes linhas de evidência apoiam a interpretação de que as rochas sedimentares tasmanianas faziam parte do mesmo sistema de bacias mesoproterozóicas que agora estão expostas no Grand Canyon”, confirmou Mulder.

“Concluímos que, embora agora esteja do lado oposto do planeta, a Tasmânia deve ter estado ligada ao oeste dos Estados Unidos no Mesoproterozóico”, acrescentou.

Segundo o cientista, o estudo sobre a configuração do supercontinente é importante para “entender os segredos da Rodínia, que tem permanecido um mistério por décadas”.

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Rabino adverte que próximo eclipse lunar é presságio de ‘tragédias e sofrimento humano’

A “Superlua de sangue de lobo”, um eclipse lunar total, acontecerá na madrugada do dia 21 de janeiro. Espera-se que o fenômeno dure 62 minutos, e que venha a ser visível ao redor o mundo.

ubiie Redação

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Segundo o rabino israelense Yekutiel Fish, citado pela edição Daily Star, as pessoas “devem tomar cuidado” com o próximo eclipse lunar total, afirmando que isso é um sinal do fim dos tempos e que o Messias está voltando para a Terra.

O rabino descreveu o eclipse como uma mensagem aos EUA e judeus, em que diz “claramente aos judeus para irem a Israel”.

“De acordo com os profetas, o fim dos dias sinalizará o fim do reino de Edom. Este é o período em que estamos entrando agora”, afirmou.

O sacerdote ainda prevê “grandes tragédias que derrubarão os governos e um grande sofrimento humano”, que, segundo ele, pode ser evitado ou combatido pelo desejo das pessoas de seguir a vontade de Deus.

“Qualquer um que não seja judeu pode fazer a vontade de Deus onde quer que esteja. Para os judeus que ainda estão no exílio, a única maneira de evitar a tragédia é indo a Israel. Se algum judeu estava esperando até ao último momento antes de partir, [o momento] é este”, concluiu o rabino.

Durante o eclipse, a lua viajará através da sombra da Terra, o que resultará no alinhamento perfeito do Sol, da Lua e da Terra, fazendo a Lua parecer vermelha como sangue. Também será uma Superlua, já que o satélite da Terra estará em um lugar no horizonte, onde parece maior do que o normal. Especificamente a Superlua de sangue de lobo é considerada rara, já que aparece apenas 28 vezes em um século.

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Tubarão-branco gigante de seis metros faz aparição rara no Havaí

Acredita-se que o animal seja Deep Blue, um exemplar famoso de sua espécie, cuja última aparição havia sido em 2013, no México

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Uma tubarão-branco fêmea de mais de seis metros de comprimento foi vista no Havaí na última terça-feira (15).

Acredita-se que o animal seja Deep Blue, um exemplar famoso de sua espécie, cuja última aparição havia sido em 2013, no México.

No momento do flagra, Deep Blue estava almoçando o cadáver de uma baleia cachalote próximo à costa de Oahu, uma ilha havaiana.

“Foi mágico! Foi incrível mergulhar com Deep Blue, um dia que jamais esquecerei”, escreveu a mergulhadora Ocean Ramsay em seu perfil no Instagram.

Ela aproveitou para fazer campanha pelo fim da caça aos tubarões. “As populações de tubarões no mundo estão diminuindo severamente. Ajudem a divulgar a causa e salvar esses animais”, escreveu Ocean.

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60% das espécies de café do mundo estão ameaçadas, diz pesquisa

Três em cada cinco espécies de café silvestre estão em risco de extinção já que uma mistura letal de mudanças climáticas, doenças e desmatamento coloca em risco o futuro da bebida favorita do mundo, alertou uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (16).

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Mais de dois bilhões de xícaras de café são consumidas todos os dias, mas a indústria multibilionária depende de variedades silvestres cultivadas em poucas regiões para manter a variedade comercial das culturas e se adaptar às mudanças causadas por pragas.

Cientistas do Jardim Botânico Real de Kew, na Grã-Bretanha, usaram as mais recentes técnicas de modelagem por computador e pesquisas locais para prever como as 124 variedades de café listadas como ameaçadas podem se comportar enquanto o planeta continua aquecendo e os ecossistemas são dizimados.

Cerca de 75 espécies de café foram avaliadas como ameaçadas de extinção: 13 classificadas como criticamente ameaçadas, 40 como ameaçadas de extinção e 22 como vulneráveis.

“No geral, o fato do risco de extinção em todas as espécies de café ser tão alto — quase 60% — está bem acima dos valores normais de risco de extinção das plantas”, disse à AFP Aaron Davis, chefe de pesquisa de café do Jardim Botânico Real de Kew. “Não é surpreendente porque muitas espécies são difíceis de encontrar, crescem em áreas restritas… algumas têm uma população apenas do tamanho de um campo de futebol.”

A produção global de café atualmente conta com apenas duas espécies: arábica e robusta.

O arábica, valorizado por sua acidez e sabor, responde por cerca de 60% de todo o café vendido no mundo. Existe na natureza em apenas dois países: Etiópia e Sudão do Sul.
A equipe do Kew acessou dados climáticos registrados na Etiópia com mais de 40 anos para medir a rapidez com que o habitat natural do café estava sendo corroído pelo desmatamento e pelo aumento das temperaturas.

Eles descobriram que quase um terço de todas as espécies selvagens de arábica eram cultivadas fora de áreas de conservação.

“Você também tem o fato de que muitas dessas áreas protegidas ainda estão sob ameaça de desmatamento e invasão, por isso não significa que elas estejam seguras”, disse Davis, principal autor da pesquisa publicada na revista Science Advances.

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