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Secretário de Estado: Rússia cria desafios e problemas, enfraquecendo segurança dos EUA

Washington pretende ter boas relações com Moscou, mas assegura que, primeiramente, os russos devem “mudar seu comportamento”, declarou o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em entrevista ao canal de televisão Fox News.

ubiie Redação

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“O presidente [dos EUA, Donald] Trump declarou com firmeza que quer ter boas relações com os russos. Precisamos de que façam algumas coisas, mudem seu comportamento. Eles criam desafios, problemas, enfraquecem a segurança da América [EUA]”, afirmou o secretário de Estado.

“Necessitamos de que eles [a Rússia] voltem a cumprir os acordos de mísseis e também outros tratados que firmamos antes. Se conseguirmos convencê-los, devemos negociar com eles. Estava fazendo o mesmo quando era chefe da CIA [Agência Central de Inteligência], tinha contato com meu homólogo russo”, destacou.
Os EUA e a Rússia fazem acusações mútuas de violarem o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF). Ademais, Washington ameaça sair desse acordo.

“Se conseguirmos realizar negociações que os levem a mudar seu comportamento de tal modo que nada ameace os estadunidenses, estes serão bons laços”, concluiu o secretário de Estado.

No dia 20 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que seu país deixaria o INF, pois, segundo ele, Moscou não estaria respeitando o tratado.
O Kremlin refutou as acusações e acrescentou que a Rússia seria forçada a tomar medidas para garantir sua segurança caso os Estados Unidos deixassem o tratado.

Putin disse que Moscou está pronta para discutir a possível saída dos EUA do INF com os aliados dos EUA sem histeria. O presidente russo também declarou que espera poder falar sobre esse assunto durante seu encontro com Trump em Paris, marcado para o dia 11 de novembro.

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Número de mortos em incêndios na Califórnia chega a 63

Já chega a 63 o número de mortos nos incêndios que vêm devastando o estado norte-americano da Califórnia nos últimos dias, enquanto passam de 600 os desaparecidos, segundo informaram autoridades locais.

ubiie Redação

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O novo balanço de vítimas foi divulgado nesta quinta-feira, após mais sete pessoas serem encontradas mortas. Anteriormente, o xerife do condado de Butte, Kory Honea, havia divulgado que 56 pessoas tinham falecido e cerca de 130 estariam desaparecidas.

A Califórnia tem lutado com inúmeros incêndios de grandes proporções recentemente, que já destruíram milhares de estruturas e residências desde a semana passada. Um dos incêndios, o chamado Camp Fire, já está sendo considerado por muitos como o fogo mais destrutivo da história do estado.

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Menina de 11 anos se livra de sequestro por usar ‘palavra-chave’

O chefe de polícia local, Mark Lamb, também ressaltou a maturidade da garota

ubiie Redação

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O raciocínio rápido de uma menina de 11 anos evitou uma situação que poderia ter sido trágica. De acordo com informações da BBC, ela passeava com uma amiga num parque de San Tan Valley, ao sul da cidade de Phoenix, no Estado americano do Arizona, quando foi abordada por um homem que desceu de uma van branca. O desconhecido disse à garota que o irmão dela havia sofrido um acidente e ela precisava acompanhá-lo. Ao invés de entrar no carro, ela perguntou ao homem qual a palavra-chave usada pela família para situações daquele tipo. O homem não soube responder e saiu do local rapidamente.

Orgulhosa, a mãe da menina falou com a mídia local que esse gesto salvou a vida da sua filha. “Nunca pensei que esse código seria realmente usado e estou muito orgulhosa da minha filha por lembrar dele”, disse Brenda James.

O chefe de polícia local, Mark Lamb, também ressaltou a maturidade da garota. “A presença de espírito de perguntar a ‘senha’ ao homem mostra que ela é uma garota muito madura e bem preparada!”, disse ele à BBC News Mundo.

A menina ainda descreveu o homem à polícia, que iniciou uma investigação. Outras crianças falaram que já viram o carro do suspeito circulando muitas vezes pelas proximidades.

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Sistema chinês de defesa antiaérea seria derivado do S-300 russo, diz especialista

O sistema de defesa chinês HQ-9 seria semelhante ao sistema russo S-300 não só na aparência como também nas especificações.

ubiie Redação

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Especialista da revista The National Interest, Charlie Gao, analisou recentemente o sistema chinês na tentativa de entender se o equipamento seria mais uma cópia chinesa dos equipamentos russos.

Apesar de a China ser conhecida por copiar armamentos de outras nações, principalmente da Rússia, vale ressaltar que, desde 1956, a China não recebeu ajuda da União Soviética relacionada a sistemas antiaéreos. Desde então, os chineses desenvolveram apenas sistemas de curto e médio alcance, como o HQ-61 e HQ-6.

O sistema chinês HQ-9 surgiu na década de 80, quase no mesmo período em que os sistemas russos e americanos surgiram. Entretanto, o problema da China era a lentidão no desenvolvimento de seus armamentos.

Diante do problema enfrentado pelos chineses e da oportunidade de adquirir os sistemas russos S-300PMU1, o gigante asiático não pensou duas vezes e optou pela aquisição dos sistemas antiaéreos russos. Pouco depois da aquisição, surgiram os primeiros sistemas HQ-9 produzidos pela China, o que gerou desconfiança de que os chineses teriam utilizado os sistemas S-300 para desenvolver seus sistemas HQ-9, porém, a China nega qualquer relação entre os dois armamentos, afirma o especialista.
O fato de a China não confirmar a relação, não convence o Ocidente, que também acredita que os sistemas chineses não passam de uma duplicação dos sistemas russos. Outro fato que reforça essa ideia, é que pouco depois de a China adquirir a atualização dos S-300, conhecida como S-300PMU2, em 2004, surgiram os atualizados sistemas antiaéreos chineses HQ-9B, donos de um alcance entre 250 e 300 quilômetros.

O especialista ainda ressalta que a China recentemente comprou os sistemas russos S-400, o que levaria a crer que em breve a China possuirá equipamentos semelhantes aos russos — sendo um risco para o mercado de armamentos, já que os chineses poderiam vender seus equipamentos por um valor mais baixo que o dos S-400, por exemplo.

Entretanto, a Rússia não apresenta qualquer preocupação com a concorrência chinesa e a capacidade dos sistemas de defesa chineses, demonstrando confiança de que o gigante asiático não será capaz de competir com os novos sistemas russos, concluiu Charlie Gao.

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