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Política

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Atentado contra Bolsonaro foi descoberto pela inteligência, diz futuro ministro da Defesa

Futuro ministro da Defesa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Augusto Heleno afirmou nesta quinta-feira que o ex-capitão do Exército seria alvo de um plano de atentado, classificado por ele como “terrorista”, informou o jornal O Globo.

ubiie Redação

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De acordo com a publicação, circula em Brasília nos últimos dias vários rumores sobre um possível plano de ataque contra Bolsonaro, e que o mesmo teria sido discutido entre autoridades de inteligência da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

“A informação de que foi plotado um planejamento de um ato terrorista contra o presidente [Bolsonaro] é verdade. Isso já foi confirmado por autoridades da área de inteligência”, declarou Heleno ao jornal.

O futuro ministro da Defesa, porém, não deu detalhes sobre quem seriam os supostos autores do plano, tampouco quais providências foram tomadas em relação ao assunto. Segundo O Globo, as autoridades não encontraram elementos de uma ameaça concreta contra Bolsonaro.

A Polícia Federal reforçou em 20 – de 35 para 55 – o número de policiais destacados para fazer a segurança do presidente eleito. O plano já estava definido até mesmo para o caso do candidato Fernando Haddad (PT), derrotado no pleito de 28 de outubro, ser o vencedor.

O suposto atentado ventilado pelo general da reserva seria o segundo contra Bolsonaro. Em 6 de setembro, durante uma carreata em Juiz de Fora (MG), o então candidato do PSL foi esfaqueado. O autor do ataque, Adélio Bispo, segue preso.

O presidente eleito informou que passará por uma nova operação no próximo dia 12 de dezembro, para a retirada da bolsa de colostomia que carrega desde o ataque, que feriu gravemente o seu intestino.

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Política

Em carta a Jean Wyllys, Lula pede ‘enfrentamento’ a Bolsonaro

O deputado conta que enviou o seu livro ‘Tempo bom, tempo ruim’, escrito por ele, ao ex-presidente e recebeu carta em resposta

ubiie Redação

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Da prisão em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua se mostrando um dos principais opositores ao presidente Jair Bolsonaro. Em carta divulgada nessa quinta-feira (17) pelo deputado Jean Wyllys, o petista pediu “forte enfrentamento político” ao novo governo.

Wyllys contou que enviou o seu livro “Tempo bom, tempo ruim”, escrito por ele, a Lula. Em resposta, ele recebeu uma carta feita à mão pelo ex-presidente, em que ele agradece o presente e a dedicação do deputado à política e pede oposição ao governo de Bolsonaro:

“Eu estou convencido que temos que consolidar um forte enfrentamento político com o governo, e ao mesmo tempo, tratar de organizar politicamente o nosso povo”, escreveu Lula.

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Política

Moro: ‘Petrobras foi saqueada num volume sem paralelo no governo Lula’

“Pra onde foi esse dinheiro?”, questionou o ministro

ubiie Redação

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou, nesta terça-feira, 15, em entrevista à GloboNews, que a Petrobras foi “saqueada em um volume sem paralelo” durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de que Moro foi um juiz parcial e o perseguiu durante processos judiciais.

Moro afirmou que Lula não “faz parte” de seu “presente”, nem do “futuro”. “O fato é que a decisão que eu proferi foi confirmada por três desembargadores que permanecem em suas posições.”

“O que existe é um álibi falso de perseguição política. O fato é que a Petrobras durante o governo do ex-presidente foi saqueada num volume às vezes sem paralelo no mundo”, disse. Moro ressaltou que “a própria Petrobras reconheceu R$ 6 bilhões em desvios”.

“Pra onde foi esse dinheiro? esse dinheiro foi para enriquecer ilicitamente diversos agentes públicos daquele governo e parcelas beneficiaram o ex-presidente. Esse álibi parte do pressuposto de que esse escândalo de corrupção não aconteceu”, concluiu.

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Política

Bolsonaro promete mostrar um ‘Brasil diferente’ em Davos na próxima semana

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, prometeu nesta segunda-feira mostrar “um Brasil diferente, livre de laços ideológicos e corrupção generalizada” no Fórum Econômico Mundial (FEM) em Davos, na Suíça, na próxima semana.

ubiie Redação

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A reunião de 22 a 25 de janeiro da elite política e corporativa do mundo seria uma “grande oportunidade de apresentar um Brasil diferente para líderes de todo o mundo”, afirmou o líder brasileiro no Twitter.

“Mostrarei nosso desejo de negociar com todos, valorizando a liberdade econômica, os acordos bilaterais e o equilíbrio fiscal. Com esses pilares, o Brasil irá em direção ao pleno emprego e à prosperidade”, prosseguiu.

O encontro nos Alpes Suíços será a primeira viagem internacional de Bolsonaro desde sua posse em 1º de janeiro.

Bolsonaro será acompanhado por seu ministro da Economia, Paulo Guedes, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Para participar da reunião de Davos, Bolsonaro adiou a cirurgia abdominal para remover uma bolsa de colostomia anexada depois que ele sobreviveu a um ataque a faca em setembro.

Ele deve se submeter à cirurgia no final de janeiro. O vice-presidente Antônio Hamilton Mourão assumirá o comando do dia-a-dia do país enquanto o presidente se recupera, o que deve levar cerca de duas semanas.

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