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Perguntas e respostas sobre o problema de segurança do Facebook

Empresa deslogou a conta de 90 milhões de usuários recentemente
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ubiie Redação

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O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que invasores roubaram tokens de acesso na rede social e que a vulnerabilidade afetou 50 milhões de contas, que tem 2 bilhões de usuários no mundo.

Como medida de segurança, a empresa deslogou a conta de 90 milhões de usuários, o que significa que quem entrava na rede social de modo automático, sem incluir a senha, foi desconectado e precisou incluir a senha novamente.

Até agora, a empresa não registrou o vazamento de informações pessoais na internet, mas especialistas em segurança da informação alertam que o roubo de tokens é perigoso, pois dá acesso à conta dos usuários e todo o seu controle, de mensagens privadas a fotos que estão públicas ou em álbuns fechados.

“Hoje você faz o login e não coloca mais a senha durante um mês, por exemplo. É assim no Google, no Facebook. No momento que você acessa, eles usam um algoritmo criptográfico que te reconhece. A pessoa fica ligada a um código, uma sequência de caracteres conhecida como token, que a autoriza”, explica Igor Rincon, especialista em segurança de informação.

Com o token, o Facebook entende que o acesso à rede social por determinado celular ou máquina é autenticado e permite o acesso da pessoa sem que ela precise digitar a senha.

Como saber se tive a conta invadida?

A empresa não anunciou quais países foram afetados, apenas que deslogou a conta de 90 milhões de pessoas. Se você não costumava colocar a senha e precisou fazer isso, há duas possibilidades: ou sua conta está entre as vulneráveis ou, no último ano, você acessou a função “ver como”, no qual usuários conseguem ver como outras pessoas enxergam seu perfil na rede social.

Verifique nas configurações de sua conta os dispositivos que estão conectados a ela e os respectivos locais de origem. Se aparecer alguma cidade que você não esteve, é provável que seu perfil tenha sido invadido.

Qual a consequência de uma invasão ao meu perfil?

Invasores podem ler mensagens privadas, olhar fotos privadas, fazer o download delas, bem como alterar informações pessoais e se fazer passar por você. Isso pode ter inúmeras implicações relacionadas à falsidade ideológica.

Como me proteger nas redes sociais?

Altere sua senha e não use a mesma em diferentes redes sociais, como LinkedIn e Twitter. Evite sequências numéricas, como número de telefone, data de nascimento e placa do carro, e palavras conhecidas de qualquer idioma.”Uma dica que costumo dar é: selecione a primeira letra de cada palavra da sua música preferida, para você ter uma referência, e inclua números e caracteres especiais no meio”, diz Fernando Amatte, diretor de ciberinteligência da Cipher.2. Habilite a verificação em dois fatores. Vá até as configurações de segurança e ative o duplo fator de autenticação. Faça isso em todas as redes sociais. Dessa forma, você só entra na rede por um dispositivo se confirmar sua identidade em outro meio, seja com QR Code ou por SMS no celular.3. Seja um usuário vigilante. Ative notificações de redes sociais no seu email para saber quando algo acontece na sua conta. Fique atento a qualquer mensagem ou notificação estranha. 4. A dica é antiga, mas tenha antivírus atualizado no computador e, se possível, obtenha um para dispositivos móveis. Se, porventura, a partir das informações acessadas no Facebook, o invasor tentar instalar algum programa na sua máquina, o antivírus detecta a movimentação.O que diz o Facebook?A empresa afirma que as investigações estão em estágio inicial. Informa que o ataque explorou uma “interação complexa envolvendo uma série de ocorrências em nossos códigos” e que nasceu de uma mudança de código feita na ferramenta de upload de vídeo em julho de 2017, que impactou a funcionalidade “Ver Como”.”Os invasores não precisaram apenas encontrar essa vulnerabilidade e usá-la para ganhar acesso a um token, mas também tiveram que ir desta conta a outras para roubar mais tokens.”Segundo o Facebook, ainda é preciso confirmar se as contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada. É preciso ressaltar que essa vulnerabilidade de segurança não tem relação com o caso da Cambridge Analytica, que colocou a empresa em uma de suas piores crises de imagem este ano.

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Rede social

Facebook é condenado na Itália por violar direitos autorais

Processo foi movido pelo grupo Mediaset, de Silvio Berlusconi

ubiie Redação

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Um Tribunal de Roma condenou o Facebook por violações de direitos autorais e difamação, em um processo movido pelo grupo de mídia Mediaset, controlado pelo ex-primeiro-ministro da Itália Silvio Berlusconi.

A decisão foi anunciada pela própria Mediaset e trata-se da primeira sentença contra a rede social no país em um caso de desrespeito de copyright. Em 2012, usuários anônimos abriram uma página no Facebook dedicada a um desenho animado transmitido pelo canal Italia Uno.

Alguns links, no entanto, conduziam a conteúdos protegidos por direitos autorais e carregados ilegalmente no YouTube ou promoviam insultos difamatórios sobre o intérprete da música tema do desenho animado.

Segundo a Mediaset, o Facebook sempre se recusou a remover os conteúdos em questão e terá de pagar uma indenização, cujo valor não foi divulgado.

“A decisão [do Tribunal de Roma] é a primeira na Itália a reconhecer a responsabilidade de uma rede social por violações ocorridas por meio da publicação de links externos à própria plataforma”, diz uma nota do grupo.

O Facebook, que ainda não se pronunciou sobre a sentença, pode recorrer.

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Rede social

Uma das maiores queixas do WhatsApp vai acabar

O serviço de mensagens está trabalhando numa das funcionalidades mais pedidas pelos usuários

ubiie Redação

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Quem está no WhatsApp sabe que uma das maiores frustrações do aplicativo é ser adicionado a um grupo de conversa no qual não quer participar. Quantas vezes foi adicionado a um grupos sem que tenham pedido sua permissão? Ainda pode sair dele mas tal ação pode criar um certo constrangimento com as outras pessoas do grupo.

Pois bem, diz o WABetaInfo que este tipo de situação e está prestes a acabar. Segundo a publicação será enviado um pedido de permissão aos usuários antes de serem adicionados aos grupos.

Entre a seleção é possível continuar deixando que qualquer pessoa o adicione ou determinar que só os seus contatos o façam. Em último caso, poderá também definir que fica proibido lhe adicionar em grupos sem sua permissão.

Caso decida aplicar estas restrições, passará a receber um convite sempre que for adicionado a um grupo, o qual poderá ‘aceitar’ ou ‘rejeitar’ no espaço de 72 horas, sendo que posteriormente o convite é eliminado por inteiro.

Esta funcionalidade está atualmente em desenvolvimento e ainda não tem qualquer data de lançamento. Ainda assim, é mais que provável que o WhatsApp venha a lançá-la dada a frequência com que é pedida pelos usuários do app.

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Rede social

Facebook informará quem coleta dados para segmentação publicitária

Botão “Por que estou vendo isso?” mostrará mais informações do que as disponíveis hoje

ubiie Redação

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A partir de 27 de fevereiro, o Facebook permitirá que usuários saibam quem coletou informações pessoais como email e número de celular para segmentar publicidade. Hoje, usuários têm acesso apenas à empresa que direcionou o anúncio, mas não ao agente que as coletou -que pode ser um desenvolvedor ou uma agência de marketing.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo site de tecnologia TechCrunch, que havia antecipado a mudança.

Diante de episódios relacionados à falta de transparência no último ano, o botão “Por que estou vendo isso?” ganhará uma nova camada de informações.

Se uma pessoa recebe uma peça publicitária no feed de notícias, pode entender que o direcionamento ocorreu devido à sua faixa etária e à localização geográfica, e foi feita por uma marca específica.

Com a mudança, saberá quem de fato coletou os dados e se teve o email e o número de telefone utilizados para a segmentação, visto que esse processo só pode ser feito mediante consentimento. A ferramenta existe desde junho, mas não havia um processo de verificação.

“A explicação ‘Por que estou vendo isso?’ exibirá o nome da empresa que carregou as informações do usuário no Facebook e destacará qualquer compartilhamento que possa ter ocorrido. Isso pode incluir o envolvimento de agências, desenvolvedores ou outros parceiros”, diz a empresa em uma publicação na página Facebook Advertisers Hub, dedicada a anunciantes.

A ferramenta integra a estratégia de proteção de dados do Facebook, que tenta modificar alguns de seus processos após os casos de violação de privacidade de 2018. Com esse tipo de dispositivo, usuários podem rastrear de onde recebem propaganda.

O Facebook ainda não confirmou se a medida valerá para o Brasil também.

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