Siga-nos

Espaço

58

Tempo estimado para a leitura: 1minuto(s) e 33segundo(s).

NASA adverte sobre rápida aproximação de um grande asteroide da Terra

ubiie Redação

Publicado

em

O asteroide foi detectado pela primeira vez em 19 de setembro, tendo sido incluído em uma lista de asteroides com trajetórias próximas da Terra.

Segundo frisa a edição Daily Express, o tamanho do asteroide pode superar a altura do Big Ben ou da roda-gigante localizada em Londres.

Estima-se que a velocidade do SP1 é cerca de 60 km por hora, enquanto sua maior aproximação à Terra acontecerá em 3 de outubro. Porém, o asteroide passará a 5,87 milhões de quilômetros do nosso planeta, ou seja, algo 15 vezes mais que a distância entre a Terra e a Lua.

Embora essa distância possa parecer grande demais, a eventual colisão de tal corpo celeste com a Terra teria consequências catastróficas, adianta a edição.

Ao mesmo tempo, em seu comentário para a Sputnik, o chefe do Instituto da Astronomia da Academia de Ciências da Rússia, Boris Shustov, disse que o asteroide não representa qualquer ameaça para a humanidade. De acordo com ele, a aproximação de tal corpo celeste é um “evento regular”.

“Nem dá para vê-lo através de dispositivos amadores”, observou o cientista.

Ele adicionou que tais corpos celestes passam perto da Terra de vez em quando, enquanto as respectivas notícias sobre esses casos servem apenas para entreter as pessoas.

Mais cedo, a própria NASA assegurou que nos próximos anos a possibilidade de algum asteroide conhecido embater contra a Terra é quase nula.

1
0
Clique para comentar
Publicidade

Espaço

Europeus e japoneses lançam espaçonave para missão de 7 anos a Mercúrio

Um foguete modelo Ariane 5 está programado para colocar a nave BepiColombo em órbita ainda nesta sexta

ubiie Redação

Publicado

em

Os últimos preparativos para o lançamento de uma missão conjunta de agências espaciais europeias e japonesas para enviar duas sondas a Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, estão sendo realizados nesta sexta-feira, dia 19.

Um foguete modelo Ariane 5 está programado para colocar a nave BepiColombo em órbita ainda nesta sexta, partindo da Guiana Francesa. Depois disso, a nave iniciará sua jornada de sete anos até o planeta mais misterioso do Sistema Solar.

A Agência Espacial Europeia disse que a missão da BepiColombo, avaliada em cerca de US$ 1,5 bilhão, é uma das mais desafiadoras da História. As temperaturas extremas de Mercúrio, a intensa atração gravitacional do Sol e a radiação solar contribuem para condições infernais.

A espaçonave terá de seguir um caminho elíptico que envolve um sobrevoo da Terra, dois de Vênus e seis do próprio Mercúrio, de modo que ela possa desacelerar o suficiente antes de chegar ao seu destino em dezembro de 2025.

Os propulsores de íons elétricos recentemente desenvolvidos ajudarão a empurrar a espaçonave, que recebeu o nome em homenagem ao cientista italiano Giuseppe “Bepi” Colombo, para a órbita certa.

Quando chegar, a BepiColombo lançará duas sondas – Bepi e Mio – que investigarão de maneira independente a superfície e o campo magnético de Mercúrio. Elas estão equipadas com isolamento especial para lidar com as variações de temperatura – de 430ºC no lado de frente para o Sol e de -180ºC na sombra do planeta.

Cientistas esperam aprimorar as informações obtidas pela sonda Messenger da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa), que encerrou sua missão em 2015 depois de ficar quatro anos na órbita de Mercúrio. A primeira espaçonave a visitar o planeta foi a Mariner 10, da Nasa, que voou pelo planeta em meados da década de 1970.

Mercúrio, que é ligeiramente maior que a Lua da Terra, tem um núcleo de ferro maciço sobre o qual pouco se conhece. Pesquisadores esperam também aprender mais sobre a formação do Sistema Solar a partir dos dados obtidos pela BepiColombo.

Esta é a segunda cooperação mais recente entre europeus e a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa). Recentemente, a sonda Hayabusa2, da Jaxa, lançou um robô alemão-francês sobre o asteroide Ryugu.

0
0
Continuar lendo

Espaço

Alienígenas existem, mas ‘não querem entrar em contato’?

ubiie Redação

Publicado

em

“Eu admito a existência de civilizações inteligentes extraterrestres. Afinal, se a nossa civilização existe, por analogia pode haver outras, e, provavelmente, muitas delas”, comentou Bisikalo.

Segundo ele, o astrônomo e astrofísico norte-americano, Frank Drake, em 1960, desenvolveu uma fórmula permitindo calcular o número de civilizações extraterrestres com as quais poderíamos entrar em contato.
“De acordo com esta fórmula, há inúmeras delas”, destacou.

Bisikalo observou que a humanidade ainda não encontrou evidências de existência extraterreste, porque os alienígenas “não querem entrar em contato”. A segunda razão é por causa de um possível curto período de vida da civilização.

“Por exemplo, até o começo do século XX, nossa civilização não irradiava nada. Agora, a Terra está repleta de sinais eletrônicos em diferentes intervalos, mas a tendência geral é reduzir as perdas e, consequentemente, diminuir o nível do sinal”, disse.

O diretor do instituto acrescentou que o raciocínio sobre a existência de outras civilizações se transformou em um plano experimental prático depois da descoberta dos exoplanetas. Ele salientou que agora uma das tarefas principais é identificar e procurar possíveis biomarcadores no espaço – evidências da existência da vida. Esses marcadores biológicos são oxigênio, ozônio, metano, mas sua presença no exoplaneta não garante a existência de vida, indicou.

“É importante notar que muitos biomarcadores aparecem na região ultravioleta do espectro, os quais serão estudados pelo observatório espacial Spektr-UF, que será lançado em órbita em 2024. Provavelmente, com sua ajuda veremos algo realmente interessante”, concluiu Bisikalo.

1
0
Continuar lendo

Espaço

Cientistas explicam ausência ‘sinistra’ de civilizações extraterrestres

ubiie Redação

Publicado

em

Os astrônomos da universidade do estado norte-americano de Pensilvânia criticaram os argumentos em defesa do paradoxo de Fermi, segundo o qual a humanidade não observa vestígios da atividade das civilizações extraterrestes na Via Láctea, embora os devessem ter detectado se os alienígenas existissem.

De acordo com os cientistas, a parte do espaço estudado no âmbito do projeto SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre) é pequena demais para tirar quaisquer conclusões. A pré-publicação do artigo foi divulgada no portal cientifico Arxiv.org.

O paradoxo de Fermi é usado para descrever as discrepâncias entre as estimativas otimistas da probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência de tais civilizações. Os cientistas norte-americanos sugeriram várias explicações para o fenômeno. Por exemplo, extraterrestres podem morrer antes de serem detectados, ou podem não conseguir entrar em contato com a humanidade devido à gravidade forte demais ou a paragem no desenvolvimento tecnológico.

Uma das formulações do paradoxo de Fermi é o Fato A, que aponta que as naves extraterrestres devem frequentar o Sistema Solar e a Terra com grande frequência. Entretanto, os cientistas vieram criticar a formulação, já que até mesmo na Terra existem locais em que as tecnologias de ponta modernas não penetraram.

Além disso, os pesquisadores norte-americanos se mostraram céticos em relação à concepção do “silêncio sinistro” de Paul Davis, que aponta a ausência na Galáxia de “radiofaróis” de origem artificial. De acordo com as conclusões dos astrônomos, ainda pouco foi estudado para se afirmar sobre a ausência de radiofaróis. Os cientistas comparam isso com a afirmação sobre a ausência de animais marinhos com base em um copo d’água tirada do oceano.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
112,55
JPY 0,00%
3,71
BRL –0,01%
1EUR
Euro. European Union
=
129,59
JPY –0,12%
4,27
BRL –0,13%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
726.415,27
JPY +0,32%
23.961,40
BRL +0,31%

Tokyo
13°
Sunny
MonTueWed
22/14°C
22/15°C
24/14°C

São Paulo
16°
Mostly Cloudy
SunMonTue
min 13°C
27/16°C
28/17°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana