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Entenda o que ocorre com seu coração durante a prática de exercícios

Especialista conta como a atividade física diária influencia no fortalecimento, crescimento e ritmação do coração

ubiie Redação

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Sabe-se que a prática regular de exercícios físicos, numa média de 150 minutos/semana com intensidade moderada ou 75 minutos/semana com intensidade vigorosa, como o recomendado pela Organização Mundial da Saúde, está diretamente associada a uma boa saúde cardiovascular e também à redução de risco de doenças cardíacas. Mas o que, de fato, acontece com o coração durante alguns minutos de atividade física?

Segundo o cirurgião cardiovascular, Dr. Marcelo Sobral, exercícios como os aeróbicos – aqueles de menor impacto e que são feitos com “respiração normal”, ou seja, sem faltar o fôlego, como correr, caminhar e pedalar – são os mais benéficos à saúde, já que fortalecem os músculos do corpo todo, incluindo o coração, que também é um músculo.

“Durante o exercício, além de ficarem mais fortes, estes músculos crescem e para que haja essa hipertrofia, eles acabam exigindo mais sangue, estimulando a circulação sanguínea em todo o corpo. Neste processo as artérias coronárias ficam mais vigorosas e novos vasos sanguíneos podem ser criados, melhorando a função do coração”, afirma Sobral.

De acordo com o especialista, quando a prática de atividade física é diária e sem exageros, há mudança no padrão dos batimentos cardíacos, que passam a funcionar de forma mais controlada e ritmada. “Ao contrário do que muitos pensam, a aceleração dos batimentos durante o exercício não leva à arritmia cardíaca, mas é altamente benéfica para o organismo já que durante a pratica diversas reações químicas acontecem, como a liberação de hormônios, enzimas e proteínas, ajudando a equilibrar todo o metabolismo”, explica.

Sobral ressalta que antes de se aventurar pela prática de exercícios físicos rotineiros, é importante passar por uma avaliação médica e, no caso de pessoas que já apresentam complicações cardíacas, será indicado o tipo de exercício e sua intensidade ideal. “Além dos benefícios já citados, exercitar-se da forma correta ajudará, independente da idade ou do estado clínico, a tornar veias e artérias mais eficientes, a produzir mais do colesterol bom (HDL) e a melhorar, além da circulação de forma geral, também os níveis de açúcar no sangue e estresse”, conclui o cirurgião.

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Mídia: registrado 2º caso de cura de paciente com HIV

Uma segunda pessoa poderia ter sido completamente curada do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) desde o início da epidemia global, informou o jornal New York Times.

ubiie Redação

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Segundo o jornal, o chamado “paciente de Londres”, que permanecerá anônimo, se tornaria a segunda pessoa a ser curada do HIV. O primeiro caso foi registrado há 12 anos, quando o “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown, se livrou do vírus. Ambos os casos resultaram de transplantes de medula óssea por causa de câncer e não do HIV.

O doador do “paciente de Londres” tinha uma mutação genética chamada CCR5, que faz o organismo resistente ao HIV. O transplante foi realizado em maio de 2016 e, desde setembro de 2017, o paciente deixou de usar a terapia antirretroviral.

Deste modo, o paciente vive sem a terapia há mais de um ano e meio, mas no seu organismo não foram encontrados sinais de presença do HIV. Isso faz os médicos concluir que o paciente está completamente livre do vírus.

Os cientistas planejam publicar seu relatório hoje (5) na revista Nature e apresentar alguns detalhes desse caso na Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas em Seattle, EUA.

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Perigo ou benefício? Cientista revela papel dos micróbios na nossa vida

A quantidade de células de micro-organismos no organismo humano é dez vezes maior do que todas as outras células devido ao tamanho menor, o que corresponde a 1-2 quilos de peso em cada pessoa. É difícil imaginar um ser humano sem esse conjunto de micro-organismos, que cumpre funções importantíssimas no corpo.

ubiie Redação

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Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o cientista em microbiologia da Universidade Estatal de Moscou Ilia Serezhkin respondeu às perguntas sobre as espécies e funções dos micróbios, busca de novos antibióticos e muito mais.

Os últimos estudos mudaram o paradigma tradicional de que os micróbios são ruins. Hoje em dia, a maioria dos micróbios é considerada benéfica para as pessoas e o planeta em geral, ressaltou Ilia Serezhkin.

A chamada microbiota tem um papel fundamental para a nossa imunidade, produção de vitaminas e outras substâncias úteis. A influência negativa aparece quando há um desequilíbrio da microbiota e no organismo aparecem microrganismos que não devem lá estar ou apenas devem existir em quantidades mínimas.
A base da flora microbiana do homem é constituída pelos microrganismos que são transmitidos na altura do nascimento pela mãe. Entre eles estão o lactobacilos e as bifidobacterias, que fazem parte da flora intestinal. A microbiota se forma e muda até aos 7 anos e depois permanece mais ou menos estável por toda a vida, excluindo os períodos de infeções e toma de antibióticos.

A vacinação contribui um pouco para a formação da microbiota, mas não significativamente. O quadro microbiano da pessoa depende em primeiro lugar da alimentação, amamentação e do fator externo de limpeza, assinalou o cientista russo.

Considera-se que um ambiente esterilizado, completamente livre de micróbios, é contraindicado as para pessoas, já que a pele perfeitamente limpa logo é ocupada por microrganismos patogénicos. A presença de micro-organismos na pessoa é um fato de treinamento permanente da imunidade, produção de anticorpos e outras proteínas que destroem os micro-organismos patogénicos. Além disso, a microbiota ocupa toda a superfície do corpo humano e não deixa as bactérias se prenderem à nossa pele.

Por essa razão, o cientista não aconselha a usar gel anticéptico se tiver oportunidade de lavar as mãos com água e sabão, já que as substâncias do gel liquidam toda a microbiota, a boa e a má.

Micróbios novos e antibióticos

No século XX, os cientistas pensavam que no intestino humano havia 300-700 tipos de micróbios, mas agora já se conhecem 15-20 mil microrganismos e se descobrem cada vez mais novos tipos e géneros.

Às vezes aparecem notícias sobre descobertas de novas bactérias resistentes a antibióticos. Serezhkin afirma que isso não significa que tais espécies saiam totalmente fora de controlo e que matem todos os pacientes. Tal microrganismo pode ser eliminado por uma ou outra substância.

Desde o século passado a comunidade científica busca novos antibióticos. Apesar de ser um processo difícil, as pesquisas científicas permitem lutar contra os microrganismos patogénicos ou pelo menos prevenir a sua proliferação.
Papel dos micróbios na descontaminação do meio ambiente

A microbiota desempenha um papel importante na degradação de resíduos, tais como produtos petrolíferos e plásticos. Os micróbios são usados em vazamentos de petróleo, pois alguns micro-organismos se alimentam de hidrocarbonetos, principal constituinte dos produtos petrolíferos, transformando-os em água, dióxido de carbono e biomassa.

A eficácia de tal método de liquidação de vazamentos atinge 80-90%, mas é usado apenas nas etapas finais de limpeza das áreas poluídas, por ser um método que leva mais tempo em comparação com os métodos tradicionais.

Onde há mais micróbios em casa?

Os cientistas calcularam que o campeão quanto ao número de micróbios em qualquer casa é a esponja da louça. Ela tem as condições perfeitas para a existência e crescimento de micróbios, havendo restos da comida na sua superfície e sendo um lugar quente e húmido. É desejável mudá-la o mais frequentemente possível, pelo menos uma vez por semana.

Percentagem de micróbios controlados

O cientista russo opina que apenas 10% dos micróbios do “exército microbiano” estão sob controle. A humanidade conseguiu submeter em certo nível os micro-organismos patogênicos, diminuindo a sua quantidade, inclusive no organismo humano. Mas o homem ainda não é capaz de determinar o “quadro microbiano” completo de um determinado lugar, não conseguindo sequer descrever todos os micróbios que habitam o nosso planeta.

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Comer ovo faz bem para os olhos; entenda

Alimento é rico em luteína e zeaxantina, que previnem a degeneração macular

ubiie Redação

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Você sabia que o consumo de ovos tem um papel de destaque na saúde dos olhos, que tem importância fundamental para o bem-estar e a manutenção da qualidade de vida das pessoas? É isso mesmo! Alguns estudos realizados mostram que o consumo de cerca de 1 ovo por dia aumenta a densidade ótica e, portanto, possui uma ação protetora dos olhos, evitando doenças oculares, como a degeneração macular relacionada à idade e a catarata.

Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil, conta que o ovo, com sua gema amarela, é rico em luteína e zeaxantina. Estes mesmos carotenoides estão presentes na pigmentação amarelada da mácula (parte do olho que ajuda a focalizar a luz) e são responsáveis por proteger os olhos dos danos causados pela luz solar.

A profissional ressalta também que o avançar dos anos pode reduzir os níveis de luteína e zeaxantina nos tecidos oculares, o que torna primordial o consumo de alimentos, como o ovo, ao longo da vida. Além disso, outros fatores como exposição solar, fumo, ingestão de alguns medicamentos de uso contínuo e alimentação irregular são relevantes para a redução e perda da visão.

Estudo que comprovou o efeito do consumo de um ovo por dia, avaliou um grupo de 33 pessoas com idade média de 79 anos durante cinco semanas. Foram analisados colesterol e carotenoides antes e depois do estudo. Os pesquisadores então demonstraram que este consumo aumentou a concentração de luteína e zeaxantina sérica, sem elevar o colesterol.

O ovo de tamanho médio (50g) possui cerca de 4g de gordura por unidade, distribuídas em ácidos graxos monoinsaturados (1,82g), poliinsaturados (0,96g) e ácidos graxos saturados (1,56g). A presença destes lipídeos torna o carotenoide biodisponível, favorecendo a sua absorção.

O ovo é uma fonte de proteína importante, além de conter vitaminas e minerais, o que faz dele um alimento completo.

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