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Japão admite pela primeira vez que radiação causou a morte a trabalhador de Fukushima

Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação e terá de indenizar a família.

ubiie Redação

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Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação e terá de Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação. Após o governo ter negado por várias vezes que a radiação nuclear é uma causa de morte na região, o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar decidiu em favor da família do trabalhador. O governo nipónico foi assim condenado a compensar os familiares.

O trabalhador da central nuclear de Fukushima Daiichi — que foi afetada morreu na sequência de um cancro no pulmão que lhe foi diagnosticado em 2016. O homem, que tinha cerca de 50 anos, trabalhou durante toda a vida em várias centrais nucleares espalhadas pelo Japão. Desde o acidente nuclear trabalhou pelo menos duas vezes nesta central.

A Tokyo Electronic Power — que explora esta central — enfrenta uma série de processos impostos por pessoas que pedem compensação por doenças desenvolvidas desde o acidente. Até agora, o ministério já tinha admitido que a radiação esteve na origem da doença de quatro trabalhadores, mas esta é a primeira vez em que é assumido que a exposição causou a morte de um trabalhador.

Em 2011, um sismo de magnitude 9.0 na escala de Richter afetou o Japão, sendo atingido de seguido por um tsunami na costa este. A catástrofe natural matou 18 mil pessoas e causou o maior acidente nuclear desde Chernobyl. Cerca de 160 mil pessoas tiveram de ser evacuadas, mas as consequências para a saúde dos sobreviventes é difícil de mesurar.

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Japão

Japão confirma e detalha projeto do caça de 6ª geração

Recentemente, um relatório divulgado pelo Japão revelou que o país decidiu desenvolver seu próprio caça furtivo de sexta geração, o Mitsubishi F-3.

ubiie Redação

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O desenvolvimento e a produção do novo caça furtivo F-3, que faz parte do Programa de Defesa de Médio Prazo (MTDP, na sigla em inglês) será liderado pela indústria aeronáutica do país com a possível colaboração de parceiros externos, incluindo a BAE Systems, Lockheed Martin, Boeing e Northrop Grumman.

Tanto é que a equipe liderada pela Mitsubishi Eletronics já realizou testes com seu radar de varredura eletrônica ativa (AESA) baseado no caça F-2 e que, segundo a mídia, deve ser similar ao NA/APG-81 fabricado nos EUA e utilizado pelo caça F-35 Lightning II.
Além dos testes de radar, a empresa também apresentou imagens do protótipo de teste de um motor turbofan de by-pass baixo, chamado de XF9-1, equipado com pós-combustores desenvolvidos pela IHI Corporation.

Com relação a uma possível colaboração, a Lockheed Martin recentemente apresentou uma proposta de projeto para um jato bimotor de superioridade aérea utilizando a estrutura do F-22 com a suíte eletrônica do F-35. Entretanto, a proposta foi descartada pelo Ministério das Finanças do Japão por ser muito cara, conforme cita a revista The National Interest.

O Ministério da Defesa do Japão pretende obter aproximadamente 100 novas aeronaves de superioridade aérea até o final da década de 2030, ressaltando que os japoneses também aprovaram a compra de 147 jatos furtivos F-35A Lightning II, com a possibilidade de incluir aeronaves da versão para pouso vertical, F-35B.

O programa F-3 custará aproximadamente R$ 174 bilhões, ou seja, mais de R$ 694 milhões por aeronave.

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Japão

Tribunal aprova prisão de Ghosn até 14 de abril

Executivo brasileiro é alvo de nova acusação no Japão

ubiie Redação

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Um tribunal do Japão aprovou nesta sexta-feira (5) o pedido de prisão preventiva do ex-presidente da Nissan, da Mitsubishi e da Renault Carlos Ghosn até 14 de abril.

O executivo brasileiro havia passado 108 dias na cadeia e sido libertado em 6 de março, mediante pagamento de fiança de 1 bilhão de ienes (equivalente a mais de R$ 33 milhões), mas acabou detido novamente nesta quinta (4), após mais uma acusação de má conduta financeira.

Segundo a nova denúncia, US$ 5 milhões enviados por uma subsidiária da Nissan para uma distribuidora de veículos em Omã foram desviados para uma companhia controlada por Ghosn. Antes disso, ele já era acusado de ter subnotificado rendimentos e de ter transferido recursos ilegalmente para a Arábia Saudita.

A Corte Distrital de Tóquio aprovou nesta sexta o pedido do Ministério Público para colocar o executivo em prisão preventiva por 10 dias, período que pode ser prorrogado por mais 10 antes da formalização da denúncia.

Ghosn, 65 anos, alega inocência e havia acabado de anunciar que faria uma coletiva de imprensa em 11 de abril para “contar toda a verdade sobre o que está acontecendo”. No pedido de prisão, o Ministério Público argumenta que o executivo poderia adulterar provas ou fugir.

Em função do escândalo, o brasileiro foi demitido da presidência da Nissan e da Mitsubishi e renunciou ao comando da Renault – as três montadoras formam uma aliança automotiva. Ele alega inocência e diz ser vítima de “complô” e “traição” por parte dos executivos da Nissan, que planejam mudar os termos da parceria com a Renault.

Atualmente, a montadora francesa tem 43% das ações do grupo japonês, com direito a voto, enquanto a Nissan, que é mais lucrativa, possui 15% da Renault, sem direito a voto.

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Japão

Após pagar fiança, Carlos Ghosn deixa a prisão em Tóquio

Ex-presidente da Nissan é acusado de fraude e aplicação indevida de recursos

ubiie Redação

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O Tribunal Distrital de Tóquio, no Japão, autorizou a libertação e o executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, de 64 anos, ex-presidente da Nissan, deixou a prisão nesta quarta-feira (6). A Justiça rejeitou o recurso impetrado pelos promotores que tentaram reverter a concessão da fiança e as exigências impostas.

Acusado de fraude e aplicação indevida de recursos, a fiança imposta a Ghosn é no valor de US$ 9 milhões. Ele está proibido de deixar o Japão.

A Justiça determinou a instalação de uma câmera na entrada de sua residência, o uso de um computador no escritório de seu advogado e a utilização de celular desde que a internet bloqueada.

Ghosn foi preso em novembro do ano passado e indiciado por suspeita de fraudes e violação de instrumentos legais da empresa. A pena foi agravada pela quebra de confiança por transferir inadequadamente os fundos da Nissan.

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