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Japão admite pela primeira vez que radiação causou a morte a trabalhador de Fukushima

Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação e terá de indenizar a família.

ubiie Redação

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Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação e terá de Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação. Após o governo ter negado por várias vezes que a radiação nuclear é uma causa de morte na região, o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar decidiu em favor da família do trabalhador. O governo nipónico foi assim condenado a compensar os familiares.

O trabalhador da central nuclear de Fukushima Daiichi — que foi afetada morreu na sequência de um cancro no pulmão que lhe foi diagnosticado em 2016. O homem, que tinha cerca de 50 anos, trabalhou durante toda a vida em várias centrais nucleares espalhadas pelo Japão. Desde o acidente nuclear trabalhou pelo menos duas vezes nesta central.

A Tokyo Electronic Power — que explora esta central — enfrenta uma série de processos impostos por pessoas que pedem compensação por doenças desenvolvidas desde o acidente. Até agora, o ministério já tinha admitido que a radiação esteve na origem da doença de quatro trabalhadores, mas esta é a primeira vez em que é assumido que a exposição causou a morte de um trabalhador.

Em 2011, um sismo de magnitude 9.0 na escala de Richter afetou o Japão, sendo atingido de seguido por um tsunami na costa este. A catástrofe natural matou 18 mil pessoas e causou o maior acidente nuclear desde Chernobyl. Cerca de 160 mil pessoas tiveram de ser evacuadas, mas as consequências para a saúde dos sobreviventes é difícil de mesurar.

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Japão

1º eclipse solar parcial do ano encanta moradores do Japão (FOTOS, VÍDEO)

A temporada de eclipses solares de 2019 começou no Japão, onde em 6 de janeiro ocorreu o primeiro eclipse solar parcial do ano, relata o Observatório Astronômico Nacional do Japão.

ubiie Redação

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Eclipses solares parciais ocorrem quando a Lua se interpõe entre o Sol e a Terra, mas o satélite terrestre cobre apenas parcialmente o Sol.

Quando o cone de sombra escura da Lua, chamado “umbra”, projeta-se na superfície da Terra, é possível observar um eclipse solar total. Neste caso, a umbra omite completamente a Terra, passando a cerca de 900 quilômetros sobre o polo Norte. Contudo, quando a sombra externa da Lua, a penumbra, “toca” uma parte do hemisfério norte, resulta em um eclipse solar parcial.

Espectadores no Japão observaram o eclipse solar parcial pela primeira vez em 3 anos, usando telescópios e óculos especiais

Dessa forma, essa sombra se move para o leste sobre a superfície da Terra, passa pela Linha Internacional de Mudança de Data (linha imaginária na superfície terrestre que implica uma mudança de data obrigatória ao cruzá-la), resultando em uma mudança na data do calendário para o eclipse.

Assim, a oeste dessa linha, sobre o leste da Ásia, o eclipse ocorreu na manhã do dia 6 de janeiro. Mas a leste da linha, sobre o Alasca, o eclipse ocorreu na tarde de 5 de janeiro.

Quando é possível ver um eclipse solar total?

Após o eclipse parcial acima mencionado, a Lua continuará sua viagem em sua órbita ao redor da Terra. Em 20 de janeiro às 22h44 GMT (às 20h44, horário de Brasília), o corpo celeste alcançará seu outro nó (ascendente) e atravessará a eclíptica enquanto continua seu caminho ao norte. Apenas após seis horas e meia, haverá uma lua cheia. Essa lua cheia não somente estará próxima do nó para entrar na sombra da Terra, mas também estará perto o suficiente para passar completamente pela sombra e produzir um eclipse total.

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Japão

Autoridades japonesas investigam novas denúncias contra Ghosn

Franco-brasileiro, ex-presidente da Nissan, está preso desde o mês passado

ubiie Redação

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Mais denúncias sobre supostos desvios cometidos pelo executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, 64 anos, ex-presidente da Nissan Motor, foram encaminhadas à Promotoria de Justiça de Tóquio, no Japão. Preso desde o mês passado, Ghosn teve o pedido de detenção prorrogado por mais dez dias, podendo ser ampliado.

Os investigadores apuram se a empresa de gestão de ativos, com a qual o executivo negociava, mantinha um contrato de troca de moedas com o Shinsei Bank, com sede em Tóquio. Há informações de que o banco solicitou garantia adicional, Ghosn propôs mudar os direitos de negociação para a Nissan.

Em meio às negociações, o banco pediu ao executivo para obter a aprovação da diretoria da Nissan. Ghosn teria pressionado o conselho da montadora a aprovar o plano sem revelar que estava relacionado ao seu comércio pessoal.

Os diretores teriam sido informados de que um alto funcionário da secretaria da empresa, que era o assessor próximo de Ghosn, estaria encarregado do comércio de moedas.

Segundo a defesa do executivo, ele mudou os direitos de negociação para a Nissan, mas não causou nenhum dano à montadora porque assumiu as perdas que foram incorridas durante esse período. Ghosn nega a alegação de quebra de confiança agravada.

Ontem (23) o Tribunal Distrital de Tóquio acatou o pedido da Procuradoria de Justiça de prorrogar por mais dez dias a prisão do executivo franco-brasileiro, que permanecerá sob custódia até 1º de janeiro.

Há dois dias houve uma nova ordem de prisão contra Ghosn. Além da denúncia de fraude, ele é acusado de fazer transferência de recursos de investimentos privados para a empresa, no valor de US$ 14 milhões para uma subsidiária da montadora dirigida por um amigo na Arábia Saudita.

De acordo com a defesa de Ghosn, o saudita é uma figura rica e conhecida, que já havia ajudado a resolver problemas da Nissan no país do Oriente Médio. Segundo Ghosn, o saudita é próximo da família real e também trabalhou como lobista da Nissan.

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Japão

Cuidador morre após ser atacado por urso doméstico no Japão

No Japão, um urso-negro-asiático doméstico matou um cuidador, relata o jornal Bangkok Post.

ubiie Redação

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O incidente aconteceu em Tóquio no domingo (2). Vizinhos ouviram Soichiro Mori gritar e pedir ajuda. Ao entrarem na residência, eles viram um homem ferido na gaiola do urso e, em seguida, acionaram médicos e policiais.

O cuidador, de 56 anos, foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Posteriormente foi relatado que o urso, de 15 anos, que mede 1,3 metro e pesa 50 quilos, pertencia ao dono da casa que contratou Mori para cuidar do animal. Segundo a polícia, o homem tinha permissão para manter o urso em sua residência.

Os ursos-negros-asiáticos, que habitam por toda a Ásia, pesam de 40 a 200 quilos e crescem de 120 a 190 centímetros de comprimento. Na China, Vietnã e Mianmar os animais são criados em fazendas para a extração da bile para fins farmacêuticos.

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