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Economia

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Mercado de petróleo global está à beira de mudanças drásticas, dizem analistas

ubiie Redação

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A redução da produção de petróleo na Venezuela e as sanções contra o Irã podem levar à escassez de fontes de energia e aumento dos preços do petróleo até 90 dólares por barril daqui a poucos meses, indicam analistas da Energy Aspect.

Segundo a analista Amrita Sen, o mercado de energia vai estar sob pressão devido ao declínio da oferta de petróleo.

“À medida que o mercado começar a perder os barris iranianos, o preço do petróleo WTI e Brent atingirá 85 dólares e 95 dólares respectivamente”, acrescentou o analista John Kilduff da Again Capital, citado pela revista Expert.

Alguns especialistas preveem um aumento do preço do petróleo ainda mais drástico. Por exemplo, o analista do Centro Financeiro Internacional Vladimir Rozhankovsky acredita que, no caso de um cenário mais negativo (que prevê o fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã), o preço do petróleo poderia atingir 140 dólares por barril.

Além do fator iraniano, há outros problemas que poderiam causar o aumento do preço do petróleo. Primeiro, uma série de falências das empresas de gás de xisto norte-americanas levou a uma produção menor do que era esperado.

Além disso, a OPEP e a Rússia lançaram os alicerces do controle a longo prazo do mercado, o que pode reduzir a oferta por muitos anos.

O analista da corretora russa Alor Brocker, Aleksei Antonov, por sua vez, não está de acordo que seja de esperar um aumento do preço do petróleo em breve. Para ele, o aumento gradual das taxas de juro nos EUA já causou o crescimento da cotação do dólar em relação a outras divisas, especialmente em relação às das economias emergentes.

O dólar caro faz sempre os preços do petróleo caírem, porque o dólar caro significa o aumento da influência global dos EUA e o afluxo de capitais a esse país, enquanto Washington, aumentando o seu poder político, pode influir na política interna dos países exportadores de petróleo, bem como se apoderar dos recursos financeiros para aumentar produção de gás de xisto. Tudo isso levaria ao aumento da oferta de petróleo e à queda de seu preço.

Além disso, o progresso tecnológico poderia diminuir o papel do petróleo na economia global. Para Antonov, o preço do petróleo pode vir a cair para 60 dólares por barril em seis meses.

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Economia

Congresso aprova R$ 18,9 bilhões em créditos para diversas áreas

Os projetos serão enviados para sanção presidencial. As medidas foram aprovadas na noite de ontem (13)

ubiie Redação

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Em sessão do Congresso Nacional, que reúne deputados federais e senadores, foi aprovado um total de R$ 18,9 bilhões em projetos de créditos orçamentários para diversas áreas, principalmente segurança pública, Justiça. Há verbas para aperfeiçoar o sistema carcerário, o combate ao crime, o policiamento nas estradas, além da preservação do patrimônio público e programas de apoio à criança e ao adolescente.

Os projetos serão enviados para sanção presidencial. As medidas foram aprovadas na noite de ontem (13). O maior crédito aberto foi de R$ 9,86 bilhões para transferência a estados, Distrito Federal e municípios (R$ 8,4 bilhões de royalties, fundos de participação dos estados e municípios – FPE e FPM – e Fundeb) e para compensar a Previdência Social por perdas com a desoneração da folha de pagamentos (R$ 1,2 bilhão).

Esses recursos vêm de concessões do setor público (R$ 1,23 bilhão) e de excesso de arrecadação (R$ 8,63 bilhões), dos quais R$ 4 bilhões de transferências constitucionais devidas pela União relativas ao Imposto sobre a Renda (IR) e sobre produtos industrializados (IPI) e R$ 4,6 bilhões de royalties do petróleo.

Há ainda a garantia de repasse de R$ 435 milhões para ações em seis ministérios: Justiça, Segurança Pública, Direitos Humanos, Defesa, Cultura e Planejamento. Justiça e Segurança Pública receberão R$ 196,2 milhões que deverão ser aplicados no combate à criminalidade e R$ 15 milhões para o fortalecimento e modernização das instituições de segurança. Também estão previstos recursos para o policiamento das estradas, Polícia Rodoviária Federal e repressão ao tráfico de drogas.

Foi aprovado também crédito especial de R$ 372 milhões para Fazenda, Justiça e Segurança Pública para os mais diversos fins: Casa da Moeda e Fundação Nacional do Índio (Funai) estão entre os beneficiados. Houve liberação de R$ 40,8 milhões para construção e aprimoramento da Penitenciária Federal em Itaquitinga (PE).

Para a área de Direitos Humanos, serão R$ 176,3 milhões que serão aplicados na promoção dos direitos da criança e do adolescente, infraestrutura de unidades de atendimento especializado a crianças e adolescente.

O Ministério da Defesa receberá R$ 40 milhões que serão investidos na modernização operacional do Exército e no Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz). Mais R$ 20 milhões serão repassados para o Ministério da Cultura para fomento de atividades culturais.

Também para Defesa foi aprovado um crédito suplementar de R$ 81,4 milhões para contratar serviços especializados de manutenção e funcionamento das Organizações Militares da Marinha e a aquisição de objetos de reposição e de viaturas do Corpo de Fuzileiros Navais, no Comando da Marinha, além de R$ 140 milhões para equipamentos para a Aeronáutica.

Para o Ministério do Planejamento, serão repassados R$ 2,5 milhões que deverão ser investidos na gestão do patrimônio imobiliário da União.

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Bolsonaro diz que conversará com Temer sobre reforma da Previdência

“Semana que vem estaremos em Brasília”, disse o presidente eleito, que quer tentar aprovar ‘parte’ da reforma da Previdência

ubiie Redação

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Nesta segunda (29), em sua primeira entrevista à imprensa após a eleição, para a TV Record, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai conversar com o presidente Michel Temer para tentar aprovar “ao menos parte” da reforma da Previdência ainda em 2018, antes de assumir o cargo.

“Semana que vem estaremos em Brasília e tentaremos junto ao atual governo de Michel Temer aprovar alguma coisa. Senão toda a reforma da Previdência, ao menos parte, para evitar problemas para um futuro governo”, afirmou.

Bolsonaro afirmou ainda que vai pedir ao atual Congresso que evite “pautas bobas que aumentem ainda mais esse déficit, sob o risco de o Brasil entrar em colapso”.

“As conversas já conversaram. Muitos partidos vieram conversar comigo”, acrescentou.

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Economia

Mutirão para destravar acordo da poupança começa dia 22

O local de atendimento será o Cejusc central de São Paulo, que é o estado com a maior parte dos poupadores que serão reparados

ubiie Redação

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O mutirão para adesão de poupadores ao acordo para receber perdas ocorridas nas cadernetas na implantação dos planos econômicos Bresser, Verão e Collor 2 será realizado em São Paulo, do dia 22 de outubro até 17 de dezembro. A informação foi divulgada pela AGU (Advocacia-Geral da União), após reunião com representantes de instituições financeiras e dos poupadores.

O local de atendimento será o Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania) central de São Paulo, que é o estado com a maior parte dos poupadores que serão reparados.

A AGU informou que se trata de um calendário inicial, cujo objetivo é facilitar e agilizar os pagamentos devidos aos aplicadores. O poupador poderá receber o dinheiro em até 15 dias, segundo a AGU.

O órgão também informou que os representantes dos bancos se comprometeram a disponibilizar para o mutirão funcionários que ficarão responsáveis por conferir a documentação apresentada pelo poupador para solicitar o pagamento. De acordo com nota divulgada à imprensa, a ideia é realizar audiências de 20 em 20 minutos.

A partir de novembro, outras cidades além de São Paulo devem receber os mutirões. O calendário ainda será divulgado.

A opção de adesão pelo site pagamentodapoupanca.com.br continuará disponível. A plataforma tem apresentado falhas técnicas, como dificuldade para reconhecer documentos inseridos no sistema pelos usuários e para confirmar, por email, a adesão do poupador ao acordo.

De acordo com a Febraban, 89.532 pessoas haviam se cadastrado na plataforma referente ao acordo dos planos econômicos até a manhã de terça-feira (9).

A entidade informou, ainda, que também foram discutidas melhorias feitas na plataforma digital de adesão ao acordo que incluem a possibilidade de utilizar uma conta de pessoa jurídica para a realização do cadastro e recebimento dos honorários advocatícios.

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