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Fórmula Indy já sabe calendário para a temporada 2019; conheça

A programação para 2019 foi divulgada nessa terça-feira e possuirá 17 corridas, assim como ocorre em 2018

ubiie Redação

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Ainda faltando uma prova para o encerramento do campeonato de 2018, a Fórmula Indy já conhece o seu calendário para a temporada 2019. E ele possui duas grandes novidades: a categoria terá pela primeira vez uma prova no Circuito das Américas, no Texas. E Laguna Seca, na Califórnia, voltará a receber uma corrida.

A programação para 2019 foi divulgada nessa terça-feira e possuirá 17 corridas, assim como ocorre em 2018. Assim, duas provas deixarão o calendário: o circuito oval de Phoenix e a pista de Sonoma, na Califórnia. Já as provas do Circuito das Américas e Laguna ocorrerão em pistas permanentes.

“A IndyCar trabalhou para oferecer consistência e cadência ao cronograma e isso se reflete novamente em 2019”, disse Mark Miles, presidente e CEO da Hulman & Co., que é proprietária da IndyCar e do circuito de Indianápolis.

“Nós adicionamos corridas em pistas que sabem como fazer eventos fantásticos, enquanto retornamos para onde a Indy tem relacionamentos de longa data. A diversidade do cronograma do próximo ano continuará a fazer o que acreditamos ser o campeonato mais desafiador e competitivo dos esportes a motor”, acrescentou.

O Circuito das Américas substituirá Phoenix em março como a segunda corrida do calendário, ocorrendo duas semanas após a abertura em São Petersburgo, na Califórnia, marcada para 10 de março. A pista foi inaugurada em 2011 e, com 3,4 milhas, será o segundo circuito mais longo na programação da Indy, atrás de Road America, no Wisconsin. Além disso, a pista costuma ser palco de provas da Fórmula 1 e da MotoGP.

Laguna Seca recebeu 22 corridas da Indy até 2004. O circuito foi palco da última prova do campeonato em 1996 e repetirá essa condição na próxima temporada, em substituição a Sonoma, no dia 22 de setembro.

Confira o calendário da temporada 2019 da Fórmula Indy:

10/3 – São Petersburgo

24/3 – Austin

7/4 – Birmingham

14/4 – Long Beach

11/5 – Indianápolis

26/5 500 Milhas de Indianápolis

1/6 – Detroit 1

2/6 – Detroit 2

8/6 – Texas

23/6 – Road America

14/7 – Toronto

20/7 – Iowa

28/7 – Mid-Ohio

18/8 – Pocono

24/8- Gateway

1/9 – Portland

22/9 – Laguna Seca

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Piloto da Stock Car morre em acidente na rodovia Anhanguera

O piloto Vinicius Margiota morreu em um acidente na rodovia Anhanguera, em Jundiaí, no interior de São Paulo

ubiie Redação

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O piloto Vinicius Margiota, de 23 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira em um acidente na rodovia Anhanguera, em Jundiaí, no interior de São Paulo. Participante da última temporadas da Stock Light, categoria de acesso à Stock Car, ele dirigia uma caminhonete que trafegava pela contramão e bateu de frente em um caminhão em uma das alças de acesso da estrada com a rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto.

Segundo informações do 4.° Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, que fez o atendimento do acidente, a batida foi às 3h23 da manhã. Margiota conduzia em alta velocidade, sem estar com outros passageiros na caminhonete, e morreu no local da batida, antes mesmo do socorro. O motorista do caminhão também estava sozinho no veículo e nada sofreu.

Margiota era natural de Piracicaba (SP) e estreou na Stock Light em 2018. Pela categoria, ele competiu por duas equipes e teve como melhores resultados dois segundos lugares nas etapas de Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), e em Londrina (PR). Antes disso, ele havia sido campeão da Sprint Race em 2016. Em 2019, ele havia deixado a Stock Car e trabalhava para dar continuidade na carreira como piloto.

A Vicar, promotora da Stock Car e Stock Light, lamentou em nota oficial o acidente e promete realizar na próxima etapa, em 5 de maio, em Velo Città, um minuto de silêncio em homenagem ao competidor. “Toda a comunidade envolvida com a Stock Car lamenta profundamente a perda deste jovem companheiro de pista”, disse a nota.

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Ferrari discute uso de ‘sensor mágico’ após queda de rendimento na F-1

A escuderia italiana e Vettel se complicaram de vez no campeonato nestas três últimas provas

ubiie Redação

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É uma novela que há meses movimenta os bastidores da Fórmula 1: a vantagem de potência do motor Ferrari, especialmente após a quarta etapa, no Azerbaijão, chamou a atenção dos rivais. Mais do que isso, engenheiros que os italianos perderam para a Mercedes explicaram o funcionamento das chamadas baterias gêmeas e, desde então, os alemães vêm tentando pressionar a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para verificar o propulsor ferrarista.

Foram várias as tentativas da FIA, até a instalação, no final de semana do GP de Singapura, de um segundo sensor que determina o fluxo energético das baterias. De lá para cá, o time italiano não se encontrou. Diretor de provas da entidade, Charlie Whiting não negou a existência do sensor, mas afirmou que ele não tem relação direta com a queda de performance da Ferrari.

“Existe a especulação de que colocamos um ‘sensor mágico’ no motor deles. Não vou comentar sobre isso. Mas vou dizer que, em termos do que tem sido noticiado, não concordo com o que foi sugerido. Não há nenhuma ligação [entre o sensor e a queda de rendimento].”

O discurso de Lewis Hamilton depois do GP do Japão, contudo, foi diferente. O inglês não costuma comentar o assunto, mas, perguntado pela reportagem em Suzuka sobre quais seriam os motivos da melhora do desempenho da Mercedes e a queda de seus rivais, disse que a Mercedes “trouxe apenas uma pequena melhoria, que vale algo em torno de 50 milésimos, para a Rússia, e não levou mais nada para o Japão”.

“Então, não fomos nós que melhoramos. Nós temos uma ideia do que aconteceu, mas eu não quero falar nisso. Era algo que achávamos que estava acontecendo e é isso mesmo.”

Questionado se referia-se a algo do carro da Ferrari, o inglês apenas disse que sim.

Há duas linhas de pensamento: uns dizem que o sensor passou a impedir que o sistema funcionasse da mesma maneira que antes, enquanto outros veem motivos diferentes para a queda ferrarista.

Ao invés de culpar o sensor, há quem defenda que a tal bateria gêmea da Ferrari desgastaria o motor de tal forma que não poderia ser mais usada, uma vez que o time italiano, assim como os demais, está economizando equipamento para evitar punições pois, a grosso modo, cada piloto pode usar só três motores por ano.

Outro fator que estaria atrapalhando o rendimento é a falta de desenvolvimento do carro. Até Singapura, basicamente tudo o que era colocado no carro gerava algum tipo de melhora. Em Suzuka, porém, asa e suspensão novas foram testadas, mas acabaram sendo removidas após os primeiros treinos livres. A correlação, feita no simulador pelo piloto de testes Daniil Kvyat, entre os treinos e a classificação comprovou que o carro estava melhor sem as novidades.

Isso casa com o que Sebastian Vettel disse sobre as suspeitas de que o sensor tenha feito a Ferrari diminuir a potência das baterias de sua unidade de potência. “Estamos correndo com toda a potência”, afirmou. “Acho que estamos perdendo mais tempo nas curvas do que nas retas. Então não acho que seja isso.”

O problema é que os dados não mostram exatamente “isso”. Em Singapura, a Renault notou, por meio de seu sistema de GPS, que a vantagem que a Ferrari tinha há meses na parte final das retas tinha desaparecido. E, em Suzuka, a Mercedes começou o fim de semana com 10m/h a mais que os italianos e se deu ao luxo de adotar um acerto com mais carga aerodinâmica, mais eficiente para as curvas, ao longo do final de semana. Na corrida, a Mercedes economizou seus motores, como revelou o finlandês Valter Botas logo após a prova.

Seja qual for o motivo da queda misteriosa, o fato é que Ferrari e Vettel se complicaram de vez no campeonato nestas três últimas provas. A disputa de pilotos pode ser decidido já na próxima etapa, no GP dos Estados Unidos. E a Mercedes tem chances de fechar o de construtores na etapa seguinte, no México.

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Ex-chefe da F-1 paga R$ 18 mi em McLaren usada por Senna em 1993

Bernie Ecclestone levou para casa modelo utilizada no GP de Mônaco

ubiie Redação

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O antigo executivo chefe da F-1 Bernie Ecclestone arrematou nesta sexta-feira (11) em Monte Carlo um modelo da McLaren usado por Ayrton Senna em sua vitória no GP de Mônaco de 1993. O empresário inglês desembolsou 4.197.500 de euros para vencer o leilão, em cifra que se aproxima dos R$ 18 milhões.

Casado com a brasileira Fabiana Flosi, Ecclestone é um conhecido colecionador de carros históricos da Fórmula 1, com destaques para modelos antigos da equipe Brabham, em que foi chefe também.

Durante a semana, a Bonhams Monaco, casa responsável pelo leilão, afirmou que a expectativa era alcançar um pagamento de 5 milhões de euros pelo carro. Depois daquela prova, Senna voltaria a vencer apenas as corridas no Japão e na Austrália que fecharam a temporada de 1993.

“Este é um carro verdadeiramente especial. Ele conecta Senna e Mônaco, e seu sucesso na Fórmula 1 é único, fazendo deste um dos carros da categoria mais empolgantes já leiloados”, afirmou Mark Osborne, diretor do departamento de automobilismo da Bonhams.

O carro faz parte de um lote de carros de corrida leiloados pela Bonhams chamado “Les Grandes Marques à Monaco”.

A vitória em 1993 foi a sexta de Senna em Mônaco, onde também já havia vencido em 1987, 1989, 1990, 1991 e 1992. Antes do brasileiro, o recorde de vitórias no principado era do britânico Graham Hill, que venceu as edições de 1963, 1964, 1965, 1968 e 1969.

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