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NASA mostra as esplendorosas nuvens de Júpiter (FOTO)

ubiie Redação

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A agência espacial norte-americana NASA compartilhou uma imagem magnífica de cores vivas e naturais mostrando as nuvens em espiral no Hemisfério Norte de Júpiter.

Esses redemoinhos intricados no Hemisfério Norte de Júpiter foram capturados pela sonda da @NASAJuno em 23 de maio. Nuvens brancas brilhantes aparecem lançando sombras sobre as camadas de nuvens abaixo delas.

De acordo com um comunicado da agência, a imagem foi tirada em maio pela sonda espacial Juno, que conseguiu se aproximar à distância de apenas 11.350 quilômetros das camadas superiores das nuvens do gigante gasoso.
Em seguida, os dados enviados à NASA foram digitalmente tratados pelos cientistas Gerald Eichstadt e Sean Doran.

Esta paisagem incomum se deve à presença de sombras entre as camadas de nuvens. Segundo a NASA, a localização das sombras ajuda os pesquisadores a determinar a distância entre as camadas da atmosfera de Júpiter e, portanto, sua composição e origem.

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Astrônomos descobrem onde nascem planetas mais quentes do Universo

Muitos “Júpiteres quentes”, os planetas mais “infernais” do Universo, surgem nas proximidades da estrela, e não apenas migram para lá depois, como cientistas acreditavam anteriormente.

ubiie Redação

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Essa conclusão foi apresentada por planetólogos que publicaram um artigo na biblioteca eletrônica arXiv.org.

“Nossos cálculos mostram que pelo menos a metade dos ‘Júpiteres quentes’ deveria ter se formado no mesmo lugar em que está agora. É claro que isso não exclui a possibilidade de migração, mas demonstra que esses eventos, anteriormente considerados normais, de fato, acontecem muito raramente”, escreveu Konstantin Batygin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena, EUA.

Astrônomos chamam os gigantes de gás quente de “Júpiteres quentes”, que estão localizados a uma distância entre 2,2 e 75 milhões de quilômetros de suas estrelas. No Sistema Solar, Mercúrio se aproxima do Sol a menos de 46 milhões de quilômetros. Portanto, nas atmosferas desses planetas reinam temperaturas realmente infernais, que variam entre 727 e 1.027 graus Celsius.

A descoberta dos primeiros “Júpiteres quentes”, como observou Batygin e sua colega Elizabeth Bailey, foi uma grande surpresa para os cientistas que começaram a discutir como e onde esses planetas emergem.

“Por muito tempo, o Sistema Solar foi para nós o único exemplo de como um sistema planetário se parece e como pode ser formado. Por exemplo, passamos muito tempo acreditando, baseando-se nas massas de Mercúrio e de outros mundos internos, que grandes planetas não podem se formar nas proximidades das estrelas. Os ‘Júpiteres quentes’ não se encaixavam nessa imagem”, continuou.

Hoje em dia, muitos planetólogos acreditam que essa “anomalia” pode ser explicada com a ajuda do mesmo mecanismo que descreve o nascimento dos planetas gigantes do Sistema Solar. “Júpiteres quentes”, como o seu homônimo frio, deveriam nascer na parte fria do disco protoplanetário e depois migrar para a estrela como resultado de interações gravitacionais com outros “embriões” dos planetas.

Observações recentes de estrelas emergentes e discos protoplanetários, contrariamente a essa ideia, levaram Bailey a formular uma teoria alternativa na qual “Júpiteres quentes” podem ser formados diretamente ao lado da estrela.

Os “embriões” planetários, de acordo com a planetóloga, seriam dezenas e centenas de “superterras” — grandes objetos pedregosos, cuja massa excede a terrestre, aparecendo dentro da nebulosa primária nos primeiros instantes da vida da estrela. Posteriormente, quase todos eles são lançados para fora do sistema estelar, mas alguns possuem massa suficiente para coletar rapidamente todo o gás e poeira ao redor e se transformar em um gigante gasoso.

Batygin e Bailey descobriram que os planetas que surgiram desse modo têm várias características distintas que os permitirão ser separados dos “Júpiteres quentes” migrantes. Em particular, sua massa será associada de modo especial com o ponto da órbita em que estão situados. Além disso, muitos desses planetas não devem girar em torno da estrela, mas na companhia de uma ou mais “superterras”.

Segundo os planetólogos, características semelhantes são encontradas em uma parte significativa dos “Júpiteres quentes” já descobertos, o que indica que eles não nasceram na periferia dos discos protoplanetários, mas diretamente ao lado das estrelas. Isto, por sua vez, indica que nem todas as famílias planetárias aparecem do mesmo modo que no Sistema Solar, o que complicará a avaliação de sua habitabilidade e a busca por vida extraterrestre.

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Astrônomos se deparam com fenômeno cósmico antes inimaginável

O astro encontrado possui características nunca vistas até hoje, representando grande importância para astronomia.

ubiie Redação

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Astrônomos descobriram um pulsar de rádio cujo período de rotação corresponde a 23,5 segundos, informou o portal Phys.org.

O objeto especial PSR J0250+5854 foi detectado por um grupo de especialistas liderado por Chia Min Tan, do Centro de Astrofísica Jodrell Bank da Universidade de Manchester, Reino Unido, e se encontra a 5.200 anos-luz da Terra, segundo o portal.

O pulsar foi descoberto em julho de 2017 no âmbito do programa LOFAR Tied-Array All-Sky Survey que estuda pulsares de rádio no hemisfério norte, ou seja, fontes extraterrestres de radiação com periodicidade regular. O pulsar encontrado acabou tendo a rotação mais lenta conhecida até hoje.

Para os astrônomos, é complicadíssimo encontrar pulsares com rotação superior a 5 segundos. Aliás, era considerado ser impossível a existência de um objeto deste tipo com uma rotação que possui o PSR J0250+5854.

A equipe também descobriu que este pulsar tem um campo magnético superficial de 26 trilhões de gauss e 13,7 milhões de anos de idade. Segundo os cientistas, estas características indicam que o pulsar incomum tem uma configuração bipolar de campo magnético.

Pesquisadores sublinham a importância da descoberta, pois expandiu significativamente a gama conhecida dos períodos da rotação de pulsares.

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NASA captura impressionante VÍDEO do furacão Florence minutos depois de atingir terra

ubiie Redação

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A NASA publicou um vídeo incrível da chegada do furacão Florence no dia 4 de setembro ao litoral dos EUA. As imagens foram captadas pelas câmeras da Estação Espacial Internacional minutos depois de o fenômeno ter atingido a praia Wrightsville, no estado da Carolina do Norte.

De acordo com a agência espacial, Florence chegou ao estado norte-americano com ventos de 144 km/h e está se movendo lentamente ao interior da Carolina do Norte a 9 km/h. Prevê-se, que o furacão deva ir a sudoeste, “aumentando a ameaça de inundações e tempestades no mar catastróficas nas áreas costeiras e residenciais da Carolina do Norte e Carolina do Sul”, segundo seu informe.

Ricky Arnold, astronauta da NASA, conseguiu captar o fenômeno em uma foto feita de seu posto orbital e a compartilhou em sua conta no Twitter. A cena revela o enorme tamanho de Florence, seu olho e campos de vento, que se estendem por centenas de quilômetros.

Os meteorologistas predizem que a tormenta continue enfraquecendo, mas ainda cause chuvas recorde à medida que se desloca. O fenômeno já causou inundações, deixou árvores e estruturas caídas e mais de 320 mil residências e empresas sem energia elétrica. Na Carolina do Norte, foram registradas pelo menos cinco mortes relacionadas à tormenta.

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