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Mais um terremoto abala Lombok, na Indonésia; mortos já são 319

O sismo desta quinta-feira foi de magnitude 5,9; o número de mortos no tremor de domingo chegou a 227

ubiie Redação

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A Ilha turística de Lombok, na Indonésia, foi atingida por mais um terremoto, nesta quinta-feira (9). De acordo com o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor registrado foi de magnitude 5,9.

O epicentro do terremoto foi a 10 km de profundidade e a 23 km de Mataram, capital a província, ainda segundo o USGS. No entanto, os serviços indonésios afirmam que o novo tremor teve magnitude 6,2, ocorrido numa profundidade de 12 km.

Sutopo Purwo Nugroho, porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres da Indonésia, disse no Twitter que o tremor desta quinta abalou os edifícios que já estavam quebrados e apavorou as pessoas pelas ruas.

Esse foi terceiro terremoto que acontece no mesmo local em 13 dias. O primeiro foi no dia 28 de julho e o segundo ocorreu em 5 de agosto.

A agência France-Presse afirmou também nesta quinta que o número de mortos do terremoto de domingo (5) chegou a 319.

O número de pessoas hospitalizadas saltou para 1.467 as pessoas, enquanto os desabrigados são 156 mil.

Por conta de sua localização, no “Anel de Fogo do Oceano Pacífico, a Indonésia é propensa a terremotos. Em dezembro de 2004, um terremoto de magnitude 9,1 na costa de Sumatra provocou um tsunami que matou 230 mil pessoas em vários países.

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Trump diz que EUA vão sair do acordo sobre armas nucleares com a Rússia

O presidente dos Estados Unidos acusa a Rússia de “violar o acordo há muitos anos”

ubiie Redação

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Donald Trump anunciou neste sábado (19) que os Estados Unidos vão sair do acordo de não-proliferação nuclear com a Rússia, por violação do trato. O presidente norte-americano não esclareceu, no entanto, o que se refere a transgressão.

“A Rússia violado o acordo há muitos anos. Não vamos deixá-los violar um acordo nuclear e fazerem armas que não somos autorizados a fazer”, disse, durante comício no Nevada, citado pela Associated Press.

O pacto (INF, sigla em inglês), feito em 1987, serve para proteger a segurança dos Estados Unidos e dos seus aliados europeus e do Extremo Oriente, proibindo os norte-americanos e os russos de possuírem, produzirem ou testarem mísseis balísticos e de cruzeiro, nucleares ou convencionais, cujo alcance estivesse entre 500 e 5.500 quilômetros.

O acordo tem restringido os norte-americanos de desenvolverem novo armamento, mas, segundo Trump, os Estados Unidos vão começar a fazê-las a menos que a Rússia e a China concordem em não possuir ou desenvolver armas também. A China não faz parte do pacto inicial, saliente-se.

“Teremos de desenvolver essas armas, a menos que a Rússia se junte a nós e a China se junte a nós e venham ter conosco a dizer para ficarmos ‘espertos’ e para nenhum de nós desenvolver esse armamento, mas se a Rússia o estiver a fazer e se a China o estiver a fazer, e estivermos a aderir ao acordo, isso é inaceitável”, atirou.

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Como falha na distribuição de água acabou com a maior cidade do mundo?

No ano de 1200, a maior cidade do mundo, com uma área de 1.000 km², era considerada Angkor, onde hoje se localiza o território do Camboja.

ubiie Redação

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Durante cem anos, o povoado construiu e expandiu suas redes de canais, diques, barragens, poços e outras estruturas importantes para a administração da água. Porém, no século XV, misteriosamente muitos plebeus e o rei de Angkor abandonaram a cidade.

Especialistas atribuem o fato a uma possível guerra com um reino vizinho, localizado na atual Tailândia, além de uma provável substituição do hinduísmo pelo budismo.

Outra hipótese sugere que o desaparecimento esteja ligado a inesperadas inundações, seguidas por décadas de chuvas escassas, que acabaram desencadeando uma série de falhas no maior sistema aquífero do mundo pré-industrial, de acordo com a revista Science Advances.

O coautor da pesquisa e geofísico da Universidade de Sidney (Austrália), Dan Penny, desenvolveu junto com outros cientistas um modelo computadorizado de como a mudança rápida nos períodos de chuvas poderia ter afetado o sistema de distribuição de água da cidade.

Com a ajuda de várias simulações, descobriu-se que os canais começaram a se corroer e se alargar devido ao volume do fluxo d’água.
Por causa disso, a água foi desviada de forma desigual pelas intersecções da rede, reabastecendo apenas alguns canais. A distribuição irregular foi ainda mais afetada devido aos sedimentos que foram se acumulando nos canais.

Como resultado destes diversos fenômenos, ocorreu uma falha total da rede de água, contribuindo para o desaparecimento de Angkor, de acordo com pesquisadores.

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Banksy planejava picotar o quadro todo, mas só cortou metade

O trabalho do misterioso artista britânico foi leiloado pela casa de leilões Sotheby’s no início de outubro

ubiie Redação

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O artista Banksy divulgou um vídeo que faz um “making of” do processo que levou à autodestruição do quadro “Balloon Girl” (Menina com Balão) e revela que houve uma falha de execução.

O trabalho do misterioso artista britânico foi leiloado pela casa de leilões Sotheby’s no início de outubro, em Londres, por cerca de R$ 5 milhões. Logo após a batida do martelo, a obra deslizou por um triturador de papel escondido na parte inferior da moldura e foi parcialmente rasgada.

O vídeo mostra uma pessoa não identificada apertando um botão que supostamente acionou o triturador de papel.O artista havia planejado picotar verticalmente a obra inteira, da base até o topo, mas houve uma falha. Ao final do vídeo, surge a frase escrita “nos ensaios, funcionou todas as vezes”, revelando uma versão de “Balloon Girl” sendo completamente picotada.

“Banksy não destruiu uma obra de arte no leilão, ele criou uma”, disse o diretor da Sotheby’s, Alex Branczik, em comunicado.”

Após sua intervenção surpresa, temos o prazer de confirmar a compra da obra recém-intitulada ‘Love Is In The Bin’, a primeira obra de arte na história a ser criada ao vivo, durante um leilão.””Quando o martelo bateu e o trabalho foi picotado, de início eu fiquei chocada, mas gradualmente comecei a perceber que teria em mãos um pedaço da história da arte”, disse a compradora ao Guardian.”Pode-se dizer que a obra vale mais agora”, disse Branczik.

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