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Segredo do colapso da civilização maia é descoberto no fundo de lago no México

ubiie Redação

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Um estudo baseado em análises isotópicas de sedimentos de gesso confirmou uma teoria científica sobre o desastre natural que acabou com a civilização maia há mil anos.

Cientistas britânicos e norte-americanos encontraram uma sólida evidência científica de que as secas foram um fator determinante no declínio e colapso do Império Maia, informou Science Daily.
A civilização maia, que se estendeu pela América Central e do Sul na época pré-colombiana, começou a experimentar um período de crises que se iniciou em torno do ano 800 da nossa era e que durante os 200 anos seguintes acabou completamente com sua existência, de modo que os conquistadores espanhóis do século XVI encontraram meras ruínas de pedra e cidades desérticas.

Enigma milenário

O colapso do Império Maia foi considerado durante muito tempo um grande enigma para os pesquisadores. Alguns especialistas atribuem este fato a conflitos com outros povos, assim como a doenças e crises comerciais.

Apesar da existência de teorias que explicam o fim da população maia mediante devastadoras adversidades climáticas e, em particular, devido a secas severas, até o momento não havia provas concretas.

No entanto, os cientistas das universidades de Cambridge (Reino Unido) e de Flórida (EUA), que realizaram o novo estudo, publicado na sexta-feira (3) na revista Science Magazine, falaram de um novo método de medir os isótopos de água presentes no gesso — mineral que pode se formar em lagos durante períodos de secas.

Secas devastadoras

Para isso, os especialistas coletaram amostras do lago Chichancanab na península de Yucatán (México), em uma área habitada antigamente pelos maias. Em seguida, analisaram as camadas de gesso presente no local para determinar o nível de isótopos correspondentes à época do declínio maia, detectando uma alta proporção de isótopos pesados, tais como oxigênio-18 e hidrogênio-2, que sugerem um ambiente de seca.

Desta forma, os cientistas estimaram que a precipitação anual caiu entre 41 e 54% no momento do colapso do império, enquanto em tempos de seca mais severas, as chuvas reduziram em 70%. Estas condições climáticas rigorosas teria sido um golpe fatal para a subsistência da civilização.

Este método de análise isotópica “é altamente preciso e assemelha-se a medições de água em si”, diz David Hodell, diretor do Laboratório Godwin de Pesquisa Paleoclimática de Cambridge.

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‘Pirâmide’ descoberta na Indonésia pode ser a mais antiga do mundo

Uma pirâmide que pode ser a mais antiga encontrada até o momento no mundo foi descoberta no cume do monte Padang, em Java Ocidental, na Indonésia.

ubiie Redação

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Uma equipe de cientistas e geólogos indonésios apresentou no dia 12 de dezembro a descoberta de uma estrutura piramidal. A estrutura está localizada debaixo de um sítio arqueológico descoberto no início do século XIX, e abriga filas de pilares de pedra antigos.

Com o uso de radar de penetração no solo, tomografia de raios X, imagens 2D e 3D, perfurações e escavações, os pesquisadores descobriram várias camadas de uma estrutura que se estende por uma área de cerca de 150 mil metros quadrados. A pirâmide teria sido construída ao longo de milênios, as várias camadas representam diferentes períodos.

Na parte superior da pirâmide há pilares de basalto que emolduram terraços escalonados com arranjos de colunas rochosas “formando paredes, passagens e espaços”. Segundo os pesquisadores, essa camada remonta de 3.000 a 3.500 anos atrás.

Abaixo da superfície, a uma profundidade de cerca de 3 metros, há uma segunda camada de colunas rochosas semelhantes com idades entre 7.500 e 8.300 anos. Uma terceira camada, que se estende a 15 metros abaixo da superfície, tem mais de 9.000 anos, podendo mesmo ter até 28.000 anos, indica o estudo. Se esses dados forem confirmados, seria a mais antiga estrutura piramidal conhecida até hoje.

Embora a estrutura se assemelhe a uma pirâmide, ela é diferente das pirâmides construídas pelos maias, esclareceu ao Live Science Danny Hilman Natawidjaja, cientista do Instituto de Ciências da Indonésia.

“É um templo único”, disse Natawidjaja.

Atualmente as pessoas usam o topo do monte Padang como um lugar sagrado para oração e meditação.

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Vala comum de 3.500 anos é encontrada no Egito repleta de sarcófagos de bebês (FOTOS)

A quantidade de crianças e mulheres que foram enterradas indica que uma sociedade completa, de famílias inteiras, vivia e trabalhava na região.

ubiie Redação

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Uma missão arqueológica sueco-egípcia, liderada por Maria Nilsson e John Ward (ambos da Universidade de Lund, Suécia), descobriu em Gebel el-Silsila uma enorme vala comum da época da XVIII dinastia, segundo anúncio de Mustafa Wasiri, secretário-geral do Ministério de Antiguidades do Egito.

A vala comum se encontra a cinco metros de profundidade e possui duas câmaras sem decoração. Está repleta de água, necessitando, assim, bombeio para ser possível escavar. Vale destacar que recentemente houve uma tentativa de saque, o que dificultou ainda mais as escavações por grande quantidade de areia e lama.

Cronologicamente, há indicações de enterros de ao menos três gerações, que vão de Tutmés II a Amenófis II, ou seja, de 3.400 anos atrás. Os arqueólogos registraram restos mortais de pelo menos 50 indivíduos, com metade correspondendo a crianças, e acreditam que o número de cadáveres aumentará.

Em nenhuma outra vala encontrada na região havia restos mortais de tantas pessoas. Além do número recorde de cadáveres, a quantidade de restos mortais de crianças e mulheres é impressionante e indica que havia uma sociedade completa, com famílias inteiras, que vivia e trabalhava na localidade, conhecida antigamente como Jeny.

Até então, foram descobertos três sarcófagos de arenito, dois dos quais foram escavados e continham os retos mortais de um bebê e de uma criança pequena. O terceiro sarcófago também foi feito para um bebê. As escavações continuarão até fim do ano. Além dos sarcófagos, foram encontrados escaravelhos, amuletos, braceletes, ânforas, jarros de cerveja, tigelas, frascos e outros recipientes.

Abdel Moniem, diretor-geral do Departamento de Antiguidades de Aswan, declarou que o grupo está avaliando a preservação da vala já que a movimentação de água e areia tem deteriorado o interior, onde estão os restos mortais e artefatos.

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Por que vemos uma luz branca no fim do túnel antes de morrer?

Pessoas que estiveram à beira da morte afirmam ter visto uma luz branca brilhante no fim do túnel e encontrado familiares ou animais de estimação queridos. Apesar do tom sobrenatural dessas experiências, a ciência consegue explicar o fenômeno, declararam os cientistas britânicos Neil Dagnall e Ken Drinkwater.

ubiie Redação

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Experiências próximas à morte são “um acontecimento psicológico profundo com elementos míticos”, explicam os especialistas, recordando que pode ser provocado pela imensa dor física ou emocional, mas também depois de sofrer ataques cardíacos ou lesões cerebrais traumáticas.

Um terço das pessoas, que passaram por isso, assegura ter experimentado sensações comuns como satisfação, separação psíquica do corpo, movimento rápido através de um túnel largo e escuro e até ver uma luz se acender no fim do dito túnel, segundo cientistas.

Um papel importante pode ser desempenhado pela idade e cultura. Por exemplo, muitos hindus afirmam ter se reunido com deus da morte Yama, enquanto os norte-americanos falam de encontro com Jesus, e crianças descrevem encontro com amigos e professores.

Em 2009, os neurocientistas Olaf Blanke e Sebastian Dieguez propuseram tipologia de experiências próximas à morte. No primeiro tipo, um trauma na região direita do cérebro resulta em uma sensação alterada de tempo e dá impressão de voo. O segundo tipo, ligado a danos na região esquerda do cérebro, é caracterizado pela comunicação com espíritos e pela percepção de vozes ou música.

Outro papel importante dos lobos temporais consiste em se envolver no processamento da informação sensorial e da memória, por isso atividade anormal desses lobos pode produzir sensações estranhas.

Qual é a razão?

Apesar de haver uma grande quantidade de teorias, é difícil encontrar uma explicação exata, opinam Dagnall e Drinkwater. Eles destacam que pessoas religiosas creem que esses episódios à beira da morte ofereçam evidências de que existe uma vida depois da morte, particularmente, separação do espírito do corpo. Explicações científicas apontam despersonalização que é como se define uma sensação de estar separado do corpo.

O cientista Carl Sagan sugeriu em 1979 que o estresse da morte produz uma recordação do nascimento, sugerindo que o “túnel” que a gente vê é uma nova imagem do canal de parto.

No entanto, outros investigadores ligam essas experiências à anoxia cerebral, ou seja, falta de oxigênio no cérebro. Neste sentido, há testemunhos de pilotos aéreos que experimentaram perda de consciência durante acelerações rápidas e descobriram caraterísticas similares às experiências próximas à morte, como a visão do túnel. A falta de oxigênio também pode desencadear convulsões do lobo temporal, causando alucinações.

Porém, a explicação mais estendida é “a hipótese do cérebro moribundo” que propõe que as experiências próximas à morte são alucinações causadas pela atividade no cérebro à medida que as células começam a morrer. Mas essa teoria não explica uma gama completa de sensações experimentadas durante esses episódios, tais como experiências extracorporais.

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