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Quanto tempo nos resta para apocalipse? Cientistas trazem resposta alarmante

ubiie Redação

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Um grupo de cientistas da Universidade de Estocolmo adverte que poderemos estar a poucas décadas de se desencadear um aquecimento global que ponha em perigo o futuro da humanidade no nosso planeta, segundo o artigo publicado na revista científica Proceedings of the Natonal Academy of Sciences.

O ponto limite será alcançado quando a temperatura média global atingir cerca de 2˚C a mais do que na época pré-industrial, estabelece o estudo, precisando que de momento a temperatura continua aumentando.

Os especialistas creem que os mecanismos de retroalimentação que atuam “como um efeito dominó”, conduzirão o nosso planeta a um estado de “Terra estufa” com a mudança de clima incontrolável, de tal forma que a longo prazo a temperatura vai se estabilizar na média global de entre quatro e cinco graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.

Cenário irreversível

Se estas previsões estiverem certas, as faixas da Terra ao redor do equador se tornarão inabitáveis, pondo em risco as cidades costeiras. Entretanto, os depósitos de carbono se converterão em poderosos emissores de gases de efeito de estufa.

Uma “Terra estufa” vai apresentar grandes riscos para a saúde, economia, estabilidade política e, em última análise, à habitabilidade do planeta para os seres humanos”, ressalta o estudo. A investigação destacou os processos de retroalimentação que terão lugar se essas temperaturas globais forem alcançadas.

Entre os perigos também figuram o descongelamento do permafrost, a emissão do metano que se situa no fundo oceânico, o aumento da produção de dióxido de carbono por parte de bactérias oceânicas, bem como redução do gelo marítimo do Ártico.

Os cientistas creem que, todavia, ainda estamos a ponto de evitar essa situação diminuindo as emissões de gases de efeito de estufa, eliminando o dióxido de carbono na atmosfera e preservando os depósitos de carbono naturais. No entanto, clarificam que, se o cenário mencionado acontecer, já “não poderá se reverter” de modo algum.

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Ciberataques a e-mails corporativos geram perda de US$ 12,5 bi

Relatório mostra que hackers usam mais psicologia do que computação para ganhar dinheiro

ubiie Redação

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Os golpes por ataques a emails corporativos geraram perdas de US$ 12,5 bilhões (R$ 46,3 bilhões) em cinco anos, informou a Trend Micro, empresa global de cibersegurança em relatório semestral nesta sexta-feira (19).

Em dezembro do ano passado, a previsão era de que o número ficasse em torno de US$ 9 bilhões (R$ 33,3 bilhões). As perdas representam o dinheiro gasto com transações financeiras de pessoas de dentro das empresas que são enganadas por hackers.

Esse tipo de ataque costuma ter como foco diretores financeiros ou profissionais de altos cargos que não precisam de autorização para repassar dinheiro para outras contas.

De acordo com o relatório, as ofensivas têm usado mais engenharia social do que computacional. Desse modo, invasores obtêm acessos se fazendo passar por colegas ou superiores dos funcionários.

“Engenharia social é muito fácil e barato de ser feito. Executivos participam de muitas entrevistas, publicam em redes sociais e dão muitas pistas sobre seu comportamento e linguagem”, diz Vitor Corá, especialista em segurança da Trend Micro.

Especialistas indicam que a primeira dica para não cair em golpes de emails empresariais é não ceder à urgência dos pedidos e sempre verificar a fonte do solicitante.

Para evitar o phishing -tentativa de pescar o usuário e fazê-lo clicar em um link -, as companhias devem adotar serviços de antivírus e ferramentas tecnológicas que detectem padrões de emails maliciosos.

O relatório mostra que um crime em destaque em 2018 é o cryptojacking, que consiste em roubar o poder de processamento de máquinas para a mineração de criptomoedas. A empresa detectou 326 casos no segundo semestre de 2017 contra 787 no primeiro semestre desde ano.

Segundo a Trend Micro, a lei de proteção de dados da Europa, GDPR (General Data Protection Regulation, na sigla em inglês), em vigor desde maio, contribuiu para o aumento do registro de grandes incidentes de segurança (os chamados data breaches), já que é obrigatório notificar autoridades e usuários nesses casos.

Dos grandes casos, que deixam mais de 1 milhão de contas vulneráveis, como o mais recente do Facebook, foram nove incidentes de grandes empresas no último semestre de 2017 contra 15 no primeiro semestre deste ano.

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SP ganha hotel de Bill Gates e príncipe com diária de até R$ 19 mil

A estadia parte de US$ 343 em um quarto de 38 m² e chega a US$ 5.000 na suíte presidencial (de R$ 1.300 a R$ 18,9 mil)

ubiie Redação

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A rede de hotéis de luxo canadense Four Seasons, que tem como sócios Bill Gates e o príncipe saudita Alwaleed bin Talal, inaugura nesta segunda-feira (15) sua primeira unidade no Brasil.

Localizado na Chácara Santo Antônio, na avenida das Nações Unidas, o hotel tem 29 andares, com 258 quartos. Mundo afora, a rede tem 111 unidades, incluindo em Buenos Aires e Bogotá.

A estadia parte de US$ 343 em um quarto de 38 m² e chega a US$ 5.000 na suíte presidencial (de R$ 1.300 a R$ 18,9 mil).

A maioria dos quartos tem janelas amplas com vista para a marginal Pinheiros. Fechadas, e com sistema antirruido, transformam o forte barulho dos carros em um zumbido quase imperceptível.

Os quartos também têm camas produzidas especialmente para a rede e que ficaram célebres nos anos 1990 quando, em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, a atriz Julia Roberts disse que eram as únicas melhores que a sua.

A unidade paulistana tem a maioria dos itens do mobiliário produzidos no Brasil, incluindo obras de arte, bancos e as poltronas de seu lobby.

No espaço também se destacam uma escada em caracol e, no centro dela, o bar Caju, que servirá drinques do bartender Paulo Ravelli, com nove anos de experiência no Japão.

No térreo também fica o restaurante Netto, comandado por Paolo Lavezzini, que veio do Fasano do Rio de Janeiro e vai unir receitas italianas com ingredientes do Brasil.

Os espaços gastronômicos poderão ser usados por quem não é hóspede. As massas saem por preço médio de R$ 75 e, durante a semana, haverá menu executivo com couvert, entrada e prato principal por R$ 80.

No primeiro andar, há um SPA no qual uma massagem de meia hora para cabeça, costas ou pés custa a partir de R$ 250. Há opção de dia inteiro, com acesso à sauna e à piscina, por R$ 1.050.

Outra promessa do hotel são passeios especiais para os hóspedes. Deverá haver visita de helicóptero a fazendas de Minas Gerais para conhecer a produção de café.

“É importante mostrar ao hóspede que sei o que ele está procurando, se vem a negócios ou a lazer, se já esteve em algum hotel nosso”, diz o gerente-geral da unidade, Michael Schmid.

Segundo Schmid, a criação de uma unidade no Brasil estava nos planos do fundador da empresa, Isadore Sharp, havia mais de 15 anos.

Em 2012, foi fechado acordo com o Grupo Cornélio Brennand, com sede no Recife e atuação em ramos como energia, setor imobiliário e indústria, para trazer a rede ao país.

A Four Seasons não investe no terreno e na obra. Ela fornece expertise e modelo de gestão para parceiros que ficam responsáveis pelo empreendimento. A empresa não informa o valor gasto no hotel.

Segundo Schmid, as exigências de consumidores do segmento de luxo mudaram na última década e a qualidade do serviço se tornou o principal fator para atrair hóspedes.

“Agora é muito mais importante a interação entre funcionário e hóspede, a experiência que ele vive. É mais do que o tangível.”

O empreendimento também tem 84 apartamentos residenciais, vendidos por a partir de R$ 20 mil o metro quadrado. As unidades vão de 98 m² a 212 m².

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Aplicativo permite colocar mulheres nas notas de dólar

Notable Women (mulheres notáveis) pode ser baixado de graça tanto por quem usa celulares com o sistema Android quanto por quem usa IOS, inclusive no Brasil

ubiie Redação

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Um aplicativo disponível para celulares permite substituir o rosto de homens nas notas de dólar pelo de cem mulheres que tiveram importância história nos Estados Unidos. O Notable Women (mulheres notáveis) pode ser baixado de graça tanto por quem usa celulares com o sistema Android quanto por quem usa IOS, inclusive no Brasil.

Para funcionar, basta abrir o aplicativo apontar para uma nota de dólar que o programa irá substituir o rosto do homem por uma das mulheres de seu arquivo – a escolha acontece de modo aleatório, mas é possível também definir uma específica para aparecer. Ele permite também que se tire uma foto da imagem para compartilhar.

As cem mulheres escolhidas incluem nomes como a primeira-dama Eleanor Rossevelt, a escritora Gertrude Stein, a ativista dos direitos civis Rosa Parks e Katharine Graham, publisher do jornal The Washington Post por mais de duas décadas.

Na lista há ainda artistas, políticas, empreendedoras, cientistas líderes religiosas, abolicionistas e sufragistas (grupo que lutou pelo direito das mulheres votarem).

Em comum, todas já estão mortas, já que a regra do Tesouro americano estabelece que apenas pessoas falecidas podem estar nas notas. Fora isso, há poucos critérios para estabelecer quem deve receber a honraria e a pasta diz apenas que os escolhidos devem ser pessoas que tenham uma importância histórica reconhecida pela população.

O aplicativo foi desenvolvido em parceira entre o Google e Rosie Gumataotao Riosa, que foi tesoureira dos Estados Unidos durante o governo de Barack Obama – cargo responsável por comandar a produção da moeda americana.

“Inspiração leva a aspiração e é por isso que temos a responsabilidade de destacar as mulheres que moldaram o nosso passado e servem de modelos para o futuro”, disse ela no site do aplicativo ao justificar a iniciativa.

Segundo Riosa, o principal foco do aplicativo são estudantes do país, mas nada impede que outras pessoas o utilizem. Após deixar o cargo, ela criou o projeto Teachers Righting History, que ensina em escolas do país a importância das mulheres na história americana.

Todas as notas em circulação no país (de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 dólares) têm um rosto de um homem. São cinco ex-presidentes e dois “founding fathers” (nome usado para identificar o grupo que liderou a independência americana).

Em 2015, quando estava no cargo, Riosa comandou uma campanha para incluir a imagem de uma mulher em uma das notas, substituindo um dos homens.

Mais de 600 mil pessoas participaram de uma enquete online que escolheu a ex-escrava e líder abolicionista Harriet Tubman com mais de 118 mil votos, cerca de 7.000 mais do que a segunda colocada, Eleanor Rossevelt.

A lista incluía as mesmas cem mulheres que estão disponíveis no aplicativo. A ideia é que o rosto de Tubman fosse estampado nas notas de US$ 20, que atualmente mostram o ex-presidente Andrew Jackson. Desde que assumiu, porém, Donald Trump não comentou se pretende manter a iniciativa.

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