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Astrofísicos registraram misterioso sinal extraterrestre sem precedentes

ubiie Redação

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O telescópio canadense CHIME captou uma misteriosa onda de rádio a uma frequência inferior a 700 MHz, emitida a partir de uma localização desconhecida do Universo. Trata-se da menor frequência já registrada. O sinal, conhecido como Fast Radio Burst (FRB), foi recebido em milissegundos.

A primeira onda de rádio foi registrada em 2007 e desde então astrônomos detectaram somente duas dúzias de fenômenos similares. A origem destas ondas gerou diferentes hipóteses, incluindo explosões de buracos negros e atividades extraterrestres, o que está sendo investigado pelos especialistas.

Cientistas acreditam que o produtor da onda, nomeada FRB 180725A, deve ser considerado extremamente potente. Trata-se da primeira emissão de rádio detectada pelo telescópio Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment (CHIME), que está operando a menos de um ano.

“Os FRBs são extremamente brilhantes devido à curta duração e à origem tão distante, e nós não identificamos um possível dispositivo natural com qualquer revelação”, afirmou Avi Loeb, do Instituto de pesquisa Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics.

O astrofísico da Universidade de Nottingham, Christopher Conselice, explicou ao DailyMail que as causas do fenômeno ainda são desconhecidas e observou que a onda recém-registrada poderia iluminar o mistério e ajudar profundamente no estudo do fenômeno. Por menor que seja o número de ruídos registrados até o momento, o investigador indicou que provavelmente há diversos sinais semelhantes que alcançam a Terra diariamente.

Por mais que os sinais espaciais pareçam inexplicáveis e com extraordinárias hipóteses, investigadores chineses citaram uma explicação para o fenômeno.

Astrofísicos da Universidade de Nanquim supuseram que a fonte dos sinais enigmáticos não é nada mais que as chamadas estrelas estranhas de quarks. Neste tipo de estrelas, a matéria existe em forma de quarks instáveis devido à alta densidade.

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Asteroide Ryugu possui minerais com vestígios de água

A agência espacial do Japão revela resultados científicos da missão espacial realizada pela sonda Hayabusa-2.

ubiie Redação

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Na superfície do asteroide Ryugu, que está sendo explorado pela sonda japonesa Hayabusa-2, foram encontrados minerais que contêm água com elementos de oxigênio e hidrogênio, de acordo com dados do relatório da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA), fornecidos à Sputnik.

Minerais foram descobertos durante espectroscopia de infravermelho próximo. A descoberta comprova indiretamente a teoria de que água foi trazida para a Terra do espaço, revela o relatório japonês.

De acordo com o relatório da agência japonesa, “acredita-se que asteroides da classe C [asteroides carbonáceos escuros semelhantes em espectro de meteoritos condritos, que são semelhantes na composição química com a nebulosa que originou o Sol], sendo Ryugu um deles, estão entre os corpos celestes mais prováveis que trouxeram água para a Terra”.

A sonda japonesa Hayabusa-2 foi lançada em 2014 e pousou no asteroide no dia 22 de fevereiro deste ano. O asteroide Ryugu possui 900 metros em diâmetro, e se localiza a cerca de 340 milhões de quilômetros da Terra.

Cientistas acreditam que investigação do asteroide pode conceder informações importantes e ajudar a entender ainda melhor a história da Terra.

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Experiência isola seis pessoas durante meses para testar viagem à Lua

Rússia quer enviar a primeira missão tripulada à Lua em 2031 e iniciar a construção de uma base na superfície lunar em 2034

ubiie Redação

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O cosmonauta russo Evgeny Tarelkin e mais cinco voluntários, dois deles norte-americanos, vão ficar isolados durante quatro meses numa experiência que visa testar como seria uma viagem à Lua.

A tripulação fictícia começou nesta terça-feira (19) a sua “clausura” num complexo experimental instalado no Instituto de Problemas Biomédicos de Moscou, na Rússia. O complexo é formado por módulos cilíndricos, cujo interior simula a superfície lunar.

Tarelkin já esteve quase cinco meses no espaço, na Estação Espacial Internacional, entre 2012 e 2013. Ele também participou de um ensaio de uma aterrissagem em Marte.

Durante quatro meses, o grupo, que só poderá se comunicar com a família uma ou duas vezes por semana, vai ensaiar a permanência na órbita lunar, caminhadas lunares, controle remoto do veículo espacial e retorno à Terra.

Esta é a segunda etapa de uma experiência que começou em 2017 e durou 17 dias. Está prevista uma terceira etapa, em 2020, que deverá durar oito meses.

A Rússia quer enviar a primeira missão tripulada à Lua em 2031 e iniciar a construção de uma base na superfície lunar em 2034.

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Nasa detecta explosão de meteoro na atmosfera da Terra

É a segunda maior explosão deste tipo dos últimos 30 anos

ubiie Redação

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A Nasa detectou uma explosão de meteoro na atmosfera da Terra. Segundo a agência espacial norte-americana, a explosão aconteceu em uma área do mar de Bering, ao largo da península de Kamchatka, na Rússia. A potência, ainda de acordo com a Nasa, foi dez vezes superior ao da bomba atômica de Hiroshima, a ‘Little Boy’.

De acordo com a BBC, esta é a segunda maior explosão deste tipo dos últimos 30 anos. Lindsey Johnson, responsável de defesa planetária da agência espacial, afirmou que uma explosão com esta dimensão só acontece de duas a três vezes a cada cem anos.

A explosão teria acontecido no dia 18 de dezembro.

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