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Com 11 mil anos, confira 5 mitos e verdades sobre a cerveja

O nome “cerveja” vem da deusa grega Ceres, conhecida como a deusa da fertilidade e da agricultura

ubiie Redação

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O Dia da Cerveja é comemorado em mais de 50 países, sempre na primeira sexta-feira (3) do mês de agosto. A data foi criada em 2007, mas a primeira cerveja do mundo surgiu há mais de 11 mil anos, na região onde hoje fica o Irã e o Iraque.

O nome “cerveja” vem da deusa grega Ceres, conhecida como a deusa da fertilidade e da agricultura, explica Leon Maas, mestre-cervejeiro da Cervejaria Ambev: “Ela é a bebida mais variada que existe quando o assunto é sabor. O amargor, que geralmente vem do lúpulo, é imperceptível em alguns estilos. Tem as doces, ácidas e até ligeiramente salgadas.”

Existem, basicamente, quatro escolas de cerveja: a alemã, a belga, a britânica e a americana. A American Lager, mais leve, é a mais consumida no mundo. No Brasil, o estilo é chamado de Pilsen.

No Egito Antigo, os trabalhadores que ergueram as grandes pirâmides eram pagos com cerveja. Sua ração diária era de cinco litros, entretanto, era muito menos alcoólica do que a moderna.

Na Idade Média, ela manteve o status de alimento. Um dos poucos alimentos seguros naquela época, pois era fabricada com higiene pelos monges católicos. Na liturgia da Igreja, aliás, a bebida foi incorporada como substituta das comidas sólidas nos períodos de jejum dos clérigos.

Veja algumas curiosidades:

– A melhor cerveja é sempre aquela mais fresca.

– A cerveja de garrafa tem a rotatividade maior do que a de latinha.

– A diferença entre cerveja e chopp nada tem a ver com a garrafa e o barril.

– A cerveja é pasteurizada para resistir vários meses, enquanto o chope não passa por esse processo, que causa pequenas alterações no sabor ­.

– Altamente perecível, deve ser consumido muito fresco e mantido sob refrigeração.

Confira alguns mitos e verdades:

1. O sol estraga a cerveja

Verdade. A exposição à luz prejudica a qualidade da bebida. O vidro marrom oferece alguma proteção contra os raios, mas não funciona 100%. De qualquer maneira, guarde a cerveja em lugar escuro e fresco.

2. Gelar muito a cerveja destrói o sabor

Mito. Quanto mais forte e encorpada a cerveja, menos fria ela deve estar. Por ser leve e delicada, a pilsen merece ser servida gelada. O brasileiro costuma beber cerveja no limite do congelamento, e não há nada errado nisso. Mas congelar nunca!

3. Cerveja puro malte é melhor

Mito. A lista de ingredientes da cerveja depende do estilo e do perfil sensorial que o mestre-cervejeiro quer obter.

4. Quanto mais escura, mais forte é a cerveja

Mito. A cor marrom ou preta realmente causa a expectativa de uma bebida mais forte ou densa, mas isso não acontece. A tonalidade da cerveja depende da matéria-prima. Maltes de trigo são quase brancos, malte de cevada tipo pilsen dá um tom amarelo, e as variedades tostadas e carameladas completam a paleta com líquidos que vão do avermelhado ao negro intenso.

5. O colarinho protege a bebida

Verdade. A camada de espuma não deixa que a cerveja tenha contato direto com o ar, Isso reduz a oxidação e a perda de gás.

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Tempo gasto em frente a telas afeta desenvolvimento de criança

Período em que os filhos crianças ficam em frente às telas nem sempre é calculado pelas famílias

ubiie Redação

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Daniel, de 10 anos, passa no máximo uma hora e meia por dia em frente às telas da televisão ou do computador. Mas nem sempre foi assim. No ano passado, chegava a gastar oito horas diárias na TV – tempo que, segundo a mãe, o deixava agitado e desconcentrado. Quando percebeu que a situação tinha causado impacto até no desempenho escolar, a dona de casa Laís Corrêa, de 31 anos, reduziu o acesso aos equipamentos.

“Ele ficava agitado quando assistia a vídeos. Isso refletia no comportamento, diminuía a criatividade”, diz a mãe. A diminuição no horário veio acompanhada de resmungo e de “greve”. “Ele disse que não ia fazer mais nada. Mas a criança encontra alguma coisa. Agora, virou um ‘cientista maluco’, pega coisas quebradas, sai abrindo, explorando”, diz Laís, que pretende replicar as novas regras com a caçula Ananda, de 2 anos.

O tempo que as crianças passam em frente às telas nem sempre é calculado pelas famílias, mas desperta a atenção de cientistas e médicos. Uma pesquisa recente mediu o número de horas que meninos e meninas de 8 a 11 anos ficam em celular, TV e videogames. O estudo, publicado na revista Lancet Child & Adolescent Health, concluiu que só 37% das 4,5 mil crianças americanas analisadas usam os aparelhos por até duas horas diárias.

Os cientistas também mediram o desenvolvimento cognitivo das crianças em áreas como linguagem, memória e atenção – então, cruzaram com dados sobre tempo de tela. “Independentemente do conteúdo, limitar o tempo recreativo de tela de uma criança a menos de duas horas está positivamente associado à cognição”, disse ao jornal O Estado de S. Pauko Jeremy Walsh, do Hospital Infantil do Leste de Ontário e um dos autores do estudo.

A pesquisa não estabeleceu relação de causa entre cognição e o uso das telas, mas, segundo especialistas, está cada vez mais claro o impacto do abuso dos aparelhos no desenvolvimento. “A criança precisa interagir com objetos reais (brinquedos e pessoas)”, diz a pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Ana Lúcia Meneghel, que começou a estudar o tema após ver uma cena que a intrigou. “Uma criança em frente a um aquário mexia os dedinhos para o peixe aumentar.” O exagero, diz, pode causar atraso na construção de noções de localização, medida e estimativa.

Parâmetros

Se o excesso é prejudicial, os pais se perguntam: quanto e como controlar? Quando Pedro ganhou, aos 9 anos, um celular, a comerciante Fabiana Teixeira, de 39, achou que o aparelho seria um estímulo à criatividade. Com o tempo, notou mudanças no comportamento do filho. “Ele queria ficar mais recluso no quarto, ficou mais introvertido.” Agora, Fabiana evita o acesso contínuo. “Não pode ficar por mais de uma hora”, avisa.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), crianças da idade de Pedro não devem usar as telas por mais de duas horas diárias. Já para as de 2 a 5 anos, o rigor é maior: até uma hora. E bebês com menos de 2 anos não deveriam ter contato.

“Quanto mais tempo de tela, menos exposta a criança vai estar a outras experiências importantes para construir sua arquitetura cerebral”, diz Liubiana de Araújo, presidente do Departamento Científico da Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento da SBP.

Para Andréa Jotta, do Laboratório de Estudos de Psicologia e Tecnologias da Informação e Comunicação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), os equipamentos não são prejudiciais em si, mas uma “ferramenta a mais para lidar com o mundo”, que exige acompanhamento dos pais. “Eles têm de educar dentro e fora, acompanhar o crescimento da criança com as telas.”

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3 leites saudáveis para quem quer substituir o leite de vaca

Leites de Castanha de Caju, de Inhame e de Semente de Girassol são ótimas opções para quem procura uma alternativa ao leite animal

ubiie Redação

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Pessoas veganas, que possuem intolerância à lactose ou mesmo que procuram por uma opção menos calórica, os leites vegetais são uma excelente escolha. Para ajudar na hora de decidir qual o leite vegetal ideal para você, a Dra. Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro), apontou os mais conhecidos e explicou os benefícios de cada um deles. Confira:

– Leite de Inhame: Rico em vitaminas B6, C, ferro, cálcio, potássio e magnésio, o consumo regular do Leite de Inhame potencializa a atuação do sistema imunológico e melhora a qualidade do sangue, auxiliando na prevenção de infecções e inflamações e na eliminação das toxinas do sangue através da pele, dos rins e do intestino, já que possui propriedades depurativas e desintoxicantes. “Devido aos nutrientes bioativos presentes no tubérculo, o Leite de Inhame ainda possui outros benefícios como o fortalecimento dos ossos e o equilíbrio dos níveis de progesterona, auxiliando assim nos sintomas da TPM”, afirma a Dra. Renata. “Rico em amido e fibras e com baixo índice glicêmico, o leite é ainda uma ótima fonte de energia, controlando os níveis de açúcar no sangue, além de facilitar a digestão.”

– Leite de Castanha de Caju: Repleto de vitaminas e minerais, o Leite de Castanha de Caju ajuda a fortalecer os ossos, blindar o sistema imunológico, prevenir o envelhecimento e proteger a visão, pois é rico em cálcio, antioxidantes e vitaminas A, D, E e do complexo B. “Com apenas 25 calorias por copo, este leite ainda contém alto teor de Ômega-3, 6 e 9, nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo. Além disso, o leite é fonte de nutrientes como o fósforo, que previne a osteoporose, e o potássio, importante para a saúde do sistema cardiovascular”, destaca a médica.

– Leite de Semente de Girassol: Rico em gordura saudável, o Leite de Semente de Girassol é uma excelente fonte de nutrição, pois as sementes de girassol são carregadas de nutrientes, como fibras, proteínas, ácidos graxos essenciais, vitaminas do complexo B, cálcio, ferro, zinco, magnésio, potássio, manganês e selênio. “Com grande quantidade de vitamina E e de triptofano, o Leite de Semente de Girassol proporciona benefícios antioxidantes e anti-inflamatórios e pode ajudar a tratar a depressão e a ansiedade, já que melhora as atividades cerebrais. Ótima fonte de energia, as sementes de girassol também foram ligadas à redução do colesterol, da pressão arterial e do açúcar no sangue, promovendo assim a saúde do sistema cardiovascular”, explica a especialista.

Segundo a Dra. Renata Domingues, além de todos esses benefícios, os leites vegetais são deliciosos e podem ser encontrados em diversas lojas de alimentos naturais. “Os leites vegetais devem sempre fazer parte de um plano alimentar saudável, desde que este seja devidamente acompanhado por um nutricionista ou nutrólogo no caso de restrições por alergias ou intolerâncias”, finaliza.

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Fumar maconha acelera o envelhecimento cerebral

Um recente estudo aponta efeito negativo associado à droga

ubiie Redação

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Fumar ou não fumar? Muitos defendem que os malefícios do álcool superam os da maconha e que esta deveria ser uma droga legalizada dado os seus controlados efeitos em doses moderadas.

Mas tais argumentos não impedem que variados cientistas analisem a substância. Daniel Amen é autor de um destes estudos, e aponta os danos cerebrais que surgem como consequência do consumo frequente de maconha, nomeadamente o envelhecimento cerebral.

O pesquisador indica um envelhecimento do cérebro três vezes superior ao normal, apontado pelo menor fluxo sanguíneo a esta zona do corpo, essencial ao seu bom funcionamento, e que pode levar a consequências como ataques cardíacos ou demência.

As conclusões surgiram da análise ao cérebro de mais de 31.000 indivíduos – o maior estudo do gênero já realizado. Nenhuma associação entre consumo de cannabis e depressão foram apontadas, mas sim doenças bipolares.

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