Siga-nos

Japão

139

Tempo estimado para a leitura: 2minuto(s) e 38segundo(s).

Japão critica Coreia do Sul por enviar navio para ilhas disputadas

Nesta sexta-feira (3), Tóquio expressou protesto contra Seul quanto a um navio de pesquisa nas águas em torno de pequenas ilhas sul-coreanas contestadas pelo Japão, disse o porta-voz do Gabinete japonês, Yoshihide Suga.

ubiie Redação

Publicado

em

“Nós utilizamos canais diplomáticos para solicitar que a Coreia do Sul explique o curso tomado pelo navio de pesquisa e para protestar severamente contra atividades inaceitáveis executadas sem nosso consentimento”, afirmou o porta-voz a repórteres em um briefing.

As autoridades japonesas disseram que o navio foi avistado perto das ilhas Takeshima, conhecidas na Coreia do Sul como Dokdo, entre 1º e 2 de agosto, recusando-se a deixar as águas disputadas, mesmo sob os avisos da guarda costeira japonesa.

As ilhas de Dokdo, também conhecidas como Rochedos de Liancourt, situam-se no mar do Japão. Elas são administradas pela Coreia do Sul desde o término da Segunda Guerra Mundial apesar da contestação japonesa. Tóquio tem disputado com Seul a soberania sobre o território, com ambos alegando que possuem laços históricos com a região.

Em junho, o governo japonês expressou protesto contra Seul por executar regularmente exercícios militares na disputada área dos Rochedos de Liancourt. Em fevereiro, o Ministério das Relações Exteriores sul-coreano criticou o Japão pelo “Dia de Dokdo” na prefeitura de Shimane e Tóquio, repetindo a pretensão pela disputa do grupo de ilhas.
“O governo da República da Coreia expressa contundente protesto com relação ao fato de que o governo japonês continua reivindicando injustificavelmente Dokdo, como pode ser notado através de um oficial maior do governo central com o provocativo ‘Dia de Dokdo’, evento adotado pelo governo provincial do país em 22 de fevereiro, e insta que o evento seja interrompido para sempre”, declarou o ministério.

0
0
Clique para comentar
Publicidade

Japão

Cuidador morre após ser atacado por urso doméstico no Japão

No Japão, um urso-negro-asiático doméstico matou um cuidador, relata o jornal Bangkok Post.

ubiie Redação

Publicado

em

O incidente aconteceu em Tóquio no domingo (2). Vizinhos ouviram Soichiro Mori gritar e pedir ajuda. Ao entrarem na residência, eles viram um homem ferido na gaiola do urso e, em seguida, acionaram médicos e policiais.

O cuidador, de 56 anos, foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Posteriormente foi relatado que o urso, de 15 anos, que mede 1,3 metro e pesa 50 quilos, pertencia ao dono da casa que contratou Mori para cuidar do animal. Segundo a polícia, o homem tinha permissão para manter o urso em sua residência.

Os ursos-negros-asiáticos, que habitam por toda a Ásia, pesam de 40 a 200 quilos e crescem de 120 a 190 centímetros de comprimento. Na China, Vietnã e Mianmar os animais são criados em fazendas para a extração da bile para fins farmacêuticos.

0
0
Continuar lendo

Japão

Japão construirá 1º porta-aviões desde Pearl Harbour: contra quem é dirigida a medida?

O Japão planeja construir o primeiro porta-aviões do país na história do pós-guerra. O navio será uma ampliação do maior porta-helicópteros da Marinha japonesa da classe Izumo. Será que estes planos correspondem à Constituição pacifista do país e contra quem poderão ser dirigidos? Analistas explicam.

ubiie Redação

Publicado

em

Segundo informou o canal japonês NHK, a construção do porta-aviões faz parte do programa de defesa do Japão de médio prazo, que deverá ser aprovado em dezembro.

O programa abrange o período até 2024 e se tornará o primeiro passo no afastamento da atual Constituição, que proíbe o país de ter um exército pleno, indica o especialista em assuntos japoneses do Instituto do Extremo Oriente da Academia de Ciência da Rússia, Valery Kistanov.

No âmbito do mesmo programa, o governo japonês decidiu comprar aos EUA 42 caças F-35B e está planejando adquirir mais 100 destes aviões por um valor de quase US$ 9 bilhões, segundo relatos da edição Nikkei Asian Review.

Neste contexto, já ficam mais compreensíveis os planos de Tóquio de construir um porta-aviões: ele deverá abrigar os caças furtivos americanos, sublinhou o analista no jornal russo Vzglyad. A construção do navio deverá se iniciar em 2020.

O porta-helicópteros que será transformado em porta-aviões é um navio bastante novo, tendo sido incorporado na Marinha em 2015. No momento, as forças japonesas têm dois navios da classe Izumo, os maiores da moderna frota do país. Porém, o porta-aviões a construir a partir do Izumo não será muito grande.

Apesar de, na mídia, o futuro porta-aviões ser chamado de primeiro navio deste tipo, o jornal russo lembra que, no início da Segunda Guerra Mundial, a frota japonesa contava com 10 porta-aviões, comparados com 7 dos EUA. Seis destes navios participaram do ataque japonês à base norte-americana de Pearl Harbor.
Um ano depois de Pearl Harbor, os Estados Unidos afundaram a maioria dos porta-aviões japoneses na batalha naval de Midway, recordou o ex-embaixador da Rússia no Japão, Aleksandr Panov, e desde então o país asiático não voltou a construí-los.

O artigo do Vzglyad frisa que a remilitarização do Japão não é dirigida contra os EUA nem a Rússia, mas se deve às crescentes atividades da Marinha chinesa na região, incluindo o programa de porta-aviões do país.

Para Kistanov, os japoneses previram a expansão militar chinesa e construíram seus porta-helicópteros, pensando na sua futura evolução.

“Pelas dimensões, estes navios eram comparáveis com os porta-aviões ligeiros dos países europeus, como Itália e Espanha […] Desde logo estava claro que a estrutura dos porta-helicópteros permitiria instalar no futuro aviões de decolagem e aterrissagem vertical e curta. […] Chegou a hora de transformá-los em porta-aviões porque acabou de aparecer um avião adequado, ou seja, o caça F-35 para o Corpo de Fuzileiros Navais”, explicou o analista russo Vasily Kashin.

Os planos de construir porta-aviões contradizem a Constituição japonesa, que proíbe o país de ter um exército pleno, incluindo armas ofensivas.

Porém, assinala Kashin, “as alterações na legislação introduzidas pelo governo de [Shinzo] Abe dão ao Japão o direito de autodefesa coletiva”.

Trata-se de ações militares de defesa e apoio aos aliados, isto é, aos EUA. Assim, se se desencadear um conflito em torno de Taiwan ou no mar do Sul da China, o Japão poderia tomar parte como aliado de Washington, acrescenta Kashin.

O analista acredita que Pequim não deixará sem atenção o aumento das capacidades militares pelo país vizinho: “Veremos uma reação negativa da China e o aumento de investimentos nas suas forças navais”, concluiu.

0
0
Continuar lendo

Japão

Japão e EUA se preparam para proteger ilhas disputadas em caso de invasão chinesa

Em janeiro do ano corrente, o Japão e os EUA realizaram pela primeira vez na história exercícios teóricos “à mesa” sediados no Ministério da Defesa do Japão, em Tóquio, com a participação de três tipos de tropas, comunica a mídia japonesa.

ubiie Redação

Publicado

em

De acordo com a agência Kyodo, o tema do encontro foi “Defesa das Ilhas Senkaku”, o que significa que os dois países estão desenvolvendo um plano para proteger o respectivo território de uma possível invasão chinesa. Adianta-se que os exercícios contaram com a participação de funcionários da Marinha dos EUA nos oceanos Índico e Pacífico. Esta foi a primeira vez que o respectivo tema é discutido.

Segundo o cenário elaborado para os exercícios, os territórios disputados com a China são invadidos por barcos “de pesca” armados chineses. As forças policiais japonesas são insuficientes para expulsá-los e as Forças de Autodefesa do Japão entram em ação. A China reage imediatamente enviando suas tropas, isso provoca um confronto militar.

Este não é o primeiro evento visando o estreitamento dos laços militares entre os dois países — em 27 de setembro, o Japão e os EUA realizaram pela primeira vez exercícios conjuntos envolvendo um bombardeiro estratégico B-52 sobre o mar da China Oriental.

As Ilhas Senkaku são objeto de disputa entre a China e o Japão. Enquanto Tóquio afirma que tem ocupado o território desde 1895, Pequim faz lembrar que nos mapas japoneses datados de 1783 e 1785 as ilhas são marcadas como território chinês. Após a Segunda Guerra Mundial, as ilhas eram controladas por Washington e depois foram entregues ao Japão, em 1972.

Entretanto, Taiwan e a China continental consideram que ocupação japonesa das ilhas é ilegal, enquanto Tóquio considera que o governo chinês passou a se interessar por esses territórios apenas a partir da década de 70, quando se revelou que eles eram ricos em recursos minerais.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
112,36
JPY –0,15%
3,90
BRL –0,28%
1EUR
Euro. European Union
=
128,13
JPY +0,10%
4,45
BRL –0,03%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
432.514,51
JPY +4,15%
15.019,34
BRL +4,02%

Tokyo
Clear
WedThuFri
min 4°C
13/3°C
13/7°C

São Paulo
26°
Fair
WedThuFri
29/22°C
33/22°C
33/22°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana