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‘É preciso deixar Schumacher em paz’, diz amigo do ex-piloto

O presidente da FIA, Jean Todt, é uma das únicas pessoas autorizadas pela família do alemão a fazer visitar

ubiie Redação

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Desde 2013, não se ouve falar no estado de saúde de Michael Schumacher, que sofreu um acidente enquanto esquiava nos Alpes suíços nesse ano. Das poucas pessoas que podem visitar o heptacampeão mundial, está o presidente da FIA, Jean Todt. Apesar de evitar falar sobre o alemão, respeitando a confidencialidade pedida pelos familiares do ex-piloto, ele deu um recado.

“É momento de deixar o Schumacher viver sua vida em paz”, resumiu Todt ao jornal argentino La Nacion, sem dar maiores detalhes. Questionado mais uma vez sobre o quadro de saúde de Schumacher, Todt repetiu as mesmas palavras, pedindo para deixar o alemão em paz.

De acordo com informações do UOL, o presidente da FIA foi diretor-chefe da Ferrari na época em que o ex-piloto conquistou cinco títulos, de 2000 a 2004.

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Equipe científica treina louva-a-deus a pescar, mas não esperava resultado mortífero(FOTO)

Apesar de ser um caso curioso e o primeiro desse tipo, o estudo demonstra que esses animais são capazes de aprender coisas complexas.

ubiie Redação

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De fato, já era de nosso conhecimento que o louva-a-deus pode devorar rãs, aves pequenas, tartarugas ou ratos, entretanto, nunca houve registros de que eles eram capazes de pescar, fato que foi demonstrado por um estudo recente publicado na revista Journal of Orthoptera Research.

O comportamento do inseto foi originado da manipulação da equipe de cientistas, liderada por Roberto Battiston dos Museus Canal de Brenta na Itália, no entanto, isso serviu para observar que um macho adulto da espécie era capaz de caçar e devorar peixes barrigudinhos em um lago privado na Índia. Além disso, o inseto esteve cinco dias em uma pequena piscina, onde capturou nove dos quarenta peixes. Durante a caçada, o inseto caminhou sobre folhas e plantas aquáticas, utilizando as mesmas como plataforma de pesca, onde esperava pacientemente pela aproximação das vítimas, fisgando e cravando suas poderosas patas dianteiras.

O estudo sugere que os louva-a-deus são capazes de aprender coisas complexas, já que os peixes não se movem como outros insetos ou animais que eles costumam caçar. Além disso, eles demonstraram ser capazes de desenvolver habilidades técnicas e estratégicas efetivas de pesca.


Louva-a-deus pesca e devora peixe

No entanto, o estudo ressalta que “a abundância da presa em um lugar particular relacionada à facilidade de capturar e suas propriedades nutricionais poderiam ser fatores importantes para essa escolha, podendo influenciar indiretamente na aptidão individual, o que deverá ser estudado posteriormente”.


Louva-a-Deus pesca e devora peixe

A espécie demonstrou habilidades visuais, visto que, evoluiu na captura na luz do dia e se tornou um excelente caçador na escuridão, fato registrado durante o estudo, pois a atividade aconteceu entre o fim do dia e a madrugada.

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Ativistas dos direitos humanos pedem proibição de ‘robôs assassinos’

ubiie Redação

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A ONG que defende os direitos humanos, chamada Anistia Internacional, apelou à comunidade internacional para proibir o uso de “robôs assassinos” na legislação internacional, segundo comunicou o site da organização.

O grupo fez esta declaração, na segunda-feira (27), no início das negociações da ONU em Genebra entre especialistas governamentais sobre sistema letal de armas autônomas (LAWS, na sigla em inglês).

“Robôs assassinos já não são ficção científica. O progresso tecnológico de armas, de drones com inteligência artificial a armas autônomas, que podem escolher seu alvo, está seriamente à frente da legislação internacional”, declarou o pesquisador em inteligência artificial e especialista da organização Abdul Rahim.

Ativistas dos direitos humanos assinalaram que o cumprimento da legislação internacional é garantido apenas se o “alvo” for identificado e tiver sido escolhido por uma pessoa.

“A proibição de sistemas autônomos de armas pode prevenir alguns cenários realmente apocalípticos, por exemplo, corrida armamentista de tecnologia de ponta entre superpotências, que pode levar à proliferação de armas autônomas. Nós apelamos para que os países, que estão presentes em Genebra nesta semana, ajam urgentemente”, anunciou o especialista.

A organização afirmou que embora a maioria dos participantes das negociações de abril de 2018 tenha se manifestado a favor do controle humano sobre as armas, alguns países estão impedindo criação da legislação, que proíba a elaboração de sistemas autônomos. Em particular, trata-se de países que, segundo as palavras dos ativistas dos direitos humanos, já estão elaborando armas autônomas, tais como França, Rússia, Coreia do Sul, Israel, Reino Unido e EUA.

As conversações dos especialistas governamentais na ONU sobre LAWS foram iniciadas hoje (27) e continuarão até 31 de agosto. Espera-se que o grupo de especialistas encontre soluções para problemas humanitários e para outros problemas de segurança, que podem surgir em relação às novas tecnologias na esfera de armas.

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Afinal, consumir pornografia influencia o comportamento sexual dos jovens?

ubiie Redação

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Já tem um tempo que se acredita que os nossos comportamentos sociais e as experiências vividas na adolescência influenciam a maneira como nos relacionamos também no futuro, especialmente no que diz respeito às relações amorosas.

Como lidar com o fato, então, de que cerca de 87% dos homens jovens consomem algum tipo de pornografia, e metade deles assistem a algo pornográfico pelo menos uma vez por semana? Essa informação já havia sido divulgada em pesquisas anteriores; porém, agora, um novo levantamento da Universidade de Nebraska-Lincoln — apresentado durante o congresso da Associação Americana de Psicologia, em Washington, capital do país — tentou entender como esse consumo influencia a forma como os jovens se relacionam para além dos vídeos de canais pornô e das edições de Playboy.

Nessa nova análise, 330 homens entre 17 e 54 anos foram entrevistados sobre como enxergam as mulheres, a sexualidade e suas principais experiências com pornografia.

A idade média da primeira exposição a produções pornô foi aos 13 anos — o que foi exposto mais cedo tinha apenas 5 anos, e o mais velho se deparou pela primeira vez com um produto do tipo aos 26.

Uma informação curiosa da pesquisa é a de que 43% deles dizem ter visto pornografia pela primeira vez por acidente, enquanto apenas 33% procuraram, e preocupantes 17% disseram que foram forçados por outra pessoa a ver. Outros 6% não quiseram responder.

Algumas surpresas

Ao contrário do que eles imaginaram, a relação entre a idade de início da exposição e o comportamento sexista não é tão clara assim. “Esperávamos que, quanto mais jovens fossem os meninos quando expostos à pornografia, maior a probabilidade de adotarem “normas playboy”, bem como normas de poder masculino sobre as mulheres”, explica uma das pesquisadoras envolvidas no levantamento, Alyssa Eischmann.

Segundo ela e seus colegas, esse comportamento baseado em “normas playboy” ou “atitudes playboy” seria algo como reproduzir na vida real o que se vê nos filmes pornôs, como sexualidade exacerbada, interesse em múltiplos parceiros sexuais, tentativa de dominação da parceira pela força, entre outros.

Eles perceberam que o principal ponto que a idade de início da exposição à pornografia influencia é se o homem vai ou não continuar consumindo produtos do tipo na vida adulta — a resposta, no caso, é que sim: há uma associação entre um consumo maior de pornografia se o início foi cedo.

Por outro lado, com relação à idade, o comportamento de dominação e as atitudes de playboy não são influenciados da mesma forma. Os pesquisadores descobriram que, quanto mais jovem o menino era exposto ao pornô, mais provável que acreditasse que os homens deveriam dominar as mulheres. Inesperadamente, o oposto se aplica a “atitudes playboy”. Quanto mais velho o garoto era quando olhava pela primeira vez para a pornografia, maior a probabilidade de ter sexualidade exacerbada e o interesse em múltiplos parceiros sexuais.

“Os resultados indicaram que não há diferenças na adesão a essas duas normas masculinas, dependendo do tipo de exposição (intencional, acidental ou forçada), sugerindo que o tipo de exposição não afeta significativamente a adesão ao poder sobre as mulheres e as normas masculinas da Playboy”, diz o resumo do estudo.

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