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Startups ajudam viajantes que perderam voo a conseguir indenizações

Valores podem chegar a R$ 12 mil

ubiie Redação

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Ter o voo cancelado ou atrasado pode ser uma grande dor de cabeça, ainda mais se você acaba perdendo a conexão ou o compromisso, assim como ter a bagagem extraviada ou não poder embarcar porque a companhia simplesmente vendeu bilhetes a mais. Todos esses estresses são passíveis de indenização – e é isso o que muitas startups estão fazendo pelos passageiros.

Segundo o site UOL, o processo é simples: basta narrar o impasse com detalhes no site e a startup vai analisar se o viajante vai poder ir à Justiça. A Indenizar, por exemplo, leva o caso adiante caso haja provas de abuso. Já a QuickBrasil e a NaoVoei identificam se a situação é passível de ir à Justiça enquanto o usuário preenche um cadastro.

“O grande benefício para o passageiro, além de ter um processo de atendimento mais ágil, é saber durante o preenchimento do formulário se o caso dele é passível ou não de compensação”, diz Gabriel Motta, responsável pelo marketing da empresa NaoVoei.

Se o caso for aceito, os advogados são acionados. No histórico das empresas, as indenizações podem chegar a valores bem altos. “As indenizações dependem de muitos fatores, objetivos e subjetivos, do dano causado pelo atraso ou cancelamento. Mas varia de R$ 2 mil a R$ 12 mil”, diz Bruno Camargos, diretor da Indenizar. Cada empresa tem uma maneira de cobrar pelo serviço.

No caso da Indenizar e da NaoVoei, a empresa cobra entre 20% a 30% do dinheiro recebido após a conclusão da ação; já a QuickBrasil funciona de forma diferente: caso seja identificado que o caso é passível de indenização, a empresa paga R$ 1 mil ao cliente e fica com o valor restante, caso o processo seja indenizado. “Caso consigamos um acordo com a companhia aérea em um valor acima do valor que indenizamos o cliente, daí vem o nosso lucro. Caso não consigamos, assumimos a situação como risco do nosso modelo de negócios”, explica a startup.

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NASA: degelo da Antártida terá consequências desastrosas para o planeta inteiro (FOTO)

A NASA descobriu que as geleiras na Antártida Oriental, antes consideradas estáveis e não sujeitas a mudanças globais, começaram a derreter rapidamente.

ubiie Redação

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O estudo com as conclusões correspondentes foi publicado no site oficial da agência espacial norte-americana.

Podendo vir a alterar as linhas da costa à volta do mundo, o maior glaciar da Antártida Oriental está derretendo. Armada com um novo mapa da espessura do gelo, a @NASA _ICE descobriu que o mesmo está ocorrendo com os outros glaciares próximos.

É relatado que, se estas geleiras derreterem no futuro, isso terá consequências desastrosas para o planeta inteiro, uma vez que a água derretida elevará significativamente o nível dos oceanos.

Em particular, é referido que o glaciar Totten, o maior desta região, começou a degelar. Se desaparecer completamente, o nível da água do mar no mundo aumentará em mais de três metros.

Além disso, geleiras menores, tais como a Underwood, Bond, Adams e Vanderford, também começaram a derreter. Em comparação com 2008, a altura dessas geleiras diminuiu em quase três metros e cada ano perdem cerca de 25 centímetros de altura.

Segundo a NASA, a principal razão da aceleração do derretimento das geleiras é a água morna que é empurrada das profundidades para a superfície devido a mudanças no nível de gelo no oceano.

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Número de brasileiros barrados de entrar na Europa cresce 50% em um ano

Entre janeiro e junho, 2.225 cidadãos do Brasil foram barrados no continente

ubiie Redação

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A quantidade de brasileiros impedidos de entrar na Europa nos primeiros seis meses de 2018 aumentou 50% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o mais recente relatório da Frontex, a agência de fronteiras europeia.

Entre janeiro e junho, 2.225 cidadãos do Brasil foram barrados no continente. Isso equivale a mais de 12 pessoas impedidas de entrar na Europa diariamente. O país está na nona posição entre as nacionalidades mais afetadas.

Se consideradas apenas as entradas negadas nos aeroportos, a situação é ainda mais representativa. Os brasileiros só perdem para os cidadãos da Albânia entre as nacionalidades com mais recusas de entrada na União Europeia.

Segundo a Frontex, a maioria dos casos aconteceu porque os brasileiros não possuíam “documentação apropriada para justificar o motivo da viagem e as condições da estadia”.

O número de brasileiros impedidos de entrar na Europa já foi bem maior. Em 2008, por exemplo, mais de 11 mil cidadãos do país não puderam entrar no continente. Os números caíram significativamente ao longo dos anos, até chegarem ao mínimo de 2.313 barrados em 2014.

Desde que a crise política e econômica se intensificou no Brasil, no entanto, as dificuldades nas fronteiras europeias têm aumentado. O número de barrados saltou para 3.701 em 2016: uma alta de mais de 60% em dois anos.

Em 2017, o número voltou a cair, ficando em 3.143. Neste ano, a tendência de alta voltou a ser observada.

A quantidade crescente de deportações também sinaliza o aumento de migrantes brasileiros sem a documentação adequada.

Nos primeiros seis meses de 2018, 1.037 brasileiros foram forçados a sair da União Europeia. Uma alta de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em Portugal, uma das principais portas de entrada dos brasileiros para a Europa, a quantidade de pessoas impedidas de entrar no país também segue em alta.

Após atingir o mínimo histórico em 2013, quando apenas 299 pessoas foram barradas, os números não param de subir. Em 2017, 1.336 brasileiros foram recusados em Portugal.

Números do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) divulgados pelo jornal Expresso indicam que, até 31 de agosto de 2018, 1.655 cidadãos do Brasil foram impedidos de entrar em território luso.

Isso representa um aumento de 23,8% em relação ao total do ano anterior, que já havia sido de alta.

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Geólogos acham universo imenso de ‘bactérias zumbis’ nas profundezas da Terra

Pela primeira vez, geólogos e biólogos encontraram e determinaram o peso das “bactérias zumbis” que habitam no núcleo do nosso planeta, bem como todos os outros habitantes das profundezas subterrâneas, e definiram que pesam centenas de vezes mais do que todas as pessoas.

ubiie Redação

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Por muito tempo, os cientistas acreditavam que a vida na Terra encontrava-se apenas na superfície dos continentes, mares, oceanos e no leito marítimo, disseram cientistas durante reunião da União Geofísica Americana (AGU, na sigla em inglês) em Washington.

Nos últimos anos, tornou-se evidente que os limites da biosfera são muito mais amplos. Grandes colônias microbianas foram encontradas no fundo da Fossa das Marianas e dentro de rochas a muitos quilômetros de profundidade.

“Há dez anos, pensávamos que a vida era encontrada apenas em pequenos cantos selecionados da Terra. Agora sabemos que é encontrada praticamente em todos os lugares. Podemos dizer que acabamos de começar a estudar essa ‘matéria escura’ da biosfera, sua parte mais profunda”, disse Karen Lloyd, da Universidade do Tennessee.

Além disso, os cientistas descobriram que existem organismos multicelulares “subterrâneos”, como a centopeia Hades, que vive no fundo de uma caverna na Croácia, e também nematóides do gênero Poikilolaimus, habitantes do solo das minas de ouro na África do Sul em grandes profundidades.

Uma das características mais incomuns desses organismos é o rimo metabólico extremamente lento associado a uma constante falta de oxigênio ou nutrientes. Por essa razão, muitos cientistas comparam esses habitantes do submundo com “zumbis” da literatura de fantasia.

Todas essas descobertas, como notou Lloyd, forçaram os cientistas a pensar em quantas criaturas vivas se escondem nas camadas profundas da litosfera da Terra e a calcular seu número aproximado.

Há quase uma década, o Observatório de Carbono Profundo (DCO, na sigla em inglês), foi criado para resolver esse problema, que agora inclui 40 países e quase mil cientistas.

Seus participantes coletaram e estudaram centenas de amostras das camadas mais profundas da crosta e do leito do mar, o que os ajudou a compilar o primeiro mapa, bem como estimar a massa total, volume e outras propriedades importantes da “matéria escura” biológica.

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