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#MaisLidas: Pai de Neymar ofende repórter e áudio é divulgado na web

Camila Mattoso, da Folha de S. Paulo, tentou entrevistar o empresário, que a tratou com tamanha falta de educação

ubiie Redação

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Neymar pai foi o destaque (negativo) do noticiário esportivo do fim de semana. O empresário discutiu, gritou e ofendeu a repórter Camila Mattoso, da Folha de S. Paulo, que tentou entrevistá-lo no sábado (21). O episódio foi narrado por Juca Kfouri, no domingo (22), na coluna que o jornalista tem no mesmo jornal.

De acordo com o relato de Kfouri, o empresário ficou irritado com uma pergunta de Camila, que quis saber acerca de uma suposta festa feita pelo pai do atacante no mesmo hotel da seleção brasileira em Sochi, após o empate em 1 a 1 contra a Suíça, na primeira rodada da fase de grupos. Vale ressaltar que Neymar pai era o único familiar de jogador presente no local.

“A festa que eu fiz foi com a sua mãe”, gritou Neymar pai ao ser questionado por Camila, que entrou em contato com o empresário após receber a informação de três fontes diferentes

Neymar pai preferiu partir para a ofensa ao invés de responder a pergunta de maneira civilizada.

“Eu estava com a sua mãe lá. Eu fiz a festa com a sua mãe”, continuou o pai do camisa 10 da seleção brasileira.

“Cidadã. Não te dei meu telefone, não conheço você, não sei quem é você. Você não tem o direito de ligar para mim. Agora, você está me abordando com uma pergunta dessas? Eu não fiz festa nenhuma, deu para você entender? Quero saber quem é o mentiroso e se você quer vender jornal?” acrescentou, já sem gritar, mas ainda com irritação na voz.

A entrevista com Neymar pai foi gravada por Camila Mattoso. Ouça dando play no vídeo abaixo:

Em tempo, vale reforçar que ouvir o outro lado de uma história é direito e também dever do jornalista no contexto de uma matéria.

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Na Colômbia nasce uma bebê ‘grávida’ de irmão gêmeo, causando espanto no mundo científico

A colombiana Mónica Vega deu à luz um bebê com um embrião dentro dele, informa o jornal La Nación.

ubiie Redação

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O incidente ocorreu na cidade de Barranquilla. Durante uma ecografia, os médicos descobriram nas imagens que dentro do ventre do bebê, que estava no sétimo mês de gestação, havia um outro feto mais pequeno com seu próprio cordão umbilical rodeado de líquido amniótico.

O fenômeno é conhecido na ciência como “gêmeo parasita”, também é chamado de “fetus in fetu”. É um caso muito raro, no qual um feto malformado é englobado no seu gêmeo com desenvolvimento normal. Acredita-se que ocorre um caso em cada milhão de nascimentos, existem menos de 100 casos mencionados na literatura em todo o mundo.

Os médicos decidiram fazer uma cesariana a Mónica na 37ª semana de gestação. Após a cesariana, os médicos fizeram uma cirurgia à bebê para extrair o gêmeo parasita.
De acordo com o cirurgião Miguel Parra, não se podia esperar mais porque ela corria perigo de vida. O embrião não tinha coração nem cérebro e não poderia sobreviver autonomamente.

Segundo a edição La Nación, este caso é muito raro e desperta curiosidade porque foi descoberto ainda durante a gravidez, normalmente os fetus in fetu são descobertos depois do nascimento.

A cirurgia de extração correu bem à pequena, ela sem o saber se tornou um caso único no mundo.

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Maioria dos atiradores de crimes em escolas não é psicopata, diz estudo

Classificá-los sempre como psicopatas é simplista e incorreto, afirma professor

ubiie Redação

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Planejar por meses ou anos um ato cruel, ter o sangue frio de atirar contra crianças e adolescentes indefesos de forma aleatória, e terminar o crime com suicídio. Para a maioria das pessoas que assistem a um massacre em escolas ou ouvem relatos de casos do tipo, como o ocorrido em Suzano na semana passada, é difícil não associar o atirador a um psicopata, de perfil cruel, frio e sádico.

Estudos científicos internacionais feitos com base na análise do perfil de dezenas de atiradores no mundo, no entanto, trazem conclusões intrigantes: na maioria dos casos, não havia sinal de psicopatia nos atiradores, o que leva os pesquisadores a acreditarem que experiências de vida, como traumas, abusos ou outros fatores sociais, possam desenvolver um comportamento agressivo em uma pessoa sem sinais de doença mental.

“O que sabemos é que mesmo pessoas biologicamente saudáveis podem desenvolver problemas assim quando submetidas a condições adoecedoras, ou quando inseridas numa cultura doente, pelo fato de que nossas crenças, nosso modo de interpretar e compreender a realidade não é algo imutável, fixo, rígido”, explica o doutor em Psicologia e professor do Instituto Federal de Goiás Timoteo Madaleno Vieira, autor de um artigo em que revisou dezenas de estudos internacionais sobre o perfil dos atiradores e concluiu que classificá-los sempre como psicopatas é simplista e incorreto.

“No senso comum, a ideia de um monstro, um psicopata tresloucado, é muito usada para dar a resposta que procuramos (para esses atos). Isso simplifica as coisas. Explicações assim falsificam a realidade e nos ajudam a evitar a percepção de que podemos ter responsabilidade na expansão desse fenômeno”, diz.

Características comuns

Se os atiradores têm perfis psicológicos diferentes entre si e motivações diversas, eles reúnem, por outro lado, algumas características em comum: a grande maioria é homem, branca e obteve a arma usada no ataque em casa, utilizando armamento de posse dos próprios pais, segundo estudos do FBI e do psicólogo americano Peter Langman, um dos maiores estudiosos do assunto no mundo, que levantou dados sobre 150 ataques em escolas em dez países, incluindo o Brasil.

Análise feita pelo Estado na base de dados do pesquisador, disponível no site schoolshooters.info, mostra que, dos 150 atiradores analisados, 94% era do sexo masculino, 63%, branco, 42% não sobreviveram ao ataque – a maioria porque cometeu suicídio -, e 38% era menor de idade ao cometer o ataque homicida.

O psicólogo criou ainda uma tipologia para o perfil psicológico dos atiradores, os dividindo em três grupos: traumatizados, psicóticos e psicopatas (em tradução livre).

Os traumatizados tinham histórico de abuso por parentes ou famílias desestruturadas, com casos de violência ou dependência química. Os psicóticos apresentavam sinais de esquizofrenia ou algum transtorno de personalidade. Entre os sinais estavam alucinações, delírios ou paranoias. Por fim, os psicopatas tinham os sintomas clássicos do quadro, como narcisismo, ausência de empatia e sadismo.

Na análise dos 150 atiradores, o pesquisador conseguiu informação suficiente de 81 deles para traçar o perfil e chegou a conclusão de que 49% eram psicóticos, 32% eram psicopatas e 19% eram traumatizados.

Dificuldade

Segundo o estudioso, nem sempre é fácil para as famílias identificar esses perfis previamente. “Entre os atiradores traumatizados, os pais são os principais problemas na vida dos filhos. Para os outros perfis, não é que os pais estejam falhando. Muitas vezes eles escondem deliberadamente os seus pensamentos e sentimentos dos pais. Mesmo quando os atiradores estiveram em psicoterapia, ocultaram suas intenções violentas”, disse ao Estado.

Há sinais, no entanto, demonstrados previamente pelos atiradores que podem servir de alerta para pais e docentes, como obsessão por armas ou mídias violentas, postagens sobre ataques, comportamento agressivo ou depressivo, entre outros.

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Aurora ‘de outro mundo’ é registrada no céu noturno (FOTO, VÍDEO)

O fotógrafo Valentin Zhiganov se tornou testemunha de pilares de luz, fenômeno ótico formado pelo reflexo da luz do Sol ou da Lua pelos cristais de gelo, gravando imagens espetaculares.

ubiie Redação

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O fenômeno extraordinário foi avistado na região russa de Murmansk a —30°C. O homem fotografou duas mulheres em uma banheira de água quente com aurora ao fundo, enquanto reparavam os raríssimos pilares de luz, declarou ele à edição Daily Mail.

“Essa ilusão de ótica é conhecida como pilares de luz. É uma espécie de aurora e é bem rara, especialmente quando os pilares são muito altos”, ressaltou o fotógrafo, acrescentando que foi a primeira vez ele viu o fenômeno e que ficou feliz de vê-lo e tirar fotos.

Valentin Zhiganov capturou pilares de luz com uma galera superfeliz, casas tradicionais do norte russo, floresta e ferrovia perto de casa na cidade de Apatity.

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