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Pelo menos 80 mortos devido a onda de calor no Japão

A maioria dos mortos são idosos. Mas há também uma criança de 6 anos entre as vítimas, que sucumbiu a uma insolação numa sala de aula sem aparelho de ar condicionado.

ubiie Redação

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A onda de calor no Japão fez pelo menos 80 mortos e levou 35 mil pessoas a receber tratamento hospitalar em três semanas, indicam dados oficiais divulgados esta terça-feira pelas autoridades nipónicas.

Na passada semana, quando as temperaturas ultrapassaram os 35 graus, registaram-se 65 mortos, de acordo com a agência de gestão de incêndios e desastres. Quinze mortes tinham já sido declaradas nas duas semanas anteriores.

“Estamos a assistir a um calor sem precedentes em várias regiões”, disse um dos responsáveis da Agência Meteorológica japonesa, Motoaki Takekawa, numa conferência de imprensa na segunda-feira.

A maioria dos mortos são idosos, mas há também crianças entre as vítimas, incluindo uma criança de seis anos que, após atividades ao ar livre, sucumbiu a uma insolação numa sala de aula sem aparelho de ar condicionado.

“Medidas de emergência são necessárias para proteger as crianças”, disse esta manhã o porta-voz do Governo, Yoshihide Suga, ao anunciar a atribuição de subsídios para a instalação de aparelhos de ar condicionado em escolas, faculdades e colégios a partir do próximo verão.

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Japão

Bilionário japonês será 1º turista espacial da empresa SpaceX

O colecionador de arte, ex-músico indie e empresário da moda de 42 anos foi anunciado nesta segunda-feira como o passageiro misterioso pelo fundador da SpaceX

ubiie Redação

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O japonês bilionário Yusaku Maezawa, famoso por desembolsar uma quantia recorde num quadro do artista Basquiat em 2017, pretende fazer história novamente ao virar o primeiro turista a orbitar a Lua.

O colecionador de arte, ex-músico indie e empresário da moda de 42 anos foi anunciado nesta segunda-feira como o passageiro misterioso pelo fundador da SpaceX, Elon Musk, na sede da empresa em Los Angeles.

Musk afirmou que a viagem será feita com o mega foguete da empresa, o Big Falcon Rocket (BFR), que ainda não está pronto.

A última vez que o homem orbitou, ou mesmo pisou na Lua, foi há 46 anos, na missão derradeira do programa Apollo da Nasa, em 1972. Apenas 24 astronautas, todos homens e americanos, já visitaram o satélite natural da Terra e apenas 12 desceram para uma caminhada lunar.

A primeira missão tripulada a orbitar a Lua aconteceu em 1968. Sete meses depois, em julho de 1969, Neil Armstrong (1930-2012) dava seu “pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade”, como declarou na época.

Maezawa tem uma fortuna avaliada em US$ 3 bilhões pela revista “Forbes”. Em 2017, apareceu na imprensa do mundo todo ao pagar US$ 110 milhões por uma pintura de Jean-Michel Basquiat (1960-1988), maior valor para uma obra de artista americano em leilão.

Além da extensa coleção de arte contemporânea, com a qual pretende abrir um museu no Japão, Maezawa é dono de um império de moda online no Japão. Sua empresa Start Today reúne uma série de lojas de roupas na internet, como a Zozotown, que declara ser a maior do país.

Recentemente, lançou um serviço digital para tirar medidas do corpo e personalizar ternos e calças.

Ele começou sua carreira como músico. Deixou de ir à faculdade para tocar com sua banda de indie rock na Califórnia e, ao voltar ao Japão em 1995, passou a vender catálogos de CDs e discos pelo correio. Excêntrico, chegou a fazer um anúncio de resultados da Start Today vestido de cogumelo, em 2010.

Na quinta-feira passada, Musk havia dado uma dica de que o passageiro misterioso poderia ser japonês. No Twitter, ele respondeu com um emoji da bandeira japonesa aos que perguntavam se seria ele próprio.Desde então o nome de Maezawa tomou conta dos rumores.

Apesar do bom momento da SpaceX, Musk passa por tempos conturbados na liderança de sua outra empresa, a Tesla. As ações da montadora de carros elétricos chegaram a cair 6 por cento no começo do mês, após Musk aparecer num programa de rádio e fumar maconha com o apresentador.

O presidente-executivo também chegou a falar numa mídia social que tinha financiamento garantido para fechar o capital da Tesla quando as ações chegassem a US$ 420 (R$ 1.741). A SEC (comissão de valores mobiliários e câmbio dos Estados Unidos) abriu um inquérito para investigar o caso.

QUER PAGAR QUANTO?

Ninguém sabe o preço do ingresso, mas há uma corrida intensa para se voltar à Lua.

A companhia de turismo americana Space Adventures, única que já levou turistas à Estação Espacial Internacional (ISS) com ajuda da agência espacial russa (oito no total), também quer embarcar seus clientes à Lua, em voos orbitais, sem pouso.

Não há previsão de quando. Uma assessora disse ao site The Verge que o preço poderia chegar a US$ 175 milhões.

O primeiro turista espacial foi o engenheiro americano Dennis Tito, 78. Ex-cientista da Nasa, teria pago a Space Adventures US$ 20 milhões para visitar à ISS, em 2001.

A Nasa paga US$ 80 milhões aos russos por cada assento na Soyuz quando precisa mandar seus astronautas à estação espacial, já que não tem nave própria desde 2011. Mas a agência espacial americana tem um projeto ambicioso, chamado Constellation, para voltar à Lua em 2020 e passar alguns meses.

Já o Brasil teria pago US$ 10 milhões para levar o astronauta Marcos Pontes à ISS, em 2006.

FOGUETE DE MUSK

No começo de 2017, Musk afirmou que a empresa levaria dois turistas pagantes ao redor da Lua até o final de 2018. Na época, comentou que usaria seu foguete reutilizável Falcon Heavy. Porém, como algumas de suas promessas, o plano não se concretizou.

Agora a ideia é utilizar outro foguete, o Big Falcon Rocket (BFR), que tem mais de duas vezes a capacidade de carga útil do Falcon Heavy (150 toneladas em uma órbita terrestre baixa), mas que ainda não está pronto.

O BFR é a menina dos olhos de Musk e sua aposta para conseguir chegar (e voltar) de Marte.

Antes disso, a SpaceX pretende usar o foguete para levar cargas e astronautas à Estação Espacial Internacional, lançar uma rede de satélites para internet de baixo custo em todos os cantos do planeta e realizar voos espaciais para destinos terrestres.

A SpaceX foi fundada há 15 anos na Califórnia. Apesar de alguns lançamentos terminarem em explosões no início, a empresa é hoje a única que consegue reutilizar seus foguetes fazendo-os retornar à Terra em pousos controlados.

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Japão

Sobe para 44 número de mortos após terremoto no Japão

Além das mortes, sendo a maioria registrada na localidade de Atsuma, o novo balanço das autoridades aponta também para 660 feridos

ubiie Redação

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As autoridades japonesas atualizaram nesta segunda-feira (10) para 44 o número de mortos atingidos pelos terremoto de magnitude 6,7 que atingiu, na quinta-feira (6), a ilha de Hokkaido, no norte do país. De acordo com o porta-voz do executivo, Yoshihide Suga, as equipes de resgate encontraram o corpo da última pessoa dada como desaparecida, um homem de 77 anos.

Além das 44 mortes, sendo a maioria registrada na localidade de Atsuma, o novo balanço das autoridades aponta também para 660 feridos.

O tremor de terra provocado pelo sismo destruiu pelo menos 70 edifícios e deixaram 2.600 desalojados, de acordo com a televisão estatal.

O terremoto causou um corte geral na energia e paralisou os transportes públicos em Hokkaido, que precisou de dois dias para restaurar a eletricidade na maior parte da ilha, com 5,4 milhões de habitantes.

Para que não se volte a verificar “um apagão”, o porta-voz do governo pediu que se economize energia “20% a mais do que o habitual”.

Por sua vez, a Agência de Recursos Naturais e Energia do Japão aconselhou as famílias e empresas a desligarem da rede elétrica todos os aparelhos que não estão em uso.

O terremoto ocorreu a 62 quilômetros a sudeste da capital regional, Sapporo, a 40 km de profundidade, apenas dois dias depois de um tufão ter devastado a região oeste de Osaka, no sul da ilha de Honshu, a maior das ilhas do arquipélago japonês.

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Japão

Japão admite pela primeira vez que radiação causou a morte a trabalhador de Fukushima

Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação e terá de indenizar a família.

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Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação e terá de Pela primeira vez, o governo japonês admitiu que a morte de um trabalhador de uma central nuclear em Fukushima foi causada por exposição a radiação. Após o governo ter negado por várias vezes que a radiação nuclear é uma causa de morte na região, o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar decidiu em favor da família do trabalhador. O governo nipónico foi assim condenado a compensar os familiares.

O trabalhador da central nuclear de Fukushima Daiichi — que foi afetada morreu na sequência de um cancro no pulmão que lhe foi diagnosticado em 2016. O homem, que tinha cerca de 50 anos, trabalhou durante toda a vida em várias centrais nucleares espalhadas pelo Japão. Desde o acidente nuclear trabalhou pelo menos duas vezes nesta central.

A Tokyo Electronic Power — que explora esta central — enfrenta uma série de processos impostos por pessoas que pedem compensação por doenças desenvolvidas desde o acidente. Até agora, o ministério já tinha admitido que a radiação esteve na origem da doença de quatro trabalhadores, mas esta é a primeira vez em que é assumido que a exposição causou a morte de um trabalhador.

Em 2011, um sismo de magnitude 9.0 na escala de Richter afetou o Japão, sendo atingido de seguido por um tsunami na costa este. A catástrofe natural matou 18 mil pessoas e causou o maior acidente nuclear desde Chernobyl. Cerca de 160 mil pessoas tiveram de ser evacuadas, mas as consequências para a saúde dos sobreviventes é difícil de mesurar.

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