Siga-nos

Mundo

198

Tempo estimado para a leitura: 3minuto(s) e 12segundo(s).

Mais de 60 mortos e 156 feridos. O “Inferno negro” na Grécia, a fuga para o mar e uma vila que “desapareceu”

Entre os 156 feridos estão pelo menos 16 crianças. Muitas vítimas ficaram encurraladas numa estância balnear perto de Atenas. Foram apanhadas pelas chamas em casa ou nos seus carros.

ubiie Redação

Publicado

em

Os incêndios na Grécia obrigaram ao corte de uma autoestrada, perto de Atenas

Os fogos que alastram na Grécia desde segunda-feira, circundando a capital, Atenas, já provocaram pelo menos 60 mortes e 156 feridos, alguns dos quais em estado crítico e pelo menos 16 dos quais crianças. O número aumentou depois de 26 vítimas mortais terem sido encontradas esta terça-feira, entre duas casas localizadas em Mati, a este de Atenas, e depois de um porta-voz das autoridades gregas ter confirmado a uma televisão local que o número de vítimas mortais supera as seis dezenas. O primeiro-ministro grego Alexis Tsipras já declarou um luto nacional de três dias no país: “O país está a passar por uma tragédia indescritível. Hoje, a Grécia está de luto e vamos declarar três dias de luto nacional, em memória das vítimas”, afirmou o PM grego.

[Os incêndios na Grécia vistos em imagens aéreas. O vídeo foi divulgado pelo Ministério da Defesa grego:].

“Infelizmente encontrámos 26 corpos carbonizados”, confirmou o presidente da Cruz Vermelha grega, Nikos Economopoulos, citado pelo jornal de Atenas Kathimerini, a propósito das 26 vítimas mortais encontradas esta terça-feira. Muitas das vítimas ficaram encurraladas na estância balnear de Mati, a 40 quilómetros da capital, e foram apanhadas pelas chamas nas suas casas e nos seus carros.

Fui informado por um elemento das operações de resgate de uma fotografia chocante que mostrava 26 pessoas num campo situado a 30 metros da praia” de Mati, apontou Nikos Economopoulous à televisão grega Skai, esta terça-feira. “Tentaram encontrar uma rota de fuga mas infelizmente estas pessoas e as suas crianças não conseguiram encontrá-la a tempo”, disse ainda o responsável.

Teme-se que o número de mortes seja ainda maior, uma vez que os serviços de emergência continuam a receber telefonemas a alertar para o desaparecimento de pessoas. Segundo o The Guardian, as 26 vítimas mortais encontradas esta segunda-feira estavam “agarradas umas às outras, de forma firme”. O El País usa a expressão “abraçadas”.


Um bombeiro tenta apagar um incêndio em Kineta, perto de Atenas. (VALERIE GACHE/AFP/Getty Images)

Os incêndios devastaram casas, destruíram viaturas e obrigaram a diversas evacuações, com as autoridades a declararem o estado de emergência e a pedirem ajuda europeia. Os principais focos de incêndio encontram-se na cidade costeira de Mati, em Kineta e em Nea Makri. Desde que os incêndios começaram a alastrar, centenas de crianças foram já evacuadas de campos de férias em Mati. As chamas levaram a que muitos turistas e também cidadãos gregos fugissem do fogo para as praias a leste de Atenas.

O pedido formal de ajuda à União Europeia para envio de meios foi endereçado ao final da tarde de segunda-feira. O governo grego pediu helicópteros e meios humanos aos restantes países. Chipre, Espanha, Alemanha, Itália, Polónia, França e Portugal já acederam aos pedidos de ajuda. Ao todo, já foram resgatadas perto de 700 pessoas de refúgios que encontraram para resistir aos incêndios.

0
0
Clique para comentar
Publicidade

Mundo

EUA estão à beira da falência devido a gastos militares, diz mídia

O complexo militar-industrial dos EUA, junto com um governo corrupto e funcionários pouco competentes, faz o país mergulhar cada vez mais no buraco da dívida, escreve a edição CounterPunch.

ubiie Redação

Publicado

em

Segundo a edição, os crescentes gastos militares estão levando os EUA à falência. O governo e altos funcionários enganam a população, exigindo cada vez mais dinheiro para o Exército.

Na qualidade de exemplo a CounterPunch cita os resultados da investigação da organização Open the Government, segundo a qual os militares estadunidenses gastam somas enormes com compras não ligadas ao serviço militar, em particular, uma poltrona por 9.241 dólares (R$ 35.200), talheres de porcelana por 53 mil dólares (R$ 202 mil), bebidas alcoólicas por 308 mil dólares (R$ 1,2 milhões), bem como mariscos de luxo por 4,6 milhões de dólares (R$ 17,5 milhões).

Além disso, o governo norte-americano gasta muito mais do que recebe dos impostos e, por isso, é obrigado a pedir emprestado a outros países. Esse dinheiro é usado para financiamento das instituições estatais e guerras incessantes por todo o mundo, enquanto a educação, a saúde pública e a infraestrutura se encontram em decadência, ressaltou a edição.

“Finalmente, os impérios militares inevitavelmente colapsam, ao se expandirem e gastarem tudo até ao último cêntimo. O mesmo aconteceu com Roma e agora se repete de novo. O império americano já está se destruindo. Estamos nos aproximando da massa crítica”, afirma a CounterPunch.

Os EUA se atolam cada vez mais em dívidas, sendo todas as decisões ligadas ao financiamento tomadas pelo complexo militar-industrial do país. Segundo a edição, desde 2001 os EUA gastaram 4,7 trilhões de dólares com as guerras no exterior. A dívida pública aumenta 32 milhões de dólares por hora, mas o governo gasta a cada cinco segundos no Iraque mais de que um americano médio recebe em um ano inteiro.

No entanto, Washington não tornou o mundo mais seguro. De acordo com as avaliações de investigadores, os militares estadunidenses lançam bombas a cada 12 minutos em algum ponto do mundo, mas desde 2001 a morte de 500 mil pessoas está ligada às ações dos EUA.

A edição concluiu que os EUA estão caminhando para a falência total e no país já estão visíveis vestígios da falência da sociedade praticamente em todas as esferas, mas o governo americano está pronto a reprimir quaisquer manifestações de descontentamento.

0
0
Continuar lendo

Mundo

Norte-americana processa cemitério por ter sido ‘engolida’ pela cova dos pais

Uma moradora de Long Island, ilha no sul do estado americano de Nova York, processou cemitério local por ter caído na cova dos pais, relata New York Post.

ubiie Redação

Publicado

em

De acordo com o processo, Joanne Cullen, de 64 anos de idade, se inclinou para ajeitar uma fita na coroa de flores e o chão cedeu, fazendo com que ela caísse e batesse com a cabeça na lápide.

Mas o trauma não acabou por aí. A norte-americana continuou descendo ao encontro dos pais mortos. Para não chegar até os caixões, Joanne se segurou nas bordas da cova. Ela começou a gritar por ajuda, mas ninguém a ouviu.

“Ser sugado pela cova dos pais enquanto você vai visitá-los em uma tarde fria de dezembro, quando o sol já se ponto […] é aterrorizante e traumatizante”, afirmou o advogado de Joanne, Joseph Perrini. Ele espera que a mulher seja indenizada com US$ 5 milhões (R$ 19 milhões).

De acordo com Joanne Cullen, a “experiência traumatizante” ocorreu no dia 19 de dezembro de 2016 e até hoje ela tem pesadelos, que a impedem de visitar o túmulo dos entes queridos.

O advogado acredita que os coveiros tenham deixado uma cavidade subterrânea na cova que “engoliu” Callen. “É algo terrível que não deveria acontecer com ninguém. Queremos que o cemitério e os funcionários aprendam a lição e que isso não aconteça com mais ninguém”, concluiu o advogado.

0
0
Continuar lendo

Mundo

Sobe para 50 o número de mortos de ataque a mesquitas na Nova Zelândia

Há ainda duas pessoas em estado grave

ubiie Redação

Publicado

em

O número de mortos resultante do ataque a duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, aumentou para 50. A informação foi confirmada pelas autoridades neozelandesas.

O massacre foi transmitido ao vivo pelo atirador na internet, que publicou um manifesto após o ataque, no qual chamou imigrantes de “invasores”.

Há ainda duas pessoas em estado grave.

Testemunhas afirmaram que por volta das 13h40 local (21h40 de quinta no horário de Brasília) de sexta-feira (15) um homem branco vestido com trajes militares invadiu a mesquita Al Noor, no centro da cidade, e começou a atirar.

Pessoas que estavam no local afirmaram que tiveram que sair correndo para escapar dos ataques, muitos descalços -é costume tirar os sapatos dentro da mesquita.

As testemunhas descreveram ao jornal local New Zealand Herald um cenário com muito sangue e com diversos corpos espalhados pelo chão.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
111,40
JPY +0,01%
3,79
BRL –0,06%
1EUR
Euro. European Union
=
126,44
JPY +0,14%
4,30
BRL +0,07%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
446.262,11
JPY +0,47%
15.179,87
BRL +0,40%

Tokyo
11°
Sunny
WedThuFri
20/12°C
19/13°C
21/7°C

São Paulo
22°
Cloudy
TueWedThu
min 20°C
26/19°C
21/17°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana