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Astrônomos descobrem ‘irmã maior’ da Via Láctea devorada por Andrômeda

ubiie Redação

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A galáxia de Andrômeda é de fato a vizinha mais próxima da Via Láctea que, segundo opinam os cientistas, colidiu com outra galáxia enorme há dois bilhões de anos e a despedaçou em partes, cujos vestígios até hoje se encontram no espaço.

“Foi chocante perceber que a nossa galáxia tinha uma irmã tão grande e nunca soubemos disso anteriormente, mesmo depois de anos estudando o Grupo Local, que inclui Andrômeda, Via Láctea e companheiras próximas”, afirmou o professor de astronomia na Universidade de Michigan, Eric Bell.

Os dois membros mais maciços do grupo são a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda. Estas são duas galáxias espirais e cada uma tem um sistema de satélites.
A nebulosa de Andrômeda é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Andrômeda. Segundo recentemente se revelou, essa galáxia está se aproximando da Via Láctea e colidirá com ela nos próximos quatro bilhões de anos.

Acreditava-se que a nebulosa de Andrômeda seria a vencedora nessa “guerra de galáxias”, visto que contem três vezes mais estrelas e sua massa é duas ou três vezes maior que a da nossa galáxia. No entanto, o recente estudo que usa outro sistema para medir pesos, revela que sua massa na verdade, é significativamente menor do que pensaram os cientistas.

Além disso, Eric Bell e seu colega Richard D’Souza descobriram que essa futura colisão — entre Via Láctea e nebulosa de Andrômeda — não será a única na história. De acordo com seu estudo publicado na revista Nature Astronomy, há aproximadamente dois bilhões de anos ela já despedaçou uma grande galáxia elíptica, que ocuparia o terceiro lugar na lista de galáxias maiores no Grupo Local. Assim, a nebulosa de Andrômeda recolheu os elementos pesados, inclusive metais, necessários para formar suas regiões fronteiriças.
Os astrônomos supõem que até hoje no espaço são preservados os vestígios da galáxia devorada — a M32. Em particular, seu núcleo continua existindo, composto principalmente por um enorme buraco negro e um grande número de estrelas jovens.

Os cientistas acreditam que as futuras pesquisas permitirão entender o que provocou o cataclismo e que destino espera a nossa galáxia.

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Alienígenas existem, mas ‘não querem entrar em contato’?

ubiie Redação

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“Eu admito a existência de civilizações inteligentes extraterrestres. Afinal, se a nossa civilização existe, por analogia pode haver outras, e, provavelmente, muitas delas”, comentou Bisikalo.

Segundo ele, o astrônomo e astrofísico norte-americano, Frank Drake, em 1960, desenvolveu uma fórmula permitindo calcular o número de civilizações extraterrestres com as quais poderíamos entrar em contato.
“De acordo com esta fórmula, há inúmeras delas”, destacou.

Bisikalo observou que a humanidade ainda não encontrou evidências de existência extraterreste, porque os alienígenas “não querem entrar em contato”. A segunda razão é por causa de um possível curto período de vida da civilização.

“Por exemplo, até o começo do século XX, nossa civilização não irradiava nada. Agora, a Terra está repleta de sinais eletrônicos em diferentes intervalos, mas a tendência geral é reduzir as perdas e, consequentemente, diminuir o nível do sinal”, disse.

O diretor do instituto acrescentou que o raciocínio sobre a existência de outras civilizações se transformou em um plano experimental prático depois da descoberta dos exoplanetas. Ele salientou que agora uma das tarefas principais é identificar e procurar possíveis biomarcadores no espaço – evidências da existência da vida. Esses marcadores biológicos são oxigênio, ozônio, metano, mas sua presença no exoplaneta não garante a existência de vida, indicou.

“É importante notar que muitos biomarcadores aparecem na região ultravioleta do espectro, os quais serão estudados pelo observatório espacial Spektr-UF, que será lançado em órbita em 2024. Provavelmente, com sua ajuda veremos algo realmente interessante”, concluiu Bisikalo.

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Cientistas explicam ausência ‘sinistra’ de civilizações extraterrestres

ubiie Redação

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Os astrônomos da universidade do estado norte-americano de Pensilvânia criticaram os argumentos em defesa do paradoxo de Fermi, segundo o qual a humanidade não observa vestígios da atividade das civilizações extraterrestes na Via Láctea, embora os devessem ter detectado se os alienígenas existissem.

De acordo com os cientistas, a parte do espaço estudado no âmbito do projeto SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre) é pequena demais para tirar quaisquer conclusões. A pré-publicação do artigo foi divulgada no portal cientifico Arxiv.org.

O paradoxo de Fermi é usado para descrever as discrepâncias entre as estimativas otimistas da probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência de tais civilizações. Os cientistas norte-americanos sugeriram várias explicações para o fenômeno. Por exemplo, extraterrestres podem morrer antes de serem detectados, ou podem não conseguir entrar em contato com a humanidade devido à gravidade forte demais ou a paragem no desenvolvimento tecnológico.

Uma das formulações do paradoxo de Fermi é o Fato A, que aponta que as naves extraterrestres devem frequentar o Sistema Solar e a Terra com grande frequência. Entretanto, os cientistas vieram criticar a formulação, já que até mesmo na Terra existem locais em que as tecnologias de ponta modernas não penetraram.

Além disso, os pesquisadores norte-americanos se mostraram céticos em relação à concepção do “silêncio sinistro” de Paul Davis, que aponta a ausência na Galáxia de “radiofaróis” de origem artificial. De acordo com as conclusões dos astrônomos, ainda pouco foi estudado para se afirmar sobre a ausência de radiofaróis. Os cientistas comparam isso com a afirmação sobre a ausência de animais marinhos com base em um copo d’água tirada do oceano.

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Cientistas acabam de descobrir novo perigo que ameaça vida de potenciais viajantes a Marte

Simulações em animais destinadas a entender os efeitos da radiação cósmica para a saúde dos astronautas provocaram alerta entre os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Georgetown, EUA.

ubiie Redação

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Segundo o estudo, publicado no portal Phys.org, “os íons pesados, como o ferro e o silício, são prejudiciais devido à sua maior massa em comparação com os fótons sem massa, como os raios X e raios gama que prevalecem na Terra, bem como os prótons de baixa massa no espaço exterior”.

“Com a tecnologia atual de blindagem, é difícil proteger os astronautas dos efeitos nocivos da radiação de íons pesados. Embora possa haver uma maneira de usar medicamentos para neutralizar esses efeitos, nenhum agente desse tipo foi desenvolvido até agora”, explicou Kamal Datta, que lidera o estudo.

“Enquanto viagens curtas, como quando astronautas viajaram a Lua, podem não expô-los a esse nível de dano, a preocupação real é a lesão duradoura em uma longa viagem, como a Marte ou outras missões ao espaço profundo, que seriam muito mais prolongadas”, revelou.
Para realizar o estudo, cientistas usaram o intestino delgado de ratos, que foram expostos a baixas doses de radiação geradas pela decomposição de isótopos de ferro-56. Outro grupo de ratos foi irradiado com gama quanta e o terceiro permaneceu intacto.

Como resultado, entre os ratos do primeiro grupo as chances de desenvolver câncer aumentaram, enquanto diminuiu a capacidade de seu trato gastrointestinal para absorver nutrientes. Além disso, a radiação durante a decomposição de isótopos causou o aparecimento de células com fenótipo senil.

Segundo cientistas, a quantidade de radiação usada no experimento era equivalente a um mês de permanência no espaço profundo.

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