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Irã adverte EUA contra o bloqueio de petróleo e diz querer restaurar relações com sauditas

Os Estados Unidos prometeram impor as “mais severas sanções de todos os tempos” ao Irã, buscando restringir seu comércio de petróleo em resposta ao suposto desenvolvimento do programa de armas nucleares iraniano.

ubiie Redação

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O presidente iraniano, Hassan Rouhani, alertou os EUA contra a tentativa de deter o comércio de petróleo de Teerã, informou a Agência de Notícias da República Islâmica. Ele acrescentou que o Irã tem meios além do Estreito de Ormuz, através dos quais enviar petróleo caso as exportações sejam bloqueadas.

“Sr. Trump! Somos os homens honestos que ao longo da história garantiram a segurança dos cursos de água desta região. Não brinque com a cauda do leão, isso trará arrependimento”, disse Rouhani.

O Estreito de Ormuz é uma saída do Golfo Pérsico que os produtores regionais de petróleo, incluindo a Arábia Saudita, usam para enviar petróleo ao redor do mundo.
As exportações iranianas de petróleo bruto despencaram após as sanções impostas ao país em 2012, limitando a produção de petróleo a 2,5 milhões de barris por dia (anteriormente eram 3,8 milhões). Quando o acordo nuclear iraniano foi alcançado em 2015 e as sanções foram suspensas, a produção de petróleo voltou aos níveis anteriores a 2012. Não está claro se a queda desta vez será tão significativa quanto anteriormente, já que os países da UE estão lutando para evitar participar do embargo dos EUA.

Relações com vizinhos regionais

Ao falar com representantes das missões diplomáticas estrangeiras do Irã, Rouhani declarou que Teerã quer restaurar boas relações com seus vizinhos, especificamente com a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Bahrein. No entanto, ele observou que tal melhoria requer uma “mudança de ações”.

As relações entre o Irã e a Arábia Saudita se deterioraram depois da execução o clérigo xiita Nimr al-Nimr e 46 de seus seguidores em 2016, depois de ser considerado culpado de atividades extremistas. A execução provocou manifestações na maioria xiita do Irã, levando a embaixada saudita a ser saqueada e incendiada.
Riade rompeu relações diplomáticas com Teerã em resposta ao incidente, com o movimento sendo seguido por Bahrein, Sudão e Djibuti, enquanto os Emirados Árabes Unidos diminuíram suas relações diplomáticas com o Irã. Teerã nega relação com o ataque à embaixada e atribui a Riade restaurar as relações.

Outro obstáculo nas relações entre Teerã e Riade é a guerra no Iêmen, onde a coalizão liderada pela Arábia Saudita apoia o presidente do país, Abd Rabbuh Mansur Hadi e o Irã, os rebeldes. A Arábia Saudita alega que o Irã secretamente tem fornecido armas aos Houthis.

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Publicado VÍDEO de bombardeiro americano B-2 lançando 2 bombas gigantes

Força Aérea dos EUA publica vídeo do exercício de um bombardeiro estratégico B-2 Spirit, realizado no início de maio, que lança duas bombas GBU-57 com peso de 13 toneladas cada uma, informa o portal Russkoe Oruzhie.

ubiie Redação

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Segundo a publicação, a GBU-57, também conhecida como Massive Ordnance Penetrator, é a bomba antibunker mais poderosa do mundo e pode penetrar 61 metros no solo e perfurar até 19 metros de concreto armado reforçado, antes de explodir.

Como indica o portal, a apavorante bomba americana foi desenvolvida em 2007 para destruir usinas subterrâneas de enriquecimento de urânio no Irã e as instalações militares escondidas nas rochas maciças das montanhas da Coreia do Norte.

Em 2011, a Força Aérea dos EUA encomendou o primeiro lote de 20 destas bombas. A agência The Drive escreve que, além do Irã e da Coreia do Norte, a China, que construiu uma base submarina no meio de uma montanha, também pode ser um alvo potencial da GBU-57.

Combinando a bomba poderosa com a capacidade do B-2 de penetrar sem ser notado em território inimigo, os EUA têm a possibilidade de alcançar até mesmo os objetivos mais remotos e bem protegidos sem recorrer a um ataque nuclear.

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Escola de operações especiais dos EUA divulga ‘guia’ para derrubar governos estrangeiros

A Universidade de Operações Especiais Conjuntas dos EUA (Joint Special Operations University, em inglês) publicou um relatório descrevendo sete décadas de interferência estrangeira em diferentes países apoiados pelo Pentágono.

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O documento apresenta uma visão abrangente de como Washington tem apoiado os esforços para pressionar, minar e derrubar governos estrangeiros.

“O trabalho servirá de referência nos movimentos de resistência, em benefício da comunidade de operações especiais e de sua liderança civil”, aponta o relatório.

O “guia” abrange 47 casos no período entre 1941 a 2003, incluindo a assistência aos guerrilheiros durante a Segunda Guerra Mundial, apoio a forças anticomunistas durante a Guerra Fria e as operações no Afeganistão e no Iraque após os atentados de 11 de setembro.
Porém, numerosos golpes orquestrados por Washington nos últimos 70 anos “não foram incluídos neste estudo, já que não envolveram movimentos de resistência legítimos”, aponta o documento.

Os casos mencionados foram divididos em três categorias principais de suporte à resistência (STR): desestabilização, coerção e mudança de regime. O relatório indica que “de 1940 até o presente, quase 70 por cento das operações do STR foram realizadas a fim de desestabilização”, tendo os outros casos sido “divididos de maneira igual entre coerção e derrubada”.

O estudo analisou 47 casos. Dentre eles, 23 foram considerados “bem sucedidos”, 20 foram designados como “falhados”, 2 como “parcialmente bem sucedidos” e outros 2 que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, foram classificados de “inconclusivos”, já que o conflito mais amplo levou à vitória dos aliados.

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China alfineta EUA e diz que nenhuma civilização é superior

A China e os Estados Unidos estão envolvidos em crescente guerra comercial, que inclui a imposição de tarifas sobre as importações um do outro

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A China será mais aberta ao mundo, disse o presidente Xi Jinping nessa quarta-feira, chamando de “estúpidos” aqueles que acreditam em uma superioridade cultural. Ele fez seu primeiro discurso público desde a intensificação das tensões comerciais com os Estados Unidos (EUA) na semana passada.

A China e os Estados Unidos estão envolvidos em crescente guerra comercial, que inclui a imposição de tarifas sobre as importações um do outro. Pouco antes de Xi Jinping falar, o governo anunciou um crescimento surpreendentemente mais fraco nas vendas no varejo e na produção industrial em abril.

A China anunciou na segunda-feira (13) que vai elevar as tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos norte-americanos a partir de 1º de junho, em retaliação à decisão dos EUA de elevar as tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas.

O presidente chinês fez os comentários durante fórum em Pequim, organizado pelo Ministério da Propaganda, chamado Conferência sobre Diálogo de Civilizações Asiáticas. Ele não fez referência direta às tensões comerciais nem aos Estados Unidos, concentrando-se em apresentar a China como um país que não ameaça e que é aberto a todos.

A civilização chinesa é um “sistema aberto”, que continuamente realiza trocas e aprende com outras culturas, incluindo o budismo, o marxismo e o islamismo, disse Xi no fórum.

“A China de hoje não é apenas a China. É a China da Ásia e a China do mundo. A China, no futuro, assumirá uma postura ainda mais aberta para abraçar o mundo”, acrescentou.

Nenhum país pode ficar sozinho, afirmou, possivelmente em referência à agenda “América Primeiro” do presidente norte-americano, Donald Trump.

“As civilizações perderão a vitalidade se os países voltarem ao isolamento e se afastarem do resto do mundo. Os povos dos países asiáticos esperam se distanciar do fechamento e esperam que todos os países adotem o espírito de abertura e promovam a comunicação, a conectividade e o comércio harmonioso”.

A China manifestou preocupação com os comentários divulgados na mídia norte-americana, no mês passado, de uma autoridade do Departamento de Estado, que disse que os Estados Unidos estavam envolvidos em “uma luta com uma civilização realmente diferente” quando se trata da China.

“É estúpido acreditar que a raça e a civilização de alguém são superiores às outras, e é desastroso reformular deliberadamente ou mesmo substituir outras civilizações”, disse Xi.

O presidente chinês não ofereceu novas medidas concretas para abrir a China, além de propor um plano de promoção do turismo na Ásia. Mesmo assim, não deu detalhes.

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