Siga-nos

Mundo

185

Tempo estimado para a leitura: 2minuto(s) e 46segundo(s).

Sirenes da defesa aérea soam na fronteira norte de Israel com a Síria

A notícia vem depois de relatos no domingo (22) da aviação israelense ter realizado ataques aéreos contra alvos perto da cidade síria de Masyaf, na província de Hama, oeste do país.

ubiie Redação

Publicado

em

O sistema de defesa aérea israelense David Sling interceptou dois mísseis, o que fez acionar as sirenes de alerta no norte de Israel, perto da fronteira com a Síria. As Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram que os mísseis foram disparados do território sírio durante um combate interno entre as forças do governo e a oposição armada no sul do país. As IDF acrescentaram que a interceptação não provocou vítimas.

Um militar israelense disse no Twitter que as sirenes soaram no norte do país, perto da fronteira com a Síria, acrescentando que outras sirenes foram acionadas em “outros locais” ao longo da região.

Isso ocorreu logo após a TV israelense ter divulgado um vídeo da suposta interceptação aérea.


Urgente: Sirenes soam no norte de Israel

Estes eventos se seguiram à informação da mídia estatal síria, no domingo (22), segundo a qual Israel levou a cabo um ataque aéreo contra áreas militares para “encobrir o colapso das organizações terroristas em Daraa e Quneitra”.

As tensões entre os dois países têm aumentado recentemente. Na semana passada, a defesa aérea síria repeliu um ataque israelense na província de Quneitra, no sudoeste da Síria, depois que as Forças de Defesa de Israel dispararam um míssil antiaéreo Patriot, abatendo um drone sírio que alegadamente havia entrado no espaço aéreo de Israel.
A situação piorou em 16 de julho, quando o exército sírio anunciou que havia capturado um local estratégico perto das Colinas de Golã, colocando as forças israelenses em alerta.

Israel intensificou recentemente os ataques na Síria, citando uma suposta presença militar iraniana na República Árabe como pretexto para seus ataques. Teerã e Damasco negaram repetidamente as alegações, insistindo que no país estão apenas conselheiros militares iranianos a fim de ajudar as autoridades legítimas a combater o terrorismo.

0
0
Clique para comentar
Publicidade

Mundo

Nova Zelândia proíbe armas semiautomáticas e fuzis de assalto

Governo neozelandês pretende instituir plano para devolução das armas já compradas

ubiie Redação

Publicado

em

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou nesta quinta (21) a proibição da venda de armas semiautomáticas de estilo militar e fuzis de assalto no país. A premiê já havia adiantado que apresentaria uma legislação mais dura após o atentado cometido na semana passada contra duas mesquitas em Christchurch, em que 50 pessoas foram assassinadas.

“A Nova Zelândia vai proibir todas as armas semiautomáticas de estilo militar. Vamos também proibir as armas de assalto”, declarou Jacinda Ardern, detalhando que a nova legislação vai entrar em vigor já no próximo mês.

A primeira-ministra garantiu ainda que vão ser tomadas medidas provisórias para evitar uma corrida às armas antes da entrada em vigor da proibição de venda.

Jacinda Ardern anunciou também a proibição de venda de carregadores de alta capacidade.

O homem detido e acusado de ter perpetrado os ataques comprou as armas legalmente e reforçou a capacidade do armamento ao usar carregadores de 30 projéteis “através de uma simples compra ‘online'”, disse.

“Em resumo, todas as armas semiautomáticas usadas no ataque terrorista de sexta-feira serão proibidas neste país”, afirmou.

Brenton Tarrant, um australiano nacionalista branco de 28 anos, reivindicou a responsabilidade pelos ataques às mesquitas Al Noor e Linwood, que fizeram pelo menos 50 mortos e quase meia centena de feridos, na sexta-feira. Tarrant, que divulgou um manifesto anti-imigrantes de 74 páginas, transmitiu em direto na Internet o momento do ataque.

O ex-preparador físico, que obteve uma licença de porte de arma em novembro de 2017, tinha cinco armas, incluindo duas semiautomáticas de estilo militar, com as quais terá perpetrado os ataques.

Na sequência do ataque, Ardern anunciou que o Governo ia apresentar um reforma à lei vigente, “que permitiu que o assassino comprasse legalmente o armamento usado no ataque”.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da ilha e a norte da península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

0
0
Continuar lendo

Mundo

Maduro acusa Trump e Bolsonaro de fazerem apologia da guerra

Líderes não descartaram uma intervenção militar na Venezuela

ubiie Redação

Publicado

em

O governo de Nicolás Maduro “rejeitou fortemente” as “perigosas declarações” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo brasileiro, Jair Bolsonaro, e acusou os dois líderes de fazerem “apologia da guerra”.

Em comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores nesta quarta-feira (20), Caracas criticou a postura de Trump e Bolsonaro após ambos reafirmarem que “todas as opções continuam na mesa” para resolver a crise política e institucional no país latino. Para o regime de Maduro, os dois presidentes representam as ideias mais retrógradas para os povos dos dois países e são uma ameaça a paz e a segurança internacional.

“É grotesco ver dois chefes de Estado com grandes responsabilidades internacionais fazendo apologia da guerra sem qualquer cerimônia, em flagrante violação da Carta das Nações Unidas”, diz o governo venezuelano em nota. Além disso, a “influência bélica dos Estados Unidos no Brasil e a tese da supremacia de Trump em Bolsonaro são particularmente preocupantes”.

“Nenhuma aliança neofascista vai conseguir derrubar a vontade independente e soberana do povo venezuelano e nem terá sucesso ao semear estratégias de ódio e belicistas entre os países do continente”, acrescenta o texto. Ontem (19), durante o primeiro encontro entre os dois líderes, Bolsonaro não descartou a hipótese de permitir a entrada no país de tropas dos Estados Unidos para uma eventual ação militar na Venezuela. Trump, por sua vez, reiterou que “todas as opções estão abertas” e que ainda pode aplicar sanções mais duras antes de tentar uma alternativa militar.

0
0
Continuar lendo

Mundo

Relação homossexual é crime em 70 países, diz relatório

Seis países preveem pena de morte; em dois anos, três países descriminalizaram homossexualidade

ubiie Redação

Publicado

em

O levantamento “Homofobia de Estado” mostra que relações consensuais entre pessoas do mesmo sexo são consideradas um crime em 70 países. As informações são da “Folha de S. Paulo”.

A contagem inclui apenas nações membros da ONU —são 193, das quais 35% criminalizam a homossexualidade atualmente.

Dos 70 da lista, 68 têm leis explícitas contra a prática e outros dois, Iraque e Egito, fazem uso indireto de outras leis para perseguir e condenar pessoas por esses atos.

A maioria está na África: são 33 nesse continente, além de 22 na Ásia, 9 nas Américas e 6 na Oceania . Nenhum deles fica na Europa.

A pena para relações entre pessoas do mesmo sexo varia de multas e prisão (inclusive perpétua) até morte —caso de Irã, Arábia Saudita, Iêmen e Sudão a nível nacional e de Somália e Nigéria em algumas províncias. A prática, no entanto, foi descriminalizada na Índia e em Trinidad e Tobago, em 2018, e, mais recentemente, em 2019, em Angola.

Lançado nesta quarta (20), o principal relatório mundial sobre o tema é realizado pela ILGA (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais) junto com mais de mil organizações do mundo todo, e está em sua 13ª edição.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
109,93
JPY 0,00%
3,91
BRL 0,00%
1EUR
Euro. European Union
=
124,29
JPY 0,00%
4,42
BRL 0,00%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
439.150,69
JPY 0,00%
15.608,46
BRL 0,00%

Tokyo
Cloudy
SatSunMon
8/4°C
14/4°C
15/7°C

São Paulo
18°
Mostly Cloudy
FriSatSun
min 16°C
28/17°C
29/17°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana